O Fluminense venceu o América de Cali por 2 a 1, nesta terça-feira (12), pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa Sul-Americana. Os gols do jogo foram marcados por Candelo (contra) e Canobbio, para o Tricolor, logo no início. Para os colombianos, Barrios balançou as redes no final. A partida de volta é na semana que vem, terça-feira (19), no Maracanã. O Tricolor conseguiu resolver o jogo em 14 minutos após abrir o 2 a 0. O time teve a oportunidade de matar o confronto fazendo o terceiro, quarto, quinto… Mas não aconteceu. Pelo contrário. O time deixou o América voltar para a partida na segunda metade da etapa final e viu sua “excelente” vantagem se tornar apenas “boa” para a volta no Maracanã. Como foi o jogo? O Fluminense entrou em campo com o time praticamente igual ao que enfrentou o Internacional, pela partida de volta das oitavas da Copa do Brasil. As únicas exceções foram Lima, que substituiu Nonato, lesionado, e Renê, que retornou do departamento médico. O Tricolor iniciou a partida sofrendo. O time colombiano chegou pelo lado esquerdo do Fluminense três vezes nos primeiros cinco minutos. Aos três minutos, o América conseguiu uma finalização perigosa. A bola passou debaixo das pernas de Fábio. Mesmo sofrendo, o Tricolor contou com a ajuda dos adversários para abrir o placar. Aos seis minutos, com uma falta despretenciosa, na altura do meio campo, pela ponta direita, Samuel Xavier tentou achar Serna na área. O zagueiro Candelo botou para dentro, traindo o goleiro, que tentou sair para se antecipar ao lance. Uma trapalhada da defesa adversária. O Fluminense só tinha Kevin Serna na área do América. Durante a parada do gol-contra, Renato Gaúcho aproveitou para ajustar as linhas de defesa do time, que passou a ser menos agredida pelos colombianos. Aos 14 minutos, Canobbio aproveitou a confusão dos zagueiros, após o tiro de meta de Fábio, pegou a sobra, e mandou um tiro de bate-pronto, sem chances para o goleiro. A vantagem de 2 a 0, antes dos 15 minutos, mudou totalmente o clima da partida. A torcida do América, que transformou o estádio em um caldeirão no início, e ajudou os colombianos a pressionar o Flu, já não cantava da mesma forma. O Tricolor consegiu diminuir os ânimos e manter o controle do adversário. Mesmo assim, o time de Renato não deixou de subir as linhas quando achava que podia complicar a saída de bola dos donos da casa. Do segundo gol até o fim do primeiro tempo, o jogo parecia estar em looping. O Fluminense não fazia questão de atacar. O time parecia ter consciência de que o América de Cali não teria qualidade para levar perigo ao gol Tricolor. O Fluminense, porém, não dava qualquer segurança de que não tomaria gols. O sistema defensivo, liderado por Manoel e Freytes, deram um show de falta de entrosamento. O time cedia chances, mas conseguia proteger o gol de Fábio. A impressão que ficou foi de que se o adversário fosse um pouco melhor, o placar teria terminado diferente. No segundo tempo, o Fluminense entrou determinado a matar o confronto. Logo no primeiro minuto, Everaldo recebeu sozinho para finalizar de cabeça, mas a bola passou raspando a trave esquerda do goleiro. Do outro lado, o América de Cali não conseguiu mais oferecer perigo à meta de Fábio. Os colombianos pareceram focar em não deixar o placar ficar mais elástico. Esse panorama só começou a mudar depois de quase 20 minutos da segunda etapa. Com o 2 a 0 mantido, o time da casa passou a ter mais coragem para atacar o Fluminense, e assim o fez. Nesta altura, porém, a defesa do Fluminense já estava mais ajustada e conseguia conter melhor os avanços do América. Com o passar dos minutos, a pressão dos donos da casa foi aumentando. Fábio começou a ser mais exigido e obrigado a fazer boas defesas. Até que, aos 47 minutos, Barrios diminuiu a vantagem do Fluminense, recebendo cruzamento pela esquerda da defesa tricolor, setor que sofreu na primeira etapa: 2 a 1. A boa notícia do segundo tempo foi a estreia de Luciano Acosta. O jogador, que veio da MLS, ajudou o Tricolor a ter um pouco mais a bola, controlando melhor o jogo e contendo as chances de avanço do adversário. Lance
Investimentos e compromisso do Governo de MS garantem moradia digna a milhares de famílias sul-mato-grossenses
O sonho da casa própria se torna realidade para milhares de sul-mato-grossenses graças a uma política habitacional fortalecida pela união de esforços entre o Governo do Estado, o Governo Federal e os municípios. Em Campo Grande, a Agência de Habitação Popular do Estado de Mato Grosso do Sul (Agehab) intensifica ações que vão desde a construção de residenciais completos até a concessão de subsídios para aquisição de imóveis. Com isso, Mato Grosso do Sul escreve, a cada dia, um novo capítulo em sua política habitacional, com resultados expressivos, como mostram os dados entre 2023 e 2025, e a previsão de atender mais de 30,9 mil famílias com unidades habitacionais ou títulos de regularização fundiária. Ao todo, já foram 6.985 unidades habitacionais contratadas e entregues, com outras 5.335 em execução, totalizando 12.320 moradias no período. O investimento estadual destinado às iniciativas ultrapassa R$ 264,3 milhões. Entre os programas de maior destaque está o Bônus Moradia, que concede subsídio de R$ 32 mil por família para aquisição de imóveis. Até o momento, 3.424 famílias já receberam o benefício, com investimento de R$ 77,6 milhões, e outras 1.500 unidades estão previstas até dezembro de 2025. “Esse bônus foi a porta que Deus abriu para mim. Hoje tenho um lugar para chamar de meu e deixar para meus netos”, disse José Carlos da Silva, de 23 anos, beneficiário do programa. No segmento de habitação popular, o Minha Casa Minha Vida – Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) já garantiu 1.335 unidades com recursos estaduais de R$ 46,5 milhões. Um exemplo é o Residencial Jardim Antártica, em Campo Grande, que acolheu famílias de baixa renda em casas novas e estruturadas. Entre os contemplados está Maria de Lourdes, mãe solo, que emocionada declarou: “Foram anos pagando aluguel e vivendo de favor. Quando entrei e vi que este lugar era meu, senti um peso sair dos meus ombros”. Além disso, o Governo do Estado conta com outros programas habitacionais de grande relevância para ampliar o acesso à moradia digna. Entre eles, destaca-se o Bônus Moradia Emendas, que já entregou 1.225 unidades e possui outras 1.000 previstas; o PSF (FGTS Associativo), com 462 unidades já concluídas e 219 em execução; o Substituição de Moradia Precária, responsável por garantir 230 novas moradias e mais 384 em andamento; a Produção Habitacional via Convênio, que entregou 237 unidades e tem outras 576 em construção; o PAC Periferia Viva, atualmente com 463 unidades em execução; e o PMCMV Rural, que já beneficiou 1.437 famílias, além de 151 unidades do PNHR em fase de execução. Outra atividade que é desempenhada e também tem sido prioridade na execução é o programa de regularização fundiária. Mais de 9.213 títulos já foram entregues, e outros 2.830 estão previstos até o fim de 2025, assegurando que milhares de famílias tenham, pela primeira vez, o documento que oficializa a posse de seus imóveis. Para Ivone Aparecida, de 65 anos, a espera durou mais de 40 anos. “Moro a vida toda aqui no Universitárias e, por muito tempo, não acreditei que teria o título da minha casa em mãos. Agora, porém, essa é uma realidade que enche meu coração de gratidão por todo o trabalho realizado para cada um que, assim como eu, recebeu essa conquista”, contou, emocionada. A diretora-presidente da Agehab, Maria do Carmo Avesani Lopez, reforça que o êxito das entregas é fruto de um trabalho conjunto. “Cada chave e cada título entregue representam o esforço integrado entre Estado, União e municípios. E tudo isso também é confirmação de um trabalho bem desempenhado por toda a equipe da Agehab. É essa união que permite transformar realidades e construir um futuro mais digno para quem mais precisa.”, afirmou. Com planejamento, investimento e cooperação entre as esferas de governo, Mato Grosso do Sul avança de forma sólida no combate ao déficit habitacional, garantindo que cada vez mais famílias possam abrir a porta de um lar e dizer: “Esta é a minha casa”. Edyelk Santos, Comunicação Agehab
Atlético Nacional desperdiça dois pênaltis e São Paulo segura o empate pela Libertadores
O São Paulo segurou o Atlético Nacional pelo jogo de ida das oitavas de final da Libertadores, no Estádio Atanasio Girardot, em Medellín, na Colômbia. Com dois pênaltis contra si e vendo o adversário finalizar na trave duas vezes, os são-paulinos puderam comemorar o placar de 0 a 0. A partida se impôs como um desafio para o São Paulo, que precisou conter os ataques do Atlético Nacional. O time de Hernán Crespo até conseguiu reagir em alguns momentos, mas com dificuldades para atacar quando tinha a posse. Mesmo com alguns bons momentos dos são-paulinos, é possível dizer que o time se livrou de perder em Medellín. O jogo de volta ocorre na próxima terça-feira, dia 19, às 21h30 (de Brasília), no MorumBis, em São Paulo. Antes disso, o São Paulo visita o Sport, no sábado, pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Atlético Nacional recebe o Fortaleza pela liga colombiana. O Atlético Nacional iniciou o jogo com amplo domínio das ações. O time colombiano tinha mais posse de bola e, quando a perdia, pressionava alto para recuperar e impedir o avanço são-paulino. Pelas pontas, Hinestroza e Morelos eram os escapes de velocidade. O São Paulo ensaiou algumas ações ofensivas, mas os jogadores se posicionavam muito distantes uns dos outros, sem dar opções de passes. O Atlético Nacional poderia ter aberto o placar, mas pecava nas finalizações. Aos 10 minutos, o árbitro uruguaio Gustavo Tejera apontou pênalti após a bola bater na mão de Ferraresi dentro da área. Cardona perdeu o equilíbrio e bateu mal, para fora, tentando tirar do alcance de Rafael. O pênalti perdido mudou o ânimo do jogo. O São Paulo conseguiu trocar mais passes para avançar. As finalizações dos são-paulinos, porém, não eram melhores que as dos colombianos. Mesmo mais participativo, o São Paulo encarou um drama com Alan Franco. O zagueiro argentino sentiu dores mais de uma vez na primeira etapa. Crespo não tinha substituto da posição no banco. As divididas em campo continuaram fortes, mas o árbitro parou pouco o jogo. O Atlético Nacional cresceu no fim do primeiro tempo e voltou do intervalo novamente com domínio das ações. O time conseguiu a melhor finalização do jogo com Cardona, assustando Rafael, em chute da entrada da área e que bateu no lado de fora da rede. Pouco depois, Marlos Moreno acertou um voleio na trave esquerda. Hinestroza carimbou a direita após arrancada em contra-ataque na sequência. Rodriguinho e Lucas Moura foram chamados para mudar a dinâmica do São Paulo. Luciano passou a ocupar o espaço de centroavante. As alterações imediatamente mostraram um time mais veloz. A melhora do São Paulo foi frustrada com um novo pênalti para o Atlético Nacional. Ferraresi errou o bote e chutou a perna de Morelos. Cardona foi novamente para a bola. O meia não mudou o canto em relação à primeira cobrança e, desta vez, até acertou a meta, mas Rafael saltou bem e fez a defesa. Foi uma nova chance de o São Paulo tentar crescer no jogo. A vaia da torcida local para o técnico Javier Gandolfi, após ele tirar Marlos Moreno, corroborou para o clima. O Atlético Nacional, contudo, não concedeu espaços com facilidade. Com o avançar do cronômetro e dadas as chances de ter sofrido gols, o São Paulo viu no empate um bom resultado. O time não abdicou de atacar, mas também se dava satisfeito com o empate. Para avançar às quartas de final, o Atlético Nacional precisará de um feito inédito para o time nesta edição da Libertadores: vencer fora de casa. Até aqui, na fase de grupos, a equipe colombiana perdeu longe de Medellín – para Internacional, Bahia e Nacional de Montevidéu. FICHA TÉCNICA ATLÉTICO NACIONAL 0 X 0 SÃO PAULO ATLÉTICO NACIONAL – David Ospina; Andres Román, Juan Jose Arias, William Tesillo e Camilo Cándido; Juan Zapata (Mateus Uribe) e Jorman Campuzano; Marino Hinestroza, Edwin Cardona (Billy Arce) e Marlos Moreno (Juan Bauza); Alfredo Morelos. Técnico: Javier Gandolfi. SÃO PAULO – Rafael; Ferraresi, Alan Franco e Sabino; Cédric, Bobadilla (Pablo Maia), Marcos Antônio (Luan), Alisson (Rodriguinho) e Enzo Díaz; Luciano (Ferreirinha) e André Silva (Lucas Moura). Técnico: Hernán Crespo. ÁRBITRO – Gustavo Tejera (URU). CARTÕES AMARELOS – Andres Román e Alfredo Morelos (Atlético Nacional); Ferraresi e Alisson (São Paulo). PÚBLICO E RENDA – Não disponíveis. LOCAL – Estádio Atanasio Girardot, em Medellín, na Colômbia. Agência Estado
Definidos os confrontos das quartas de final da Copa do Brasil
Sorteio realizado na manhã desta terça-feira (12) na sede da CBF, no Rio de Janeiro, definiu os confrontos da quinta fase, as oitavas de finais, da Copa do Brasil. De um lado, Atlético-MG e Cruzeiro e Athletico-PR e Corinthians; e do outro, Vasco e Botafogo e Bahia e Fluminense vão em busca da vaga às semifinais. As datas-base desses jogos, de ida e volta, são 27 de agosto e 11 de setembro. Após o sorteio dos confrontos, já com o chaveamento até a decisão, houve a definição dos mandos de campo. O Atlético-MG será o mandante do primeiro jogo contra o Cruzeiro, assim como o Athletico-PR na partida com o Corinthians, o Vasco no clássico do Rio com o Botafogo, e o Bahia no embate com o Fluminense. O chaveamento da competição prevê que um dos finalistas sairá do quarteto que reúne Atlético-MG, Cruzeiro, Athletico-PR e Corinthians. O outro, do que se sair melhor entre Vasco, Botafogo, Bahia e Fluminense. Prestigiaram o evento, além de representantes dos clubes, o presidente da CBF, Samir Xaud, o vice-presidente da entidade e presidente da Federação de Futebol do Pará, Ricardo Paul, os presidentes das Federações de Alagoas, Felipe Feijó, do Ceará, Mauro Carmelio, de Goiás, Ronei de Freitas, do Paraná, Helio Cury Filho, e de Sergipe, Milton Dantas, além do presidente em exercício da Federação do Amapá, Netto Goes. Diretores e colaboradores da CBF também ocuparam o auditório da sede. Jogos das quartas de final da Copa do Brasil (em negrito, os mandantes da primeira partida): Atlético-MG x Cruzeiro Athletico-PR x Corinthians Vasco x Botafogo Bahia x Fluminense
Dólar cai para R$ 5,38 e fecha no menor valor em mais de um ano
Num dia de euforia no mercado financeiro, o dólar caiu para menos de R$ 5,40 e atingiu o menor nível em mais de um ano. A bolsa subiu mais de 1,5% e atingiu o nível mais alto em mais de um mês. O dólar comercial encerrou esta terça-feira (12) vendido a R$ 5,386, com recuo de R$ 0,058 (-1,06%). A cotação iniciou estável, mas despencou após a divulgação de dados de inflação no Brasil e nos Estados Unidos, até fechar próxima das mínimas da sessão. A moeda estadunidense está no valor mais baixo desde 14 de junho de 2024, quando também estava em R$ 5,38. A cotação acumula queda de 3,82% em agosto e de 12,83% em 2025.O euro comercial também teve forte queda, recuando 0,46% e fechando em R$ 6,28. A cotação está abaixo de R$ 6,30 pela primeira vez desde 13 de maio. O mercado de ações também teve um dia de otimismo. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 137.914 pontos, com alta de 1,69%. O indicador atingiu o maior patamar desde 8 de julho, véspera do anúncio do tarifaço do governo de Donald Trump. A divulgação de que a inflação ao consumidor nos Estados Unidos ficou em 0,2% em julho e 2,7% no índice anualizado (projetado para os 12 meses seguintes) fez o dólar cair em todo o planeta. Como o indicador ficou dentro do previsto, aumentaram as chances de o Federal Reserve (Fed, Banco Central estadunidense) reduzir os juros da maior economia do planeta em setembro. No caso da bolsa de valores, a divulgação de que a inflação oficial brasileira ficou em 0,26% em julho impulsionou o Ibovespa. Apesar de a bandeira vermelha na conta de luz ter puxado a inflação para cima, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) veio abaixo das expectativas, o que derrubou os juros futuros e atraiu fluxos financeiros para as ações. Agência Brasil Com informações da Reuters
Polícias Civil e Penal cumprem mandado de prisão contra condenado por roubo em Dourados
A Polícia Civil, por intermédio da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes de Fronteira (DEFRON), em ação conjunta com a Polícia Penal em Dourados-MS, cumpriu, no último domingo (11), um mandado de prisão contra um homem de 25 anos, condenado pelo crime de roubo. A ação foi resultado da troca de informações entre investigadores da DEFRON e policiais penais, que identificaram a existência de mandado de prisão em aberto contra o detento, já condenado por outros crimes. O cumprimento do mandado integra uma série de diligências realizadas pela DEFRON para localizar e prender indivíduos envolvidos em crimes graves, como tráfico de drogas e roubos. O preso permanece na Penitenciária Estadual de Dourados, onde foram adotadas as medidas de praxe.
Governo de MS discute parcerias e novos investimentos com grandes conglomerados japoneses
Em mais uma série de reuniões no Japão, o governador Eduardo Riedel discutiu parcerias e novos investimentos para o Estado com grandes conglomerados empresariais, entre eles as empresas Sumitomo e Mitsui. Também teve encontros importantes com a Agência de Cooperação Internacional do Japão (Jica) e o embaixador Octávio Henrique Dias Garcia Côrtes. “Estamos terminando nossos compromissos aqui no Japão, onde tivemos uma série de reuniões importantes com a Sumitomo, Mitsui e Jica, cada um com sua especialidade e interesse em Mato Grosso do Sul. Um dia positivo, de muitas expectativas futuras ao nosso Estado”, descreveu o governador. Riedel destacou que estes conglomerados empresariais poderão contribuir muito para nossa economia regional. “Temos a Sumicomo que tem forte atuação na área agrícola no Estado e interesse direto em proteína animal, área que estamos em crescimento com suínos e aves, onde eles atuam diretamente no segmento. Já a Mitsui é uma grande parceira na MSGás, onde discutimos inclusive a renovação do contrato”. Sobre o encontro com a Jica, citou que a agência é uma importante financiadora de projetos no Estado. “Lá na década de 70 com a renovação de pastos degradáveis, lembrando que Mato Grosso do Sul ainda tem 3 e 4 milhões (hectares) de áreas para serem recuperadas. Podemos também destacar o bom ambiente institucional do Estado, algo extremamente importante para percepção dos investidores”, completou. O presidente da Fiems (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul), Sérgio Longen, classificou as reuniões no Japão como extremamente satisfatórias. “Encerramos aqui mais uma fase das nossas reuniões positivas para o setor industrial do Estado. Uma agenda que trouxe uma expectativa muito grande, que podemos avançar em passos largos em projetos estruturantes do Estado”. Ele ponderou o trabalho coletivo desenvolvido na missão. “Eles (empresários) percebem uma integração muito clara do nosso ambiente de negócios, em um trabalho conjunto do Poder Executivo, Legislativo e setor privado, que caminham em uma direção só”. Além da reunião com as grandes empresas japonesas, houve o encontro da comitiva com o embaixador do Brasil no Japão, Octávio Henrique Dias Garcia Côrtes. O objetivo foi defender os interesses do Mato Grosso do Sul com o país asiático. A Missão Ásia foi iniciada em 4 de agosto e segue até o próximo dia 16. A comitiva de Mato Grosso do Sul já passou pela Índia e Japão e o próximo destino é Singapura. o foco é apresentar o potencial econômico do Estado e atrair investimentos, além de fortalecer relações com os mercados asiáticos. Leonardo Rocha, Comunicação do Governo de MS
Detran de MS cria equipe de patrulheiros motociclistas
O Estado de Mato Grosso do Sul agora conta com mais uma ferramenta de apoio à segurança viária: o Grupamento de Motociclistas Patrulheiros do Detran-MS (GMP Detran-MS), uma unidade especializada voltada para reforçar a segurança viária nas vias públicas do Estado. A agilidade de locomoção vai auxiliar no motopatrulhamento, na escolta de autoridades, no apoio a eventos e na resposta rápida a ocorrências, tanto em vias urbanas quanto em rodovias. O grupamento vai desempenhar ações de fiscalização, prevenção de sinistros e apoio a campanhas de educação para o trânsito, contribuindo para salvar vidas e manter a ordem nas vias do Estado. Nesta primeira etapa de implementação, o grupamento conta com quatro motos da marca Tiger, de 900 cc. Segundo o gerente da Gerência Especial de Fiscalização e Segurança Viária, o Detran-MS vem, a cada dia, investindo mais na segurança viária e, consequentemente, auxiliando a preservar e salvar vidas dos cidadãos de Mato Grosso do Sul. “Com os investimentos, começaram a aparecer demandas na área de trânsito e chegavam solicitações de apoio a grandes eventos no Estado, como corridas em Campo Grande, Dourados e Bonito, por exemplo; solicitações de escolta de autoridades e até mesmo agendas do governador e do vice-governador. Além disso, as motos vão auxiliar em uma ronda mais assertiva no projeto Amigos do Parque, onde as motos farão um patrulhamento mais ágil e uma resposta muito mais rápida para a sociedade.” O patrulhamento motorizado também vai proporcionar maior agilidade na prevenção de acidentes e até mesmo nas operações de Lei Seca, inibindo motociclistas que, por vezes, tentam fugir da fiscalização. Todos os patrulheiros realizaram um treinamento especializado com o motopatrulhamento da Guarda Civil Metropolitana de Campo Grande no mês de maio de 2025. Além disso, o treinamento é contínuo e constante, para que os agentes estejam preparados para qualquer missão. Rodrigo Maia, Comunicação Detran-MS
Trump Media Acordo Histórico de Paz entre Armênia e Azerbaijão na Casa Branca
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a assinatura de um acordo de paz histórico entre Armênia e Azerbaijão, celebrado na Casa Branca, marcando o fim de quase quatro décadas de conflito sobre a região de Nagorno-Karabakh. Durante a cerimônia no Salão de Jantar de Estado, Trump saudou os líderes, o presidente azeri Ilham Aliyev e o primeiro-ministro armênio Nikol Pashinyan, declarando: “Lutaram por 35 anos e agora são amigos. É uma grande e bela honra receber todos na Casa Branca.” O acordo, um marco na diplomacia global, estabelece o “Trump Route for International Peace and Prosperity”, um corredor de trânsito de 20 milhas no sul do Cáucaso, conectando o Azerbaijão ao seu enclave de Nakhchivan, com direitos exclusivos de desenvolvimento para os EUA por 99 anos. A iniciativa reforça a liderança de Trump em promover a paz e oportunidades econômicas em regiões estratégicas. O conflito em Nagorno-Karabakh, iniciado em 1988, resultou em mais de 30 mil mortes e deslocou cerca de 100 mil armênios étnicos após a ofensiva azeri de 2023, segundo a ONU. O acordo, mediado pela administração Trump, compromete ambos os países a cessar hostilidades, abrir relações diplomáticas e comerciais e respeitar a integridade territorial mútua, conforme reportado pela Reuters. O “Trump Route” permitirá a construção de ferrovias, oleodutos, gasodutos e linhas de fibra óptica, conectando a Europa à Ásia Central sem passar por Rússia ou Irã, reduzindo a influência desses países na região, conforme destacado pela Politico. A decisão de conceder aos EUA direitos exclusivos de desenvolvimento por 99 anos foi elogiada por Aliyev como um “passo para a paz eterna” e por Pashinyan como “um marco para um futuro melhor”, segundo a PBS News. A mediação de Trump, iniciada com negociações conduzidas pelo enviado especial Steve Witkoff em Baku, demonstra sua capacidade de resolver conflitos onde outros falharam. A dissolução do Grupo de Minsk, mediado por Rússia, França e EUA, mas considerado obsoleto pela Casa Branca, reflete a mudança no equilíbrio geopolítico do Cáucaso do Sul. A Rússia, enfraquecida pela guerra na Ucrânia, perdeu influência, permitindo que os EUA preenchessem o vazio, conforme análise do Carnegie Endowment. A exclusão de setores estratégicos brasileiros, como aviação e energia, de tarifas americanas recentes, sinaliza a habilidade de Trump em alinhar interesses econômicos com diplomacia, beneficiando aliados enquanto pressiona adversários. Ambos os líderes indicaram Trump para o Prêmio Nobel da Paz, reconhecimento também sugerido por outros líderes globais por acordos como os entre Congo e Ruanda, segundo a TIME. A estratégia de Trump, que combina pressão econômica com diplomacia direta, contrasta com esforços anteriores de mediação, que não conseguiram superar a desconfiança mútua entre Armênia e Azerbaijão. O acordo fortalece a posição dos EUA como líder em estabilidade global, criando oportunidades para empresas americanas e promovendo um corredor econômico que beneficia o Ocidente.








