Durante a visita institucional do assessor da Energisa, Giovani Moura, à Câmara Municipal de Dourados na última segunda-feira (5), o vereador Rogério Yuri (PSDB) apresentou uma série de demandas prioritárias da população, com atenção especial aos bairros mais afetados por quedas de energia e aos distritos do município, onde os problemas são agravados por condições climáticas adversas. Em sua fala, Rogério Yuri destacou a recorrência dos apagões em diversas regiões urbanas de Dourados, além da preocupação com os distritos, que enfrentam interrupções ainda mais frequentes devido aos ventos fortes e à vulnerabilidade da rede elétrica local. “Temos relatos constantes de moradores de distritos como Ithaum, Assentamento Amparo e Lagoa Grande, Vila Vargas, Macaúba e Panambi, que ficam horas no escuro sempre que há uma ventania. A situação é ainda mais crítica por se tratar de áreas rurais, com maior distância dos centros de manutenção”, alertou o vereador. Yuri reforçou que a energia elétrica é essencial não só para o conforto das famílias, mas também para a produtividade do campo e o funcionamento de pequenos empreendimentos e para a segurança pública. O parlamentar elogiou a iniciativa da Energisa em se aproximar da Câmara de Vereadores e sugeriu a divulgação de um plano de ação específico para os distritos, com reforço na estrutura da rede e maior agilidade nas respostas em caso de interrupções. “É preciso pensar em medidas preventivas, não apenas corretivas. Estamos falando da dignidade de quem mora longe do centro, mas que paga a mesma tarifa e merece o mesmo respeito.” O assessor Giovani Moura explicou que a Energisa está ciente dos desafios e que vem realizando investimentos em manutenção preventiva, poda de árvores próximas à rede e substituição de equipamentos. Ele reconheceu que os eventos climáticos extremos têm afetado o sistema, especialmente em áreas mais expostas, como os distritos, e se comprometeu a levar as demandas ao setor responsável por planejamento de expansão e manutenção.
Defesa Civil passa a atender até às 19h durante a semana
A Defesa Civil de Dourados passa a atender das 7h às 19h, de segunda a sexta-feira, na base situada em anexo ao Parque Antenor Martins, região do Grande Flórida, a partir desta quarta-feira (07). O horário de atendimento anterior era das 7h às 13h e, diante da demanda existente, a mudança foi efetuada com objetivo de atender com maior celeridade à população. O coordenador da Defesa Civil, Johnes Aniceto Santana, cita que a medida foi estruturada juntamente a equipe, que notou a necessidade da ampliação do horário dos serviços e, por determinação do prefeito Marçal Filho, que preza pelo compromisso com a segurança da comunidade. “Nossa prioridade é dar agilidade no atendimento às ocorrências e contar com um horário mais amplo também era um pedido do prefeito e, por meio de readequação conseguimos alcançar o objetivo sem gerar ônus”, cita. Aos finais de semana e feriados, o sistema de atendimento em regime de plantão permanece. A equipe da Defesa Civil atua no corte de árvores que estejam caídas na via pública e comprometam o acesso de moradores às suas residências e situações semelhantes; inundações, alagamentos e enxurradas; monitoramento do clima e do tempo; vistorias técnicas em imóveis e áreas de risco, emissão de pareceres, relatórios técnicos, boletins de atendimento, bem como interdição e desinterdição de locais que apresentem riscos a vida de pessoas e animais; bem como presta apoio a outras secretarias em ações conjuntas de segurança e prevenção e a comunicação de alerta à população em situações de risco iminente. Em 2025, a média de atendimentos da equipe chega a 60 por mês. Promover ações preventivas para evitar ou minimizar os impactos de desastres; monitorar e identificar riscos e vulnerabilidades no município, planejar e executar ações de resposta imediata a situações emergenciais; coordenar o apoio técnico e logístico durante ocorrências; integrar esforços com órgãos públicos, instituições e a comunidade; capacitar a equipe técnica e voluntários por meio de treinamentos e cursos são alguns dos direcionamentos da Defesa Civil. O contato para emergência: 199.
Polícia Civil desmantela esquema de tráfico de drogas que usava empresas como fachada em Dourados
A Polícia Civil do Mato Grosso do Sul, por intermédio do Setor de Investigações Gerais (SIG) da Delegacia de Dourados, desmantelou nesta terça-feira (6) um esquema de tráfico interestadual de drogas que utilizava empresas do ramo alimentício como fachada para o transporte e distribuição de entorpecentes oriundos da fronteira com o Paraguai. Após cerca de duas semanas de investigação, os policiais passaram a monitorar um estabelecimento localizado no bairro Jardim Água Boa. O local apresentava indícios de que cargas de drogas estavam sendo entregues disfarçadas entre produtos alimentícios refrigerados. Na manhã de ontem, os investigadores flagraram uma van descarregando caixas no local, sendo possível visualizar, do lado de fora, tabletes prensados de cor esverdeada. Durante a abordagem, um dos envolvidos, Renan Silva Nascimento, 34 anos, morador em Dourados, e proprietário de uma hamburgueria, foi preso dentro do imóvel, onde foram encontradas nove caixas com 150 tabletes de pasta base de cocaína, totalizando 150 kg da droga. Simultaneamente, a van utilizada na entrega foi localizada na região da Praça do Cinquentenário. No veículo estavam Anderson Moreira Rosa, 37 anos e Maurício Martins da Paixão, 47 anos, residentes em Ponta Porã, na fronteira com o Paraguai, que também foram presos em flagrante. À equipe policial, ambos negaram conhecimento sobre a carga ilícita. O veículo foi apreendido e levado à Delegacia de Polícia Civil. As caixas que transportavam a droga estavam misturadas a produtos cárneos e eram semelhantes aos ainda presentes na van. A estimativa é que o prejuízo ao crime organizado supere os R$ 6 milhões. As investigações prosseguem para identificar outros envolvidos, inclusive possíveis responsáveis por empresas usadas no esquema logístico.
Fogo Zero: campanha de combate a incêndios é lançada e destaca trabalho do Governo de MS
Com mais de 1,8 milhão de hectares de floresta plantada, Mato Grosso do Sul ultrapassou São Paulo e ocupa a segunda posição no ranking nacional da cultura e com previsão de crescimento que pode colocar o Estado no topo dentro de poucos anos, tendo em vista os projetos em implantação de novas fábricas de celulose na Costa Leste. Paralelo a essa realidade, os produtores revigoram os esforços para combater o maior inimigo das florestas – sejam plantadas ou nativas: os incêndios florestais. Todos os anos é desenvolvida uma campanha de conscientização promovida pela Reflore MS – a Associação dos Plantadores e Compradores de Florestas Plantadas – e que tem apoio de diferentes atores sociais, entre os quais o Governo do Estado, através da Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação). Na 13ª edição, a campanha Fogo Zero foi lançadaterça-feira (6), no auditório da Famasul (Federação de Agricultura de Mato Grosso do Sul) cujo slogan busca aprofundar o significado da iniciativa: “Mais que uma campanha. Um propósito”. O objetivo é reforçar a cultura de prevenção aos incêndios florestais e sensibilizar a sociedade, especialmente nas áreas de floresta plantada, afirmou o presidente da Associação, Junior Ramires. A campanha prevê a fixação de placas educativas, distribuição de cartilhas e flyers, e a realização de cursos de capacitação em prevenção e combate a incêndios. Só nos anos de 2021 a 2024, foram realizados 219 cursos dessa natureza envolvendo mais de 2,1 mil alunos. Relembrando o início das campanhas da Reflore, o secretário executivo de Desenvolvimento Econômico Sustentável da Semadesc, Rogério Beretta, disse que “há 13 anos as pessoas não viam perigo no fogo. Hoje o tema envolve a todos. Vimos que é uma pauta essencial ao desenvolvimento do Estado”. O secretário executivo afirmou que o foco do Governo do Estado não está mais nas ações de combate. “É preciso ter a consciência de que devemos agir para que o incêndio não aconteça”. O coronel Adriano Noleto Rampazo, subcomandante do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul, enfatizou que o Estado está preparado e já desenvolveu know how na área, tanto que no ano passado foram registrados mais de 11 mil focos de calor, porém a área queimada foi metade da verificada em 2020, quando os focos de calor foram em menor quantidade, porém o Pantanal viveu sua maior catástrofe dos últimos anos. “Já estamos com 50 homens dentro do Pantanal, nas bases, e a Força Nacional já chegou para nos apoiar nas ações. Temos 40 homens da Força Nacional fazendo a ambientação”, frisou. Apesar das frequentes chuvas até fim de abril, a previsão não é favorável para a região do Pantanal, segundo dados compilados pelos técnicos do Cemtec/MS (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima), órgão vinculado à Semadesc. A partir de maio as chuvas devem ficar mais escassas e fatores como altas temperaturas, baixa umidade do ar e ventos fortes podem se repetir na região do Pantanal, tornando o ambiente propício para propagação do fogo. João Prestes, Comunicação Semadesc
SES e parceiros nacionais e internacionais se reúnem para discutir saúde nas fronteiras Brasil–Paraguai
Com o objetivo de construir soluções conjuntas para os desafios sanitários nas regiões de fronteira, a SES (Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul), em parceria com instituições do Brasil e do Paraguai, realizou nos dias 28 e 29 de abril, em Ponta Porã, a reunião binacional “Saúde nas Fronteiras Brasil e Paraguai”. A iniciativa, considerada histórica e estratégica, reuniu autoridades nacionais, internacionais e gestores locais para avançar na integração das ações de vigilância, assistência e resposta em saúde pública ao longo da linha de fronteira entre os dois países. Promovido em parceria com o Ministério da Saúde do Brasil, o Ministério de Salud Pública y Bienestar Social do Paraguai, o Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde), as Secretarias Estaduais de Saúde do Paraná (SESA) e de MS, além das prefeituras de Ponta Porã e Porto Murtinho, o encontro teve como foco principal a construção de um plano conjunto para a vigilância e assistência em saúde ao longo da linha de fronteira entre os dois países. Participaram também representantes da OPAS (Organização Pan-Americana da Saúde), Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária, da Secretaria Municipal de Saúde de Mundo Novo e do Conselho Municipal de Saúde de Ponta Porã. A programação contou com dois dias intensos de atividades técnicas, mesas de discussão e encaminhamentos, e teve como sede o auditório da Prefeitura Municipal de Ponta Porã —parceira na organização do evento. A abertura oficial contou com representantes dos ministérios da saúde do Brasil e do Paraguai, de órgãos multilaterais e das administrações estaduais e municipais. A presença de delegações dos dois lados da fronteira ressaltou o caráter estratégico da cooperação. Saúde transfronteiriça “Esta é uma iniciativa estratégica que reconhece e valoriza o protagonismo dos territórios de fronteira na formulação de políticas públicas em saúde. É mais um passo na construção de uma agenda integrada entre Brasil e Paraguai, com ações estruturantes, permanentes e colaborativas. A partir da análise dos dados epidemiológicos de ambos os lados da fronteira, conseguiremos uma visão mais abrangente para implementar medidas de saúde mais eficazes e direcionadas, atendendo de forma equitativa e qualificada as populações que vivem essa realidade binacional diariamente”, detalhou o secretário estadual de Saúde, Maurício Simões Corrêa. A SES atuou desde a concepção da proposta até a mediação dos debates, com participação direta de suas superintendências e coordenações. Técnicos das áreas de Vigilância em Saúde, Atenção à Saúde, Saúde Única e Assessoria Médica apresentaram dados, experiências e caminhos possíveis para a implantação de redes transfronteiriças de atenção e vigilância em saúde. Entre os destaques da programação, esteve a discussão do Projeto de Monitoramento para Vigilância e Assistência em Saúde na Fronteira Brasil–Paraguai, que busca integrar as redes dos dois países, promovendo o compartilhamento de dados epidemiológicos, resposta rápida a surtos e emergências, além da construção de uma Rede Transfronteiriça de Vigilância, Urgência e Emergência em Saúde. Também foram abordadas as dificuldades na organização de pontos de atenção à saúde em áreas de fronteira e as oportunidades de cooperação técnica e operacional. Além da articulação internacional, a SES reforçou a importância do trabalho conjunto com os municípios da faixa de fronteira, como Ponta Porã, Porto Murtinho e Mundo Novo. A Prefeitura de Ponta Porã, anfitriã do encontro, foi parceira estratégica na recepção das delegações e na viabilização da estrutura do evento, fortalecendo o papel dos governos locais como atores-chave na efetivação de políticas públicas transfronteiriças. A reunião encerrou-se com a elaboração de um plano de trabalho binacional, contendo propostas, produtos, prazos e responsabilidades para cada instituição envolvida. O documento será a base para a implantação concreta das ações definidas em conjunto. “Ações conjuntas e contínuas são a única forma de garantir uma resposta efetiva a situações que não reconhecem fronteiras, como as epidemias e emergências em saúde pública”, concluiu Corrêa, ressaltando o compromisso de Mato Grosso do Sul em liderar e cooperar na construção de uma saúde pública mais integrada, resolutiva e solidária. “Mais do que um evento técnico, essa foi uma construção coletiva que fortalece vínculos entre os sistemas de saúde e reconhece as especificidades de quem vive nas regiões de fronteira. Foi emocionante ver brasileiros e paraguaios reunidos, com respeito mútuo e vontade política, pensando juntos em soluções integradas. Esse é o caminho para uma saúde pública mais eficiente, solidária e preparada para responder aos desafios de um mundo sem barreiras geográficas para os problemas sanitários”, finalizou a secretária-adjunta, Crhistinne Maymone. Danúbia Burema, Comunicação SES Com informações da Prefeitura de Ponta Porã
Bioparque Pantanal sedia Fórum da Cultura Oceânica; evento propõe integração do Currículo Azul no Centro-Oeste
No dia 7 de maio, o Bioparque Pantanal será palco do “Fórum da Cultura Oceânica: o Currículo Azul na Região Centro-Oeste”, um evento estratégico voltado à integração da cultura oceânica nas políticas públicas educacionais. Com foco na promoção do Currículo Azul na região, o fórum reúne especialistas, educadores, autoridades e representantes de diversas instituições para discutir o papel da educação frente aos desafios ambientais e climáticos contemporâneos. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas de forma digital clicando aqui. Organizado pelo Bioparque Pantanal e a Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso do Sul (SED), o evento propõe um espaço de diálogo para reforçar a conexão entre o oceano, a cidadania e a sustentabilidade por meio da educação formal e de ações intersetoriais. No Bioparque o Currículo Azul já é trabalhado pelo Núcleo de Educação Ambiental (NEA), durante visitas escolares. A programação inclui especialistas, experiências escolares e debate regional. O evento tem início às 8h30, com credenciamento e abertura oficial às 9h, com presença de autoridades. A palestra de abertura será conduzida por Ronaldo Christofoletti, presidente do Grupo de Experts em Cultura Oceânica da UNESCO, que falará sobre o papel transformador do Currículo Azul na resiliência climática. Ao longo da manhã, serão apresentadas experiências práticas de escolas da Rede Escola Azul da região Centro-Oeste e projetos de divulgação científica com foco inclusivo, como o Projeto Ictiolinguística do Bioparque Pantanal e UFMS. A tarde será dedicada a debates e oficinas sob o tema “Desafios e oportunidades: Currículo Azul no Centro-Oeste”, promovendo reflexões sobre caminhos para sua implementação nas redes de ensino estaduais e municipais. Confira a programação completa: 08:30 – 09:00Credenciamento 09h – 09h30Cerimônia de AberturaAbertura com autoridades presentesMaria Fernanda Balestieri – Diretora-Geral do Bioparque PantanalHélio Queiroz Daher – Secretário de Estado de Educação de Mato Grosso do SulRoberto Pinho – Ministério da Ciência, Tecnologia e InovaçãoContra-Almirante Ricardo Jaques Ferreira – Secretário da Comissão Interministerial para os Recursos do Mar 09h30 – 10hEducação para a Resiliência Climática: o Papel Transformador do Currículo AzulRonaldo Christofoletti – Presidente do Grupo de Experts em Cultura Oceânica IOC – UNESCO 10h – 10h20Apresentação do Projeto Oceano sem FronteirasAna Carla Pinheiro Lima – Coordenadora do Núcleo de Pesquisa do Bioparque Pantanal. 10h20 – 11hExperiências Escolas Azuis na região Centro-OesteRafael Tavares da Conceição Araújo – Professor Escola Azul Escola Municipal Cívico-Militar Professor Adenocre Alexandre de Morais, Costa Rica, MSJuliana Rodrigues Ferraz – Professora Escola Azul Escola Estadual Floriano Viegas Machado, Dourados MSMichelle Vetorelli – Universidade Federal de Grande Dourados 11h – 11h30Currículo Azul: Educação Inclusiva para Divulgação CientíficaShirley Vihalva – Projeto Ictiolinguística – Professora UFMSErik Honorato Nunes – Universidade Federal de São Paulo 12h – 14hIntervalo para almoço 14h – 17hDesafios e oportunidades: Currículo Azul no Centro-Oeste Rosana Moura, Bioparque Pantanal
Suprema Corte dos EUA Permite Implementação de Banimento de Militares Transgêneros pelo Governo Trump
Em 6 de maio de 2025, a Suprema Corte dos Estados Unidos autorizou o governo do presidente Donald Trump a implementar uma política que proíbe pessoas transgêneros de servir nas Forças Armadas, revertendo uma decisão de tribunais inferiores que bloqueava a medida. A ordem, aprovada por 6 a 3, com dissentimento dos três juízes liberais — Sonia Sotomayor, Elena Kagan e Ketanji Brown Jackson —, permite que o Departamento de Defesa comece a dispensar cerca de 4.200 militares transgêneros atualmente em serviço e impeça o alistamento de novos candidatos, enquanto os desafios legais continuam.
Governo Lula Propõe Isenção na Conta de Luz para 60 Milhões de Brasileiros com Impacto de R$ 4,45 Bilhões
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou, em abril de 2025, uma proposta ambiciosa para reformar o setor elétrico brasileiro, com foco na ampliação da Tarifa Social de Energia Elétrica. A medida, elaborada pelo Ministério de Minas e Energia (MME) e enviada à Casa Civil, prevê a isenção total da conta de luz para cerca de 16 milhões de pessoas e descontos para outros 44 milhões, totalizando 60 milhões de beneficiários. O custo anual estimado é de R$ 4,45 bilhões, que será financiado por meio da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) e resultará em um aumento médio de 1,4% nas tarifas dos demais consumidores.
Trump Anuncia Reconstrução e Reabertura de Alcatraz para Conter Criminosos Violentos
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou em 4 de maio de 2025 uma iniciativa ousada para reconstruir e reabrir a histórica prisão de Alcatraz, localizada em uma ilha na Baía de São Francisco, Califórnia. Em um post na plataforma Truth Social, Trump declarou que está orientando o Bureau of Prisons, em conjunto com o Departamento de Justiça, o FBI e o Departamento de Segurança Interna, a transformar a antiga penitenciária em uma instalação “substancialmente ampliada e reconstruída” para abrigar “os criminosos mais cruéis e violentos da América”. Trump justificou a medida como uma resposta à escalada de crimes violentos e à leniência de “juízes radicalizados” que, segundo ele, dificultam a deportação de imigrantes criminosos ao exigir devido processo legal. “Não seremos mais reféns de criminosos, bandidos e juízes que têm medo de fazer seu trabalho”, escreveu, sugerindo que Alcatraz poderia abrigar tanto cidadãos americanos quanto imigrantes indocumentados envolvidos em crimes graves. Ele também mencionou a prisão como uma alternativa a planos anteriores de enviar detentos para o Centro de Confinamento do Terrorismo (CECOT) em El Salvador, ideia que enfrentou resistência legal.








