Em 14 de junho de 2025, o presidente Donald Trump realizou uma visita marcante a Fort Liberty, na Carolina do Norte, antiga Fort Bragg, onde proferiu um discurso apaixonado em homenagem ao Exército dos Estados Unidos. Diante de milhares de militares, Trump exaltou a bravura e a dedicação das tropas, declarando: “Estou mais confiante do que nunca de que nos dias que virão e em todas as gerações futuras, o Exército dos EUA acumulará glória sobre glória. Vocês convocarão uma coragem inesgotável. Protegerão cada centímetro do solo americano e defenderão a América até os confins da terra!”. A mensagem, amplamente noticiada por veículos como a Reuters e o Stars and Stripes, reforçou o compromisso da administração Trump com a segurança nacional, em um momento de crescentes desafios globais, como as tensões no Oriente Médio e a necessidade de modernização militar. Acompanhado pelo secretário de Defesa, Pete Hegseth, e por altos oficiais do Exército, Trump participou de uma cerimônia na sede do Comando de Operações Especiais do Exército dos EUA, em Fort Liberty, um dos maiores complexos militares do mundo. Ele destacou o papel das tropas em missões recentes, incluindo a resposta a protestos em Los Angeles e o apoio logístico em crises internacionais, como as operações de contenção contra o Irã. Segundo a Associated Press, o presidente anunciou um reforço de US$ 25 bilhões no orçamento de defesa para 2026, com foco na modernização de equipamentos, como tanques Abrams e helicópteros Black Hawk, e na melhoria das condições de vida dos soldados. “Nossos militares são o coração da América, e nós os equiparemos com o melhor para proteger nossa nação”, afirmou Trump, recebendo aplausos entusiasmados. Fort Liberty, que abriga unidades de elite como os Boinas Verdes e a 82ª Divisão Aerotransportada, foi um cenário simbólico para o evento. Renomeado em 2023 para refletir valores de liberdade, o forte é um marco da resiliência militar americana. Durante a visita, os soldados assistiram a uma demonstração de paraquedismo e uma exibição de veículos blindados, reforçando a imagem de prontidão militar. O Military Times relatou que a presença de Trump foi vista como um gesto de apoio direto aos militares, especialmente após suas promessas de aumentar salários e expandir benefícios para veteranos. O presidente também respondeu a críticos que o acusam de politizar as forças armadas, afirmando que sua visita foi “um tributo aos homens e mulheres que sacrificam tudo pela América”. O discurso de Trump ressoa com a visão de uma nação forte, ancorada em valores de patriotismo e segurança. Em um mundo marcado por instabilidades, como a ameaça nuclear iraniana e conflitos regionais, a ênfase na proteção do “solo americano” reflete a prioridade de sua administração em preservar a soberania e a ordem. A visita a Fort Liberty não apenas celebrou o legado do Exército, mas também reforçou a necessidade de uma liderança resoluta para enfrentar os desafios do futuro, garantindo que os Estados Unidos permaneçam uma potência inabalável.
Israel Lança Operação Leão Ascendente contra o Irã: Ataques Visam Neutralizar Ameaça Nuclear
Em uma ofensiva militar de grande escala, Israel iniciou, em 13 de junho de 2025, a Operação Leão Ascendente, um conjunto de ataques aéreos direcionados a alvos nucleares e militares no Irã, com o objetivo de impedir o regime de Teerã de desenvolver armas nucleares. Liderada pelas Forças de Defesa de Israel (IDF) e apoiada por operações do Mossad, a campanha atingiu a principal instalação de enriquecimento de urânio em Natanz, bases militares em Teerã e outras cidades, além de eliminar figuras-chave do establishment militar e científico iraniano. Entre as baixas confirmadas estão o comandante-chefe da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), major-general Hossein Salami, o general Gholam Ali Rashid, chefe do quartel-general Khatam al-Anbiya, e pelo menos seis cientistas nucleares, incluindo Fereydoon Abbasi, ex-chefe da Organização de Energia Atômica do Irã. A operação, descrita pelo primeiro-ministro Benjamin Netanyahu como essencial para a sobrevivência de Israel, intensificou as tensões no Oriente Médio, desencadeando uma resposta iraniana com mais de 100 drones e mísseis balísticos contra Israel. Netanyahu, em um pronunciamento televisionado, justificou a operação como uma resposta direta à ameaça existencial representada pelo programa nuclear iraniano. “Por décadas, os líderes de Teerã clamam abertamente pela destruição de Israel. Eles respaldaram essa retórica genocida com um programa de armas nucleares”, declarou, citando relatórios da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) que indicam que o Irã acumulou urânio enriquecido suficiente para até 15 ogivas nucleares, incluindo nove potencialmente viáveis. O premiê destacou que os ataques, que danificaram significativamente o complexo de Natanz e alvos em Isfahan, Fordow e Khorramabad, visam “reverter a ameaça iraniana à própria sobrevivência de Israel”. Ele também fez um apelo aos cidadãos iranianos, afirmando que a luta de Israel é contra o “regime opressor” de Teerã, e não contra o povo iraniano, sugerindo que “a nação do Irã e a nação de Israel são amigas” e instando-os a se unirem contra o governo teocrático. A Operação Leão Ascendente, conforme detalhado por fontes como a BBC e o The Jerusalem Post, envolveu mais de 200 caças da Força Aérea Israelense, que neutralizaram defesas aéreas iranianas e iraquianas antes de atingir alvos estratégicos. Além de Natanz, onde a planta de enriquecimento de urânio foi severamente danificada, ataques foram registrados em bases militares em Teerã, Tabriz e Hamadan, bem como em residências de oficiais de alto escalão. A AIEA confirmou que não houve aumento nos níveis de radiação em Natanz, mas alertou que ataques a instalações nucleares representam “graves riscos” à segurança regional. O Irã, por sua vez, retaliou lançando drones e mísseis contra Israel, a maioria interceptada pelas defesas aéreas israelenses, que declararam estado de emergência e orientaram a população a permanecer em abrigos. A morte de Hossein Salami, um dos pilares da estrutura militar iraniana, e de outros líderes, como Mohammad Bagheri e Amir Ali Hajizadeh, foi descrita pela CNN como um golpe significativo ao Irã, comparável à perda do chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA. A nomeação de Mohammad Pakpour como novo comandante da IRGC e de outros oficiais para substituir as baixas sinaliza a tentativa de Teerã de reorganizar suas forças em meio ao caos. A operação israelense, planejada por anos e executada com precisão, incluiu ações clandestinas do Mossad, como a instalação de uma base de drones dentro do Irã e a sabotagem de sistemas de defesa, segundo o Firstpost. Apesar do sucesso tático, a ofensiva gerou condenações de países como Arábia Saudita e Iraque, enquanto aliados regionais de Israel, como os Emirados Árabes Unidos, expressaram apoio velado, segundo o The Spectator World. A determinação de Israel em impedir um Irã nuclear reflete a prioridade de proteger sua soberania e segurança, valores fundamentais para a nação. A retórica de Netanyahu, que comparou a inação contra o Irã ao fracasso em conter a Alemanha nazista na década de 1930, reforça a urgência de ações preventivas. Enquanto o Irã promete “punição severa” e o mundo observa com apreensão, a Operação Leão Ascendente destaca a necessidade de equilíbrio entre firmeza militar e esforços diplomáticos para evitar uma guerra regional mais ampla, que poderia desestabilizar ainda mais o Oriente Médio.
Elon Musk e Donald Trump Superam Tensões: Um Passo Rumo à Reconciliação
Em um desdobramento que capturou a atenção global, o bilionário Elon Musk, CEO da Tesla e da SpaceX, expressou publicamente arrependimento por críticas contundentes dirigidas ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em 11 de junho de 2025. A declaração, feita na plataforma X, de propriedade de Musk, marcou um momento de distensão após uma semana de embates públicos que expuseram uma fratura entre dois dos homens mais influentes do país. “Lamento algumas das minhas publicações sobre o presidente @realDonaldTrump na semana passada. Elas foram longe demais”, escreveu Musk, em um gesto que sinaliza a intenção de restaurar a harmonia com o líder republicano. A troca de farpas, que incluiu acusações graves e ameaças de retaliação, parece ter encontrado um ponto de inflexão, com relatos de uma conversa telefônica entre os dois e um possível encontro na SpaceX reforçando a narrativa de reconciliação. A disputa teve início quando Musk criticou o projeto de lei de impostos e gastos de Trump, apelidado de “Big Beautiful Bill”, classificando-o como uma “abominação repugnante” que comprometeria os esforços de redução de custos do governo, uma prioridade do Departamento de Eficiência Governamental (DOGE), que Musk liderou até abril de 2025. As tensões escalaram rapidamente, com Musk insinuando, sem evidências, que Trump estaria ligado aos arquivos de Jeffrey Epstein, uma acusação posteriormente apagada da plataforma X. Trump, por sua vez, retaliou no Truth Social, ameaçando cancelar contratos federais com a SpaceX e a Tesla, que somam bilhões de dólares, e acusando Musk de desrespeitar o cargo presidencial. O embate, que abalou o valor de mercado da Tesla em cerca de US$ 150 bilhões, segundo a Reuters, gerou preocupação entre aliados republicanos, que viam na parceria entre os dois um pilar para avançar a agenda de inovação e infraestrutura do governo. O pedido de desculpas de Musk, seguido por uma ligação privada com Trump na noite de 9 de junho, conforme relatado pelo The New York Times, foi recebido com aprovação pelo presidente, que descreveu o gesto como “muito gentil” em uma entrevista ao New York Post. A Casa Branca, por meio da porta-voz Karoline Leavitt, confirmou que não há planos imediatos para revisar os contratos com as empresas de Musk, aliviando temores de represálias econômicas. Embora não haja evidências concretas de um encontro formal na SpaceX, como sugerido por algumas fontes, a narrativa de uma trégua ganhou força, com Musk compartilhando publicações no X que ecoavam críticas de Trump ao governador da Califórnia, Gavin Newsom, sobre protestos em Los Angeles, indicando um alinhamento parcial. O episódio reflete a complexidade de uma relação que já foi marcada por colaboração estreita. Musk, que doou cerca de US$ 250 milhões à campanha de Trump em 2024, segundo a BBC, foi um aliado-chave do presidente, participando de eventos na Casa Branca e coordenando esforços para otimizar os gastos federais. No entanto, divergências sobre políticas fiscais e a nomeação de Jared Isaacman para a NASA, rejeitada por Trump devido a doações passadas de Isaacman a democratas, expuseram fissuras na aliança. A retratação de Musk, embora vaga sobre quais publicações ultrapassaram os limites, demonstra uma tentativa de preservar os interesses de suas empresas, que dependem de contratos governamentais, enquanto Trump, focado em sua agenda legislativa, parece disposto a deixar o conflito para trás. A reconciliação, ainda que provisória, destaca a importância de manter a estabilidade em um momento de desafios políticos e econômicos. Para uma nação que valoriza a inovação e a liderança forte, a capacidade de superar diferenças em prol de objetivos comuns é um sinal de resiliência. O futuro da relação entre Musk e Trump permanece incerto, mas o recente gesto de distensão sugere que ambos reconhecem o valor de uma parceria estratégica, mesmo em meio a discordâncias.
Guarda Nacional e Fuzileiros Mobilizados em Los Angeles: Resposta Firme à Violência contra Agentes do ICE
Em uma decisão enérgica para restaurar a ordem e proteger os agentes federais, o presidente Donald Trump ordenou, em 7 de junho de 2025, a mobilização de cerca de 4.000 membros da Guarda Nacional da Califórnia e 700 fuzileiros navais para Los Angeles, após dias de protestos violentos contra operações de deportação conduzidas pelo Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas (ICE). Os confrontos, que começaram em 6 de junho, envolveram manifestantes, alguns descritos como grupos de extrema-esquerda e indivíduos mascarados, que atacaram agentes do ICE com pedras, coquetéis molotov e barricadas, além de incendiar veículos e bloquear vias públicas. A medida, justificada pela necessidade de proteger propriedades e pessoal federal, reflete a prioridade do governo em manter a lei e a ordem em meio a uma escalada de tensões em uma das maiores cidades dos Estados Unidos. Os protestos eclodiram após operações do ICE que resultaram na prisão de mais de 2.000 imigrantes em Los Angeles na última semana, segundo o Departamento de Segurança Interna. As ações, parte de uma campanha de deportações em massa prometida por Trump, visaram locais como a Fashion District e áreas industriais, onde trabalhadores indocumentados foram detidos. Em resposta, manifestantes, muitos portando bandeiras estrangeiras e usando máscaras, confrontaram as forças de segurança, vandalizando propriedades e incendiando carros, como relatado por fontes confiáveis, incluindo a Reuters e o The New York Times. A Guarda Nacional foi inicialmente enviada para proteger instalações federais, como o Wilshire Federal Building, enquanto os fuzileiros do 2º Batalhão, 7º Regimento de Fuzileiros, baseado em Twentynine Palms, foram mobilizados em 9 de junho para reforçar a segurança, marcando a primeira intervenção de fuzileiros navais em solo americano desde os distúrbios de 1992, em Los Angeles. A decisão do presidente Trump foi embasada na autoridade presidencial para proteger propriedades federais, conforme previsto na lei dos EUA, evitando, por enquanto, a invocação da Lei de Insurreição de 1807. O secretário de Defesa, Pete Hegseth, afirmou que as tropas estão em “alerta máximo” para garantir a segurança dos agentes do ICE, que enfrentaram resistência violenta, incluindo ataques com explosivos menos letais e barricadas improvisadas em áreas como Paramount e Little Tokyo. A presença militar, segundo o Pentágono, custou cerca de US$ 134 milhões, mas foi considerada essencial para evitar que a situação descambasse para o caos total, especialmente após relatos de saques e danos a propriedades privadas. O procurador federal interino, Bilal Essayli, destacou que mais de 100 pessoas foram presas durante os protestos, muitos por obstrução de agentes federais, reforçando a necessidade de uma resposta robusta para proteger a aplicação da lei. Embora o governador da Califórnia, Gavin Newsom, e a prefeita de Los Angeles, Karen Bass, tenham condenado a mobilização como “inflamatória” e “ilegal”, alegando que as forças locais eram suficientes, a persistência de atos de vandalismo e violência contra agentes federais justifica a intervenção. Críticos, como Newsom, argumentam que a presença militar pode agravar as tensões, mas defensores da medida apontam que a ausência de uma resposta firme poderia encorajar mais desordem e minar a autoridade do governo federal. A cidade, que tem uma longa história de protestos intensos, como os distúrbios de Rodney King em 1992, enfrenta agora um teste crucial para equilibrar a liberdade de expressão com a necessidade de segurança pública. A mobilização das tropas demonstra o compromisso do governo Trump em priorizar a proteção dos cidadãos e a execução das leis de imigração, um pilar central de sua administração, em um momento em que a coesão social e a ordem são valores indispensáveis para a estabilidade nacional.
Tragédia em Graz: Ataque em Escola Secundária Choca a Áustria e Levanta Questões sobre Segurança
Em 10 de junho de 2025, a cidade de Graz, no sudeste da Áustria, foi abalada por uma tragédia que marcou a história do país. Um ataque a tiros na escola secundária BORG Dreierschützengasse, localizada no bairro de Lend, resultou na morte de 10 pessoas, incluindo nove adolescentes e uma professora, além do próprio atirador, um jovem de 21 anos, identificado como Arthur A., ex-aluno da instituição. O incidente, que também deixou 11 feridos, foi descrito como o pior tiroteio escolar da história recente da Áustria, gerando luto nacional e intensificando debates sobre a segurança nas escolas e o controle de armas. A rápida resposta policial, que controlou a situação em 17 minutos, foi amplamente elogiada, mas a ausência de um motivo claro para o ataque mantém a comunidade em busca de respostas. Por volta das 9h57 (horário local), o agressor entrou na escola carregando uma mochila com uma pistola Glock e uma espingarda de cano serrado, ambas legalmente adquiridas com uma licença de posse de armas obtida em abril de 2025. Após se equipar com óculos de tiro e um cinto de armas em um banheiro do terceiro andar, ele abriu fogo indiscriminadamente, atingindo alunos e professores em salas de aula e corredores. Entre as vítimas estavam nove estudantes, com idades entre 14 e 17 anos, incluindo uma cidadã polonesa e outra com dupla cidadania franco-austríaca, além de uma professora de 59 anos que faleceu horas depois no hospital. O atirador, que não concluiu seus estudos na escola após repetir o sexto ano e abandonar os estudos em 2022, cometeu suicídio em um banheiro após sete minutos de violência, deixando cerca de 40 disparos registrados. A polícia encontrou na residência do suspeito, em Kalsdorf, perto de Graz, uma carta de despedida, um vídeo de adeus e uma bomba caseira não funcional, além de planos detalhados para o ataque. Apesar dessas descobertas, as autoridades afirmam que o motivo do crime permanece incerto, descartando, por enquanto, conexões com extremismo ou alvos específicos. O jovem, descrito como um solitário sem histórico criminal, havia sido rejeitado pelo exército austríaco por problemas psicológicos, o que levanta questionamentos sobre como ele conseguiu a licença para possuir armas. A Áustria, com uma taxa de homicídios por armas de fogo de apenas 0,1 por 100 mil habitantes em 2021, segundo o Institute for Health Metrics and Evaluation, tem uma das populações civis mais armadas da Europa, com cerca de 30 armas por 100 pessoas, conforme o Small Arms Survey. O chanceler austríaco, Christian Stocker, declarou três dias de luto nacional, chamando o incidente de “tragédia nacional” que violou o senso de segurança das escolas, vistas como espaços de confiança e aprendizado. Em Graz, milhares se reuniram para uma vigília à luz de velas, e um minuto de silêncio foi observado em todo o país na quarta-feira, 11 de junho, às 10h. A prefeita de Graz, Elke Kahr, descreveu o evento como uma “terrível tragédia”, enquanto o ministro da Educação, Christoph Wiederkehr, anunciou que a escola permanecerá fechada por tempo indeterminado. A comunidade local, ainda em choque, mobilizou-se para apoiar as vítimas, com doações de sangue organizadas pela Cruz Vermelha e o clube de futebol Sturm Graz. O ataque expôs a vulnerabilidade de uma nação que se considerava um “espaço seguro”, como destacou a jornalista Fanny Gasser, do Kronen Zeitung. Embora tiroteios escolares sejam raros na Áustria, o incidente reacendeu discussões sobre a necessidade de medidas preventivas mais robustas, incluindo avaliações psicológicas mais rigorosas para a aquisição de armas e maior preparação das escolas para emergências. A dor das famílias, expressa em depoimentos comoventes, como o de uma tia que lamentou a perda da sobrinha Lea Ilir Bajrami, de 15 anos, reforça a urgência de proteger os jovens e preservar os valores de segurança e coesão social que definem a sociedade austríaca.
Mato Grosso do Sul investe em iluminação pública sustentável com tecnologia solar em Rio Negro e Dourados
O Governo de Mato Grosso do Sul deu mais um passo rumo a sustentabilidade. Por meio da Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul), homologou nesta segunda-feira dois contratos de licitação que preveem a instalação de sistemas de iluminação pública com luminárias de LED alimentadas por energia solar. Os projetos, que contemplam os municípios de Rio Negro e Dourados, totalizam um investimento de R$ 755.159,08 e reforçam o compromisso do governador Eduardo Riedel com soluções urbanas ambientalmente responsáveis. O edital nº 023/2025 prevê a instalação de 61 postes metálicos com luminárias de LED solar na Avenida Brasil, em Rio Negro, abrangendo os trechos de entrada e saída da cidade. O investimento é de R$ 417.950,35. Para o secretário Guilherme Alcântara de Carvalho a iniciativa impacta positivamente esses municípios, uma vez que a conscientização sobre o uso da energia é fundamental para a qualidade de vida, sustentabilidade e preservação do ecossistema. “É nosso dever fomentar a implementação de medidas sustentáveis. Esse tipo de iniciativa é um avanço na consciência coletiva sobre o uso responsável da energia”, comenta. Já o edital nº 026/2025 destina R$ 337.208,73 à implantação de 44 postes similares na Avenida José Roberto Teixeira, em Dourados, entre as ruas Indaiá e vereador Vitório José Pedriva. Guilherme também explica que, os investimentos representam não apenas avanço em infraestrutura urbana, mas também compromisso ambiental. “Ao optarmos por sistemas de iluminação com fonte solar, estamos promovendo a eficiência energética. É uma escolha que reflete o futuro que queremos construir”, afirmou. Segundo a Agesul, a adoção de luminárias de LED com captação solar reduz significativamente o consumo de energia elétrica da rede pública, além de demandar menos manutenção, o que gera economia a longo prazo para os cofres públicos. A contratação das empresas vencedoras foi homologada após o devido processo licitatório, conforme informado nos extratos publicados no Diário Oficial. Alexsandro Nogueira, Comunicação Seilog
Fundtur MS participa de encontro internacional para fortalecer o compromisso com a proteção da infância e adolescência no turismo
A Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul reforçou seu compromisso com o desenvolvimento do turismo ético, seguro e socialmente responsável durante o II Encontro de Turismo Responsável e Seminário Internacional sobre a Prevenção da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes no Turismo, realizado no início de junho em Foz do Iguaçu (PR). Durante a abertura oficial do evento, foi apresentado o Código de Conduta Brasil e a carta do movimento Turismo que Protege, consolidando um pacto nacional pela proteção da infância no contexto das viagens e do turismo. A iniciativa do Ministério do Turismo (MTur), em parceria com organizações da sociedade civil, entidades acadêmicas e organismos internacionais, busca articular ações concretas contra a exploração sexual de crianças e adolescentes no setor turístico. Para o diretor-presidente da Fundação de Turismo de MS, Bruno Wendling, a participação no evento é mais uma demonstração do papel ativo que o estado tem assumido na promoção de um turismo responsável. “Nosso compromisso vai além da promoção turística. Queremos garantir que o turismo seja uma ferramenta de proteção e desenvolvimento humano, especialmente para nossas crianças e adolescentes. Apoiar e viabilizar ações nesse sentido é uma prioridade”. A cerimônia contou com a presença de autoridades como a secretária executiva do MTur, Ana Carla Lopes, além de representantes da Polícia Federal, do CONANDA, da Childhood Brasil, da Ecpat Brasil, da UFRN, do Instituto Federal de Brasília, entre outras instituições. Um dos pontos altos foi o lançamento oficial do movimento Turismo que Protege e a exibição de vídeos institucionais voltados à implementação do Código de Conduta. A gestora de ações sociais da Fundtur MS, Tania Regina Comerlatto Fundtur MS, Tania Regina Comerlatto, que lidera as iniciativas de turismo responsável no estado, destaca que o Mato Grosso do Sul já desenvolve ações concretas de prevenção e sensibilização. Entre elas, estão campanhas institucionais, palestras de orientação, capacitação de profissionais do setor e requisito de ações que pontuam nos editais de fluxo turístico da Fundação de Turismo. “A proteção à infância está integrada ao planejamento e à gestão do turismo em nosso estado. Isso significa que, desde a elaboração de editais até as ações de sensibilização em eventos, estamos comprometidos em promover ambientes seguros e acolhedores para todos”, enfatiza Comerlatto. Para conhecer as ações da Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul voltadas à promoção do turismo responsável e à proteção de crianças e adolescentes, acesse os materiais institucionais pelo link www.turismo.ms.gov.br/download Faça a adesão ao Código de Conduta Brasil pelo link www.codigodeconduta.turismo.gov.br/index.php/pt Débora Bordin, comunicação Fundtur MS
Operação Pantanal: com preparação e planejamento bombeiros mantém atuação em todo o MS
Com trabalho contínuo de preparação e planejamento para atuar nas ações de prevenção e combate aos incêndios florestais em Mato Grosso do Sul, a Operação Pantanal 2025, realizada pelo CBMMS (Corpo de Bombeiros Militar) se mantém em todo o Estado nos biomas Pantanal, Cerrado e Mata Atlântica. Atualmente as tropas realizam ações de prevenção e preparação, com reforço na permanência das onze bases avançadas localizadas em diferentes regiões do Pantanal. A distribuição dos militares em locais estratégicos do bioma, grante o combate – caso ocorram incêndios florestais – rápido e eficaz. Com o aumento dos níveis dos rios na região pantaneira, não há focos de incêndios no bioma. Mesmo assim todas as ações necessárias para manter as equipes preparadas são realizadas, como o trabalho de conscientização sobre o uso e os riscos do fogo e a queima prescrita no Parque Estadual do Pantanal do Rio Negro. “Adotamos as bases avançadas como um norte, aumentamos e estrurutra e permitimos novos usos, agreando mais valor para as comunidades atendidas. Temos um cronograma para as equipes, mantendo a operação contínua com a presença permanete proporcional ao ao fogo existente. As bases já estão ativadas e nossa preocupação é o bioma como um todo”, afirmou o major e subdiretor da DPA (Diretoria de Proteção Ambiental) do Corpo de Bombeiros, Eduardo Teixeira. A instalação das bases avançadas em áreas remotas no Pantanal, em Mato Grosso do Sul – desde a TIF (Temporada de Incêndios Florestais) 2024 –, ainda colabora com o trabalho preventivo do Corpo de Bombeiros. As estruturas (bases avançadas) contam com equipes em áreas remotas e de difícil acesso no bioma, o que contribuiu para impedir ocorrência de focos nas regiões onde estão instaladas. As bases avançadas auxiliam na atuação mais eficiente no bioma. Para garantir a presença dos bombeiros nas onze diferentes áreas, equipamentos e veículos de combate a incêndio foram enviados em uma barca, pelo Rio Paraguai, saindo de Corumbá – em maio de 2024. Com atuação planejada e organizada, o Corpo de Bombeiros desenvolve importante trabalho nas ações de controle e combate a incêndios florestais em todo o Estado. O apoio de diversas tecnologias contribui para a pronta resposta e efetiva extinção de focos – especialmente no Pantanal. Neste ano já foram realizadas ações de combate a incêndios em áreas urbanas e rurais, formação de brigadas com a capacitação de pessoas para atuação direta na proteção de suas comunidades, capacitação de bombeiros militares em curso de prevenção e combate a incêndios florestais, além de cursos de condução de veículos 4×4 (Off road), operação de drone, manutenção em motomecanizado, condução de embarcações, entre outros. “Em relação as medidas adotadas formamos mais de 200 militares nas especialidades, e mais de 600 brigadistas, mais de 200 militares do exército brasileiro. Temos as bases do Amolar, Redário e Forte Coimbra ativadas e em funcionamento, operando. Temos a base da Fazenda Lourdes, na Nhecolândia, montada”, exlicou o major Teixeira. As boas práticas desenvolvidas em Mato Grosso do Sul, para monitoramento dos biomas e ações efetivas de combate a incêndios florestais contribuem de forma decisiva na preservação ambiental. Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Projeto avança na agenda das mudanças climáticas com foco em transformar MS carbono neutro até 2030
Com o objetivo de avaliar a capacidade dos municípios em planejar e executar as ações necessárias para mitigar os efeitos das emissões dos GEEs (gases do efeito estufa), principais causadores das mudanças climáticas, é desenvolvido em Mato Grosso do Sul, o Projeto Roadmap Território Carbono Neutro em parceria com o Sebrae/MS (Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas), que também está em execução nos estados do Pará, Mato Grosso, Paraná, Rio de Janeiro, Piauí e Paraíba. O secretário adjunto da Semadesc (Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Artur Falcette, explicou sobre a funcionalidade e a importância da iniciativa durante o II Encontro de Secretarias Municipais de Meio Ambiente, evento realizado na quarta-feira (11), no Centro de Exposições de Bonito. O projeto se iniciou com a identificação das potencialidades e das estruturas já implantadas pelos municípios para gerir ações de sustentabilidade. “O desafio era, como levar essa temática até os municípios, como incorporar medidas práticas na vida das pessoas, onde as mudanças de fato começam e terminam”, pontuou Falcette. Inicialmente, foram selecionados 42 municípios sul-mato-grossenses para participar do projeto. O primeiro passo foi levantar dados como a existência ou não de estruturas de gestão dentro ou relacionadas à temática ambiental. A partir do levantamento desses dados, os esforços se concentram nos 30 municípios com os melhores resultados, mas a perspectiva é de que todos sejam contemplados, afirmou. O objetivo maior é adequar os municípios das ferramentas necessárias para que se habilitem a se conectar a agentes financeiros que poderão financiar as ações práticas necessárias para fazer o enfrentamento das mudanças climáticas e, dessa forma, ajudar Mato Grosso do Sul a alcançar a meta de se tornar um Estado Carbono Neutro até 2030, explicou o secretário adjunto. Os consultores do Sebrae que fizeram o levantamento das informações da primeira etapa do projeto estavam presentes ao evento e foram apresentados aos gestores municipais. “Há uma série de desafios que se acumulam na temática ambiental. Vivemos um momento bom da gestão política, em que o governador não olha para partidos, busca apoiar e trabalhar em conjunto com todos os prefeitos. No entanto, 90% das demandas dos municípios que chegam ao Governo do Estado têm a ver com infraestrutura, asfalto”, citou Falcette. Com esse projeto, os municípios terão oportunidade de se adequar e se instrumentalizar para também desenvolver ações alinhadas com os esforços globais de gestão, que colocam a questão climática no centro das discussões. João Prestes, Comunicação Semadesc








