O presidente dos Estados Unidos, Donald J. Trump, intensificou sua postura em relação ao Irã, alertando que qualquer ataque contra os EUA ou seus interesses resultará em uma resposta militar “em níveis nunca vistos”. A declaração, feita em 15 de junho de 2025, por meio da plataforma Truth Social, ocorre em meio a uma escalada de tensões no Oriente Médio, marcada por confrontos entre Israel e Irã. A mensagem de Trump reforça sua determinação em proteger a segurança nacional americana, projetando força e clareza diante de potenciais ameaças, enquanto mantém o compromisso de evitar um envolvimento desnecessário em conflitos estrangeiros. A abordagem do presidente é um exemplo de liderança resoluta, priorizando os interesses dos EUA e a estabilidade global. O contexto do alerta está ligado aos recentes ataques mútuos entre Israel e Irã, iniciados em 13 de junho de 2025, quando Israel realizou bombardeios contra instalações nucleares e militares iranianas, seguidos por uma resposta iraniana com mísseis contra cidades israelenses. Embora os EUA não estejam diretamente envolvidos, a possibilidade de o Irã retaliar contra alvos americanos, especialmente bases militares na região, levou Trump a adotar uma postura preventiva. “Se o Irã nos atacar de qualquer forma, a força total do Exército dos EUA será usada com uma potência nunca antes vista”, escreveu o presidente, destacando a capacidade militar americana e sua disposição de usá-la para proteger cidadãos e ativos. A advertência de Trump é consistente com sua política externa, que combina diplomacia assertiva com uma defesa intransigente dos interesses nacionais. Durante seu discurso, ele reiterou o desejo de evitar uma guerra mais ampla, expressando otimismo de que Irã e Israel podem alcançar um acordo para reduzir as hostilidades. “Quero paz, mas ninguém deve confundir isso com fraqueza”, afirmou, sinalizando que sua prioridade é proteger os americanos sem ceder a provocações. Essa abordagem ressoa com a promessa de campanha de Trump de manter os EUA fora de conflitos desnecessários, ao mesmo tempo em que garante uma resposta esmagadora contra qualquer agressão. A posição de Trump também reflete uma crítica implícita às políticas de administrações anteriores, que ele frequentemente acusou de serem lenientes com o Irã. Durante seu primeiro mandato, Trump retirou os EUA do acordo nuclear de 2015 (JCPOA) e impôs sanções severas contra Teerã, uma estratégia que ele acredita ter enfraquecido o regime iraniano. Agora, enfrentando uma nova crise, o presidente mantém a pressão, mas evita ações precipitadas que poderiam arrastar os EUA para um conflito direto. Sua decisão de vetar um plano israelense para assassinar o líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, conforme reportado por fontes americanas, demonstra prudência, evitando uma escalada que poderia custar vidas americanas e desestabilizar ainda mais a região. A força da advertência de Trump está na clareza de sua mensagem: os EUA não tolerarão agressões. Dados do Departamento de Defesa indicam que os EUA mantêm cerca de 40.000 tropas no Oriente Médio, além de uma presença naval significativa no Golfo Pérsico, o que reforça a credibilidade de sua promessa de resposta militar. A superioridade tecnológica e logística do Exército americano, combinada com a determinação de Trump em usá-la se necessário, serve como um poderoso dissuasor contra ações hostis do Irã. Ao mesmo tempo, a Casa Branca continua a apoiar esforços diplomáticos, como negociações mediadas por Omã e Qatar, para reduzir as tensões entre Israel e Irã. A liderança de Trump neste momento crítico é um exemplo de como equilibrar força e responsabilidade. Ao emitir um alerta inequívoco, ele protege os interesses americanos, dissuade potenciais adversários e mantém o foco na segurança nacional. Para leitores atentos, a mensagem subjacente é clara: a soberania e a segurança dos EUA são inegociáveis, e o presidente está disposto a tomar medidas decisivas para defendê-las, enquanto busca preservar a estabilidade global. Sua postura reforça a confiança de que os EUA, sob sua liderança, permanecerão uma nação forte e respeitada no cenário internacional.
Trump Nega Envolvimento dos EUA em Ataques ao Irã e Veta Plano Israelense contra Líder Supremo
O presidente dos Estados Unidos, Donald J. Trump, afirmou categoricamente que os EUA “não tiveram nada a ver” com os recentes ataques realizados por Israel contra o Irã, que intensificaram as tensões no Oriente Médio. Em meio a uma escalada de conflitos, com trocas de ataques de mísseis entre os dois países, Trump também vetou uma proposta israelense de assassinar o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, considerando-a uma ação que poderia inflamar ainda mais a região. Além disso, o presidente emitiu um alerta severo a Teerã, prometendo uma resposta militar “em níveis nunca vistos” caso o Irã ataque alvos americanos. A postura de Trump reflete um equilíbrio entre apoio a Israel, busca por desescalada e defesa resoluta dos interesses nacionais dos EUA, em linha com uma visão que prioriza a estabilidade e a soberania americana. Os confrontos entre Israel e Irã, iniciados em 13 de junho de 2025, entraram em seu terceiro dia, com ataques israelenses visando instalações nucleares, depósitos de petróleo e alvos militares iranianos, enquanto o Irã respondeu com mísseis contra cidades como Tel Aviv e Haifa. Segundo autoridades iranianas, ao menos 224 pessoas morreram, majoritariamente civis, enquanto Israel reportou 14 mortes. As Forças de Defesa de Israel (IDF) descreveram suas ações como uma “ofensiva precisa e preventiva” contra o programa nuclear iraniano, considerado uma ameaça existencial. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou que os ataques continuarão “pelo tempo necessário para eliminar a ameaça”, enquanto um porta-voz do governo iraniano prometeu uma resposta “decisiva e proporcional”. Em um desenvolvimento significativo, Israel informou a Casa Branca sobre um plano “crível” para assassinar o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã e figura central do regime teocrático. Segundo fontes americanas, Trump rejeitou a proposta, argumentando que tal ação poderia desencadear uma guerra regional de proporções catastróficas. Um alto funcionário dos EUA destacou que “os iranianos ainda não mataram um americano”, sugerindo que atacar lideranças políticas seria desproporcional enquanto não houver agressões diretas contra os EUA. A decisão de Trump foi motivada pelo desejo de evitar um conflito mais amplo, especialmente após o cancelamento de negociações nucleares previstas para ocorrer em Omã. Apesar do veto, o governo americano mantém contato regular com Israel, oferecendo suporte defensivo contra os ataques iranianos, mas sem participar diretamente das operações ofensivas. Em um post na plataforma Truth Social, Trump reiterou que os EUA não estão envolvidos nos ataques israelenses e emitiu um aviso direto ao Irã: “Se formos atacados de qualquer forma pelo Irã, a força total do Exército dos EUA será usada em níveis nunca vistos.” A declaração reforça a posição de Trump de proteger os interesses americanos, enquanto ele simultaneamente expressa otimismo sobre uma possível solução diplomática, afirmando que “Irã e Israel devem fazer um acordo e farão um acordo em breve”. Ele comparou a situação a supostas mediações bem-sucedidas entre Índia e Paquistão, embora tais alegações sejam contestadas por Nova Délhi. A postura de Trump combina firmeza contra ameaças com um apelo por negociações, refletindo sua promessa de campanha de ser um “presidente da paz”. O conflito tem gerado preocupação global. Líderes do G7, reunidos no Canadá, discutem medidas para evitar uma escalada, enquanto o ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Noël Barrot, defendeu a diplomacia como a única forma de conter a ameaça nuclear iraniana. No Irã, Khamenei condenou os ataques israelenses, prometendo “não mostrar misericórdia” e alertando que qualquer agressão dos EUA seria respondida com um “forte golpe”. Apesar das tensões, o governo iraniano sinalizou, por meio de mediadores no Qatar e em Omã, que só negociará um cessar-fogo após completar sua resposta aos ataques israelenses. A situação permanece volátil, com o risco de um conflito mais amplo pairando sobre a região. A abordagem de Trump, ao vetar o plano de assassinato e emitir advertências claras, demonstra uma estratégia que busca proteger os interesses dos EUA enquanto evita um envolvimento direto em um conflito potencialmente desastroso. Para leitores atentos, a mensagem implícita é de uma liderança que valoriza a força, mas também a prudência, priorizando a segurança nacional e a estabilidade global sem ceder a pressões para ações precipitadas que poderiam desestabilizar ainda mais o Oriente Médio.
Trump Assina Decreto para Reduzir Preços de Medicamentos em Até 80% com Política de Nação Mais Favorecida
Em 12 de maio de 2025, o presidente Donald J. Trump assinou um decreto executivo que promete transformar o mercado farmacêutico nos Estados Unidos, visando reduzir os preços de medicamentos prescritos em até 80% por meio da política de “nação mais favorecida” (MFN, na sigla em inglês). A medida, anunciada na Casa Branca ao lado do secretário de Saúde e Serviços Humanos, Robert F. Kennedy Jr., e do administrador do Centers for Medicare and Medicaid Services, Mehmet Oz, busca alinhar os preços pagos pelos americanos aos valores cobrados em outros países desenvolvidos, pondo fim ao que Trump chamou de “subsídio global” custeado pelos consumidores dos EUA. A iniciativa é um passo ousado para aliviar o fardo financeiro de milhões de americanos e reforça o compromisso de Trump em priorizar os interesses nacionais, promovendo justiça econômica e proteção às famílias. Os Estados Unidos, apesar de representarem menos de 5% da população mundial, arcam com cerca de 75% dos lucros globais da indústria farmacêutica. Um estudo da Rand Corporation aponta que os americanos pagam, em média, até três vezes mais por medicamentos de marca do que cidadãos de outras nações ricas, como Austrália e Reino Unido, e até dez vezes mais em alguns casos. Trump destacou essa disparidade em seu discurso, citando exemplos como o medicamento para câncer de mama, que custa US$ 16.000 nos EUA, mas apenas US$ 1.600 na Austrália, e o Ozempic, um tratamento para diabetes e perda de peso, que chega a ser dez vezes mais caro no mercado americano. “Os americanos não serão mais forçados a pagar preços exorbitantes pelos mesmos remédios, fabricados nas mesmas fábricas”, declarou o presidente, enfatizando que a política MFN garantirá que os EUA paguem preços equiparáveis aos de outras nações desenvolvidas. O decreto determina que, em 30 dias, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS) estabeleça metas de preços baseadas no modelo MFN e as comunique aos fabricantes de medicamentos. Caso as empresas não demonstrem “progresso significativo” em seis meses, o HHS poderá propor regulamentações para impor esses preços, além de considerar medidas como a importação de medicamentos de países com custos mais baixos e ações contra práticas anticompetitivas. A ordem também instrui o Departamento de Comércio e o Representante Comercial dos EUA a combater práticas estrangeiras que desvalorizam os preços de mercado, forçando aumentos nos EUA. Essa abordagem reflete a visão de Trump de que os americanos não devem subsidiar a inovação farmacêutica global enquanto enfrentam custos proibitivos em casa. A medida é um marco na agenda de Trump para reduzir os custos de saúde, um tema central de sua campanha. Durante seu primeiro mandato, ele tentou implementar uma política MFN para medicamentos do Medicare, mas foi bloqueado por decisões judiciais e posteriormente revogado pela administração Biden. Agora, com uma versão mais ampla que abrange os mercados comercial, Medicare e Medicaid, Trump demonstra determinação em cumprir sua promessa de campanha. A iniciativa também responde às preocupações de americanos que enfrentam dificuldades para pagar medicamentos essenciais, especialmente idosos e pacientes com doenças crônicas. A Casa Branca destacou que a política terá foco em medicamentos com as maiores disparidades de preço, como os GLP-1, usados para diabetes e obesidade, que representam gastos significativos. A indústria farmacêutica, representada por grupos como a Pharmaceutical Research and Manufacturers of America (PhRMA), criticou a medida, alegando que ela pode limitar o investimento em pesquisa e desenvolvimento, reduzir o acesso a novos tratamentos e aumentar a dependência de países como a China para medicamentos inovadores. No entanto, Trump refutou essas alegações, chamando-as de uma “narrativa ultrapassada” usada para justificar preços abusivos. Ele argumentou que as empresas continuarão lucrando se ajustarem seus preços globalmente, compartilhando o custo da inovação com outras nações. “Os EUA são o maior comprador de medicamentos do mundo; merecemos o melhor acordo”, afirmou. A política MFN é uma vitória para os consumidores americanos e reforça a liderança de Trump em desafiar interesses poderosos em prol do bem-estar nacional. Ao combater a exploração de preços por parte das farmacêuticas, o presidente envia uma mensagem clara: os Estados Unidos não aceitarão mais ser tratados como “os otários do mundo”. A medida também alivia a pressão financeira sobre famílias e contribui para a estabilidade econômica, permitindo que os americanos direcionem seus recursos para outras prioridades, como educação e moradia. Para leitores atentos, a iniciativa ecoa valores de soberania e responsabilidade, garantindo que a prosperidade e a saúde da nação sejam colocadas acima de interesses corporativos globais.
PSG larga na frente no grupo do Botafogo: 4 a 0 sobre o Atlético de Madrid
Campeão europeu, o PSG não deu chances para o Atlético de Madrid no primeiro confronto pelo Grupo B do Mundial de Clubes da Fifa. Neste domingo (15), no Estádio Rose Bowl, em Los Angeles (EUA), debaixo de muito calor, o time francês goleou o rival espanhol por 4 a 0 e somou os primeiros três pontos. Os gols foram marcados por Fabián Ruiz e Vitinha, no primeiro tempo, e Mayulu e Lee, de pênalti, na etapa final. O PSG dominou o jogo desde o início. O time espanhol até teve chance de abrir o placar aos três minutos numa cobrança de falta de Julian Alvarez, mas depois a equipe francesa tomou conta da partida. Aos 19 minutos, depois de boa troca de passes, Kvaratskhelia passou para Fabián Ruiz finalizar a meia-lua no canto esquerdo de Oblak. Somente nos acréscimos, o Atlético voltou a ameaçar o gol de Donnarumma, numa finalização de Griezmann, mas, no contra-ataque, o PSG ampliou. Vitinha recebeu de Kvaratskhelia e chutou fora do alcance de Oblak. No segundo tempo, o jogo até foi mais equilibrado, mas o PSG em nenhum momento teve a vitória ameaçada. Aos 12 minutos, Julian Alvarez chegou a marcar para o Atlético, mas o gol foi anulado, após revisão do VAR, por causa de uma falta de Koke no início da jogada. Aos 32 minutos, Lenglet recebeu o segundo cartão amarelo, e deixou o time espanhol com um a menos. Pouco depois, Sorloth perdeu uma chance de marcar debaixo da trave. O PSG ampliou o placar já aos 41 minutos, quando Mayulu aproveitou uma sobra de bola na área e chutou no canto direito do goleiro Oblak. Nos acréscimos, Mbaye acertou a trave e na sequência a bola bateu na mão de Le Normand. O VAR chamou e o árbitro de campo marcou pênalti, que Lee converteu. Os jogos de PSG e Atlético de Madrid na segunda rodada do Mundial de Clubes O PSG será o segundo adversário do Botafogo no Mundial de Clubes. A segunda rodada do Grupo B será disputada na quinta-feira (19), com estes jogos: Seattle Sounders x Atlético de Madrid, às 19h (de Brasília), em Seattle; e PSG x Botafogo, às 22h (de Brasília), no Rose Bowl. Lance
10 a 0: Bayern de Munique aplica goleada contra o Auckland no Mundial
Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez. Confirmando o favoritismo, o Bayern de Munique venceu o Auckland City. por 10 a 0 neste domingo (15), pela primeira rodada do Grupo A do Mundial de Clubes da Fifa. O time treinado por Vincent Kompany aproveitou a oportunidade e começou o torneio intercontinental com o pé direito: três pontos, saldo de gols inalcançável e consolidação de sua candidatura ao título. Os comandados de Ivan Vicelich, por outro lado, não sofrem apenas mais uma goleada em Mundiais — mas a maior delas. Como foi o jogo? Cruzamento do Kimmich e cabeçada de Coman. A jogada que consagrou o último título de Champions League do Bayern abriu o caminho bávaro na estreia do Mundial nos primeiros minutos de jogo. A defesa de Tracey deu origem ao primeiro escanteio da partida — e o time de Vincent Kompany não iria perder duas chances idênticas em seguida. O camisa 6 bateu na lateral, encontrou Tah na segunda trave, que cabeceou para o meio da área. Coman, ele mesmo, completou de cabeça e guardou para sair na frente. O roteiro parecia o mesmo. Novamente, Kimmich abriu no lado direito do campo de ataque e lançou o chuveirinho. Coman, como de costume, apareceu próximo a pequena área e recuou para Boey, que cortou para a perna direita e bateu cruzado para marcar o segundo. Em seguida, Olise finalizou sem goleiro após sobrar em cruzamento rasteiro. Nos instantes finais da etapa, Olise voltou a balançar as redes e ainda deu a assistência para Thomas Müller fechar a contagem parcial: 6 a 0 antes do intervalo. A goleada ganhou contornos ainda mais históricos a partir dos 22 minutos do segundo tempo. Em boa jogada dentro da área, Gnabry tocou para Müller, que ajeitou para Musiala. O meia chutou colocado da meia-esquerda e acertou o canto esquerdo do goleiro Tracey, marcando o sétimo gol da partida. Seis minutos depois, aos 28, Musiala foi derrubado por Den Heijer dentro da área e o árbitro assinalou pênalti. O próprio camisa 42 foi para a cobrança e converteu, ampliando o placar para 8 a 0. Aos 38 minutos, um erro na saída de bola de Tracey facilitou ainda mais para os alemães. O goleiro entregou nos pés de Musiala, que não desperdiçou: cara a cara, finalizou com precisão no canto direito, anotando seu terceiro gol no jogo e o nono da seleção. Fechando a contagem, aos 44 minutos, Gnabry aproveitou um rebote dentro da área e cruzou rasteiro para o meio. Müller apareceu bem posicionado e finalizou de primeira, acertando o canto direito e decretando o décimo gol da Alemanha. Lance
STF requisita informações sobre fraudes no INSS
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), requisitou nesta sexta-feira (13) que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a Controladoria-Geral da União (CGU), a Polícia Federal (PF) e o Tribunal de Contas da União (TCU) enviem informações sobre suspeitas de fraudes, omissões e práticas abusivas na aplicação de descontos em benefícios previdenciários. A medida foi tomada na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 1224, da qual Mendonça é relator. Na ação, o Instituto Nacional de Direito das Pessoas com Deficiência Oceano Azul aponta práticas abusivas no INSS relacionadas a fraudes massivas por meio de descontos indevidos. Sustenta ainda que o órgão vem agindo com morosidade excessiva e que há falhas graves na prestação de informações aos segurados. Requisições O relator listou 19 demandas que devem ser atendidas pelo INSS. Entre elas, o instituto deve apresentar o número de pedidos de cancelamento de descontos protocolados a partir de 24/4/2025 e responder se há um canal de atendimento específico para receber esses pedidos. À CGU e ao TCU, o ministro solicitou cópias dos processos já abertos ou em andamento que investiguem fraudes em descontos feitos nos benefícios do INSS e a demora no atendimento de pedidos de aposentadorias e auxílios. Também quer saber que alertas foram enviados pelo órgão ao INSS sobre essas irregularidades. Já à PF, Mendonça determinou que encaminhe informações sobre inquéritos em curso relacionados ao tema, incluindo quais entidades, entre sindicatos, instituições financeiras e associações, estão sendo investigadas.
Variedade gastronômica chama atenção na 46ª Festa Junina de Dourados
A 46ª Festa Junina de Dourados, realizada pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Cultura (Semc), chama atenção pela diversidade gastronômica oferecida ao público que comparece no Centro de Convenções Antonio Tonnani. Além das barracas e food trucks com opções de comidas típicas, feira de artesanato, parque de diversões e apresentações musicais fazem a animação de milhares de pessoas que estão passando pela festa junina. As famílias podem escolher entre espetinhos, lanches, pizzas, porções, yakisoba, sushi, sobá, crepes e muito mais para o jantar. Para quem não abre mão de um docinho, a tradicional maçã do amor, churros, pé de moleque, entre outros, estão entre as opções. As comidas típicas também podem ser apreciadas como arroz doce, canjica. pamonha e amendoim tanto doce como salgado. Para Angela Soares, 37, auxiliar administrativa, o evento está muito agradável e a praça de alimentação é um diferencial. Ela conta que junto ao esposo e as duas filhas, de 17 e 9 anos, consegui opções que agradaram todos os gostos. “Eu sou mais do espetinho, meu esposo do lanche e as meninas vão de pizza”, relatou. “Conseguimos ter pra todo mundo no evento e agora vamos atrás de um docinho”, contou. Para Ivan Santos, 45 comerciante, morador em Caarapó, a festa está bastante animada e ele pretende aproveitar as atrações e a praça de alimentação todo o final de semana. “Eu tenho família em Dourados e não ia deixar de vim pra essa festa”, ressaltou. “Os shows estão muito bons e tem de tudo em relação a parte de alimentação, com certeza amanhã também voltarei” pontuou. No domingo, as atrações musicais ficarão por conta do Grupo Surungo Bueno, ForróDiando e Alex & Yvan. Haverá ainda premiação das melhores apresentações do Concurso de Quadrilhas e as três primeiras colocadas vão faturar prêmios de até R$ 1 mil.
Entidades reforçam caixa para manter programas sociais com barracas na Festa Junina
A 46ª edição da Festa Junina de Dourados, aberta na sexta-feira e que prossegue até a noite deste domingo, está sendo ótima oportunidade para entidades, associações e clubes de serviços reforçarem o caixa para a manutenção de seus programas assistenciais. Todas as tendas e barracas instaladas no Centro de Convenções Antonio Tonnani estiveram lotados nas duas primeiras noites do evento, organizado pela Prefeitura de Dourados, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e com apoio de várias outras secretarias. O Governo do estado também apoia a tradicional festa douradense. Presente em várias edições da Festa, o Lar da Criança Santa Rita de Cássia está com um amplo espaço, onde serve pastel, espetinho, pamonha, arroz doce, curau e outras guloseimas típicas dos festejos juninos. Chopp e refrigerantes completam o cardápio. Jaime Presoto, atual presidente do Lar, conta que está sendo muito bom participar. “A primeira noite, na sexta, foi ótimo o movimento”, revelou. “E hoje (sábado) também está no mesmo ritmo, estamos animados e satisfeitos”, enfatizou. O Lar Santa Rita de Cássia completa 60 anos em novembro deste ano. A entidade é referência no acolhimento de menores e, além do abrigo, mantém uma escola de educação infantil (Ceim), conveniada com a Prefeitura de Dourados. Atualmente estão abrigados no Lar, 34 crianças. Presente pela primeira vez na Festa Junina de Dourados, a Associação das Crianças e Adolescente do Amanhã de Dourados (Acaad) está vendendo espetinho, refrigerante, cerveja, doces, água, pipoca, milho verde, curau e o tradicional puchêro. Membro da diretoria da Acaad, Valéria de Oliveira definiu como maravilhosa a festa. “Está tudo perfeito, a organização a estrutura oferecida pela prefeitura e, muito boa a acolhida da sociedade” avaliou. “Somos muito gratos”, disse. A entidade completa 1 ano e é formada por pais de alunos que participam o Projeto Bombeiros do Amanhã. O funcionalismo municipal está representados na Festa Junina com a Barraca do Sinsemd, o Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Dourados. Leonardo Landeira, atual presidente, juntamente com sua diretoria atendem a todos com atenção, retribuindo a preferência da clientela. “Temos só elogios ao pessoal da Secretaria de Cultura”, afirmou. “A organização da festa está ótima e pretendemos participar sempre e poder contribuir de alguma maneira”, prosseguiu. “Nosso pessoal faz esse trabalho voluntário” conta. A barraca do Sinsemd oferece as guloseimas tradicionais do festejo junino. A Escola Estadual Reis Veloso fez parceria com a Associação de Moradores das Vilas Valderez e Mariana e está pela primeira vez com espaço na Festa Junina. Na barraca o visitante pode saborear um chopp gelado, espetos de carne e de frango, pamonha e o tradicional quentão. A assistente social Waner Aguero, que preside o grupo RVAPS (Reis Veloso Amigos Para Sempre), com mais de 100 participantes na rede WhatsApp, conta que decidiram participar para, de alguma forma, contribuir com o trabalho social da associação de moradores dos dois bairros carentes da periferia de Dourados. “Além disso, já estamos aquecendo para a confraternização anual que realizamos no mês de novembro, há seis anos já”, revela. Formandos e calouros do curso de Gastronomia do Centro Universitário da Grande Dourados (Unigran) se uniram e também se instalaram na área do Centro de Convenções e para, além de participar dos festejos, viver na prática o que aprendem na faculdade. A coordenadora do curso, Caroline Marchioretto revela que os alunos participam de toda a produção do que é vendido na barraca. Na verdade, diz, é um projeto de extensão, uma oportunidade de os alunos adquirirem experiência e ao mesmo tempo a convivência com o público. A 46ª Festa Junina de Dourados termina na noite deste domingo, com show do Grupo Surungo Bueno, ForróDiando e a dupla Alex & Yvan. À tarde tem show especial para as crianças e as famílias.
Artesãos diversificam exposição e elogiam organização da Festa Junina
O salão do Centro de Convenções Antônio Tonnani, onde acontece a 46ª edição da Festa Junina de Dourados, se transformou numa diversificada mostra de produtos confeccionados pelos artesãos da cidade. No espaço, sempre muito visitado pelo público, é possível adquirir peças em cerâmica, bolos e doces variados, bijuteria, até peças de vestuário. São produtos de qualidade, a preços acessíveis.O Centro de Tradições Nordestinas (CTN) expõe no espaço, peças em cerâmica originais de Recife, além de chapéus, gravatas, camisas, sandálias em couro, entre outros artigos que ficam na cultura e tradição nordestinas. A presidente do CTN, Simônia Siqueira, está satisfeita com o movimento, a estrutura e organização. “É a primeira vez que participamos e está sendo muito bom”, enfatizou. “Tudo bem organizado e o ambiente é ótimo”, avaliou. A auxiliar de sala de hospital, Renata Alves, costuma produzir bolos e doces e aproveitou a Festa Junina para expor e incrementar a renda. “Trouxemos pra cá bolo de pote, bolo gelado, banoffee, arroz doce, curau, sopa paraguaia”, enumerou. “No primeiro dia vendemos praticamente tudo e teve cliente que prometeu voltar”, comemorou. A arteira Nice Gomes trabalha com a Sacola de Brincar, produção própria pensando em proporcionar brincadeiras e interação da família. Ela diz que é sensorial e ajuda na coordenação motora. “Estou gostando muito”” enfatizou. “A festa está uma maravilha”, completou. “Aliás, as feiras em Dourados estão ótimas, estou encantada com a organização e decoração. Estão de parabéns!”, disse. A empresária Bárbara Palomanes, da Rass Brasil, moda autoral sul-mato-grossense, expõe peças do vestuário feminino. “Nossas peças são artesanais e atemporais”, diz, destacando que toda sua produção ressalta a cultura, a fauna e a flora sul-mato-grossenses. “Nossa marca traz na moda a representatividade de Mato Grosso do Sul”, diz, elogiando também a organização da Festa Junina e do espaço reservado aos artesãos.








