Uma operação conjunta entre o DOF (Departamento de Operações de Fronteira) e a CGPA (Coordenadoria Geral de Policiamento Aéreo), resultou na apreensão de dois veículos, um VW Saveiro e outro GM Captiva, nesta quarta-feira (02), em Ponta Porã. Na ação, ninguém foi preso. Policiais militares do DOF realizavam bloqueio entre a MS-164 e MS-270, Trevo do Copo Sujo, quando dois veículos, que se aproximavam da fiscalização, desrespeitaram a ordem de parada e tentaram empreender fuga. Foi iniciado acompanhamento com apoio aéreo da CGPA, resultando na apreensão da Saveiro com 1 tonelada de maconha e da Captiva com aproximadamente 1,2 tonelada do mesmo entorpecente. Durante acompanhamento, os autores abandonaram os veículos e empreenderam fuga em meio a mata. Foram feitas buscas no local pelos policiais do DOF e CGPA, porém ninguém foi localizado. A ocorrência foi registrada e entregue, juntamente com os entorpecentes e veículos, na DEFRON (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira) em Dourados. O prejuízo estimado ao crime foi de aproximadamente R$ 4,4 milhões.
Laudir Munaretto cobra manutenção urgente e reforça importância da estrutura no Parque dos Ipês
Durante a 22ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Dourados, realizada na última segunda-feira (30), o vereador Laudir Munaretto (MDB) fez um apelo à administração municipal, solicitando a imediata manutenção e reforma dos banheiros públicos localizados no Parque dos Ipês, um dos cartões-postais mais simbólicos e democráticos da cidade. O parlamentar destacou que o espaço é palco frequente de feiras livres, eventos culturais, apresentações artísticas e esportivas, sendo um dos pontos de maior circulação e acessibilidade de Dourados. “É um espaço do povo, usado por famílias, comerciantes, visitantes e trabalhadores. Manter a dignidade desse local é garantir respeito a quem frequenta e trabalha ali”, afirmou. Além da manutenção dos banheiros, Laudir também se posicionou contra a retirada das tendas que cobrem o espaço da feira. Para ele, as coberturas são fundamentais para proteger feirantes e consumidores do sol e da chuva, contribuindo com o conforto, segurança e continuidade das atividades ao longo do ano. O vereador ainda reforçou que, com investimentos pontuais e estratégicos, o Parque dos Ipês pode se tornar um polo de referência regional em eventos abertos, cultura e lazer. “A infraestrutura já existe. Basta um olhar mais cuidadoso, mais próximo, para que pequenos reparos e melhorias se tornem grandes ganhos à população”, afirma. O apelo de Munaretto foi feito com respeito, mas com a firmeza de quem conhece as necessidades da cidade e ouve diariamente os clamores dos munícipes. A pauta é urgente e necessária, e o vereador espera sensibilizar o Executivo para que as providências sejam tomadas com brevidade. “A população espera, e merece, um espaço público com estrutura, segurança e condições dignas de uso. A cidade agradece quando suas prioridades são ouvidas e atendidas”, concluiu Laudir.
Marina Silva atribui aumento das queimadas a incêndios criminosos e seca extrema
A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, atribuiu o aumento das queimadas no Brasil a incêndios criminosos e à seca extrema, em audiência pública na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados, nesta quarta-feira (2). Com sete horas de duração, a audiência foi marcada por clima tenso, e a ministra considerou que foi alvo de várias grosserias e que foi “terrivelmente desrespeitada” por deputados. “De fato, nós tivemos em 2024 um aumento dos incêndios no Brasil. Esse aumento de incêndio se deu em função de um extremo climático e não afetou apenas o Brasil, afetou o mundo inteiro”, afirmou a ministra. “Qualquer pessoa que não seja negacionista sabe que a seca com baixa precipitação, temperatura alta, perda de umidade potencializa os incêndios”, completou. Ela observou que muitos incêndios foram provocados de forma criminosa, citando notícia segundo a qual os inquéritos da Polícia Federal sobre incêndios criminosos triplicaram em 2024. “Ou seja, nós tínhamos ali uma retroalimentação perversa: a seca extrema, incêndios criminosos, materiais a ponto de combustão”, salientou. Conforme a ministra, as providências tomadas pelo ministério incluíram articulação com os governadores, aumento de 30% de brigadistas nas operações do Ibama e do ICMBio em relação ao governo anterior; e aumento de recursos para combater o problema. Ela estima em R$ 1,5 bilhão o valor destinado ao combate desses incêndios, frente a menos de R$ 400 milhões no governo Bolsonaro. “Fizemos uma verdadeira força-tarefa no País para evitar uma situação de completo descontrole”, garantiu. Controvérsia sobre desmatamento Presidente da comissão e autor do requerimento de audiência, o deputado Rodolfo Nogueira (PL-MS) afirmou que, sob a gestão de Marina Silva no Meio Ambiente, o desmatamento na Amazônia aumentou 482%. “As queimadas bateram recorde, e sua resposta tem sido o silêncio ou a burocracia”, criticou. “Aqui, a senhora trouxe uma explicação para as queimadas do Brasil jogando a culpa em São Pedro, e o Ministério do Meio Ambiente nada faz diante do crescimento das queimadas e do desmatamento, desmatamento este praticamente liberado pelo ‘seu’ Ibama para construir a estrada do COP30. Vergonhoso, ministra”, afirmou Nogueira. “Que ironia cruel, um evento climático internacional sendo viabilizado à custa de desmatamento em plena floresta Amazônica”, disse ainda o parlamentar, sobre a construção de uma rodovia na Amazônia para receber a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2025 (COP30). Ações contra desmatamentoA ministra rebateu. “O Ibama aumentou sua capacidade de fiscalização em 96%, o ICMBio aumentou sua capacidade de fiscalização em mais de 200%, nós aumentamos os nossos orçamentos, fizemos concursos, temos inúmeras operações, milhares de operações quando envolve terra indígena, desmatamento, exploração de madeira”, enumerou Marina. “Foi graças a esses esforços, sob orientação do presidente Lula, que tem compromisso de desmatamento zero até 2030, que nós tivemos o resultado de redução do desmatamento de 46% na Amazônia nos dois primeiros anos e de 32% no Brasil inteiro nos dois primeiros anos de governo do presidente Lula”, completou Marina Silva. Nesses dois anos, segundo ela, o agronegócio cresceu 15% e a renda capita cresceu cerca de 11%. A ministra acrescentou que houve retomada do plano de combate ao desmatamento que o governo anterior tinha abandonado, e retomada do Fundo Amazônia, que ficou desativado durante quatro anos. Ainda conforme ela, na Amazônia, a queda acumulada dos alertas de desmatamento em junho de 2025, comparada a junho de 2022, foi de 65% (menor índice para junho desde 2015). “Pela primeira vez, temos uma situação em que o desmatamento por incêndio [52%] tem sido maior do que o desmatamento por corte raso [48% das áreas desmatadas]”, informou ainda. Sobre a estrada para a COP30, a ministra explicou que não é o Ibama quem licencia a estrada, e sim a Secretaria Estadual de Meio Ambiente do Pará, e sugeriu aos deputados que recorram a essa secretaria para explicações, caso discordem da estrada. “São 13 km, um pequeno trecho, e pela lei ambiental consolidada você até pode ter uma licença dentro de uma área protegida, desde que atendendo os regramentos estabelecidos”, informou. Confisco de gadoRodolfo Nogueira criticou ainda o confisco de mais de 9 mil cabeças de gado pelo Ibama “de forma arbitrária, sem clareza dos critérios, sem respeito à propriedade privada, sem diálogo com os produtores”. Ele sugeriu o investimento em programas de regularização, orientação e apoio técnico ao produtor. “Criminalizar quem produz não é política pública; é perseguição ideológica”, opinou. Para ele, o produtor rural tem sido tratado como inimigo pelo governo. Além disso, o presidente da comissão criticou a falta de iniciativas do ministério para combater a invasão de javalis às lavouras. Defesa do IbamaA ministra defendeu a atuação do Ibama e disse que apenas 2,6% dos imóveis rurais concentram 60% das irregularidades e que o confisco de gado só ocorre em propriedades com operações comprovadamente fora da lei, depois de alerta e aplicação de multas. Conforme a ministra, há decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) respaldando as ações. “Não há como você cumprir com a função, numa cultura de muitos crimes ambientais que vão sendo praticados em relação ao desmatamento, à exploração de madeira, a garimpo e a incêndios criminosos, se o agente público vai lá e não cumpre com sua função institucional”, avaliou. Ela observou ainda que quem se sente prejudicado tem a possibilidade de recorrer em relação à penalidade aplicada. Sobre a invasão de javalis nas lavouras, a ministra disse que o Ministério do Meio Ambiente está fazendo um plano nacional de prevenção, controle e monitoramento do javali. “Nós estamos fomentando a pesquisa, a avaliação de eficiência dos métodos para fazer esse manejo adequado e estamos fazendo estímulos a novos protocolos de manejo. Os animais não devem servir de alvo para aqueles que gostam de treinar tiros, tem um código de ética que precisa ser observado”, acrescentou. AcusaçõesO deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES), que também pediu a audiência, acusou a ministra de ser “adestrada” e usar a mesma tática das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e dos grupos terroristas palestino Hamas e libanês Hezbollah. Além disso,
Previdência diz que calendário de ressarcimento de aposentados deverá sair na próxima semana
O secretário-executivo do Ministério da Previdência Social, Adroaldo da Cunha Portal, informou nesta quarta-feira (2) que calendário para restituição dos valores debitados ilegalmente de aposentados e pensionistas deverá sair na próxima semana. Ele participou de debate sobre o tema realizado na Câmara dos Deputados. “Nós acreditamos que em um curtíssimo prazo, talvez na próxima semana, já tenhamos o anúncio do calendário de pagamentos. Assim que o acordo for assinado no Supremo Tribunal Federal (STF), o governo anunciará o calendário de pagamentos”, disse. Portal se referiu ao acordo que está sendo articulado entre a pasta, o STF e outros órgãos para viabilizar os pagamentos e evitar a judicialização em massa. “O acordo garantirá que qualquer pessoa que tenha sido lesada não tenha que recorrer à Justiça, não precise passar anos aguardando uma decisão judicial”, reforçou o secretário. Ele disse que R$ 2,6 milhões das entidades suspeitas estão bloqueados para ressarcir os prejuízos aos aposentados. Ressarcimento antecipadoAdroaldo Portal confirmou o compromisso do governo em antecipar os pagamentos, inclusive para os beneficiários que tiveram o direito de ressarcimento reconhecido pela Justiça. “O governo federal decidiu que ressarcirá as pessoas antecipadamente, independente de já terem obtido judicialmente o ressarcimento junto às entidades”, acrescentou. Conforme ele, até agora 4 milhões de pessoas se declararam lesadas. R$ 6 bilhões de prejuízoAs investigações realizadas pela Polícia Federal apontam um prejuízo da ordem de R$ 6,3 bilhões no período de 2019 a 2024 decorrente de descontos indevidos em benefícios previdenciários, o que foi respaldado por auditorias realizadas pela Controladoria Geral da União (CGU) e pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Descontos associativosDesde o início da Operação Sem Desconto, em maio, que expôs o esquema criminoso, o INSS suspendeu todos os descontos associativos feitos diretamente na folha. Essa medida já havia sido recomendada pela CGU ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), em relatório produzido em 2023 e apresentado após a ação policial. Segundo o secretário de controle interno, Ronald da Silva Balbe, a CGU constatou fragilidades nos descontos, entre outros pontos, por falta de documentação que comprovasse o consentimento dos aposentados. Ele informou que, em 2016, 15 entidades estavam autorizadas a fazer descontos na folha, que totalizaram R$ 413 milhões. Em 2024, o número de entidades passou para 33, e o montante descontado subiu para R$2,5 bilhões. Balbe falou sobre a reavaliação da capacidade de o INSS continuar operando esses descontos “O instituto [INSS] tem realmente muitas dificuldades, muitos desafios a cumprir. Trazer para si essa a responsabilidade de monitorar esse tipo de serviço realmente é algo que precisa ser pensado com todo cuidado”, disse. Na mesma linha falou a coordenadora da Câmara de Revisão Previdenciária da Defensoria Pública da União (DPU), Patrícia Bettin: “A gente tem que pensar sobre a energia que está sendo colocada para os servidores do INSS fazerem todo esse processo de ressarcimento, de contestação, e ao mesmo tempo tendo uma fila de espera para análise dos benefícios e de perícias médicas”, frisou. Bettin defendeu a aprovação do Projeto de Lei 1846/25, que tramita na Câmara. O texto acaba com os descontos mensais aplicados sobre aposentadorias e pensões do INSS destinados a entidades de aposentados. Controle dos descontosO procurador-geral do INSS, Elvis Garcia Gallera, também falou das dificuldades da instituição para fazer o controle sobre os descontos. “O INSS historicamente vinha se colocando numa posição de que não tinha qualquer tipo de responsabilidade sobre essa relação entre as entidades associativas e os beneficiários porque não existia e nem teria como fazer a conferência individualizada de mais de 6 milhões de autorizações de descontos”, disse. Empréstimo consignadoO deputado Danilo Forte (União-CE), que solicitou o debate, quis saber se o esquema ilícito envolvia o mercado de crédito consignado (venda casada). Esse ponto constava em um pedido de fiscalização feito pelo Congresso ao TCU em 2023. Na época, havia a suspeita que que essas entidades fraudavam a autorização de pensionistas para contratação de empréstimos bancários, que eram descontados diretamente em conta. Em resposta, o secretário de Controle Externo de Contas Públicas do TCU, Bruno Martinello Lima, confirmou que foi realizada fiscalização sobre operações crédito consignado, mas que não foram levantados indícios de crimes. “O tribunal, apesar de não ter identificado a configuração dessa venda casada, demonstrou graves fragilidades com relação aos controles existentes tanto no INSS quanto na Dataprev com relação à averbação desses descontos”, disse. Danilo Forte disse que as investigações sobre os crimes contra aposentados e as medidas de ressarcimento devem se pautar pela “defesa da dignidade das pessoas que contribuíram”. Ele é relator do PL 1546/24 pelo qual a autorização para descontos na folha do INSS deverá ser feita, obrigatoriamente, por escritura pública, instrumento particular com firma reconhecida, assinatura eletrônica ou por biometria. Fonte: Agência Câmara de Notícias
STF mantém prisão de militar que responde por tentativa de golpe
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o pedido de revogação da prisão preventiva do tenente-coronel do Exército Rodrigo Bezerra de Azevedo, réu na Ação Penal (AP) 2696, referente ao Núcleo 3 da denúncia por tentativa de golpe de Estado. Bezerra é acusado de participar da operação que planejava, entre outras medidas, a morte de autoridades. A defesa do militar pediu a revogação da prisão preventiva com os argumentos de que Bezerra está preso por fatos supostamente ocorridos em 2022 e de que não haveria elementos que concretos de periculosidade. A Procuradoria-Geral da República manifestou-se pelo indeferimento do pedido, por considerar que as condições que resultaram na prisão permanecem inalteradas “diante da periculosidade dos integrantes do núcleo da organização criminosa que, de forma planejada, liderou ações de campo voltadas ao monitoramento e à neutralização de autoridades públicas”. Ao negar o pedido, o ministro destacou a necessidade de resguardar a ordem pública e a instrução processual penal, situação reforçada diante do recebimento da denúncia contra o militar. Para o relator, não há nenhum fato que possa afastar a necessidade de manutenção da custódia. Bezerra de Azevedo, juntamente com outro nove militares de alta patente, faz parte do Núcleo 3 da tentativa de golpe. Ele responde por crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado.
Polícia Civil realiza operação para prender integrantes de facção criminosa
A Delegacia de Polícia de Naviraí, com apoio de equipes de outras cidades, deflagrou na manhã desta quarta-feira (2) a operação “Adsumus”, que teve como objetivo prender integrantes de uma organização criminosa ligada ao tráfico de drogas e roubos de veículos na região. Foram cumpridos ao todo 8 mandados de busca e apreensão (7 em Naviraí e 1 em Três Lagoas) e 8 mandados de prisão (3 em Naviraí, 4 em Campo Grande e 1 em Água Clara). Durante o cumprimento das ordens judiciais, um dos alvos, identificado como L.B.S. (36), também foi preso em flagrante delito por tráfico de drogas e posse irregular de munição. Foram apreendidas, com ele, drogas do tipo crack, munição calibre .22, dinheiro em notas baixas e duas balanças de precisão. Em outros dois endereços vistoriados em Naviraí também foram encontradas substâncias entorpecentes, porém os suspeitos responsáveis ainda não foram localizados até o momento. A operação foi planejada a partir das investigações do grave roubo ocorrido no dia 28 de maio, que resultou no sequestro de uma vítima mantida em cárcere durante toda a madrugada, além da subtração de um veículo Fiat Toro, celulares e valores transferidos via PIX que somaram mais de R$ 22 mil. Três autores já haviam sido presos naquela ocasião, e as investigações apontaram outros seis integrantes que tiveram sua prisão preventiva representada pela Polícia Civil e deferida pela Justiça, motivando a deflagração da operação. Os alvos também são apontados como integrantes da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital), suspeitos de envolvimento com o tráfico de drogas e roubos de veículos em Naviraí e região. No total, a ação contou com o apoio de policiais civis das cidades de Itaquiraí, Eldorado, Mundo Novo, Água Clara, Três Lagoas e da DEFRON (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira), mobilizando dezenas de agentes para o cumprimento simultâneo dos mandados judiciais. O nome da operação, “Adsumus”, vem do latim e significa “estamos presentes” ou “aqui estamos”, representando a firme presença do Estado no combate à criminalidade organizada e a repressão qualificada aos crimes violentos que afetam a sociedade de Naviraí. A investigação prossegue para localizar alguns suspeitos e identificar outros eventuais envolvidos nos crimes investigados. A população pode colaborar com informações anônimas pelo telefone (67) 3461-1215.
Polícia Civil apreende mais de uma tonelada de maconha
Policiais civis do Setor de Investigações Gerais (SIG) da Delegacia de Polícia de Água Clara, realizaram uma significativa apreensão de drogas na data de ontem (2). Exatos 1.155,4 kg (mil cento e cinquenta e cinco quilos e quatrocentos gramas) de maconha foram retirados de circulação na rodovia MS-377. A droga estava sendo transportada em uma caminhonete Fiat Toro, que apresentou problemas mecânicos e teve o motor fundido a aproximadamente 20 km do município de Água Clara. A equipe do SIG agiu rapidamente, localizando o veículo e realizando a apreensão do entorpecente. As investigações continuam para identificar os responsáveis pelo transporte da carga.
Em Dourados, Polícia Civil prende foragido da justiça
A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Repressão aos Crimes de Fronteira (DEFRON), em atuação conjunta com a 1ª Delegacia de Polícia de Nova Andradina/MS, cumpriu, na tarde desta quarta-feira (02), em Dourados-MS, um mandado de prisão em desfavor de A. S. T. (29), condenado pelo crime de tráfico de drogas. A ação foi resultado de trabalho integrado entre a DEFRON e policiais civis de Nova Andradina, a partir de informações compartilhadas entre as unidades policiais. O mandado judicial, expedido pela Vara Criminal da Comarca de Nova Andradina-MS, determina que o custodiado cumpra pena de 5 anos, 8 meses e 2 dias, em regime fechado. Assim que capturado, o homem foi recambiado à Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (DEPAC) de Dourados.
Em Dourados, MPMS realiza sexta reunião ordinária do Projeto Acolhida
O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), por meio do Núcleo de Apoio às Vítimas de Crimes e Atos Infracionais Violentos (Navit), realizou, nesta quarta-feira (2), a sexta reunião ordinária do Projeto Acolhida, em Dourados. O encontro foi realizado na Coordenadoria Regional de Educação de Dourados, com representação das Promotoras de Justiça do Navit, Lívia Carla Guadanhim Bariani e Renata Goya, além do titular da 12ª Promotoria de Justiça de Dourados, Luiz Eduardo de Souza Sant’Anna Pinheiro. O Projeto Acolhida é uma iniciativa do MPMS que tem como finalidade a construção de um fluxo de atendimento integral às vítimas diretas sobreviventes e às indiretas de homicídio, feminicídio ou latrocínio, oferecendo suporte psicológico, jurídico e social em momentos de extrema vulnerabilidade. Na ocasião, representantes da Secretaria Municipal de Educação de Dourados (Semed) e da Secretaria Estadual de Educação (SED) realizaram a exposição dos serviços da rede de educação pública no município. Durante a reunião, também foram apresentados casos de vítimas em acompanhamento pelo Navit na região. Projeto Acolhida Até o momento, o Projeto Acolhida já firmou Termos de Cooperação Técnica entre o MPMS e o Governo do Estado, por meio das Secretarias de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), Assistência Social e Direitos Humanos (Sead), Educação (SED), Saúde (SES) e Cidadania (SEC). No âmbito municipal, o projeto conta com a participação das Secretarias de Saúde, Educação e Assistência Social de Campo Grande e Dourados. Além disso, a Defensoria Pública da União e de Mato Grosso do Sul, além do Tribunal de Justiça (TJMS) também integram a iniciativa. O Projeto Acolhida reforça o compromisso do MPMS e do Governo do Estado com a defesa dos direitos humanos e com a promoção de políticas públicas voltadas ao acolhimento de famílias em situação de extrema vulnerabilidade.








