A Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública) publicou no Diário Oficial do Estado desta segunda-feira (26) o Plano Estratégico Organizacional (PEO) 2025–2030, documento que orientará as ações da pasta e de seus órgãos vinculados nos próximos anos, com foco em uma segurança pública integrada, inteligente e inovadora. O plano é resultado de um processo amplo de planejamento, desenvolvido ao longo de 2025, que envolveu uma série de reuniões técnicas, oficinas e mentorias especializadas, conduzidas com o apoio da empresa Oscar 1 Brasil, além da participação direta de gestores e representantes das forças de segurança e demais entidades vinculadas à Sejusp. Finalizado no final de novembro de 2025, o PEO consolida diretrizes, objetivos estratégicos, indicadores e metas que buscam aprimorar a governança, fortalecer a atuação integrada entre as instituições, valorizar os profissionais da segurança pública e ampliar a proteção das pessoas, do patrimônio e do meio ambiente em todo o Estado. “O Plano Estratégico Organizacional representa um avanço importante no fortalecimento da gestão pública da segurança em Mato Grosso do Sul. Mais do que estabelecer metas, o plano consolida uma visão de futuro, orientada pela modernização dos processos. Ele cria bases sólidas para decisões mais eficientes, transparentes e alinhadas às reais necessidades da sociedade”, destacou o secretário-executivo de Segurança Pública da Sejusp, Wagner Ferreira da Silva, que coordenou o grupo de trabalho. Entre os principais eixos do Plano Estratégico estão o aperfeiçoamento da gestão orçamentária e institucional, o fortalecimento da inteligência, o investimento em tecnologia e inovação, a capacitação e valorização dos profissionais, além de ações voltadas à redução da criminalidade, das mortes violentas e dos acidentes de trânsito. Com a publicação no Diário Oficial, o PEO passa a ser o instrumento oficial de referência para o monitoramento das metas e para a execução das políticas públicas de justiça e segurança no período de 2025 a 2030, prevendo revisões periódicas para adequação a novos cenários e desafios.
Com nova arquitetura da saúde em MS, Governo do Estado avança na área da regulação integrada
Como parte do projeto da nova arquitetura da saúde de Mato Grosso do Sul, o Governo do Estado atua, por meio da SES (Secretaria de Estado de Saúde), no processo de regulação integrada para garantir atendimento a todos os pacientes que necessitam de leitos hospitalares. Nesta segunda-feira (26), o governador Eduardo Riedel visitou em Campo Grande a sede do Complexo Regulador do Estado de Mato Grosso do Sul, onde atuam as equipes de saúde. “A intenção é dar maior fluxo nos processos de regulação, garantindo o lugar certo aos pacientes que necessitam de leitos hospitalares, de acordo com a complexidade do leito e da patologia. A população vai perceber uma maior celeridade na prestação do serviço regulatório, ou seja, acesso mais rápido às suas necessidades”, disse o secretário de Estado de Saúde, Maurício Simões, que completou. “Estamos em um princípio de integração, completamos três semanas, mas pretendemos construir um processo unificado, compartilhado, capaz de gerar resultados práticos à população sul-mato-grossense, em especial da Capital”, concluiu. Riedel conheceu o sistema e as mudanças já em andamento. A regulação vigente trata exclusivamente das áreas de urgência e emergência. “A equipe está orientada na mesma direção, o município e o Estado, assim como as secretarias municipais também. E essa transformação demanda a conquista de alguns amadurecimentos de processos de fluxos e de mudanças, além de investimentos por parte do Estado, dos municípios, mas acima de tudo essa capacidade de integração”, frisou o governador. A ação é mais uma etapa concreta da regionalização da saúde sul-mato-grossense, que já é uma realidade com atendimento de qualidade para a população em diferentes municípios. Procedimentos cirúrgicos diversos são realizados em hospitais do interior do Estado, fato que diminui o tempo de espera e dá mais conforto aos pacientes, atendidos mais próximos de casa. Isso ainda contribui com a recuperação e o acompanhamento pós-operatório. “A integração das duas regulações, tanto da região de Campo Grande quanto a regulação estadual, ela pode ser considerada como uma ferramenta estratégica para a gente otimizar recursos. Então, ambas em conjunto podem potencializar muito o trabalho que é ofertado para a população e a efetividade da nova arquitetura da saúde”, explicou a secretária adjunta da SES, Crhistinne Maymone. Modelo O novo modelo de regionalização da assistência hospitalar em Mato Grosso do Sul vai otimizar a capacidade e descentralizar os atendimentos dos hospitais regionais, beneficiando diretamente a população nos 79 municípios. A atenção hospitalar, parte da assistência à saúde, é planejada pela SES de maneira a contemplar diferentes áreas e necessidades de atendimento para todas as regiões do Estado. Uma das principais mudanças da regionalização da assistência hospitalar é a criação de cinturões de média complexidade em torno das cidades que são referência em alta complexidade dentro das macrorregiões de saúde de Mato Grosso do Sul. Os hospitais de referência das macrorregiões estão em Campo Grande (Região Central), Dourados (Cone Sul) e Três Lagoas (Costa Leste). O conceito visa garantir que esses hospitais de referência se concentrem nos atendimentos de alta complexidade, enquanto cidades vizinhas assumem os atendimentos de média complexidade, evitando sobrecarga e proporcionando assistência mais próxima ao paciente. No processo de implantação desse modelo, o Governo do Estado tem atuado com uma série de ações que incluem renovação de contratos, projetos de capacitação e investimentos em infraestrutura. Os investimentos, realizados desde 2023 até agora, para colocar a operação em prática, já somam de mais de R$ 1,8 bilhão, que incluem obras executadas pelo Estado e por meio de convênios com os municípios, aquisição de equipamentos e veículos, incentivo hospitalar, MS Saúde e repasses aos municípios. Para o atendimento de alta complexidade, as cidades de referência continuam sendo Campo Grande, Dourados e Três Lagoas. Já as cidades menores ao redor formam um “cinturão” ao assumirem a média complexidade, garantindo que procedimentos menos complexos sejam resolvidos mais próximos das residências dos pacientes. O modelo reduz deslocamentos desnecessários e melhora a eficiência do sistema de saúde. Na prática, na macrorregião Costa Leste, a cidade Três Lagoas recebe casos de alta complexidade, enquanto outras cidades como Bataguassu, Paranaíba, Aparecida do Taboado, Costa Rica, Cassilândia e Chapadão do Sul absorvem a média complexidade. Na macrorregião Central, Campo Grande atende alta complexidade, enquanto municípios como Aquidauana, Coxim, São Gabriel do Oeste, Sidrolândia, Maracaju, Bela Vista e Jardim assumem a média complexidade. Já na macrorregião Cone Sul, Dourados é referência para alta complexidade, enquanto cidades como Ponta Porã, Naviraí, Nova Andradina, Rio Brilhante e Fátima do Sul absorvem casos de média complexidade. Tudo isso foi definido com base em estudos e após planejamento minucioso da SES, que levou em consideração diversos indicadores e dados que contribuíram para a elaboração do novo modelo de regionalização de assistência hospitalar do Estado. Entre os benefícios do novo modelo está a redução da sobrecarga nos hospitais de alta complexidade, atendimento mais ágil e próximo ao paciente, melhor distribuição de recursos hospitalares, maior disponibilidade de vagas para casos graves nas referências. Com essa estratégia, a regionalização da saúde se torna mais eficiente, beneficiando tanto pacientes quanto a gestão hospitalar. “A central foi estrategicamente organizada entre as duas equipes, para o melhor aproveitamento das ofertas realizadas pelo Estado. Isso já faz parte dessa nova arquitetura, porque na verdade a gente visa agora cada vez mais a organização de fato da regionalização da saúde. Com as duas equipes estando frente de toda a oferta da rede assistencial, a gente consegue aproveitar melhor o encaminhamento dos pacientes para esses hospitais que fazem parte da nossa rede nas regiões”, contou a superintendente de Gestão Estratégica da SES, Maria Angélica Benetasso. Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
Edital de R$ 6,45 milhões do Governo de MS fomenta iniciativas assistenciais do terceiro setor
Foi publicado nesta segunda-feira (26) no Diário Oficial do Estado o edital da Sead (Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos) para escolher as OSCs (Organizações da Sociedade Civil) que receberão fomento do Governo de Mato Grosso do Sul, que totaliza R$ 6,45 milhões. As OSCs são entidades privadas sem fins lucrativos, incluindo associações e fundações, que compõem o terceiro setor e atual de forma voluntária em áreas sociais, culturais, entre outras. Assinado pelo secretário em exercício Ben-Hur Ferreira, o edital deste ano é dividido em três campos: Fundo Estadual para a Infância e Adolescência (Feinad), que soma R$ 3,6 milhões; Direitos Humanos, que totaliza R$ 1,02 milhão; e Assistência Social, com R$ 1,83 milhão previsto. O valor mínimo por proposta entregue é de R$ 100 mil. O período para apresentação das propostas começa em 9 de fevereiro e vai até 10 de março. O processo é totalmente on-line, realizado no site do Siafic (www.siafic.ms.gov.br), sendo que as OSCs interessadas em participar devem já estar cadastradas no sistema. Conforme descrito no edital, poderão participar do chamamento público as OSCs não convocadas para a celebração de parceria no chamamento público Sead nº 01/2025, publicado no Diário Oficial nº 11.826, de 13 de maio do ano passado. Além idsso, entidades que foram convocadas mas não efetivaram a celebração da parceria em razão de desclassificação naquele processo seletivo também podem participar dessa nova seleção. Mais detalhes sobre o edital podem ser conferidos no próprio, disponível a partir da página 12 do Diário Oficial do Estado 12.057. Paulo Fernandes, Comunicação Sead
MS reforça planejamento contra o fogo e mobiliza Corpo de Bombeiros no combate a focos no Pantanal
Mato Grosso do Sul segue ativo no trabalho de prevenção, monitoramento e combate ao fogo no Pantanal. Coordenado pelo Governo do Estado, a ação – que é constante – identificou recente aumento de focos na região pantaneira, incluindo um incêndio que atinge a área limítrofe do Parque Estadual do Pantanal do Rio Negro, ao norte da Serra de Bodoquena, e outros dois no Nabileque e na região norte do município de Corumbá, próximo ao Rio Paraguai. O cenário de densa vegetação já recuperada dos incêndios florestais de 2024, aliado ao período prolongado com baixo índice de chuvas, são fatores indicados entre os principais pontos de alerta para o ano de 2026. Diante disso, o Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul atua diretamente nos combates e programa ações com outros órgãos estaduais e federais. “Historicamente há incêndios nessa época de chuvas, mas este ano os focos se apresentam com maior intensidade. Considerando esse cenário já estamos nos preparando estruturalmente para que tenhamos capacidade de resposta, o que está sendo feito nesse momento pela nossa unidade de Corumbá, que tem empregado equipes para combater os focos que atingem a região pantaneira”, explica o subdiretor da DPA (Diretoria de Proteção Ambiental) do Corpo de Bombeiros Militar de MS, major Eduardo Rachid Teixeira. O oficial também frisa que enquanto uma frente trabalha com atuação em campo, no combate direto, há ainda outra frente da corporação elaborando e organizando o trabalho futuro, traçando estratégias para o tornar mais eficaz. Além disso, é feita uma integração com órgãos ambientais do Estado e da esfera nacional. Em janeiro deste ano, entre o dia 1º e hoje (26), os satélites de referência já detectaram 69 focos ativos no Pantanal, contra 34 registrados no mesmo período do ano passado, segundo dados do BDQueimadas. O combate direto dos militares estaduais conta com apoio da aeronave Air Tractor dos Bombeiros na região do Morro do Azeite. Os sobrevoos auxiliam na identificação de focos e no direcionamento das equipes em solo, trabalho fundamental para barrar o fogo. Resposta rápida e alerta contínuo O trabalho de prevenção, monitoramento e combate aos incêndios florestais realizado pelo Corpo de Bombeiros se mantém contínuo desde 2024, ano em que Mato Grosso do Sul enfrentou a pior temporada de incêndios de sua história. A partir desse período, o Governo do Estado intensificou uma série de medidas estruturantes, como a atuação integrada entre órgãos de resposta, o reforço logístico e operacional e o investimento em tecnologia e capacitação. Entre as principais estratégias adotadas para agilizar o combate em solo está a implantação das Bases Avançadas em diferentes regiões do Pantanal, o que permite uma resposta eficiente aos focos de incêndio, reduzindo a área atingida pelo fogo. Os resultados dessas ações foram evidentes em 2025, quando o Estado registrou redução expressiva tanto no número de focos de calor quanto na área queimada no Pantanal. Conforme o balanço da Operação Pantanal em 2025, o ano passado foi o melhor da série histórica iniciada em 1998 no que se refere aos focos de calor em Mato Grosso do Sul. Até 31 de dezembro, foram registrados 1.844 focos, número inferior aos 2.111 contabilizados no primeiro ano da série. A área queimada também apresentou queda significativa: em 2025, foram atingidos 202.678 hectares, volume muito inferior ao registrado em 2024, quando mais de 2,3 milhões de hectares foram consumidos pelas chamas. “É importante destacar que as ações que foram adotadas em 2025, especialmente em relação à integração entre os órgãos do sistema ambiental, continuam neste ano. Essas instituições estão fazendo reuniões e promovendo o alinhamento dos planos operativos para que no momento de maior criticidade da seca tenhamos condições de atuar, tendo como objetivo alcançar resultados semelhantes aos que foram obtidos no ano passado, quando conseguimos chegar próximo aos melhores resultados históricos”, revela major Teixeira. Edilene Borges, Comunicação Bombeiros
INSS não deixará de pagar aposentadoria a quem não tem nova identidade
As redes sociais foram inundadas nesta segunda-feira (26) com notícias falsas de que o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) deixará de pagar aposentadoria a quem não tem a nova Carteira de Identidade Nacional (CIN). Na verdade, nada muda para quem já recebe os benefícios atuais. Em novembro, o INSS iniciou um processo que exige a biometria digital para os pedidos de novos benefícios, sem afetar os benefícios atuais. Na fase atual, a biometria é exigida apenas para os pedidos de futuras aposentadorias e pensões, com o INSS podendo usar os dados biométricos tanto da CIN, como da carteira de habilitação e do título de eleitor. A partir de 1º maio, a biometria digital passará a ser obrigatória para os novos pedidos de salário-maternidade, benefício por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) e pensão por morte. Também a partir dessa data, quem pedir qualquer benefício do INSS e não tiver biometria em nenhum desses documentos precisará emitir a CIN para dar andamento ao pedido. No entanto, as biometrias do título de eleitor e da carteira de motorista continuarão aceitas. Somente a partir de 1º de janeiro de 2028, a CIN será o único documento exigido para pedidos e manutenção de benefícios do INSS. O órgão informará tudo aos segurados por meio do aplicativo e do site Meu INSS e também nos postos de atendimento. Manutenção de benefícios Segundo o governo federal, aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios em manutenção não precisarão tomar nenhuma providência imediata. A implementação para esse público será gradual e não haverá bloqueio automático de pagamentos. Caso o INSS identifique a necessidade de atualização biométrica de algum beneficiário ativo, o cidadão será comunicado individualmente e com antecedência, sem impacto no recebimento dos valores. Exceções Durante todo esse período haverá exceções para a exigência de biometria, baseada na capacidade de os estados emitirem a CIN e na dificuldade de acesso a serviços públicos por alguns grupos. A exigência será dispensada, enquanto não houver alternativas oferecidas pelo poder público, para: • pessoas com mais de 80 anos; • pessoas com dificuldade de deslocamento por motivo de saúde, mediante comprovação; • moradores de áreas de difícil acesso, como comunidades ribeirinhas atendidas pelo PREVBarco; • migrantes, refugiados e apátridas; • residentes no exterior. O INSS também mantém uma lista oficial de municípios considerados localidades de difícil acesso, com base no Índice de Acessibilidade 2018 do IBGE, que inclui regiões classificadas como remotas ou muito remotas. A relação pode ser consultada neste link. Cronograma Em novembro, a comprovação biométrica passou a ser obrigatória para novos pedidos de benefícios do INSS. A obrigação está prevista no Decreto 12.561/2025, que regulamenta a Lei 15.077. A exigência tem como objetivo reforçar o combate a fraudes, ampliar a segurança dos dados e garantir que os recursos cheguem a quem tem direito. O INSS estabeleceu um cronograma escalonado para a adoção da biometria: • Desde 21 de novembro de 2025: todo novo pedido de benefício exigirá cadastro biométrico. Serão aceitas biometrias da Carteira de Identidade Nacional (CIN), da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) ou do Título de Eleitor; • A partir de 1º de maio de 2026: quem solicitar benefício e não tiver biometria em nenhum desses documentos precisará emitir a CIN para dar andamento ao pedido; • A partir de 1º de janeiro de 2028: a CIN será o único documento com biometria aceito para requerimentos e manutenção de benefícios no INSS. Recomendação Apesar de a unificação estar prevista apenas para 2028, a orientação é que os cidadãos busquem, o quanto antes, os órgãos estaduais de identificação para emitir a Carteira de Identidade Nacional (CIN). A recomendação, informa o INSS, ajuda a evitar filas futuras e reforça a segurança dos dados pessoais e do benefício previdenciário. Agência Brasil
Petrobras reduz preço da gasolina em 5,2% a partir desta terça-feira
A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (26) que vai reduzir em 5,2% o preço da gasolina A vendida às distribuidoras. O novo preço passa a valer a partir desta terça-feira (27). A gasolina A é o combustível puro que sai das refinarias e é misturado ao etanol pelas distribuidoras, para que possa ser vendido ao consumidor final nos postos. Com a redução, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará a ser, em média, de R$ 2,57 por litro, uma redução de R$ 0,14. No comunicado que anunciou a mudança de valores, a empresa informa que, desde dezembro de 2022, a queda no preço da gasolina chega a R$ 0,50 ─ um recuo de 26,9%, já considerando a inflação do período. A última mudança no preço do combustível havia sido em 21 de outubro de 2025, quando ficou 4,9% mais barata. Preço nas bombas O movimento da Petrobras deve representar alívio na inflação do país, uma vez que a gasolina é o produto com maior peso no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador que apura a inflação oficial. Apesar de a Petrobras ser a maior produtora do combustível no país, o preço da gasolina nas bombas não depende apenas da estatal. Após o produto ser vendido às distribuidoras, sofre influências de outros custos, como o frete, mistura com o etanol, cobrança de impostos e a margem de lucro dos postos. Diesel A Petrobras informou que o preço do diesel vendido às distribuidoras não sofrerá alteração. Desde dezembro de 2022, a redução acumulada no preço do óleo combustível vendido às distribuidoras é de 36,3%, considerando a inflação do período. Agência Brasil
Motorista é flagrado com R$ 70 mil em cigarros paraguaios
A PMR (Polícia Militar Rodoviária) apreendeu na madrugada deste domingo (25/1), no entroncamento da MS-141 com a BR-267, em Angélica, veículo GM Corsa Classic carregado com 1,4 mil pacotes de cigarros contrabandeados do Paraguai e que saíram de Dourados. Os policiais realizavam fiscalização na região, quando avistaram o carro com sobrecarga e vidros escuros. Foi dada ordem legal de parada, que não foi obedecida, sendo iniciado acompanhamento tático por cerca de dois quilômetros. Já na BR-267, o automóvel foi interceptado e abordado, tendo o condutor informando que o destino da carga era a cidade paulista de Presidente Epitácio. O homem foi encaminhado à Base Operacional de Angélica para os procedimentos iniciais e, posteriormente, juntamente com o veículo e a mercadoria, foram apresentados na Delegacia de PF (Polícia Federal) de Dourados. Em razão das condições do pátio e da grande quantidade de carga no interior do veículo, a contagem exata não foi possível no momento, sendo registrada a estimativa de aproximadamente 1.400 pacotes de cigarros da marca Eight, conforme declaração do autor. O veículo foi avaliado em R$ 17 mil e a mercadoria em R$ 70 mil, totalizando prejuízo estimado de R$ 87 mil ao crime.
PF faz operação para reprimir contrabando de cigarros em MS
A Polícia Federal deflagrou, nesta segunda-feira, 26/1, a Operação Red-Haired, com vistas a cumprir um mandado de busca e apreensão na cidade de Campo Grande, expedido pela Justiça Federal. A investigação teve início a partir do aprofundamento investigativo de uma prisão em flagrante na qual um indivíduo foi autuado pela prática de contrabando de cigarros.
PRF apreende 38 Kg de drogas em MS
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 27 quilos de haxixe e 11 quilos de skunk, neste domingo (25), em Ponta Porã (MS). Durante fiscalizações na BR-463, os policiais abordaram um Byd/King e sentiram forte odor de maconha vindo do veículo. Questionado, o condutor confessou que transportava drogas no porta malas e no tanque de combustível do veículo. O motorista foi preso e disse ter recebido a droga em Ponta Porã com destino a Bauru (SP). A ocorrência foi encaminhada à Polícia Civil em Ponta Porã (MS).







