1º Samu Indígena do Brasil será inaugurado no dia 9 de agosto com a presença do ministro da Saúde Alexandre Padilha

José Ricardo

A Prefeitura de Dourados e o Governo Federal inauguram no próximo sábado, 9 de agosto, às 14h, a base do Samu Indígena, iniciativa inédita no país voltada ao atendimento de urgência e emergência em áreas indígenas. O projeto, idealizado pelo governo federal, através da Secretaria de Atenção Especializada à Saúde e pela Secretaria de Saúde Indígena, ambas do Ministério da Saúde, com acompanhamento do Distrito Sanitário Especial Indígena de Mato Grosso do Sul, será lançado com a presença do prefeito Marçal Filho e do ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

A base está  instalada em área anexa ao Hospital Indígena Porta da Esperança, na Aldeia Jaguapiru, administrado pela Missão Evangélica Caiuá. A localização foi escolhida estrategicamente para garantir agilidade no atendimento às aldeias Jaguapiru e Bororó, que juntas formam a maior reserva indígena urbana do país.

O prefeito Marçal Filho destaca a importância da iniciativa. “É um marco para a saúde indígena”, enfatiza. “Dourados está saindo na frente ao oferecer um atendimento mais ágil e respeitoso às especificidades culturais da nossa população indígena”, ressalta Marçal Filho. O prefeito explica ainda que a estrutura montada neste primeiro momento é provisória, mas que uma base definitiva, mais ampla e moderna, será construída posteriormente.

O novo serviço será integrado à Central de Regulação do Samu convencional e atenderá por meio do telefone 192. De acordo com o coordenador regional do Samu, o médico Otávio Miguel Liston, a equipe atuará em regime de plantão, com 14 profissionais, entre motoristas, técnicos de enfermagem e enfermeiros, em contato direto com o médico regulador. Todos os motoristas serão indígenas da própria comunidade, o que segundo Liston, garantirá uma resposta mais rápida às ocorrências, dada a familiaridade com as rotas e particularidades das aldeias. A equipe de enfermagem também contará com indígenas.

O atendimento seguirá os mesmos protocolos do Samu convencional. Após a avaliação inicial (anamnese), a equipe definirá o destino mais adequado para o paciente, que poderá ser o Hospital da Missão, a UPA ou hospitais da cidade, conforme a gravidade do caso.

A iniciativa representa um avanço importante na política de atenção à saúde indígena e reforça o compromisso do município e dos governos estadual e federal com o atendimento inclusivo. Para o prefeito Marçal, a garantia de um atendimento mais ágil, digno e humanizado, com profissionais preparados e sensíveis à realidade cultural das aldeias, irá proporcionar mais dignidade aos povos indígenas de Dourados.

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