O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, intensificou sua postura contra o Irã ao declarar, em 17 de junho de 2025, que as forças americanas têm “controle total e completo” do espaço aéreo iraniano, em meio à escalada do conflito com Israel. Em uma série de publicações na plataforma Truth Social, Trump exigiu a “rendição incondicional” do regime iraniano e afirmou saber a localização exata do líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, mas optou por não eliminá-lo “por enquanto”. A mensagem, que reforça a superioridade militar americana, destaca a liderança resoluta de Trump em um momento de alta tensão no Oriente Médio, priorizando a segurança global e a contenção das ambições nucleares do Irã.
A declaração de Trump ocorre após ataques aéreos coordenados por Israel, com apoio dos EUA, que destruíram instalações nucleares iranianas em Natanz, Fordow e Isfahan, matando comandantes de alto escalão, como Mohammad Bagheri, chefe do Estado-Maior, e o general Ali Shadmani. Os bombardeios, iniciados em 13 de junho, expuseram as fragilidades das defesas iranianas, com drones e mísseis americanos e israelenses operando sem resistência significativa. Segundo o The Wall Street Journal, os EUA utilizaram bombas penetradoras de alta potência, neutralizando alvos estratégicos e paralisando a capacidade de resposta de Teerã. A afirmação de Trump sobre o controle aéreo é corroborada por relatos de que caças F-35 e drones Reaper têm operado livremente, enquanto as defesas antiaéreas iranianas, como o sistema S-300, foram ineficazes.
Trump também destacou a vulnerabilidade de Khamenei, que, segundo fontes de inteligência citadas pela BBC, estaria isolado em um bunker em Teerã, evitando comunicações eletrônicas por medo de ser rastreado. A decisão de não eliminá-lo, apesar de saber sua localização, reflete uma estratégia calculada: manter a pressão psicológica sobre o regime enquanto deixa aberta a possibilidade de negociações. “A paciência está se esgotando”, alertou Trump, sinalizando que qualquer ataque a civis ou militares americanos terá consequências severas. Essa abordagem combina força militar com pragmatismo diplomático, evidenciando sua habilidade em lidar com crises complexas sem ceder à retórica beligerante do Irã.
O regime iraniano, sob Khamenei, enfrenta um colapso iminente. A insistência de Teerã em enriquecer urânio a 60%, nível próximo ao necessário para armas nucleares, segundo a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), provocou a resposta militar de Israel e dos EUA. A economia iraniana, já devastada por sanções que reduziram as exportações de petróleo em 70% desde 2018, sofre com os danos causados pelos ataques, que destruíram infraestruturas críticas e causaram mais de 500 mortes, conforme estimativas independentes. A retórica de Khamenei, que prometeu “abrir as portas do inferno”, não se traduziu em ações eficazes, e sua liderança, marcada por repressão interna e apoio a grupos como o Hezbollah, parece incapaz de conter a crise.
A postura de Trump contrasta com a hesitação de líderes europeus, que, durante a cúpula do G7, defenderam um cessar-fogo sem abordar diretamente o programa nuclear iraniano. Ao exigir a rendição incondicional, Trump reafirma sua visão de que a estabilidade global depende de neutralizar as ameaças de Teerã. Sua decisão de deixar a cúpula do G7 cedo para coordenar a resposta à crise, reunindo-se com o Conselho de Segurança Nacional, demonstra compromisso com resultados concretos, em vez de debates prolongados. A liderança de Trump, que já garantiu a destruição de alvos nucleares iranianos sem perdas americanas, reforça a posição dos EUA como potência militar dominante, capaz de impor sua vontade em cenários de conflito.
Enquanto o Irã tenta negociar por meio de intermediários árabes, como o Qatar, a exigência de rendição de Trump estabelece um precedente claro: qualquer acordo deve garantir o fim das ambições nucleares iranianas. Sua clareza e determinação em proteger os interesses americanos e aliados, como Israel, contrastam com décadas de políticas conciliatórias que permitiram ao regime de Khamenei expandir sua influência. A mensagem de Trump é um aviso inequívoco: o tempo para concessões acabou, e os EUA estão prontos para agir com força total, se necessário.