Trump Determina Retirada Imediata de Agentes de Saúde Americanos da OMS

Gustavo De Oliveira

Em mais uma ação para reafirmar a independência dos Estados Unidos em relação a organizações internacionais, o presidente Donald Trump ordenou que todos os agentes de saúde americanos parem de colaborar imediatamente com a Organização Mundial da Saúde (OMS). A medida é parte de sua postura crítica à entidade, que ele acusa de má gestão e alinhamento com interesses contrários aos valores americanos.

A Decisão e Suas Justificativas

Durante o anúncio, Trump reforçou que a OMS falhou em cumprir seu papel durante a pandemia de COVID-19, além de permitir a influência de potências globais como a China em suas decisões.

“Não vamos mais financiar ou colaborar com uma organização que traiu o povo americano e colocou a política acima da saúde global,” declarou Trump.

A ordem inclui a suspensão imediata de qualquer programa financiado pelos EUA por meio da OMS e a retirada de todos os profissionais americanos que colaboravam com a entidade.

Impacto nos Programas Internacionais de Saúde

Os Estados Unidos sempre foram um dos maiores financiadores da OMS, contribuindo significativamente para programas de vacinação, controle de doenças e ações emergenciais em países em desenvolvimento. A retirada de agentes americanos pode impactar diretamente esses programas, reduzindo a capacidade da OMS de operar em regiões críticas.

Trump, no entanto, afirmou que os recursos serão redirecionados para iniciativas de saúde que beneficiem diretamente o povo americano ou sejam geridas por instituições que compartilhem os valores dos EUA.

Críticas e Apoios

A decisão gerou reações mistas no cenário internacional e interno:

  • Aliados de Trump elogiaram a medida como um passo necessário para proteger os interesses dos EUA, afirmando que a OMS se tornou uma entidade politizada e ineficiente.
  • Críticos, incluindo organizações de saúde pública e países aliados, alertaram que a retirada americana enfraquece os esforços globais para combater pandemias e outras crises sanitárias.

“Abandonar a OMS neste momento é um golpe para a cooperação internacional em saúde,” disse um especialista em políticas globais.

Próximos Passos e Repercussões

Trump indicou que a administração americana buscará criar ou reforçar parcerias com outras entidades de saúde global para garantir que seus interesses sejam atendidos sem a influência de organismos que considera problemáticos.

A retirada dos EUA da OMS é mais uma demonstração da visão de Trump de colocar os interesses americanos em primeiro lugar, mesmo que isso implique em rupturas significativas com estruturas internacionais.

O impacto a longo prazo dessa decisão, tanto para a OMS quanto para a saúde global, ainda será motivo de amplo debate e observação.

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