O Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul (Detran-MS) deu início a um novo leilão que reúne veículos conservados para circulação, sucatas aproveitáveis e inservíveis, todos recolhidos ou apreendidos em 21 municípios do estado. O certame, conduzido pelo leiloeiro Luís Guilherme Tenório de Araújo, acontece exclusivamente online pelo site www.tenorioleiloes.com.br, com lances abertos até 17 de março de 2025, às 15h (horário de MS). Os interessados podem visitar os lotes nos dias 13 e 14 de março, das 8h às 11h e das 13h30 às 16h30, no pátio da PMAX, localizado na Rua Gigante Adamastor, nº 16, no bairro Jardim Santa Felicidade, em Campo Grande. A categoria de circulação oferece 147 lotes, incluindo 124 motocicletas e 23 automóveis. Entre os destaques estão um Hyundai Azera 3.0 V6, modelo 2011/2012, na cor prata, com lance inicial de R$ 16.790,00, e uma Honda CG 160 Fan, ano 2024, na cor cinza, a partir de R$ 4.230,00. Qualquer pessoa física ou jurídica pode participar dessa modalidade. Para sucatas aproveitáveis, são disponibilizados 53 lotes, com 103 motos e 43 carros, restritos a empresas credenciadas pelo Detran-MS. Já a sucata inservível conta com um único lote de 59 motocicletas e quatro automóveis, totalizando cerca de 8,6 toneladas de material ferroso, acessível apenas a pessoas jurídicas do setor de siderurgia, fundição ou reciclagem, previamente cadastradas no órgão. O leilão reflete o esforço do Detran-MS em dar destinação a veículos apreendidos, oferecendo oportunidades tanto para quem busca um automóvel em bom estado quanto para o mercado de reciclagem no estado.
Trump Assinará Decreto Histórico Tornando o Inglês o Idioma Oficial dos EUA
Neste sábado, 1º de março de 2025, o presidente Donald Trump deve assinar um decreto executivo que estabelece o inglês como o idioma oficial dos Estados Unidos, marcando a primeira vez em quase 250 anos de história que o país terá uma língua reconhecida em nível federal. A informação, confirmada por fontes da Casa Branca e amplamente discutida em plataformas como o X, reflete uma das promessas de campanha de Trump para promover a unidade nacional e reforçar sua agenda de assimilação cultural. O ato, previsto para ocorrer ao longo do dia, já provoca reações intensas tanto de apoiadores quanto de críticos. O decreto revoga uma ordem do ex-presidente Bill Clinton, de 2000, que obrigava agências federais e organizações que recebem financiamento público a oferecer assistência linguística a não falantes de inglês. Segundo um esboço obtido pelo The Washington Post, a nova medida dá às agências a liberdade de decidir se continuam oferecendo serviços em outros idiomas, mas incentiva a adoção do inglês como “um caminho para o engajamento cívico”. A Casa Branca argumenta que oficializar o inglês “promove a coesão nacional e eficiência governamental”, uma visão compartilhada por grupos como o U.S. English, que há décadas defende essa mudança. A decisão alinha-se com a retórica de Trump, que durante anos criticou a diversidade linguística trazida pela imigração. Em 2024, no Conservative Political Action Conference, ele afirmou: “Temos idiomas entrando no país que ninguém aqui jamais ouviu falar. É algo terrível”. O vice-presidente JD Vance, coautor do English Language Unity Act em 2023, também celebrou a medida, chamando-a de “bom senso” para reconhecer o inglês como “a língua deste país”. Nos EUA, onde mais de 350 idiomas são falados, segundo o Censo, o inglês já é dominante, mas a ausência de uma língua oficial sempre foi vista como um reflexo de sua herança multicultural — algo que Trump busca agora reverter. A assinatura do decreto, embora simbólica para muitos, já acende debates acalorados. Manifestações estão previstas em cidades como Nova York e Los Angeles, onde ativistas prometem protestar contra o que chamam de “exclusão cultural”. Enquanto isso, nas redes, apoiadores de Trump comemoram o fim de políticas multilíngues, como os menus telefônicos “aperte 1 para inglês, 2 para espanhol”. O impacto prático ainda é incerto, mas o gesto reforça a visão de um governo que prioriza a identidade americana tradicional em meio a um cenário global cada vez mais dividido.
Giorgia Meloni Defende a Civilização Ocidental em Declaração Poderosa
Na quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025, a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, reafirmou sua visão sobre as raízes da identidade europeia em um discurso que ressoou fortemente entre seus apoiadores. “Eu acredito na civilização ocidental, fundada na filosofia grega, no direito romano e nos valores cristãos”, declarou Meloni durante uma sessão no Parlamento italiano, em Roma. A frase, amplamente compartilhada no X e citada por veículos internacionais, reflete sua postura firme em defesa do que considera os pilares fundamentais do Ocidente, em um momento de crescente polarização global. Líder do partido Irmãos da Itália e no comando do país desde outubro de 2022, Meloni usou o discurso para abordar temas como imigração, soberania nacional e a crise cultural que, segundo ela, ameaça a Europa. “Não podemos permitir que nossa identidade seja diluída por ideologias que rejeitam nossa história”, afirmou, em uma crítica velada a políticas progressistas que ela acusa de enfraquecer os valores tradicionais. A declaração veio após a aprovação de medidas mais rígidas contra a imigração ilegal, incluindo multas a ONGs que resgatam migrantes no Mediterrâneo, uma política que reforça sua agenda de priorizar os interesses italianos. A visão de Meloni encontra eco em líderes como Viktor Orbán, da Hungria, e é aplaudida por aqueles que veem na filosofia grega a origem do pensamento crítico, no direito romano a base da ordem jurídica e nos valores cristãos a espinha dorsal da ética ocidental. No entanto, suas palavras também provocam reações de críticos, que a acusam de usar o discurso para justificar uma guinada conservadora e exclusionária. “A civilização que ela defende é uma visão romantizada, não uma realidade prática para o século XXI”, rebateu o deputado de oposição Enrico Letta, do Partido Democrático. O impacto da declaração vai além da Itália. Em um contexto de avanço de movimentos nacionalistas na Europa e de tensões com a União Europeia sobre valores e políticas migratórias, Meloni se posiciona como uma voz influente na defesa de uma identidade ocidental tradicional.
Investigação por Terrorismo Ameaça BBC Após Documentário Acusado de Apoiar Hamas
A BBC enfrenta uma crise sem precedentes enquanto a polícia antiterrorismo do Reino Unido avalia a abertura de uma investigação criminal sobre um possível elo terrorista ligado ao documentário “Gaza: How to Survive a War Zone”. A controvérsia explodiu após a revelação, em 27 de fevereiro de 2025, de que a emissora pagou a família de um oficial sênior do Hamas, grupo classificado como organização terrorista pelo governo britânico, para produzir o filme. A pressão pública e política cresce, com muitos afirmando que a BBC “brincou com fogo e agora vai sentir as consequências”, sugerindo que o fim de sua credibilidade pode estar próximo. O documentário, removido do BBC iPlayer na semana passada, foi centrado na narrativa de Abdullah Al-Yazouri, um menino de 14 anos cujo pai, Ayman Al-Yazouri, é vice-ministro da agricultura do governo dirigido pelo Hamas em Gaza. A BBC admitiu que a produtora independente Hoyo Films, responsável pela obra, realizou pagamentos à mãe do garoto via conta bancária de sua irmã, mas insiste que foi assegurada de que nenhum dinheiro chegou ao Hamas ou seus afiliados. No entanto, a Scotland Yard confirmou que sua Unidade de Contraterrorismo está “avaliando se alguma ação policial é necessária”, após múltiplas denúncias de que dinheiro dos contribuintes pode ter financiado indiretamente uma organização proscrita sob a Lei de Terrorismo de 2000. A reação foi imediata e feroz. Manifestantes tomaram as ruas em frente à sede da BBC em Londres, brandindo cartazes que acusam a emissora de ser “porta-voz de terroristas”. Figuras como o ex-revisor independente de legislação antiterrorismo do Reino Unido, Lorde Carlile, criticaram a “devida diligência completamente inadequada” da BBC, chamando-a de “falha gritante”. Enquanto isso, o vice-ministro das Relações Exteriores de Israel, Sharren Haskel, exigiu uma investigação urgente da Polícia Metropolitana, afirmando que “o dinheiro dos contribuintes britânicos pode ter ido para o Hamas, uma organização terrorista monstruosa”. A secretária de Cultura, Lisa Nandy, anunciou uma reunião de emergência com o presidente da BBC para discutir o caso, prometendo que “nenhuma pedra ficará sem ser revirada”. O escândalo não se limita ao financiamento. Tweets descobertos do cinegrafista Hatem Rawagh, que parece celebrar o massacre de 7 de outubro, e traduções incorretas no documentário — como substituir “jihad contra os judeus” por “luta contra forças israelenses” — intensificaram as acusações de propaganda. Com a confiança pública abalada e a possibilidade de ações legais iminente, o futuro da BBC como bastião do jornalismo imparcial está em xeque, enquanto críticos clamam que a emissora colherá as duras consequências de suas escolhas.
Trump Ameça Cortar Ajuda Militar à Ucrânia e Washington Encerra Apoio à Rede Elétrica
Rumores de uma mudança drástica na política externa dos Estados Unidos ganharam força nos últimos dias, com especulações de que o presidente Donald Trump pode cortar toda a ajuda militar à Ucrânia. A possibilidade, ventilada desde sua campanha e reforçada após uma reunião tensa com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky no Salão Oval em 28 de fevereiro de 2025, reflete a visão de Trump de reduzir o envolvimento americano em conflitos estrangeiros. “A Ucrânia está em apuros, mas não é nosso papel carregar essa guerra nas costas”, teria dito Trump, segundo fontes próximas à Casa Branca, sinalizando que a Europa deveria assumir a liderança no apoio a Kiev. A reunião no Salão Oval terminou em confronto, com Trump e o vice-presidente JD Vance acusando Zelensky de desrespeito e ingratidão, e o líder ucraniano sendo expulso sem a assinatura de um acordo sobre minerais estratégicos. Posts no X e reportagens da imprensa internacional, como da NBC News, indicam que o governo Trump já tomou medidas concretas: o Departamento de Estado encerrou um programa da USAID que investiu centenas de milhões de dólares na reconstrução da rede elétrica ucraniana, devastada por ataques russos. “Isso mina nossa capacidade de negociar um cessar-fogo e sinaliza à Rússia que não nos importamos”, alertou um oficial da USAID, destacando o impacto econômico e humanitário da decisão. A suspensão do suporte à rede elétrica, confirmada em 27 de fevereiro, reduzirá de 64 para apenas oito o número de funcionários americanos da USAID em solo ucraniano, evidenciando uma retirada significativa. Enquanto isso, a ajuda militar, essencial para a resistência de Kiev contra Moscou, permanece em xeque. Embora Trump tenha sugerido continuar o envio de armas em troca de acesso a minerais raros, como lítio e neodímio, a falta de avanços nas negociações e sua retórica de “paz rápida” levantam dúvidas sobre a continuidade desse apoio. Especialistas alertam que, sem os EUA, a Ucrânia poderia resistir por apenas seis meses, conforme declarou o tenente-general Ihor Romanenko à Al Jazeera. O cenário expõe uma encruzilhada para a Ucrânia e o Ocidente. Com a Rússia avançando no Donbas e a popularidade de Zelensky em queda, o corte total de ajuda militar americana poderia forçar Kiev a ceder territórios em negociações, um resultado que Trump parece disposto a pressionar. Enquanto isso, a Europa, apesar de promessas de maior envolvimento, enfrenta divisões internas, com líderes como Viktor Orbán, da Hungria, resistindo a aumentar o suporte. A decisão de Washington de abandonar a reconstrução elétrica já deixa milhões de ucranianos vulneráveis a um inverno rigoroso, intensificando a crise humanitária no país.
Hungria Toma Medida Firme e Viktor Orbán Proíbe Marchas LGBT com Base na Lei de Proteção Infantil
Na sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025, o primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán anunciou a proibição de marchas LGBT em espaços públicos, uma decisão ancorada na controversa Lei de Proteção Infantil, aprovada em 2021. A medida, que já circula amplamente em plataformas como o X e na mídia internacional, reflete a postura do governo de Orbán de restringir o que ele chama de “propaganda sexual” em nome da defesa das crianças e dos valores tradicionais. “Não haverá Pride na forma pública que conhecemos nas últimas décadas”, declarou o líder húngaro, segundo fontes próximas ao governo. A Lei de Proteção Infantil, oficialmente chamada Ato LXXIX de 2021, foi inicialmente apresentada como uma ferramenta para combater a pedofilia, mas incluiu emendas que proíbem a “promoção ou retratação” de homossexualidade e questões de gênero para menores de 18 anos. Agora, o governo estende essa interpretação para banir eventos como as paradas do orgulho LGBT, sob o argumento de que tais manifestações expõem crianças a conteúdos inadequados. Gergely Gulyás, chefe de gabinete de Orbán, reforçou a posição ao afirmar que “o país não precisa tolerar marchas Pride atravessando o centro de Budapeste”, destacando a visão de que essas demonstrações desafiam a soberania cultural húngara. A decisão não é um raio em céu claro. Desde que assumiu o poder em 2010, Orbán e seu partido Fidesz têm adotado uma linha dura contra pautas progressistas, especialmente as relacionadas à comunidade LGBT. Em 2021, a lei já havia gerado atritos com a União Europeia, que a considera discriminatória e contrária aos valores fundamentais do bloco. Apesar das críticas de líderes como Ursula von der Leyen, que chamou a legislação de “uma vergonha”, e das ameaças de sanções, o governo húngaro segue firme, usando a narrativa de proteção às crianças para justificar medidas que muitos veem como um ataque à liberdade de expressão e aos direitos individuais. O impacto imediato da proibição é incerto, mas já provoca reações. Nas redes, apoiadores de Orbán celebram a medida como uma vitória contra influências externas
Trump Confronta Zelensky por Desrespeito em Reunião Explosiva no Salão Oval
Na sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025, uma reunião no Salão Oval da Casa Branca entre o presidente dos EUA, Donald Trump, o vice-presidente JD Vance e o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky descambou para um confronto acalorado. O embate, transmitido ao vivo diante de jornalistas, expôs tensões profundas entre os líderes, com Trump e Vance repreendendo Zelensky por suposta ingratidão e desrespeito, enquanto o ucraniano defendia a necessidade de garantias de segurança contra a Rússia. O incidente terminou com Zelensky sendo convidado a se retirar, sem a assinatura de um acordo sobre minerais que estava em pauta. Tudo começou quando Vance criticou Zelensky por “litigar” questões diante da mídia americana, chamando-o de desrespeitoso. “Você deveria estar agradecendo ao presidente por tentar acabar com esse conflito”, disparou Vance, questionando se Zelensky havia dito “obrigado” ao menos uma vez durante a reunião. O vice-presidente ainda acusou a Ucrânia de forçar conscritos para a linha de frente devido a problemas de efetivo, sugerindo que o líder ucraniano não estava em posição de fazer exigências. Zelensky tentou rebater, perguntando se Vance já havia visitado a Ucrânia para entender a situação, mas foi interrompido. Trump, então, tomou a palavra com tom elevado, dirigindo-se diretamente a Zelensky: “Você não está na posição de ditar o que vamos ou não sentir. Você não tem as cartas agora, seu país está em apuros”. O presidente americano acusou o ucraniano de “apostar com a vida de milhões” e “jogar com a Terceira Guerra Mundial” ao rejeitar uma trégua sem garantias contra a Rússia. “Você está em uma posição ruim, e nós somos os únicos que podem te dar algum poder de negociação”, continuou Trump, insistindo que sua meta é a paz, não a vantagem. Ele finalizou advertindo: “Ou você faz um acordo, ou estamos fora. E se estivermos fora, você vai ter que se virar sozinho”. O confronto terminou abruptamente. Após o embate, Trump postou no Truth Social que Zelensky “desrespeitou os Estados Unidos no seu amado Salão Oval” e que ele só seria bem-vindo de volta quando estivesse “pronto para a paz”. O acordo sobre minerais raros, que poderia beneficiar os EUA em troca de apoio à Ucrânia, não foi assinado, e uma coletiva de imprensa planejada foi cancelada. Zelensky deixou a Casa Branca pouco depois, enquanto a polêmica reacendia o debate sobre o futuro do apoio americano à Ucrânia em meio à guerra com a Rússia.
Janeiro de 2025 Registra Criação de 3.176 Empregos Formais em Mato Grosso do Sul
Mato Grosso do Sul começou 2025 com um saldo positivo de 3.176 empregos com carteira assinada em janeiro, conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. As informações, compiladas pelo Observatório do Mercado de Trabalho da Semadesc, mostram que o estado atingiu um total de 673.560 trabalhadores formais, um crescimento de 0,47% em relação a dezembro de 2024. O destaque do mês foi o setor agropecuário, que liderou a geração de vagas. Dos quatro principais setores econômicos analisados, três registraram aumento nas contratações. A agropecuária gerou 1.524 novos postos, seguida pela construção, com 790, e pela indústria, com 746. O setor de serviços adicionou 625 empregos, enquanto o comércio apresentou um saldo negativo de 509 vagas. O titular da Semadesc, Jaime Verruck, explica que a queda no comércio é um movimento sazonal esperado em janeiro, devido ao fim das contratações temporárias de final de ano. “É uma tendência comum, com mais demissões que admissões nesse setor após as festas”, observa. Verruck também aponta fatores positivos, como o início da colheita agrícola e a expansão de culturas como a citricultura, que impulsionaram a agropecuária. Na indústria, o crescimento reflete investimentos contínuos, enquanto a construção civil se beneficia de novos empreendimentos e da demanda por habitação. “São sinais de uma economia ativa, com impactos diretos na geração de renda”, avalia o secretário. Na distribuição regional, Campo Grande liderou com 620 novas vagas, seguida por Chapadão do Sul (333) e Nova Alvorada do Sul (220). Já Rio Brilhante (-142), Dourados (-77) e Aparecida do Taboado (-53) registraram as maiores perdas de empregos. Quanto ao perfil dos contratados, a maioria (2.054) possui ensino médio completo, enquanto 678 não concluíram o fundamental, 202 têm fundamental incompleto e 161, médio incompleto. Apenas 103 têm ensino superior completo, e seis são analfabetos. Entre os com superior incompleto, houve mais demissões que contratações. Para Verruck, o desempenho de janeiro reflete um cenário promissor. “Foi um mês positivo para o emprego e a renda das famílias, alinhado ao nosso objetivo de ampliar o mercado formal e fortalecer a economia do estado”, conclui.
Polícia Militar de Mato Grosso do Sul firma parceria com Controladoria-Geral para aprimorar gestão e integridade
Na manhã de hoje (28), no Centro Cultural José Octávio Guizzo, o comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul (PMMS), coronel Renato dos Anjos Garnes, e o controlador-geral do Estado, Carlos Eduardo Girão de Arruda, assinaram uma Carta de Intenção visando à implementação de gestão de riscos e do Programa de Integridade na corporação. Essa iniciativa integra o esforço contínuo de aprimoramento dos processos internos da PMMS. O coronel Garnes expressou satisfação pela colaboração com a Controladoria-Geral do Estado (CGE-MS), enfatizando a importância de adotar práticas de compliance para elevar a qualidade dos serviços prestados. “Acreditamos que a melhoria dos processos é fundamental para continuarmos o desenvolvimento do trabalho e colocarmos a PMMS no lugar que ela merece”, afirmou. O evento também marcou o início das comemorações pelos 190 anos da PMMS, data que será celebrada em 5 de setembro de 2025. Durante a cerimônia, autoridades civis e militares prestigiaram apresentações musicais e conheceram as atividades planejadas para o ano de celebração. Everson Leite Cordeiro, diretor-geral de governança e compliance da CGE-MS, ressaltou a relevância do momento para o fortalecimento do compliance público no estado. “Hoje é um marco histórico quando consideramos o início das celebrações pelos 190 anos da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul, e a assinatura da Carta de Intenção é um passo decisivo para garantir a evolução da Polícia Militar por mais 190 anos”, destacou.








