Para os moradores da região norte de Campo Grande que buscam por recolocação no mercado de trabalho, a Fundação do Trabalho de Mato Grosso do Sul (Funtrab) realiza nos próximos dias 12 e 13 (quarta e quinta-feira) o Feirão da Empregabilidade, no Shopping Bosque dos Ipês. Trata-se de um evento para promover a conexão entre empresas em busca de profissionais e trabalhadores em busca de oportunidades. O Feirão desempenha um papel crucial na integração de trabalhadores qualificados com as necessidades crescentes das empresas locais. Dezoito empregadores oferecem 200 vagas nas áreas de hospital, consultoria de RH, limpeza, mercado, máquinas e ferramentas, call center, distribuidora de bebidas, fast-food, estágios, lojas de brinquedos, games, franchising e condomínio do shopping. Além dessas vagas, a Funtrab realizará o cadastro do empregador e orientações sobre a Carteira de Trabalho Digital. Vale lembrar que o atendimento será das 10h às 17 h, no piso 1, próximo à academia Positivamente. Os interessados devem levar a Carteira de Trabalho (física ou digital), RG e CPF. Vinculada à Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), a Funtrab tem intensificado a intermediação de mão de obra e qualificação profissional, pois programas voltados para a capacitação e reintegração de trabalhadores ao mercado formal contribuem diretamente para a redução da desocupação e fortalecimento da economia local. Funtrab no Shopping Bosque dos Ipês A Funtrab realiza o atendimento na Rede Fácil do Shopping Bosque dos Ipês de segunda a sexta, das 10h às 13h e das 14h às 18 h. A unidade deverá atender moradores de bairros como Nova Bahia, Novos Estados, Nova Lima, Jardim Colúmbia, Vida Nova, Tarsila do Amaral, Oscar Salazar, José Tavares do Couto, Residencial Silvestre, Estrela Dalva, Jardim Montevidéu. Outros serviços oferecidos: Agenfa, Águas Guariroba, Detran, Energisa, Procon e Sejusp (instituto de Identificação). A Central de Atendimento ao Cidadão – Rede Fácil Bosque dos Ipês está instalada no 1º piso, perto da Praça Central, no corredor de acesso à Administração do shopping. A entrada mais próxima é a portaria A. Cláudia Yuri, Comunicação Funtrab
Preço da cesta básica varia em até 309%, segundo pesquisa do Procon
A Prefeitura de Dourados, por intermédio do Programa Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), fez pesquisa nova de preços dos produtos que compõem a cesta básica. O levantamento foi feito em 12 supermercados da cidade, onde foram coletados preços de 29 itens. Os pesquisadores apuraram que produtos apresentam variação significativa de um estabelecimento para outro, como, por exemplo, o sabonete de 85 gramas, com diferença de 309,47%; a erva-mate de tereré, pacote de 500 gramas, diferença de 248,98%; café, pacote de 500 gramas, diferença de 145,50% e o quilo da batata inglesa, com diferença de 155,90%. Entre os estabelecimentos pesquisados, foram encontrados 15 itens com diferença superior a 100 % entre o produto com menor e maior preço, entre eles cebola, farinha de mandioca torrada, fubá e sabão em pó. A diferença do estabelecimento com menor preço e o de maior preço, nesta pesquisa, é de 45,03%. O Procon recomenda que o consumidor esteja sempre atento às especificações contidas na embalagem, como prazo de validade, composição e peso líquido do produto, por exemplo.
Prefeitura entrega 1ª etapa de obra que acabará com alagamentos
A primeira das três bocas de dragão que estão sendo construídas na região do Parque Alvorada foi entregue pelo prefeito Marçal Filho na manhã desta quinta-feira (06). A obra, na Rua Afonso Pena, nas proximidades da Avenida Guaicurus, leva solução para o problema de alagamentos na via, que há mais de duas décadas prejudicava moradores e comerciantes da região sempre que chovia com intensidade. A Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur) trabalhava no ponto desde os primeiros dias do ano, a pedido do prefeito Marçal Filho, que solicitou intervenção que, de fato, resolvesse a problemática que afetava diretamente a população, a cada chuva. Nenhuma medida paliativa adotadas pelos ex-prefeitos foi suficiente para solucionar o problema e agora com essa obra de porte considerável os moradores e comerciantes terão tranquilidade. Um exemplo desse problema foi registrado na noite de 24 de dezembro de 2024, véspera de Natal. Marçal esteve no local e constatou a situação de calamidade e o prejuízo aos moradores. Antes mesmo de tomar posse no cargo de prefeito, ele anunciou que iria trabalhar logo nos primeiros dias de mandato para resolver o problema que se arrastava por pelo menos duas décadas. Na manhã desta quinta (06), a retirada da sinalização que impedia o tráfego no local marcou a conclusão das obras da boca de dragão. O prefeito Marçal Filho auxiliou na remoção das placas e destacou que, além de agregar a infraestrutura do município, a intervenção levará mais qualidade de vida para a população. “É com muita satisfação que entrego essa primeira obra da nossa gestão, pois aqui era um local que aconteciam muitos alagamentos”, enfatizou o prefeito. Ele ressaltou que a obra entregue nessa quinta-feira foi a primeira iniciada na atual gestão. “Acompanhei de perto o que as famílias aqui próximas passavam e, agora, com uma obra muito bem feita, a água vai ter para onde escoar”, citou ao Marçal Filho ao destacar que a ação é parte das melhorias que estão sendo levadas para o local e que vão gerar mais tranquilidade e segurança para a população. O secretário municipal de Serviços Urbanos, Luiz Roberto Martins, destaca que a boca de dragão implementada no local conta com material de alta qualidade e toda a estruturação foi feita de forma planejada para que o serviço seja duradouro. “O pedido do prefeito Marçal Filho foi para que fosse feito algo que realmente solucionasse a questão dos alagamentos e não paliativos, como já foram feitos anteriormente”, ressaltou. “Então, junto ao setor de engenharia, estudamos e estruturamos essa boca de dragão e estamos trabalhando com um novo método de fixação, novos tipos de vigas e com toda atenção para uma concretagem também de alta qualidade”, destacou. Ainda conforme o secretário, as equipes já começaram a atuar na implementação das outras duas bocas de dragão na região, sendo uma na Rua Monte Alegre e outra no início da Avenida Júlio Marques, que dá acesso ao Parque Alvorada. Durante a entrega da boca de dragão, o prefeito Marçal Filho aproveitou ainda para fazer um apelo à população, para que não jogue lixo nas vias, ato que além de impactar negativamente no escoamento das águas da chuva, gera malefícios ao meio ambiente. “Aproveitamos para pedir para todos que contribuam também fazendo a sua parte e não jogando lixo nas ruas ou terrenos, pois quando chove, bocas de lobo não têm passagem se tem objeto e isso dificulta a passagem da água e ainda tem a questão ambiental”, pontuou. ATENÇÃO É importante recordar aos motoristas que durante o trabalho de implementação das bocas de dragão, o trânsito fica bloqueado na via, até que o concreto esteja totalmente seco, sendo necessário optar por vias alternativas.
Trump Declara Março de 2025 como Mês da História das Mulheres em Homenagem Nacional
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou uma proclamação oficial em 6 de março de 2025, designando março como o Mês da História das Mulheres. Em um gesto que reforça sua agenda de reconhecimento de grupos historicamente influentes, Trump afirmou: “É uma honra absoluta assinar isso. As mulheres fizeram muito por nós, e nós as amamos.” A declaração, feita durante uma cerimônia no Salão Oval, destaca o papel das mulheres na construção da nação americana, desde suas fundações até os dias atuais, e chama os cidadãos a celebrarem suas contribuições. A proclamação, publicada no site oficial da Casa Branca, enfatiza a importância das mulheres “sem fama ou fanfarra” que inspiram, sustentam e fortalecem o país diariamente. Trump apontou conquistas específicas de sua administração, como a restauração de proteções do Título IX e políticas de segurança nas fronteiras, como exemplos de seu compromisso em “empoderar as mulheres”. Ele também mencionou esforços para melhorar o acesso à fertilização in vitro e promover a escolha escolar, alinhando a homenagem a uma visão de progresso familiar e nacional que ressoa com valores tradicionais. Veículos conservadores, como o Fox News e o National Review, celebraram a iniciativa como um reconhecimento merecido, destacando o histórico de Trump em apoiar mulheres em sua administração e campanhas. A medida, porém, não passou sem controvérsia. Postagens no X mostram uma divisão clara: enquanto apoiadores elogiam a proclamação como um tributo genuíno, críticos questionam a sinceridade do gesto, citando políticas passadas que, segundo eles, contradizem o discurso atual. Ainda assim, o texto oficial convoca todos os americanos a participarem de atividades que honrem as mulheres, reforçando a mensagem de unidade. O Mês da História das Mulheres, celebrado anualmente em março, tem raízes na década de 1980 e foi formalizado por presidentes anteriores, incluindo Trump em seu primeiro mandato. A edição de 2025, no entanto, ganha um tom particular com a ênfase do presidente em “proteger as mulheres a todo custo”, uma frase que ecoa em suas falas recentes e sinaliza uma prioridade para o restante de seu governo. À medida que o mês se aproxima, espera-se que escolas, comunidades e organizações respondam ao chamado com eventos que destaquem tanto as pioneiras do passado quanto as líderes do presente.
Rubio Inicia Ofensiva Contra Manifestantes Pró-Hamas com Revogação de Vistos nos EUA
O governo dos Estados Unidos, sob a liderança do presidente Donald Trump, deu um passo firme contra o que considera uma ameaça à ordem pública e à segurança nacional. O secretário de Estado, Marco Rubio, anunciou em 7 de março de 2025 o início de uma operação para revogar vistos de estrangeiros envolvidos em protestos violentos pró-Hamas. A medida, que já resultou no cancelamento do visto de um estudante universitário, marca o começo de uma política de tolerância zero contra agitadores que, segundo o governo, usam manifestações como pretexto para atos criminosos. O primeiro caso envolve um estudante estrangeiro acusado de participar de protestos violentos em apoio ao Hamas, grupo classificado como organização terrorista pelos EUA. Fontes indicam que o indivíduo teve seu visto revogado após uma revisão conduzida pelo Departamento de Estado, com apoio de inteligência artificial para analisar atividades em redes sociais. O Serviço de Imigração e Controle de Alfândega (ICE) foi acionado para executar a deportação, enviando um recado claro: quem cruzar a linha enfrentará consequências imediatas. A ação foi confirmada por Rubio em entrevista à Fox News, onde ele reiterou o compromisso da administração Trump em proteger os interesses americanos. A iniciativa reflete uma promessa de campanha de Trump, que há semanas sinaliza medidas duras contra o que chama de “desordem promovida por radicais” em solo americano. Veículos conservadores, como o National Review e o Daily Mail, destacam que a revogação de vistos visa estrangeiros em situação legal — especialmente estudantes com vistos F-1 — que demonstrem apoio explícito ao Hamas ou participem de atos que violem as leis locais. A postura é respaldada pela Lei de Imigração e Nacionalidade de 1952, que dá ao secretário de Estado autoridade para cassar vistos de indivíduos considerados riscos à segurança. A reação não tardou. Nas redes sociais, apoiadores de Trump elogiam a medida como um passo necessário para restaurar a lei e a ordem, enquanto críticos alertam para possíveis abusos e violações de liberdade de expressão. O caso do estudante deportado ainda está envolto em detalhes escassos — sua identidade e nacionalidade não foram reveladas —, mas já acende o debate sobre os limites da repressão a protestos. Para Rubio e Trump, however, a mensagem é inequívoca: os EUA não serão um palco para apologias ao terrorismo ou violência disfarçada de ativismo.
Trump Ameça Rússia com Sanções e Tarifas para Forçar Paz na Ucrânia
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou o tom contra a Rússia em uma declaração feita em 7 de março de 2025, via Truth Social, prometendo medidas econômicas duras em resposta à ofensiva militar em curso contra a Ucrânia. “Com base no fato de que a Rússia está absolutamente ‘massacrando’ a Ucrânia no campo de batalha agora, estou considerando fortemente sanções bancárias em grande escala, sanções e tarifas contra a Rússia até que um cessar-fogo e um ACORDO FINAL DE PAZ sejam alcançados”, escreveu Trump. Ele concluiu com um apelo direto: “Para Rússia e Ucrânia, sentem-se à mesa agora, antes que seja tarde demais. Obrigado!!!” A mensagem reflete uma mudança na postura de Trump, que, desde o início de seu mandato em 2025, vinha adotando uma abordagem mais branda com o presidente russo Vladimir Putin, enquanto criticava duramente o líder ucraniano Volodymyr Zelensky. A ameaça surge após uma série de ataques russos devastadores contra a infraestrutura energética ucraniana, que intensificaram a pressão sobre Kiev em um conflito que já dura três anos. Para muitos observadores, a fala de Trump sinaliza uma tentativa de retomar o controle da narrativa e projetar força, enquanto busca cumprir sua promessa de campanha de encerrar a guerra rapidamente. Veículos alinhados à visão conservadora, como o Fox News e o Daily Mail, interpretam a declaração como um recado claro: Trump está disposto a usar o poder econômico americano para dobrar Moscou, mas sem se comprometer com um apoio irrestrito à Ucrânia. A menção a “sanções bancárias em grande escala” sugere um ataque ao coração financeiro da Rússia, que já enfrenta restrições significativas desde 2022, mas tem contornado algumas delas com ajuda de países como China e Índia. A proposta de tarifas adicionais reforça a estratégia de Trump de priorizar medidas econômicas sobre intervenções militares diretas, uma tônica de sua política externa. A pressão por negociações não é novidade, mas o timing da declaração coincide com relatos de avanços russos no leste da Ucrânia e uma pausa no apoio militar e de inteligência dos EUA a Kiev, anunciada dias antes. Enquanto Trump pressiona por um cessar-fogo, a ausência de detalhes sobre como essas sanções seriam implementadas levanta questões sobre sua viabilidade e impacto real. O Kremlin, por ora, mantém silêncio sobre a ameaça, mas analistas apontam que Putin pode ver nisso uma oportunidade de explorar divisões entre os EUA e seus aliados europeus, que temem um recuo americano no conflito.
Trump Corta Mais de US$ 400 Milhões da Universidade de Columbia por Falhas no Combate ao Antissemitismo
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tomou uma decisão impactante ao cancelar mais de 400 milhões de dólares em financiamento federal destinado à Universidade de Columbia, uma das mais prestigiadas instituições da Ivy League. O anúncio, feito em 7 de março de 2025, foi justificado pela suposta incapacidade da universidade de conter o que o governo chama de “antissemitismo desenfreado” em seu campus, especialmente após os protestos pró-Palestina que eclodiram desde o ataque do Hamas a Israel em 7 de outubro de 2023. A medida reflete a postura linha-dura de Trump contra o que ele e seus aliados veem como uma tolerância inaceitável a atos de discriminação e desordem nas universidades americanas. A ação envolveu a suspensão de contratos e subsídios federais, representando cerca de 8% dos mais de 5 bilhões de dólares em compromissos de financiamento que Columbia mantém com o governo dos EUA. O Departamento de Justiça, o Departamento de Educação, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos e a Administração de Serviços Gerais, juntos em uma força-tarefa contra o antissemitismo, apontaram que a universidade falhou em proteger estudantes judeus de “violência, intimidação e assédio” desde o início do conflito Israel-Hamas. A secretária de Educação, Linda McMahon, declarou que “universidades que recebem fundos federais devem cumprir as leis antidiscriminação”, acusando Columbia de abandonar essa obrigação. A decisão de Trump ecoa promessas feitas durante sua campanha e reforça sua narrativa de restaurar a ordem em instituições acadêmicas que, na visão conservadora, tornaram-se focos de radicalismo. Veículos como o Fox News e o Daily Mail relatam que o corte é apenas o começo, com a força-tarefa sugerindo que mais reduções podem vir caso a universidade não mude sua abordagem. Os protestos em Columbia, que incluíram acampamentos e a ocupação de prédios no último ano, são citados como evidência de um ambiente hostil, especialmente para estudantes judeus, que relataram sentir-se ameaçados e marginalizados. A universidade respondeu prometendo “trabalhar com o governo federal” para restaurar os fundos, enfatizando seu compromisso em combater o antissemitismo e garantir a segurança de todos no campus. No entanto, críticos da medida, amplamente expressos em postagens no X, argumentam que o corte é uma punição desproporcional e uma tentativa de silenciar vozes pró-Palestina, levantando questões sobre liberdade de expressão. Enquanto isso, apoiadores de Trump celebram a ação como um passo necessário para responsabilizar instituições que, segundo eles, perderam o controle diante de “agitadores” e ideologias extremas.
Trump Mantém Mistério Sobre Possível Ataque a Gaza com Israel
Em um encontro recente com a imprensa, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi questionado sobre a possibilidade de uma ação militar conjunta entre os EUA e Israel contra a Faixa de Gaza. A pergunta veio à tona em meio a especulações sobre o posicionamento americano diante do conflito na região e da postura de Trump em relação ao Hamas, grupo que controla o território palestino. “Os EUA atacarão Gaza junto com Israel?”, indagou um repórter. A resposta de Trump foi enigmática: “Vocês vão descobrir.” A declaração, feita em 6 de março de 2025, rapidamente ganhou tração nas redes sociais e em veículos de mídia, reacendendo debates sobre as intenções do governo americano no Oriente Médio. A falta de clareza na resposta de Trump reflete uma abordagem que ele frequentemente adota: manter a imprevisibilidade como ferramenta estratégica. Para observadores atentos à política externa americana, a fala pode ser interpretada como uma tentativa de pressionar o Hamas, especialmente no contexto da libertação de reféns mantidos pelo grupo desde o ataque de 7 de outubro de 2023 contra Israel. Trump mencionou ter se reunido com reféns libertados na véspera, sugerindo que a questão permanece uma prioridade em sua agenda. No entanto, ele não deu pistas concretas sobre se uma operação militar está nos planos ou se a declaração visa apenas enviar um recado aos adversários. Fontes alinhadas a uma perspectiva conservadora, como o Fox News, destacam que a postura ambígua de Trump reforça sua imagem de líder firme, disposto a apoiar Israel sem hesitação. Já críticos, amplamente representados em postagens no X, alertam que tal retórica pode escalar tensões em uma região já marcada por instabilidade. A guerra entre Israel e o Hamas, pausada por um cessar-fogo em janeiro de 2025, deixou Gaza em escombros, com mais de 48 mil mortos, segundo o Ministério da Saúde local. Qualquer sinal de envolvimento direto dos EUA seria um divisor de águas, considerando o histórico de intervenções americanas no Oriente Médio, como Iraque e Afeganistão, que geraram resultados controversos. A relação entre Trump e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, também pesa no contexto. Desde seu primeiro mandato, Trump se posicionou como um aliado incondicional de Israel, reconhecendo Jerusalém como capital e mediando os Acordos de Abraão. A resposta evasiva ao repórter pode ser um reflexo dessa parceria, mantendo opções abertas enquanto Netanyahu enfrenta pressões internas e externas para definir o futuro de Gaza. Por ora, o mundo fica à espera de sinais mais claros sobre o que “descobrir” realmente significa.
Le Pen Acusa Macron de Flertar com a Guerra e Alerta para Riscos Globais
Marine Le Pen, líder do partido conservador Rassemblement National (Reunião Nacional), intensificou suas críticas ao presidente francês Emmanuel Macron em um ataque contundente que reverberou no cenário político da França. Durante um pronunciamento recente, Le Pen declarou: “Emmanuel Macron quer que a França vá para a guerra. Ele quer a Terceira Guerra Mundial. Eu sou contra. Eu me oponho a qualquer coisa que crie o risco de um conflito global em que a França estaria na linha de frente.” A fala, amplamente discutida em plataformas como o X e relatada por fontes alinhadas à direita, reflete a crescente tensão entre os dois líderes em meio a debates sobre a política externa francesa. O estopim para as críticas de Le Pen parece ser a postura de Macron em relação ao conflito na Ucrânia. Nos últimos meses, o presidente francês defendeu uma abordagem mais assertiva contra a Rússia, incluindo o envio de armas avançadas a Kiev e até mesmo a possibilidade de presença militar ocidental no terreno ucraniano. Tais posições, que Macron justifica como necessárias para conter a expansão russa e proteger a Europa, foram interpretadas por Le Pen como uma provocação perigosa. Ela argumenta que essa escalada poderia arrastar a França — e, por extensão, toda a Europa — para um confronto direto com Moscou, evocando temores de um conflito de proporções globais. Veículos conservadores, como o Daily Express e o GB News, têm dado destaque à narrativa de Le Pen, enfatizando seu apelo ao nacionalismo e à cautela. Segundo ela, a França deveria priorizar sua soberania e segurança interna, evitando aventuras militares que a coloquem como alvo em uma guerra potencialmente devastadora. A líder do RN também aproveitou para reforçar sua imagem como defensora do povo francês, contrastando com o que descreve como a “irresponsabilidade” de Macron. Posts no X amplificam essa mensagem, com apoiadores elogiando Le Pen por “fazer mais sentido” que outros líderes europeus ao rejeitar o que chamam de belicismo desnecessário. A troca de acusações ocorre em um momento delicado para Macron, cujo governo enfrenta críticas internas por questões econômicas e políticas, além de uma percepção de enfraquecimento no cenário internacional. Enquanto o presidente busca projetar a França como uma potência militar e diplomática líder na Europa, Le Pen capitaliza o descontentamento popular para pintar suas ações como arriscadas e desconectadas dos interesses nacionais. O embate entre os dois promete esquentar ainda mais à medida que as eleições de 2027 se aproximam, com a segurança global emergindo como um tema central na disputa.








