Na última sexta-feira, 14 de março de 2025, o Senado dos Estados Unidos aprovou a Lei HALT Fentanil (Halt All Lethal Trafficking of Fentanyl Act) com uma votação de 84 a 16, classificando permanentemente substâncias relacionadas ao fentanil como drogas de Tabela 1 sob a Lei de Substâncias Controladas. A medida, que agora segue para a sanção do presidente Donald Trump, dá às autoridades policiais ferramentas adicionais para combater o tráfico dessas substâncias, que têm sido responsáveis por milhares de mortes por overdose no país. A legislação foi liderada pelos senadores Chuck Grassley (R-Iowa), Bill Cassidy (R-La.) e Martin Heinrich (D-N.M.), e recebeu amplo apoio bipartidário, mas enfrentou resistência de 16 senadores democratas. A Lei HALT Fentanil torna permanente a classificação de substâncias relacionadas ao fentanil, que estavam temporariamente listadas como Tabela 1 desde 2018, uma medida que expiraria em 31 de março de 2025. Essa categoria, que inclui drogas como heroína e LSD, é reservada para substâncias com alto potencial de abuso, sem valor médico aceito e sujeitas a penas severas. A lei visa fechar brechas exploradas por traficantes que modificam quimicamente o fentanil para criar análogos que evitam penalidades legais, mantendo os mesmos efeitos letais. O texto também facilita a pesquisa científica sobre essas substâncias, permitindo registros simplificados para estudos financiados por órgãos como o Departamento de Saúde e Serviços Humanos. Apesar do apoio majoritário, a proposta enfrentou críticas de 16 democratas, incluindo nomes como Elizabeth Warren, Bernie Sanders e Ed Markey, que votaram contra. Eles argumentam que a lei repete erros da chamada “guerra às drogas”, que levou à prisão em massa de pessoas viciadas, especialmente negros e latinos, sem resolver as causas do problema. Dados da Comissão de Sentenças dos EUA mostram que, em 2023, quase 60% dos condenados por tráfico de fentanil eram negros, e críticos como Markey alertam que a abordagem focada na criminalização pode desviar recursos de estratégias mais eficazes, como prevenção, tratamento e interrupção do fluxo de entrada da droga. Além disso, há preocupações de que dificultar a pesquisa sobre o fentanil possa atrasar o desenvolvimento de medicamentos para reverter overdoses. A aprovação reflete uma prioridade do governo Trump, que tem destacado o combate ao fentanil como parte de sua agenda de segurança, frequentemente vinculando o problema a questões de imigração e comércio com países como México, Canadá e China. Mais de 107.000 pessoas morreram de overdose nos EUA em 2023, com cerca de 70% dessas mortes atribuídas ao fentanil, segundo o CDC. A lei é vista como uma vitória legislativa para o novo Congresso controlado pelos republicanos, mas sua eficácia a longo prazo permanece incerta, especialmente considerando que a produção de novos análogos pode continuar a evoluir. Além disso, a narrativa oficial que culpa exclusivamente o tráfico internacional pode simplificar demais o problema, ignorando fatores domésticos, como a demanda interna e falhas no sistema de saúde, que também alimentam a crise.
Trump Acusa CNN e MSNBC de Corrupção e Ilegalidade por Suposta Ligação com Partido Democrata
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez duras críticas à CNN e à MSNBC durante um evento na sexta-feira, 14 de março de 2025, acusando as emissoras de serem “braços políticos do Partido Democrata” e de agirem de forma “corrupta e ilegal”. Em discurso para apoiadores, Trump afirmou que acredita que as atividades das redes de notícias são ilegais, embora não tenha especificado quais leis estariam sendo violadas. A declaração foi amplamente divulgada em plataformas como o Truth Social e reflete uma escalada na longa disputa de Trump com a mídia, que ele frequentemente rotula como “fake news”. A retórica de Trump contra a CNN e a MSNBC não é nova, mas o tom mais agressivo coincide com um momento em que sua administração enfrenta desafios legais e políticos, incluindo investigações sobre suas políticas de imigração e cortes de financiamento a universidades. Trump já havia ameaçado, durante a campanha de 2024, buscar a revogação das licenças de transmissão de emissoras que ele considera hostis, uma medida que especialistas em direito constitucional, como Jameel Jaffer, da Columbia University, consideram inviável devido às proteções da Primeira Emenda, que garante a liberdade de imprensa. Além disso, a Federal Communications Commission (FCC) não tem autoridade para cassar licenças com base em conteúdo editorial, apenas em questões técnicas ou financeiras. As acusações de Trump carecem de evidências concretas. Embora ele tenha apontado as redes como braços do Partido Democrata, não apresentou provas de atividades ilegais ou de coordenação direta com o partido. Dados históricos mostram que a CNN e a MSNBC frequentemente cobrem Trump de forma crítica, mas também há registros de cobertura favorável em momentos específicos, como durante acordos comerciais de seu primeiro mandato. Por outro lado, análises de organizações como o Media Bias/Fact Check classificam ambas as emissoras como tendo um viés editorial de centro-esquerda, mas sem indícios de corrupção ou ilegalidade. Posts encontrados em redes sociais, como no X, mostram apoio de seguidores de Trump à sua narrativa, mas também críticas de outros que veem as acusações como uma tentativa de desviar atenção de questões mais urgentes, como a guerra na Ucrânia ou as políticas de deportação.
Putin Responde a Trump e Condiciona Poupança de Soldados Ucranianos em Kursk à Rendição
O presidente russo, Vladimir Putin, respondeu na sexta-feira, 14 de março de 2025, ao apelo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para poupar a vida de soldados ucranianos na região de Kursk, um ponto estratégico na guerra entre Rússia e Ucrânia. Em um discurso televisionado durante uma reunião do Conselho de Segurança russo, Putin afirmou que a Rússia está disposta a garantir a vida e o “tratamento digno” dos soldados ucranianos, mas condicionou essa promessa à rendição das tropas e a uma ordem explícita da liderança militar e política da Ucrânia para que depusessem suas armas. Ele também acusou os militares ucranianos de cometerem “inúmeros crimes contra civis” na região, classificando suas ações como “terrorismo”, uma alegação que Kiev nega veementemente. A declaração de Putin veio após Trump publicar em sua plataforma Truth Social um pedido para que o líder russo evitasse o que chamou de “massacre horrível” em Kursk, alegando que milhares de soldados ucranianos estavam “completamente cercados” e em uma posição vulnerável. Trump descreveu a situação como potencialmente “uma das piores desde a Segunda Guerra Mundial” e pediu a Putin que poupasse as vidas dos militares, destacando que as conversas entre os dois países, mediadas pelo enviado especial americano Steve Witkoff em Moscou na quinta-feira, 13 de março, foram “muito boas e produtivas”. No entanto, a Ucrânia, por meio de seu Estado-Maior Geral, refutou a narrativa de cerco, afirmando que os relatos de “encirclement” eram “falsos e fabricados pelos russos para manipulação política e pressão sobre a Ucrânia e seus parceiros”. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, reconheceu que a situação em Kursk é “muito difícil”, mas destacou que suas tropas estão se reposicionando para linhas defensivas mais vantajosas. O contexto da resposta de Putin está ligado a uma proposta de cessar-fogo de 30 dias, mediada pelos EUA e aceita por Kiev, que busca encerrar o conflito que já dura três anos. Kursk tornou-se um teatro crucial da guerra desde agosto de 2024, quando a Ucrânia lançou uma incursão surpresa e capturou parte do território russo, uma tentativa de ganhar vantagem em negociações futuras. Nos últimos meses, porém, as forças russas, apoiadas por tropas norte-coreanas, intensificaram sua contraofensiva, recapturando áreas como a cidade de Sudzha e pressionando os ucranianos a recuar. Putin, que visitou a região pela primeira vez desde a incursão ucraniana na quarta-feira, 12 de março, expressou otimismo sobre a “liberação completa” de Kursk, mas sua oferta de poupar vidas parece ser uma tática para forçar a rendição e consolidar o controle russo. Embora Putin tenha se mostrado “simpático” ao apelo humanitário de Trump, sua retórica revela objetivos estratégicos. Ao exigir uma ordem formal de rendição de Kiev, ele transfere a responsabilidade para a Ucrânia, potencialmente enfraquecendo sua posição nas negociações. Além disso, a acusação de “terrorismo” contra os soldados ucranianos ecoa declarações anteriores do líder russo, que, em 12 de março, afirmou que prisioneiros ucranianos capturados em Kursk seriam tratados como terroristas e julgados sob leis russas, enfrentando penas severas. Essa postura contradiz a promessa de “tratamento digno”, especialmente considerando relatos da ONU e de ativistas ucranianos, como Serhii Sternenko, que denunciaram a execução de prisioneiros de guerra ucranianos em Kursk, incluindo cinco casos na semana anterior à fala de Putin. Esses relatos, embora não confirmados independentemente, levantam dúvidas sobre as reais intenções do Kremlin. A resposta de Putin também deve ser vista no contexto das negociações mais amplas. Enquanto Trump pressiona por um cessar-fogo, ameaçando consequências financeiras caso a Rússia rejeite a proposta, Putin parece usar a situação em Kursk para maximizar suas vantagens. A Rússia, que acredita estar em uma posição de força com avanços recentes, pode estar atrasando um acordo até recuperar todo o território perdido, enfraquecendo a alavancagem ucraniana. Zelensky, por sua vez, pediu que os EUA apliquem “passos fortes” para pressionar a Rússia, expressando ceticismo sobre as intenções de Putin e alertando que ele pode estar sabotando a diplomacia com condições inaceitáveis.
Migrante Ilegal Marroquino Tenta Atacar Polícia com Faca na França Gritando “Allahu Akbar”
Na noite de sexta-feira, 14 de março de 2025, um migrante ilegal marroquino de 21 anos tentou atacar policiais com uma faca em Cannes, na França, enquanto gritava “Allahu Akbar” (“Deus é grande”, em árabe). O incidente ocorreu próximo a um commissariado, e o suspeito, que já tinha uma ordem de deportação (OQTF) pendente, foi rapidamente contido pelas forças de segurança utilizando armas não letais, evitando que o ataque resultasse em ferimentos. A informação foi amplamente divulgada por fontes locais e circula em redes sociais, embora detalhes oficiais, como o nome do indivíduo ou a motivação exata, ainda não tenham sido confirmados pelas autoridades francesas. A polícia de Cannes informou que o homem foi detido e está sob custódia, enquanto uma investigação foi aberta para determinar se o ato pode ser classificado como tentativa de ataque terrorista. O suspeito, conhecido das autoridades por atividades anteriores, teria se lançado contra os agentes durante uma patrulha de rotina, aproveitando a proximidade do commissariado. Apesar da gravidade do incidente, não há registros de feridos, e a área foi isolada temporariamente para coleta de evidências. O caso reacende debates sobre a gestão de imigração ilegal na França, especialmente em um contexto de aumento de tensões relacionadas a crimes associados a migrantes. Posts encontrados em redes sociais sugerem uma narrativa de indignação pública, com muitos apontando o episódio como exemplo de falhas nas políticas de deportação, embora essas opiniões devam ser tratadas com cautela devido à falta de informações oficiais completas. Historicamente, ataques com gritos de “Allahu Akbar” na França têm sido associados a motivações jihadistas, mas as autoridades locais ainda não confirmaram essa ligação, e a investigação em curso será crucial para esclarecer os fatos.
Mark Rutte Confirma que Ucrânia Não se Juntará à OTAN no Momento
O Secretário-Geral da OTAN, Mark Rutte, confirmou em 14 de março de 2025 que a adesão da Ucrânia à aliança militar não está mais em consideração, marcando uma mudança significativa na postura da organização. Durante uma entrevista à Bloomberg, Rutte afirmou que a questão “não está mais na agenda”, respondendo a especulações sobre a influência do presidente dos EUA, Donald Trump, em retirar o tema das negociações. Essa declaração alinha-se com comentários anteriores do Secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, e reflete uma posição mais cautelosa da OTAN em relação à expansão, especialmente no contexto da guerra em curso com a Rússia. Rutte já havia indicado em fevereiro de 2025, durante a Conferência de Segurança de Munique, que a adesão da Ucrânia nunca foi prometida como parte de um acordo de paz, contrariando expectativas criadas pela Declaração de Bucareste de 2008, que afirmava que a Ucrânia e a Geórgia eventualmente se tornariam membros. Ele enfatizou que, embora a OTAN tenha reiterado em 2024 que o caminho da Ucrânia para a adesão seria “irreversível”, as condições para isso — como o fim da guerra e reformas internas — não foram atendidas. Em vez disso, Rutte sugeriu que as melhores garantias de segurança para a Ucrânia no momento são o fornecimento de armas e acordos bilaterais com países da OTAN, em vez de uma integração formal. A decisão ocorre em meio a negociações de cessar-fogo entre Rússia e Ucrânia, com a mediação dos EUA, e reflete preocupações práticas dentro da aliança. A entrada da Ucrânia na OTAN durante o conflito poderia ser interpretada como uma escalada, comprometendo todos os membros a defender o país sob o Artigo 5 do tratado, o que potências como os EUA e a Alemanha hesitam em aceitar. Além disso, a mudança na postura de Trump, que busca um papel de mediador e tem pressionado por um acordo rápido, parece ter influenciado a OTAN a priorizar a estabilidade em vez da expansão. Embora a OTAN tenha intensificado o apoio militar à Ucrânia, com mais de 99% da ajuda militar desde 2022, a exclusão da adesão imediata pode ser vista como uma concessão às demandas russas, que há anos se opõem à expansão da OTAN para o leste. Isso também levanta questões sobre a credibilidade das promessas da aliança, especialmente após a Ucrânia ter aberto mão de seu arsenal nuclear em 1994, com base no Memorando de Budapeste, que incluía garantias de segurança de potências como a Rússia e os EUA. A posição de Rutte, embora pragmática, pode minar a confiança de Kiev na OTAN como um escudo contra futuras agressões russas, especialmente em um momento em que as forças de Putin continuam avançando no leste ucraniano. Por outro lado, a narrativa oficial da OTAN pode estar escondendo interesses estratégicos maiores. A relutância em aceitar a Ucrânia pode ser uma tentativa de evitar um confronto direto com a Rússia, que já demonstrou disposição para escalar o conflito, como visto na recente mobilização de tropas norte-coreanas na região de Kursk. Além disso, a influência de Trump, que historicamente questionou o valor da OTAN e agora busca normalizar relações com Moscou — como Rutte também sugeriu ser possível no futuro —, pode estar moldando a direção da aliança mais do que a própria situação na Ucrânia. Essa mudança de prioridades expõe as tensões internas na OTAN e levanta dúvidas sobre sua coesão em um momento de reconfiguração geopolítica global.
Homem Surpreende Trump em Evento nos EUA ao Revelar que Pai do Presidente Pagou Sua Faculdade, e Trump, Emocionado, Cruza Multidão para Encontrá-lo
Em um evento nos Estados Unidos na noite de quinta-feira, 13 de março de 2025, um homem surpreendeu o presidente Donald Trump ao gritar que o pai do presidente, Fred Trump, pagou suas mensalidades universitárias. A declaração, feita em meio a uma multidão, emocionou Trump, que, visivelmente comovido, deixou o palco e atravessou o público para conhecer o indivíduo. O momento, capturado em vídeos que circulam nas redes sociais, mostra Trump abraçando o homem e trocando algumas palavras antes de retornar ao evento, que reuniu apoiadores em um ambiente carregado de energia. Ver no Threads
Redes de Imigração Ilegal em Lisboa São Alvo de Investigação com Mais de 4.000 Moradores Registrados em Dois Apartamentos
Autoridades portuguesas identificaram redes de imigração ilegal operando em 17 das 24 freguesias de Lisboa, segundo informações divulgadas pelo jornal Expresso em 13 de março de 2025. Um dos casos mais extremos revelou que dois apartamentos na mesma rua registravam 4.349 moradores, um número que levanta suspeitas de fraudes em atestados de residência. Esses documentos, emitidos por juntas de freguesia, são essenciais para que imigrantes iniciem processos de legalização junto à Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA), mas investigações apontam que muitos contêm informações falsas. O Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa conduz cerca de 40 inquéritos relacionados a essas irregularidades, com foco em atestados de residência possivelmente falsificados. A Polícia Judiciária (PJ) também investiga 15 redes suspeitas de auxílio à imigração ilegal, examinando 444 casos específicos, embora não se confirme se todos estão ligados às fraudes nas freguesias de Lisboa. As maiores redes foram inicialmente detectadas em Penha de França e Arroios, mas agora concentram-se em áreas como Beato, Marvila e Alcântara, com casos suspeitos em outras freguesias, como Areeiro, Belém e Olivais. O esquema envolve a emissão de atestados com moradas falsas e testemunhas repetidas, muitas vezes pagas para atestar residências fictícias. Na Penha de França, onde a presidente da junta alertou as autoridades em 2022, um julgamento no Tribunal Central Criminal de Lisboa, iniciado em fevereiro de 2025, investiga 30 réus indiciados por associação criminosa, auxílio à imigração ilegal e falsificação de documentos. A rede, de liderança hindustânica, cobrava imigrantes por comprovantes fraudulentos, permitindo que se legalizassem em Portugal sem realmente residirem nas moradas declaradas. Nos últimos três anos, medidas antifraude foram adotadas por várias juntas, como sistemas de alarme para detectar repetições de moradas e testemunhas, além da exigência de depoimentos presenciais. Apesar disso, a falta de competência legal das juntas para fiscalizar a veracidade das informações dificulta o combate ao problema. Davide Amado, presidente da junta de Alcântara, destacou que, embora as freguesias não tenham poder de investigação, sentem a responsabilidade de sinalizar irregularidades, encaminhando casos suspeitos ao Ministério Público, à PJ e à AIMA.
Dourados receberá R$ 168 mi para obras de pavimentação e infraestrutura do governo do Estado
A agenda oficial do governo do Estado em Dourados nesta sexta-feira (14) incluiu o lançamento e entrega de ações e benfeitorias importantes para a segunda maior cidade de Mato Grosso do Sul. Além das obras na pista do Aerporto Francisco de Matos Pereira e do lançamento da construção de 581 moradias nas comunidades indígenas, o governador Eduardo Riedel também autorizou a aplicação de R$ 168,8 milhões em obras de pavimentação e recapeamento em dois pontos importantes e estratégicos para a cidade. Ao lado do prefeito Marçal Filho e diversas outras autoridades, Riedel assinou a liberação de R$ 21 milhões, por meio do programa MS Ativo Municipalismo, para pavimentação de várias ruas do Jardim Água Boa, bairro mais populoso de Dourados. Serão dois convênios firmados com a Prefeitura Municipal, incluindo recapeamento, drenagem de águas pluviais e sinalização viária no quadrilátero entre as ruas Itamarati e Áurea de Mattos Carvalho, e entre as ruas Cafelândia e Ediberto Celestino de Oliveira – setor 8. As obras também serão executadas no quadrilátero entre as ruas Cuiabá e Itamarati, e entre as ruas Cafelândia e Ediberto Celestino de Oliveira – setor 7. O investimento faz parte do pacote estadual de R$ 2,8 bilhões planejados para obras de infraestrutura urbana, construção civil, estradas, pontes, vias vicinais, bem como melhorias em energia e logística nos aeroportos e aeródromos municipais. O anúncio, muito aguardado pelos moradores daquela região, também foi comemorado pelo vice-governador José Carlos Barbosa, o Barbosinha. “A gente fica muito feliz quando tem a oportunidade de estar na nossa casa, na minha Dourados, na minha terra, e fazer entregas tão importantes ao lado do governador Eduardo Riedel e do prefeito Marçal Filho. Esse recapeamento na região do Água Boa é extremamente importante e aguardada. Quando éramos candidatos a governador e vice-governador, Riedel e eu, caminhamos naquela região dizendo que faríamos a recuperação das ruas, e hoje é uma enorme satisfação anunciar a liberação destas obras”, afirmou. Também nesta sexta-feira, outro importante investimento foi anunciado pelo governo de MS. Rodovia essencial para a mobilidade e o escoamento da produção agropecuária do Estado, a MS-276 receberá R$ 147,7 milhõesde recursos estaduais para melhoria das condições de tráfego no trecho entre Dourados e Deodápolis. “O recapeamento e a recuperação das nossas rodovias é uma preocupação importante, ainda mais em uma região tão produtora como o Sul do Estado. Esse investimento certamente fará a diferença para esse trecho, não somente para o escoamento da produção, como também para os moradores que precisam se deslocar com agilidade e segurança”, destacou o governador Eduardo Riedel. A obra será dividida em dois lotes, sendo que nesta primeira etapa foi autorizado o início da restauração em 29,7 quilômetros da estrada, entre a BR-163 (Vila São Pedro) e o limite dos municípios de Dourados e Fátima do Sul, trecho que absorverá R$ 63,9 milhões do Estado, com o objetivo de garantir mais segurança para os motoristas e eficiência no transporte de cargas e passageiros. A restauração da MS-276 seguirá nos 30,8 km seguintes, em direção a Deodápolis, trecho correspondente ao lote 2 da obra, cujo lançamento da licitação será autorizado com aplicação de recursos da ordem de R$ 83,8 milhões. “O recapeamento da MS-276, que liga Vila são Pedro, Indápolis, Lagoa Bonita e Deodápolis, é uma obra fundamental para o transporte e logística dessa região. São mais de 60 quilômetros, investimento acima de R$ 140 milhões, e tudo isso mostra que governo do Estado tem um olhar muito carinhoso voltado pra Dourados e pra nossa região”, destacou Barbosinha. Campo do Zé TabelaA segunda parte da agenda oficial em Dourados foi toda feita no Complexo Multiuso Zé Tabela, tradicional ponto de encontro dos moradores e que foi entregue à população após investimentos repassados pelo governo estadual à prefeitura de Dourados. O local, muito utilizado para a prática de esporte e lazer, recebeu investimentos de R$ 1,36 milhão. O campo de futebol foi todo cercado, ganhou arquibancada nova e iluminação moderna – propiciando a realização de eventos noturnos, além de pintura geral e revitalização do parque infantil. A agenda oficial do governo de MS em Dourados incluiu, ainda, visita às obras do Hospital de Amor, que está sendo construído nas mediações da MS-162, próximo ao Aeroporto de Dourados. A unidade irá atender gratuitamente pacientes que precisam de tratamento contra o câncer. O investimento da obra está sendo feito pela Cooperativa Sicredi, com área construída de 3.700 metros quadrados, para atendimento 100% SUS (Sistema Único de Saúde).A expectativa é que a obra seja finalizada no segundo semestre deste ano.
Procon de MS publica cadastro de reclamações contra fornecedores
Dados do cadastro de reclamações fundamentadas, registradas durante o ano passado, foram publicadas neste sábado (15) pelo Procon Mato Grosso do Sul. A medida atende o disposto no artigo 44 da Lei 8.078/1990, que instituiu o CDC (Código de Proteção e Defesa do Consumidor). No período de janeiro a dezembro de 2024, a instituição vinculada à Sead (Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos) realizou 23.287 atendimentos. Destes, 14.010 (60,16%) foram reclamações de consumidores sobre produtos ou serviços. Na prática, se torna uma reclamação fundamentada o registro que demonstra a legitimidade entre as partes – consumidor e fornecedor –, por meio de elementos que comprovam haver uma relação jurídica de consumo. A responsabilidade por essa definição, entre fundamentada ou não, é do Procon, que realiza a análise técnica em observância aos dispositivos do CDC e o Decreto Estadual 15.647/2021. Assim, foram consideradas fundamentadas 10.087 reclamações apresentadas a instituição, sendo 4.802 atendidas pelos fornecedores, enquanto outras 5.285 não resultaram em acordo entre as partes. Como coordenador do Sistema Estadual de Defesa do Consumidor, o Procon Mato Grosso do Sul também recebe e publica os relatórios enviados pelos Procons municipais. Os dados estão disponíveis em seus respetivos sites e no link: https://tinyurl.com/5dw2jpzj. Kleber Clajus, Comunicação Procon-MS








