Com muita música e atrações apresentadas pelos alunos da Rede Municipal de Ensino (Reme) o Projeto Educart – Cuidando com Educação, Esporte e Arte – da Prefeitura de Dourados será lançado nesta terça-feira (25), às 9h30, no Complexo Esportivo Jorge Antônio Salomão (Jorjão). “Será um grande evento, onde iremos apresentar o rol de atividades extracurriculares que serão ofertadas para nossos alunos e que, certamente, irão enriquecer o conhecimento e preservar essas crianças e adolescentes no ambiente escolar”, destaca o professor Nilson Francisco da Silva, secretário municipal de Educação. O Projeto estruturado pela Secretaria Municipal de Educação, por determinação do prefeito Marçal Filho, levará às crianças e adolescentes atividades diversas no contraturno escolar. Dentre as modalidades confirmadas estão: futsal, handebol, tênis de mesa, atletismo, judô, basquete, dança, xadrez, fanfarra, violão e oficinas de arte. “Tudo isso oferecido por professores capacitados em cada área e, mais importante, a maioria docentes da própria rede Municipal de Ensino”, explica o secretário. A programação que marca a abertura deste grandioso momento para a comunidade escolar douradense contará com a participação da fanfarra da Escola Municipal Neil Fioravante (Caic); demonstração de judô da Escola Municipal Neil Fioravante (Caic); apresentação de dança das escolas Januário Pereira de Araújo e Escola Indígena Agustinho. “Esses estudantes já fazem parte de projetos extracurriculares desenvolvidos nas escolas municipais, de forma que a apresentação deles serve, inclusive, como incentivo para os demais alunos”, analisa. O lançamento será aberto ao público e a expectativa é contar com a presença em massa de alunos, profissionais da educação e da comunidade em geral, além de vereadores e secretários municipais. Para o prefeito Marçal Filho, o Educart irá somar ao desenvolvimento das crianças e adolescentes, incentivando o senso de equipe e ainda será um suporte para descobrir talentos. “É um momento de muita alegria dar início a esse projeto que vem para incentivar atividades saudáveis entre nossos estudantes”, apontou o prefeito. O secretário de Educação, Nilson Francisco da Silva destaca que os profissionais envolvidos no Educart atuarão no intuito de proporcionar experiências educacionais por meio do esporte, da cultura e da arte. As inscrições já estão abertas e para mais informações, os pais e responsáveis devem procurar a direção das unidades escolares em Dourados.
Mulheres Enfrentam Maior Endividamento que Homens, Revelam Pesquisas da CNC e Serasa
Pesquisas recentes da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e da Serasa, publicadas em 23 de março de 2025, apontam que as mulheres brasileiras continuam enfrentando níveis mais elevados de endividamento em comparação aos homens. Segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) da CNC, em fevereiro de 2025, 76,9% das mulheres estavam endividadas, contra 76% dos homens, uma diferença que, embora tenha diminuído em relação aos 1,6 ponto percentual de 2024 (78,8% para mulheres e 77,2% para homens), ainda reflete uma desigualdade persistente. O levantamento da Serasa complementa esses dados, destacando que 93% das mulheres contribuem financeiramente para as despesas familiares, sendo as únicas responsáveis em 33% dos lares — percentual que sobe para 43% nas classes D e E. A dupla jornada de trabalho é um fator central nesse cenário. A pesquisa da Serasa revelou que 90% das mulheres entrevistadas conciliam atividades remuneradas com tarefas domésticas, o que pressiona suas finanças. Tamires Castro, especialista da Serasa, observou que “as mulheres seguram a casa sozinhas, têm dupla jornada e, mesmo com todas as despesas do dia a dia, se preocupam em não ficar com dívidas”. Os principais desafios financeiros apontados foram a dificuldade de acesso a crédito (47%) e o próprio endividamento (31%), com 85% das mulheres relatando já terem tido pedidos de crédito negados. Nos últimos 12 meses, 26% delas buscaram crédito para despesas inesperadas e 22% para quitar cartões de crédito. Apesar do maior endividamento, as mulheres mostram maior empenho em administrar suas finanças. Felipe Tavares, da CNC, destacou que “mesmo antes, quando tinham menos independência financeira, elas já tinham um papel ativo na gestão do orçamento familiar”, sugerindo que esse cuidado persiste mesmo em condições adversas. A pesquisa da Serasa indica que 86% das mulheres endividadas têm débitos no cartão de crédito, 19% em carnês de lojas e uma parcela significativa recorre a empréstimos consignados — modalidades menos comuns entre homens, que lideram em dívidas como cheque especial e financiamentos de imóveis ou carros. O cenário é agravado por desigualdades estruturais, como a diferença salarial entre gêneros, que, embora tenha diminuído ao longo do tempo, ainda impacta a capacidade feminina de lidar com dívidas. A maior presença das mulheres como chefes de família de baixa renda, especialmente nas camadas mais pobres, reforça a vulnerabilidade financeira desse grupo, enquanto sua determinação em quitar débitos evidencia um esforço para manter a estabilidade doméstica em um contexto de desafios econômicos e sociais.
Energia Solar Consolida-se como Segunda Maior Fonte da Matriz Elétrica Brasileira com 22%
A geração de energia solar no Brasil alcançou um marco significativo ao ultrapassar 55 gigawatts (GW) de potência instalada operacional, consolidando-se como a segunda maior fonte da matriz elétrica do país, com 22,2% da capacidade total. O dado foi divulgado em 23 de março de 2025 pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), destacando o crescimento acelerado da tecnologia. Segundo o balanço, desse total, 37,6 GW provêm da geração própria — sistemas instalados em telhados e quintais de cerca de cinco milhões de imóveis —, enquanto 17,6 GW são gerados por grandes usinas solares conectadas ao Sistema Interligado Nacional (SIN). O avanço reflete a expansão contínua da energia solar fotovoltaica, que adicionou 1,6 GW à matriz apenas nos primeiros meses de 2025. De janeiro a março, mais de 147 mil novos sistemas solares foram instalados, beneficiando aproximadamente 228,7 mil residências e estabelecimentos. A Absolar estima que, desde 2012, o setor atraiu R$ 251,1 bilhões em investimentos, criou 1,6 milhão de empregos verdes e gerou R$ 78 bilhões em arrecadação para os cofres públicos. Além disso, a fonte solar evitou a emissão de 66,6 milhões de toneladas de gás carbônico (CO²), reforçando seu papel na transição para uma matriz mais limpa. Apesar do crescimento, desafios persistem. A geração distribuída, presente em mais de 5,5 mil municípios, enfrenta entraves como a falta de clareza nas regras da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para conexão de pequenos sistemas, muitas vezes rejeitados por supostas inversões de fluxo de potência sem estudos técnicos detalhados. Já as grandes usinas solares sofrem com a ausência de ressarcimento por cortes de geração, o que aumenta a percepção de risco e a insegurança jurídica, segundo a Absolar. A associação defende a aprovação do Programa Renda Básica Energética (Rebe) e ajustes na Lei 14.300/2022 para fortalecer o marco legal da micro e minigeração distribuída. O Brasil, que em 2024 registrou sua maior expansão elétrica com 10,9 GW adicionados — 51,87% de origem solar —, mantém uma matriz predominantemente renovável, com 84,95% de fontes limpas, liderada pela energia hídrica (53,88%). O salto da energia solar para o segundo lugar, ultrapassando fontes como eólica (15,22%) e biomassa (8,31%), evidencia seu potencial em um país com alta irradiação solar, mas também destaca a necessidade de políticas que equilibrem crescimento e estabilidade no setor.
CBF Afastou Assistente de Arbitragem Após Denúncia de Assédio na Série A1
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou no domingo, 23 de março de 2025, o afastamento do assistente de arbitragem Claiton Tim, da Federação Gaúcha de Futebol, até a conclusão das investigações sobre sua conduta durante a partida entre Juventude e América, válida pela primeira rodada do Brasileirão Feminino A1. O jogo, disputado no sábado, 22 de março, em Bento Gonçalves (RS), terminou empatado em 1 a 1, mas foi seguido por uma denúncia grave: atletas do América Mineiro registraram um boletim de ocorrência acusando Tim de assédio sexual antes do início da partida. Segundo nota oficial do América, divulgada no mesmo domingo, o assistente teria utilizado o rádio comunicador para proferir “palavras e piadas de cunho sexual” dirigidas às jogadoras, em conversas com outros membros da equipe de arbitragem. O clube classificou o comportamento como “absolutamente inaceitável” e informou que enviará um ofício à CBF na segunda-feira, 24 de março — data atual —, detalhando o ocorrido e cobrando medidas. Após o jogo, as atletas procuraram a polícia local, formalizando a denúncia na delegacia de Bento Gonçalves, o que levou a equipe de arbitragem a prestar esclarecimentos às autoridades. A CBF reagiu rapidamente, afastando Tim das funções e prometendo rigor na apuração. Em comunicado, a entidade afirmou que, caso as acusações sejam confirmadas, o assistente será banido permanentemente da arbitragem. Além disso, a Comissão de Arbitragem da CBF informou que solicitará ao Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) e às autoridades policiais uma investigação detalhada do caso. A árbitra da partida, Jenifer Alves de Freitas, do Rio de Janeiro, relatou na súmula que, ao fim do jogo, policiais que faziam a segurança a abordaram para informar sobre a intenção de uma atleta do América de registrar a ocorrência contra um dos assistentes. O episódio gerou forte repercussão no futebol feminino brasileiro, com o Juventude, adversário na partida, emitindo uma nota de solidariedade às jogadoras do América e condenando os atos relatados. O caso expõe desafios persistentes na criação de um ambiente seguro para as atletas e reforça a necessidade de medidas mais firmes contra assédio no esporte. Enquanto a investigação segue, a CBF reiterou seu compromisso com a luta contra qualquer forma de violência ou discriminação no futebol.
Kash Patel Anuncia Captura do Terceiro Fugitivo da Lista dos ‘Dez Mais Procurados’ do FBI
O diretor do FBI, Kash Patel, revelou em 19 de março de 2025 que a agência capturou o terceiro fugitivo da lista dos “Dez Mais Procurados” desde a posse do presidente Donald Trump, em 20 de janeiro de 2025. Em um comunicado oficial, Patel destacou a prisão de Francisco Javier Roman-Bardales, um suposto líder sênior da gangue MS-13, detido no México em 17 de março e em processo de extradição para os Estados Unidos. A operação marca um início acelerado para a gestão de Patel, que assumiu o comando do FBI após sua confirmação pelo Senado em fevereiro. Roman-Bardales era procurado por seu suposto envolvimento em ordenar atos de violência contra civis e rivais, além de participar de esquemas de tráfico de drogas e extorsão nos EUA, México e El Salvador. Antes de sua captura, o FBI oferecia uma recompensa de US$ 250 mil por informações sobre seu paradeiro. A prisão foi resultado de uma colaboração entre autoridades mexicanas e americanas, com Patel elogiando o esforço conjunto e afirmando que “deixar os bons policiais fazerem seu trabalho” está trazendo resultados concretos. Desde que Trump assumiu seu segundo mandato, outros dois fugitivos da lista já haviam sido detidos. Em 25 de janeiro, Donald Eugene Fields II, procurado por tráfico sexual e estupro de menores, foi preso na Flórida durante uma blitz policial. Cinco dias depois, em 30 de janeiro, Arnoldo Jimenez, acusado de assassinato em primeiro grau, também foi capturado. Patel atribuiu o sucesso ao foco renovado da agência em perseguir criminosos de alto perfil, contrastando com o que descreveu como uma falta de ação em gestões anteriores. Nomeado por Trump como um “leal America First”, Patel tem defendido uma abordagem agressiva contra o crime, prometendo reformar o FBI e restaurar a confiança pública na instituição. Sua gestão inicial tem sido marcada por essas prisões de destaque, reforçando a narrativa da administração Trump de priorizar a segurança nacional e a lei e a ordem. Enquanto isso, a extradição de Roman-Bardales avança, com expectativas de que ele enfrente julgamento nos EUA em breve.
Itália Proíbe Símbolos de Gênero Neutro nas Escolas Públicas
O Ministério da Educação da Itália anunciou, em 21 de março de 2025, uma medida que proíbe o uso de símbolos de gênero neutro, como o asterisco (*) e a vogal “schwa” (ə), nas escolas públicas do país. A decisão, que veta formas alternativas de escrita destinadas a indicar neutralidade de gênero, foi justificada pela pasta como uma defesa das normas gramaticais do idioma italiano. Em comunicado oficial, o ministério afirmou que tais sinais gráficos são “incompatíveis com a uniformidade da comunicação institucional” e comprometem a clareza das mensagens, alinhando-se à visão da Accademia della Crusca, principal autoridade linguística italiana, que já havia se posicionado contra essas mudanças. A determinação reflete a postura do governo de Giorgia Meloni, líder do partido de extrema direita Irmãos da Itália, que desde sua posse em 2022 tem defendido valores tradicionais e resistido a agendas progressistas. A medida atinge diretamente iniciativas de ativistas e linguistas que promovem a linguagem inclusiva para atender a pessoas não binárias e combater o que consideram reflexos patriarcais na gramática italiana — onde o masculino predomina em contextos mistos. O uso de símbolos como o asterisco em palavras como “car*” (em vez de “caro” ou “cara”) ou o “schwa” em “benvenutə” vinha ganhando espaço em círculos acadêmicos e juvenis, mas agora enfrenta um obstáculo oficial. Conservadores elogiaram a iniciativa como uma proteção da identidade cultural italiana. A Itália não é o primeiro país a adotar essa postura. Em 2021, a França baniu a escrita inclusiva nas escolas por razões semelhantes, e Buenos Aires, em 2022, restringiu seu uso em salas de aula. Na Itália, a norma entra em vigor imediatamente, mas sua aplicação prática dependerá de diretrizes específicas às escolas, que ainda estão em elaboração.
Mais de 40 milhões simulam consignado para CLT até este domingo
Mais de 40 milhões de trabalhadores fizeram a simulação do novo crédito consignado para empregados da iniciativa privada, de sexta-feira (21) até as 18h deste domingo (23), informou o Ministério do Trabalho e Emprego. Ao todo, as simulações somaram 40.180.384. Com o potencial de oferecer crédito menos caro a até 47 milhões de pessoas, a nova modalidade entrou em vigor na última sexta-feira. Foram apresentadas nesse período 4.501.280 propostas, e 11.032 contratos foram fechados, por meio do aplicativo da Carteira de Trabalho Digital. Criado por medida provisória no dia 12, o Programa abrange empregados da iniciativa privada com carteira assinada, incluindo empregados domésticos, trabalhadores rurais e contratados por microempreendedores individuais (MEI). A nova modalidade permite que o trabalhador autorize o compartilhamento de dados do eSocial, sistema eletrônico que unifica informações trabalhistas, para contratar crédito com desconto em folha. Com o novo programa, mais de 80 bancos e instituições financeiras poderão ter acesso ao perfil de trabalhadores com carteira assinada por meio do eSocial. A partir de 25 de abril, todos os bancos poderão ofertar o crédito em suas plataformas digitais.
Escola Primária Norwood Cancela Páscoa por Diversidade e Adota Semana do Refugiado, Provocando Reações no Reino Unido
A Escola Primária Norwood, localizada em Eastleigh, Hampshire, Inglaterra, tomou uma decisão que gerou controvérsia ao cancelar suas tradicionais celebrações de Páscoa, incluindo o Desfile de Chapéus de Páscoa e o culto religioso, em nome da “inclusividade e respeito pela diversidade”. Em uma carta enviada aos pais em março de 2025, a diretora Stephanie Mander anunciou que a escola optará por participar da Semana do Refugiado em junho, como parte de sua jornada para se tornar uma “Escola Santuário”. A medida, que reflete uma mudança de prioridades, desencadeou uma onda de críticas entre os britânicos, muitos dos quais questionam se o Natal será o próximo alvo. A escola, que atende crianças de 3 a 11 anos e não tem afiliação religiosa. A reação pública foi imediata e intensa. Após a carta ser compartilhada em um grupo local no Facebook, moradores expressaram indignação, com comentários como “Eu achei que o melhor seria celebrar tudo, não nada” e “A senhorita Mander está se preparando para cancelar o Natal também?”. A notícia rapidamente se espalhou, atraindo críticas de figuras políticas e da mídia. Suella Braverman, deputada conservadora, chamou a decisão de “rendição cultural”, argumentando que “as raízes cristãs da Grã-Bretanha estão sendo apagadas por líderes sem coragem que preferem apaziguar a preservar”. Norwood, que foi avaliada como “boa” em uma inspeção do Ofsted em setembro de 2024 — exceto na categoria de resultados acadêmicos. A escola ainda não respondeu oficialmente às críticas, mas a controvérsia destaca as tensões entre diversidade e patrimônio em um Reino Unido cada vez mais plural.
Trump Suspende US$ 175 Milhões em Fundos à Universidade da Pensilvânia por Políticas de Atletas Transgênero
O governo do presidente Donald Trump anunciou, em 19 de março de 2025, a suspensão de aproximadamente US$ 175 milhões em fundos federais destinados à Universidade da Pensilvânia, uma das instituições mais prestigiadas dos Estados Unidos e sua alma mater. A medida, divulgada por meio de uma postagem em uma conta oficial da Casa Branca no X, foi justificada pelas políticas da universidade que permitem a participação de atletas transgênero em competições esportivas femininas, algo que a administração considera uma violação de seus princípios de equidade no esporte. A decisão está alinhada com uma ordem executiva assinada por Trump em 5 de fevereiro de 2025, intitulada “Mantendo Homens Fora dos Esportes Femininos”, que proíbe atletas transgênero de competir em categorias femininas em instituições que recebem financiamento federal. A Casa Branca destacou que a suspensão reflete uma promessa de campanha de Trump para “proteger as atletas mulheres”, apontando especificamente o caso de Lia Thomas, uma nadadora transgênero que competiu pela equipe feminina da universidade em 2022 e se tornou a primeira atleta abertamente trans a vencer um título da Divisão I da NCAA. Os fundos suspensos, provenientes dos Departamentos de Defesa e Saúde e Serviços Humanos, fazem parte de uma revisão de gastos discricionários, não diretamente ligada à investigação do Departamento de Educação sobre supostas violações do Título IX, iniciada em fevereiro. A Universidade da Pensilvânia, que recebeu mais de US$ 1 bilhão em fundos federais em 2024, segundo o jornal estudantil The Daily Pennsylvanian, respondeu por meio de um porta-voz que ainda não foi oficialmente notificada da suspensão ou de seus detalhes. “É importante notar, contudo, que Penn sempre seguiu as políticas da NCAA e da Ivy League sobre a participação de estudantes em equipes esportivas”, afirmou Ron Ozio, enfatizando que a instituição permanece em conformidade com as regulamentações aplicáveis às universidades da Ivy League. A universidade já havia enfrentado controvérsias em 2022, quando a participação de Thomas gerou debates nacionais e uma ação judicial movida por ex-nadadoras em fevereiro de 2025, alegando discriminação sob o Título IX. A suspensão dos fundos é parte de uma ofensiva mais ampla da administração Trump contra políticas de inclusão de transgêneros no esporte e em outras esferas públicas. No início de março, o governo já havia cortado US$ 400 milhões em contratos e subsídios da Universidade de Columbia por questões relacionadas ao antissemitismo, sinalizando uma disposição de usar o poder financeiro federal para moldar as políticas das instituições acadêmicas. A medida gerou reações mistas. Figuras conservadoras, como a ex-nadadora Riley Gaines, que competiu contra Thomas, celebraram a decisão como um passo para preservar a justiça nos esportes femininos. O impacto financeiro e acadêmico da suspensão na Universidade da Pensilvânia ainda é incerto, mas o precedente pode afetar outras instituições sob escrutínio federal.








