O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou em 1º de abril de 2025 que Elon Musk, atualmente à frente do Departamento de Eficiência Governamental (DOGE), deixará seu cargo no governo até o final de maio de 2025. A decisão está ligada ao término do período de 130 dias estipulado para sua designação como “empregado especial do governo” (special government employee, ou SGE), uma categoria temporária que limita o serviço a esse prazo dentro de um ano. A declaração, feita durante uma cerimônia no Salão Oval, confirma especulações sobre o futuro de Musk na administração e sinaliza uma transição planejada após meses de reformas controversas no governo federal. Musk assumiu o papel de liderança do DOGE em 20 de janeiro de 2025, dia da posse de Trump, com a missão de cortar gastos e reduzir a burocracia federal. Como SGE, sua atuação é regida por uma norma federal que permite até 130 dias de trabalho em um período de 365 dias, o que, contando a partir da posse, coloca seu limite em 29 de maio. “Ele é incrível, mas tem uma grande empresa para administrar. Em algum momento, ele vai voltar para ela”, disse Trump a jornalistas, elogiando o bilionário e sugerindo que sua saída é uma escolha natural, alinhada com suas responsabilidades à frente da Tesla e da SpaceX. O presidente acrescentou que tentaria “mantê-lo o máximo possível”, mas reconheceu a necessidade de Musk retomar suas atividades no setor privado. A passagem de Musk pelo governo foi marcada por ações drásticas, como demissões em massa de funcionários federais e o cancelamento de contratos, com o DOGE reivindicando economias de até 140 bilhões de dólares – embora erros nos cálculos tenham gerado ceticismo. Sua influência, porém, dividiu a equipe de Trump, com relatos de atritos entre assessores devido à sua autonomia e estilo imprevisível. Apesar disso, o vice-presidente JD Vance afirmou em 3 de abril que Musk permanecerá como “amigo e conselheiro” após deixar o cargo formal, indicando que sua saída não romperá os laços com a administração. A política de SGE, criada em 1962, foi desenhada para trazer especialistas ao governo por períodos curtos, mas a permanência de Musk além do limite de 130 dias dependeria de ajustes legais ou de uma redesignação, algo que a Casa Branca não sinalizou intenção de fazer. Enquanto isso, o DOGE deve continuar até 2026 sob um decreto de Trump, mas com a transição do comando para secretários de agências federais já preparados por Musk. A saída do bilionário, portanto, reflete não apenas uma obrigação legal, mas uma mudança de fase na agenda de eficiência do governo, que agora busca consolidar os cortes realizados sem depender de sua figura central.
EUA Impõem Proibição de Relacionamentos entre Funcionários na China e Cidadãos Chineses
O governo dos Estados Unidos implementou uma medida rigorosa que proíbe funcionários americanos baseados na China, incluindo diplomatas, familiares e contratados com autorização de segurança, de manterem relacionamentos românticos ou sexuais com cidadãos chineses. A política, que entrou em vigor em janeiro de 2025, foi instituída pelo então embaixador Nicholas Burns pouco antes de deixar o cargo, marcando um retorno a restrições reminiscentes da Guerra Fria. A decisão, revelada em 3 de abril por fontes anônimas à Associated Press, reflete preocupações crescentes com a segurança nacional em meio às tensões entre Washington e Pequim. A diretiva abrange todas as missões diplomáticas americanas na China continental – como a embaixada em Pequim e os consulados em Guangzhou, Xangai, Shenyang e Wuhan – além do consulado em Hong Kong. Antes dessa proibição total, uma versão mais limitada, introduzida no verão de 2024, já restringia relações com cidadãos chineses que trabalhavam como guardas ou funcionários de apoio nas instalações americanas. Agora, qualquer vínculo íntimo com chineses é vetado, com a única exceção sendo para funcionários que já tinham relações preexistentes e obtêm isenção – caso contrário, devem encerrar o relacionamento ou deixar seus postos, sob pena de expulsão imediata do país. A justificativa para a medida está ligada a temores de espionagem, especialmente o uso de táticas conhecidas como “honeypots” – esquemas em que indivíduos atraentes são usados para seduzir alvos e extrair informações sensíveis. Peter Mattis, ex-analista da CIA, destacou que o Ministério de Segurança do Estado da China (MSS) não depende apenas de espiões profissionais, mas também pressiona cidadãos comuns para coletar dados, muitas vezes por meio de ameaças. “O MSS está disposto a explorar qualquer conexão humana para obter inteligência”, afirmou Mattis, sugerindo que a política reflete uma resposta a uma postura mais agressiva da inteligência chinesa contra alvos americanos. O Departamento de Estado, que tradicionalmente exigia apenas a notificação de contatos íntimos com cidadãos chineses, não comentou oficialmente a nova regra, classificando-a como assunto interno. A decisão coincide com um período de atritos crescentes entre os dois países, intensificados por disputas comerciais – como as tarifas recíprocas de Trump, anunciadas em 2 de abril – e rivalidades tecnológicas. A China, por sua vez, mantém restrições semelhantes para seus funcionários no exterior, proibindo relações com estrangeiros, o que evidencia uma desconfiança mútua que molda as relações bilaterais. A medida, embora não anunciada publicamente, foi comunicada verbalmente e por meios eletrônicos aos funcionários americanos na China, gerando debates sobre seus impactos práticos e éticos. Para muitos, ela simboliza uma barreira adicional em um relacionamento já tenso, priorizando a segurança em detrimento da liberdade pessoal, em um eco de práticas que marcaram os anos de maior rivalidade entre blocos durante o século passado.
Trump Revela Gold Card de 5 Milhões de Dólares como Nova Rota para Residência nos EUA
Em um anúncio que chamou a atenção global, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apresentou em 3 de abril de 2025 uma nova iniciativa de imigração: o “Trump Gold Card”. Durante uma coletiva com jornalistas a bordo do Air Force One, rumo a Miami, Trump exibiu o cartão dourado com seu rosto estampado e declarou: “Por 5 milhões de dólares, isso pode ser seu.” O programa, que substituirá o atual visto EB-5 para investidores, oferece residência permanente e uma possível via para a cidadania americana a estrangeiros dispostos a investir essa quantia em negócios no país, marcando uma guinada na política migratória americana voltada para atrair capital de alto nível. O Gold Card foi anunciado inicialmente em 25 de fevereiro, mas ganhou forma concreta com a exibição do protótipo. Segundo Trump, o cartão estará disponível em “menos de duas semanas” a partir de sua apresentação, com o objetivo de atrair “pessoas ricas e bem-sucedidas” que “gastarão muito dinheiro, pagarão impostos e criarão empregos”. O Secretário de Comércio, Howard Lutnick, que acompanhou o presidente no anúncio original, destacou que o programa eliminará o EB-5, criticado por fraudes e ineficiência. Diferente do EB-5, que exige investimentos entre 800 mil e 1 milhão de dólares e a criação de pelo menos 10 empregos, o Gold Card eleva o valor de entrada para 5 milhões, mas não especificou requisitos adicionais, como geração de empregos, deixando detalhes a serem esclarecidos.
Trump Assina Ordem Executiva e Impõe Tarifas Recíprocas Globais: “Dia da Libertação” Agita o Comércio Mundial
Em um movimento que marcou o calendário econômico global, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou, em 2 de abril de 2025, uma ordem executiva instituindo tarifas recíprocas sobre as importações de mais de 180 países e territórios. Batizando a data como “Dia da Libertação na América”, Trump apresentou a medida como uma resposta às práticas comerciais que, segundo ele, prejudicam os EUA há décadas. As tarifas, que variam de 10% a 50%, entraram em vigor em duas etapas – a taxa mínima de 10% começou em 5 de abril, enquanto os percentuais mais altos foram aplicados a partir de 9 de abril –, reconfigurando as relações comerciais e gerando reações que vão de cautela a críticas mundo afora. O Brasil ficou entre os menos afetados, com uma tarifa de 10%, ao lado de aliados como Reino Unido, Austrália e Colômbia. Em contraste, a China enfrenta uma sobretaxa de 34%, que, somada a tarifas anteriores como os 20% relacionados ao tráfico de fentanil, eleva o total a 54%. A União Europeia (UE) foi taxada em 20%, enquanto países asiáticos como Vietnã (46%), Japão (24%) e Camboja (49%) estão entre os mais impactados. Canadá e México, parceiros no acordo USMCA, receberam 25% sobre produtos fora do tratado, com exceções como os 10% aplicados a hidrocarbonetos canadenses. A lista completa, divulgada pela Casa Branca, inclui nações menos esperadas, como Saint Pierre e Miquelon e Lesoto, ambos com 50%, e as Ilhas Falkland, com 42%. A justificativa de Trump é clara: corrigir um déficit comercial de US$ 918 bilhões em 2024, segundo o USTR, e incentivar a produção interna. “Por anos, outros países enriqueceram às nossas custas. Agora é a nossa vez”, declarou ele durante o anúncio no jardim da Casa Branca, exibindo uma tabela com as taxas. A fórmula, que deveria refletir tarifas cobradas dos EUA ajustadas por barreiras não tarifárias, como manipulação cambial, acabou sendo mais simples do que o anunciado, com percentuais muitas vezes inferiores à metade das taxas aplicadas por outros países – o Japão, por exemplo, cobra 46% de bens americanos, mas recebeu 24%. Essa discrepância alimentou debates sobre a coerência da política de “reciprocidade”. Os mercados reagiram com volatilidade. O S&P 500 caiu 4,85% em 3 de abril, e o Ibovespa, apesar de uma queda leve de 0,04%, reflete a incerteza global. O dólar recuou para R$ 5,629 no Brasil, enquanto commodities como petróleo Brent (-3,33%) e minério de ferro (-0,32%) também sentiram o impacto. Economistas alertam que as tarifas podem elevar a inflação nos EUA e desencadear uma recessão global, com o FMI estimando uma possível redução de 2% no PIB mundial caso haja retaliações em massa. A China já sinalizou “medidas resolutas” contra os 54%, enquanto a UE avalia negociar concessões, evitando escalar o conflito. Para o Brasil, a tarifa de 10% atinge exportações como celulose e partes de aviões, mas a taxa menor em comparação a concorrentes como Vietnã e Índia pode abrir oportunidades no agronegócio, como o café. Ainda assim, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) teme que o encarecimento de cadeias globais prejudique a economia nacional a longo prazo. O governo brasileiro, em nota conjunta do MDIC e do Itamaraty, lamentou a decisão e estuda recorrer à OMC, mantendo-se aberto ao diálogo. A medida de Trump, que inclui uma tarifa extra de 25% sobre carros importados desde 3 de abril, desafia o comércio multilateral, reacendendo um protecionismo que remete aos anos 1930, mas com desdobramentos ainda imprevisíveis.
Keir Starmer Recebe Alerta dos EUA: Liberdade de Expressão é Condição para Acordo Comercial
O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, enfrenta um impasse nas negociações para um acordo de livre comércio com os Estados Unidos, após um aviso claro do governo de Donald Trump em 31 de março de 2025: “Sem liberdade de expressão, nada de livre comércio”. A declaração, emitida pelo Departamento de Estado americano, reflete preocupações sobre restrições à liberdade de expressão no Reino Unido, colocando em xeque as ambições de Starmer de evitar as tarifas globais impostas por Trump, que entraram em vigor em 2 de abril, apelidado de “Dia da Libertação”. O embate expõe uma tensão crescente entre os dois aliados históricos, em um momento em que o Reino Unido busca proteger sua economia de um impacto devastador. A origem da controvérsia está na percepção americana de que o Reino Unido tem restringido direitos fundamentais, exemplificada pelo caso de Livia Tossici-Bolt, uma ativista pró-vida processada por protestar pacificamente perto de uma clínica de aborto em Bournemouth. Segurando um cartaz com a mensagem “Aqui para conversar, se quiser”, ela foi acusada de violar uma zona de exclusão, e seu julgamento, previsto para 4 de abril, atraiu a atenção do governo Trump. O Departamento de Estado afirmou que está “monitorando” a situação, sugerindo que o resultado pode influenciar as negociações comerciais. Para os EUA, a liberdade de expressão é uma condição inegociável, um princípio que ressoa com a visão de Trump de priorizar valores americanos em acordos internacionais. Starmer, que assumiu o cargo com a promessa de fortalecer laços econômicos pós-Brexit, vê suas esperanças ameaçadas pelas tarifas, que incluem uma taxa base de 10% sobre exportações britânicas e 25% sobre automóveis, afetando gigantes como Jaguar Land Rover. O Office for Budget Responsibility estima que uma guerra comercial total poderia reduzir o PIB britânico em 1%, um golpe duro para uma economia já projetada para crescer apenas 0,7% em 2025, segundo a Barclays. Apesar disso, o premiê optou por uma abordagem cautelosa, rejeitando reações impulsivas. “Estamos trabalhando em um acordo econômico com os EUA, e as negociações estão avançadas. Ninguém quer uma guerra comercial”, declarou ele em 1º de abril, mantendo todas as opções abertas, mas evitando retaliações imediatas como as da União Europeia e do Canadá. A pressão americana não é apenas econômica, mas também ideológica. A administração Trump, incluindo o vice-presidente JD Vance, critica leis britânicas como a Online Safety Act, vista como uma ameaça à liberdade de expressão por possibilitar multas a empresas de tecnologia, muitas delas americanas. Esse embate reflete um contraste entre a postura protecionista de Trump e a busca de Starmer por um equilíbrio entre regulação doméstica e pragmatismo internacional. Enquanto isso, vozes conservadoras no Reino Unido, como a Free Speech Union, apoiam tacitamente a crítica dos EUA, vendo nas restrições uma erosão de valores tradicionais que deveriam ser defendidos. O futuro das negociações permanece incerto. Starmer aposta em uma diplomacia discreta, inspirada na abordagem do ex-premiê japonês Shinzo Abe com Trump, mas o tempo joga contra ele. Com as tarifas já afetando os mercados – o S&P 500 caiu 4,85% em 3 de abril –, o Reino Unido precisa demonstrar avanços concretos em direitos fundamentais para destravar um acordo. A situação testa a habilidade do governo trabalhista de navegar um cenário global volátil, onde economia e princípios se entrelaçam de forma indissociável.
Polícia espanhola realiza operação em Barcelona contra suspeitos ligados ao Hezbollah
A Guardia Civil da Espanha conduziu em 1º de abril de 2025 uma operação antiterrorista em Barcelona, resultando na prisão de ao menos três pessoas suspeitas de manter vínculos com o grupo Hezbollah. A ação ocorreu no distrito do Eixample, em um apartamento localizado na rua València, e faz parte da segunda fase de uma investigação iniciada em julho de 2024. As informações foram confirmadas por fontes do Ministério do Interior espanhol e divulgadas pela imprensa local. De acordo com as autoridades, a operação visou desarticular uma rede que supostamente fornecia suporte logístico ao grupo, incluindo a aquisição de componentes tecnológicos com possível uso em drones. O material apreendido foi encaminhado para análise e a investigação permanece sob sigilo judicial. As detenções foram realizadas nas primeiras horas da manhã e contaram com apoio de unidades especializadas em contraterrorismo. Fontes oficiais indicam que a investigação tem caráter transnacional e envolve cooperação com agências de segurança de outros países europeus. A operação é uma continuidade das ações realizadas em 2024, quando outros suspeitos haviam sido detidos em Barcelona e Badalona sob acusações semelhantes. O caso está sendo conduzido pela Audiência Nacional, tribunal responsável por julgar crimes de terrorismo na Espanha. O Hezbollah é classificado como organização terrorista pela União Europeia e por diversos governos ocidentais. As autoridades espanholas informaram que seguem trabalhando em conjunto com parceiros internacionais para identificar possíveis conexões e prevenir a utilização de território europeu para atividades de apoio a grupos armados estrangeiros.
Câmara de Dourados empossa 14 aprovados em concurso público
A Câmara Municipal de Dourados realizou nesta terça-feira (1) a cerimônia de posse dos 14 aprovados em todas as etapas do concurso público realizado em 2022. O processo seletivo dos convocados para posse se concluiu em março, com a entrega de documentos exigidos e a perícia médica, etapas previstas no Edital. A solenidade de posse aconteceu no plenário da Câmara de Dourados, e foi aberta ao público. Os novos empossados são para cargos de níveis superior e fundamental que vão compor o quadro de efetivos da Casa de Leis. O concurso público realizado em maio de 2022 teve no ano passado a sua prorrogação por mais dois anos. A vereadora e presidente da Câmara, Liandra da Saúde (PSDB) foi quem empossou os novos servidores, e afirmou que é um momento de festa para a Câmara de Dourados, que conta agora com um quadro de 74 servidores efetivos. “É uma responsabilidade muito grande que nós precisamos ter com os concursados, que estudaram, se dedicaram ao concurso, esperaram a convocação e chegou o dia da posse. Eu sou muito técnica e falo que os concursados chegam para agregar muito na Casa, e quem ganha com isso somos nós e a sociedade, daqui há quatro anos nós vereadores podemos não estar aqui na Câmara, mas os efetivos permanecem e continuam fazendo o trabalho”, enfatiza Liandra. Caroline de Matos Santos Sampaio, fará parte do quadro de Intérprete de Libras, e está muito feliz em contribuir com a acessibilidade em Dourados. “Eu acho que o fundamental do meu trabalho no legislativo é a acessibilidade, poder ajudar para que os trabalhos desenvolvidos pela Câmara sejam acessíveis a comunidade surda, porque eles são cidadãos brasileiros, em um lugar que ninguém fala a língua deles, então ter a oportunidade de levar tudo o que é discutido, as políticas públicas para a comunidade surda eu acho que é o maior ganho desse concurso para mim”,Luciane Gabriela Mahl de Campos, foi empossada como Técnica Administrativa, e conta que o concurso sempre foi um objetivo em sua vida, e agora está realizando como servidora da Câmara. “É com grande satisfação que eu alcancei a posse. Minhas expectativas são enormes. Eu nunca trabalhei no setor público, mas estou pronta para aprender a à disposição da Câmara e da sociedade”. Bruna Pereira Miranda, tomou posse no cargo de Técnico Administrativo, e conta que está ansiosa para o trabalho que vai desenvolver no legislativo. “Eu vejo o legislativo como uma parte muito importante da sociedade, então eu sabia que aqui além de poder aprender muita coisa, eu vou ver a diferença sendo feita na cidade e poder contribuir para isso”, afirma Bruna.Os vereadores Laudir Munaretto (MDB), Sérgio Nogueira (PP), Cemar Arnal (PP), Márcio Pudim (PSDB), Elias Ishy (PT), Marcelo Mourão (PL), Inspetor Cabral (PSD), Alex Cadeirante (PSDB) estiveram presentes na solenidade de posse e desejaram as boas-vindas aos novos servidores. O Concurso O processo seletivo foi realizado em maio deste ano, com um total de 8.192 candidatos inscritos para vagas de convocação imediata e formação de cadastro reserva em níveis fundamental, médio, superior e técnico de escolaridade. A realização do certame resolveu uma pendência de anos da Casa de Leis de Dourados e moderniza parte das atividades administrativas, com novos cargos técnicos e especializados para diversos setores.O concurso público atende ao novo PCCR (Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração) do legislativo municipal, implantado por meio do Projeto de Lei Complementar nº 026/2021. Confira abaixo a lista com os nomes e respectivos cargos dos novos servidores efetivos da Câmara de Dourados: Cargo: Auxiliar de Serviços GeraisAlan Camilo da Silva Cargo: CopeiraAna Beatriz Gomes Aoki Cargo: Técnico AdministrativoBruna Pereira Miranda Cargo: Intérprete de LibrasCaroline de Matos Sampaio Cargo: Técnico AdministrativoEdson Antonio Tartari Cargo: Agente de SegurançaElvis Justino de Souza Carvalho Cargo: Agente de CerimonialGabriela Ribeiro Neves Cargo: ContadorJuliana Benites Padua Gomes Cargo: Técnico AdministrativoLuciane Gabriela Mahl de Campos Cargo: Procurador LegislativoMara Silvia Zimmermann Cargo: Técnico AdministrativoMayara Lima Donomae Cargo: Agente da Administração GeralRafael Farias Benites Cargo: GarçomRuan da Silva Barbosa Cargo: Auxiliar de Serviços GeraisVera Lucia da Silva Alem
Prefeitura e Governo do Estado iniciam recapeamento histórico no Jardim Água Boa
Um novo capítulo começou a ser escrito no Jardim Água Boa nesta terça-feira (1º). O bairro mais populoso de Dourados, que há anos sofria com ruas esburacadas e trechos quase intransitáveis, começou a receber as obras de recapeamento asfáltico, trazendo alívio e otimismo para os moradores. Essa realidade começa a mudar graças ao alinhamento entre a Prefeitura de Dourados e o Governo do Estado. O início dos trabalhos aconteceu no cruzamento das ruas Itamaraty com Bela Vista, ponto simbólico para marcar o avanço da infraestrutura urbana da cidade. O prefeito Marçal Filho esteve no local e reforçou o compromisso da atual gestão com melhorias concretas. “Essa é uma conquista para a comunidade”, enfatizou. “É o início de uma nova fase não só para o Jardim Água Boa, mas para toda Dourados”, salientou, destacando que os investimentos fazem parte do compromisso do governador Eduardo Riedel com o município. As obras serão realizadas em duas etapas, somando um investimento de R$ 17,5 milhões. A primeira fase, já em execução, contempla 90.453,5 metros quadrados de recapeamento e será executada pela empresa Planacom. A área abrange os quadriláteros entre as ruas Itamarati até Áurea de Matos Carvalho (antiga W9) e da Cafelândia até Ediberto Celestino de Oliveira. O secretário de Serviços Urbanos, Luis Roberto Martins de Araújo, o Beto, que também acompanhou o início dos trabalhos, explicou que em alguns trechos será necessário remover completamente o pavimento antigo, realizar a reciclagem da base com adição de cimento e então aplicar uma nova capa asfáltica, garantindo qualidade e durabilidade. A segunda etapa irá revitalizar mais de 91 mil metros quadrados entre as ruas Cuiabá até Itamarati e da Cafelândia até Ediberto Celestino de Oliveira. Os trabalhos serão conduzidos pela Concremat Engenharia, vencedora da licitação. “Estamos buscando novas parcerias com deputados e senadores para continuar esse trabalho em outros bairros”, anunciou Marçal Filho. “Nosso objetivo é melhorar a infraestrutura de toda a cidade”, destacou Marçal. “Precisamos investir na saúde, na educação e irei em busca de apoio para garantirmos investimentos para a nossa cidade”, completou o prefeito. Para os moradores do Jardim Água Boa, a notícia é motivo de comemoração. “A gente sabe que muitas ruas da cidade estão danificadas e o tapa-buraco não dá conta. Esse trabalho de recapeamento é a solução para evitar os transtornos que temos diariamente em ruas que não tem como serem recuperadas”, disse motivado José Antônio, comerciante local. Com o recapeamento em andamento, Dourados dá um passo firme rumo à modernização urbana e à valorização dos bairros. O recapeamento chega como símbolo de cuidado e respeito pela população e a proposta da administração municipal também é a de garantir asfalto para moradores de bairros que ainda convivem com poeira durante a estiagem e lama quando chove.
Liandra propõe coleta periódica de móveis e eletrodomésticos em Dourados
A vereadora Liandra da Saúde (PSDB), apresentou indicação à Prefeitura de Dourados, na sessão ordinária de segunda-feira (31), visando melhorar a destinação de móveis, eletrodomésticos e outros artigos descartados pela população. O projeto sugere a implementação de uma coleta periódica nos bairros e em pontos pré-determinados da área urbana, facilitando o descarte responsável e promovendo a reutilização. Além da coleta, a proposta também prevê a criação de um depósito municipal onde os itens em bom estado fiquem disponíveis para aqueles que possam reaproveitá-los. Dessa forma, a iniciativa contribuiria para a redução do descarte inadequado, evitando acúmulo de lixo em vias públicas e terrenos baldios, além de beneficiar pessoas que necessitam desses objetos.“Muitas vezes, móveis e eletrodomésticos descartados ainda estão em condições de uso. Com um sistema eficiente de coleta e um local adequado para armazená-los, podemos oferecer uma segunda chance a esses itens e atender famílias que precisam, proporcionando um descarte mais consciente e sustentável na cidade “, destacou a vereadora. A proposta poderá ser implementada em parceria com o Instituto do Meio Ambiente (IMAM) e a Secretária de Serviços Urbanos, dando continuidade a iniciativa da prefeitura, nos multirões de limpeza nos bairros da cidade.








