A Prefeitura de Dourados, por meio da Guarda Municipal e dos agentes da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), intensifica a fiscalização do tráfego de caminhões pesados na área central da cidade e, também, do serviço de carga e descarga no perímetro urbano. As definições que constam no decreto nº 472, de 28 de novembro de 2011, visam principalmente melhor escoamento do fluxo de veículos automotores e mais segurança para os pedestres e demais usuários das vias públicas. O decreto delimita horários conforme o tipo de veículo e a zona urbana (A, B ou C), proibindo a circulação de veículos com mais de 18 toneladas e altura superior a 4,40m em determinadas regiões e períodos. “Determinamos que nossas guarnições atuem tanto de forma preventiva quanto repreensiva, analisando cada caso e autuando sobretudo as infrações mais graves”, explica Jamil da Costa Matos, comandante da Guarda Municipal de Dourados. O documento denomina três pontos para serem observados diante das regras, sendo área A (área interna do perímetro delimitado pelas seguintes vias públicas: Rua Melvin Jones, Weimar Gonçalves Torres, Rua Aquidauana e Rua Joaquim Teixeira Alves, área B (excluindo-se a área A, compreende-se a demarcação imaginária interna do perímetro delimitado pelas seguintes vias públicas: Rua Cel. Ponciano, Rua Monte Alegre, Eulália Pires, Cuiabá) e área C (compreendem-se as vias não relacionadas nos incisos anteriores).Diante disso, a determinação é que o tráfego, as operações de carga e descarga de bens e mercadorias, e o estacionamento de veículos de carga nas áreas A, B e C serão permitidos obedecendo aos dias e horários abaixo, conforme capacidade máxima de carga útil do veículo: Área A:I – Segunda a Sexta-feira.a) Veículo até 02 toneladas – horário livre.b) Veículo de até 04 toneladas de carga das 20h às 10h.c) Veículo de entrega de bebidas – até 12 toneladas das 20h às 10h.d) Veículo Leve de Carga – até 12,5 toneladas das 20h às 7h.e) Veículo Transportador de Caçambas – até 16 toneladas das 20h às 8h.f) Veículo Pesado – até 18 toneladas das 20h às 6h.g) Veículos acima de 18 toneladas de carga útil e/ou com altura superior a 4,40m, e veículos articulados ou combinações de veículos estão proibidos de circular na área A.II – Sábados – os veículos com restrições das letras “b”, “c”, “d”, “e”, e “f”, do inciso anterior estarão liberados para utilizar as vias públicas após às 14h.III – Domingos e feriados as vias públicas estarão livres para todos os veículos relacionados anteriormente, com exceção dos veículos relacionados na letra “g”.Área B:I – Segunda a Sexta-feira.a) Veículo de até 04 toneladas de carga – horário livre.b) Veículo de entrega de bebidas – até 12 toneladas das 20hs às 10hs.c) Veículo Leve de Carga – até 12.5 toneladas das 20hs às 10hs.d) Veículo Transportador de Caçambas – até 16 toneladas das 20hs às 9hs.e) Veículo Pesado – até 18 toneladas das 20hs às 8hs.f) Veículos acima de 18 (dezoito) toneladas de carga útil e/ou com altura superior a 4,40m, e veículos articulados ou combinações de veículos estão proibidos de circular na área B.II – Sábados – os veículos com restrições das letras “b”, “c”, “d”, e “e”, do inciso anterior estarão liberados para utilizar as vias públicas após as 14hs.III – Domingos e feriados as vias públicas estarão livres para todos os veículos relacionados anteriormente.Área C:I – Todos os dias.a) Veículos até 18 toneladas, a partir das 20hs – horário livre.b) Veículos acima de 18 (dezoito) toneladas, de carga útil e/ou com altura superior a 4,40m – das 20 às 10hs. Vale destacar que as operações que envolvem carga e descarga relativas ao transporte de mercadorias realizado por caminhões necessitam de autorização específica, levando em consideração a existência de diferentes tamanhos de veículos de carga, bem como dos produtos transportados. A Prefeitura alerta que os veículos em desacordo com a regulamentação poderão ser autuados de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro ou Legislação Municipal. Para situações não previstas no decreto, é necessário solicitar autorização especial à Agetran com pelo menos um dia útil de antecedência.
Governo de MS participa de fórum empresarial para impulsionar as relações comerciais entre Brasil e Chile
O Mato Grosso do Sul integrou nesta quarta-feira (23), em Brasília, na sede da CNI (Confederação Nacional da Indústria), o Fórum Empresarial Brasil-Chile, que reuniu empresários e líderes de diversos setores produtivos dos dois países, além de autoridades chilenas e brasileiras, para discutir o projeto de rotas de integração sul-americana, em especial, a Rota Bioceânica de Capricórnio. Para o governador Eduardo Riedel, que participou da mesa redonda “Oportunidades de Negócios e Investimentos para o Corredor Bioceânico”, as relações comerciais entre Mato Grosso do Sul e o Chile estão harmônicas e a rota estará operacional em 2027, se consolidando como um marco de desenvolvimento para o continente sul-americano. “Mato Grosso do Sul vai ser muito beneficiado. Nós estamos fazendo investimentos extremamente robustos de mais de 2 bilhões de reais em pavimentação de rodovias dentro do Estado para acessar a rota. A ponte entre o Paraná e Mato Grosso do Sul, olhando para a rota. Então, vai se desdobrando numa série de investimentos para todos as regiões do País. O Chile apresentou hoje aqui um plano de investimento e o Brasil tem investimentos tanto do governo federal quanto do Governo do Estado. Em 2027, a expectativa é que a rota esteja operacional. Isso é extremamente positivo para todos os envolvidos. O Mato Grosso do Sul sozinho exportou ao Chile 209 milhões de dólares em 2024 e importou 197 milhões de dólares. Estamos com uma expectativa de um aumento muito significativo diante dos sinais do empresariado em relação às oportunidades apresentadas aqui”, completou Riedel. Ao fazer uma apresentação sobre as cinco rotas previstas de integração comercial sul-americana, a ministra de Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, declarou que todas estão contempladas no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e que a ponte que liga Porto Murtinho a Carmelo Peralta, no Paraguai, já está com 70% das obras concluídas. com prazo de entrega para maio de 2026 . “Há pelo menos 50 anos, Mato Grosso do Sul, Paraná e Santa Catarina, conversam sobre essa rota biooceânica. A Rota 4 [Bioceânica] significa investimentos e negócios. Sabemos que o Brasil é o terceiro maior parceiro comercial do Chile. O povo chileno já é a terceira maior população turística. Quando falamos de turismo, estamos falando da indústria, estamos falando de integração”, completou a ministra. Ainda participaram do mesa redonda, o presidente do Chile, Gabriel Boric, juntamente com o ministro da Economia, Desenvolvimento e Turismo do Chile, Nicolás Grau, e o presidente da Fiems e vice-presidente da CNI (Confederação Nacional das Indústrias), Sérgio Longen. O presidente chileno está no Brasil desde ontem (23), quando assinou 13 acordos comerciais com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De janeiro a março de 2025, o intercâmbio comercial entre os países foi de cerca de US$ 2,7 bilhões. No período, o Brasil exportou US$ 1,56 bilhão e importou US$ 1,21 bilhão, o que fez com que o país atingisse um superávit de US$ 350 milhões. Entre os principais produtos brasileiros exportados ao Chile, encontram-se óleos brutos de petróleo, carnes, automóveis e tratores. O Brasil, por sua vez, importa do Chile principalmente salmão, vinhos e derivados de cobre. O Brasil concentra o maior estoque de investimentos externos chilenos no mundo, e as empresas chilenas que atuam no Brasil se distribuem por áreas tão distintas quanto papel e celulose, varejo e energia. O Brasil, por sua vez, registra investimentos na economia chilena em setores como energia, serviços financeiros, alimentos, mineração, siderurgia, construção e fármacos. Alexandre Gonzaga, Comunicação do Governo de MS
Prefeitura vai pagar R$ 361 mil em emendas impositivas da Câmara para entidades
O prefeito Marçal Filho fará no próximo dia 30 de abril a entrega simbólica de R$ 361 mil à onze entidades assistenciais de Dourados, referentes às emendas impositivas indicadas pela Câmara de Vereadores durante votação da lei orçamentária do município, no ano passado. “Toda minha carreira política foi construída no parlamento e sei o quanto é importante ver uma emenda ao orçamento ser paga para atender não um projeto pessoal do parlamentar, mas sim o interesse da sociedade”, observa Marçal Filho. “Por isso, iremos reunir as entidades assistenciais da nossa cidade para enfatizar a importância do trabalho do vereador”, completa o prefeito. Parte dos convidados para fazer a entrega simbólica das emendas não foi eleita para um novo mandato, ainda assim o trabalho em prol das entidades será reconhecido pelo Executivo Municipal. É o caso dos ex-vereadores Mauricio Lemes, Juscelino Cabral, Fabio Luis, Diogo Castilho, Tania Cristina e Daniela Weiler Hall. Emendas impositivas municipais são um instrumento legal que permite aos vereadores destinar uma parte do orçamento municipal para projetos específicos, garantindo que demandas da população sejam atendidas. São apresentadas na forma de emendas ao projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA). As emendas impositivas reforçam o papel do Legislativo na gestão do orçamento público, permitindo que os vereadores influenciem a aplicação dos recursos e a sua aplicação deve ser pública e transparente, conforme previsto na legislação. “Essas emendas são importantes porque os vereadores conhecem a realidade das entidades assistenciais do município e, através dessa ferramenta, podem assegurar recursos orçamentários para que elas continuem trabalhando em favor das classes menos favorecidas, dos vulneráveis e das pessoas que precisam de cuidados especiais”, observa o prefeito Marçal Filho. Vereadores atuais e vereadores da legislatura anterior devem participar da cerimônia, no anfiteatro do Centro Administrativo Municipal, que efetiva a entrega dos recursos às organizações da sociedade civil indicadas por eles. A solenidade será conduzida pelo prefeito Marçal Filho e pela vereadora Liandra Brambilla, presidente da Câmara Municipal de Dourados. AS EMENDAS O Lar de Crianças Santa Rita será contemplada com recursos no valor de R$ 20.500,00, propostos pelos vereadores Mauricio Lemes (R$ 8.000,00), Diogo Castilho (R$ 5.000,00), Juscelino Cabral (R$ 2.500,00) e Fabio Luis (R$ 5.000,00). A Associação de Pais e Amigos dos Autistas (AAGD) receberá R$ 41 mil, indicados pelos vereadores Liandra Brambilla (R$ 10.000,00), Rogerio Yuri (R$ 2.000,00), Diogo Castilho (R$ 4.000,00), Juscelino Cabral (R$ 5.000,00), Tania Cristina (R$ 10.000,00), Laudir Munaretto (R$ 5.000,00) e Fabio Luis (R$ 5.000,00). Já a Toca de Assis Irmãs terá recursos da ordem de R$ 76 mil, emendas dos vereadores Márcio Pudim (R$ 4.000,00), Rogério Yuri (R$ 3.000,00), Mauricio Lemes (R$ 5.000,00), Diogo Castilho (R$ 10.000,00), Juscelino Cabral (R$ 27.500,00), Tania Cristina (R$ 5.000,00), Marcão da Sepriva (R$ 5.000,00), Laudir Munaretto (R$ 5.000,00), Elias Ishy de Mattos (R$ 4.500,00) e Fabio Luis (R$ 7.000,00). O Asilo da Velhice Desampara de Dourados vai receber um total de R$ 47.500,00, sendo do vereador Mauricio Lemes (R$ 5.000,00), Diogo Castilho (R$ 5.000,00), Juscelino Cabral (R$ 2.500,00), Marcão Sepriva (R$ 5.000,00), Tania Cristina (R$ 5.000,00) e Fabio Luis (R$ 25.000,00). A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) foi contemplada com R$ 23 mil, colocados por Mauricio Lemes (R$ 7.000,00), Juscelino Cabral (R$ 5.000,00), Fabio Luis (R$ 5.000,00) e Diogo Castilho (R$ 6.000,00). Para a Associação Pestalozzi de Dourados foram indicados R$ 24 mil, pelos vereadores Sergio Nogueira (R$ 10.000,00), Juscelino Cabral (R$ 5.000,00), Fabio Luis (R$ 3.000,00) e Diogo Castilho (R$ 6.000,00). O Centro de Integração dos Adolescente “Dom Alberto” (Ceia) vai ficar com R$ 39.500,00, indicados pelos vereadores Elias Ishy (R$ 4.500,00), Daniela Hall (R$ 20.000,00), Cemar Arnal (R$ 10.000,00) e Juscelino Cabral (R$ 5.000,00). Por sua vez, a Ação Familiar Cristã será contemplada com recursos da ordem de R$ 27.500,00, de iniciativa do vereador Juscelino Cabral. A Casa Crianças Feliz ficará com R$ 24 mil, indicados por Diogo Castilho (R$ 4.000,00) e Daniela Weiler Hall (R$ 20.000,00). O valor de R$ 20 mil será destinado ao Instituto Fuziy, indicação do vereador Marcelo Mourão, enquanto que a Associação Douradense de Assistência Social – Lar Ebenezer Hilda Maria Corrêa receberá R$ 18 mil, colocados por Marcão da Sepriva (R$ 5.000,00), Laudir Munaretto (R$ 3.000,00) e Diogo Castilho (R$ 10.000,00).
Codesul: governadores avançam em projetos de segurança e sistema de monitoramento climático
O governador Eduardo Riedel participou nesta quarta-feira (23) da reunião do Codesul (Conselho de Governadores do Codesul), em Brasília (DF). O grupo avançou em projetos importantes na área de segurança pública e na criação de um sistema integrado de monitoramento climático para os estados de Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O objetivo é que estes projetos de integração possam fortalecer o combate ao crime organizado e dispor de um mecanismo moderno (sistema de monitoramento) para enfrentar eventuais crises climáticas. Neste último projeto foi assinado um memorando de entendimento com o Banco Mundial, que vai participar da criação. “O Banco Mundial é um parceiro para discutir a integração dos estados no que diz respeito a toda prevenção e atuação em efeitos da mudança climática, como em desastres naturais, enchentes, queimadas. Vivemos isto de maneira muito intensa nos últimos anos, então nós vamos ter um alinhamento estratégico dos quatro estados em suas ações”, afirmou Eduardo Riedel, atual presidente do Codesul. O projeto busca a mobilização de outros estados e até a participação da iniciativa privada. A previsão é que entre na fase de licitação, para que a proposta tenha encaminhamento final até julho com o Banco Mundial. O objetivo é que com este sistema os estados tenham respostas mais rápidas, integradas e eficazes para lidar com eventos extremos. Riedel também destacou a importância do trabalho conjunto na área de segurança pública. “A atuação dos quatro estados de maneira harmônica e com inteligência compartilhada vai ser essencial para fazermos frente ao crime organizado, para termos ótimos resultados em 2025”. Os governadores ainda apresentaram um plano estratégico de visão regional até 2040, com foco no desenvolvimento sustentável dos quatro estados. Entre os destaques estão ações coordenadas nas áreas de meio ambiente, educação, logística e segurança pública. Durante a reunião ainda foram discutidas agendas em conjunto de caráter legislativo, que devem ser debatidas no Parlamento, com a devida mobilização das bancadas federais. Entre elas mudanças no FPE (Fundo de Participação dos Estados), Tratado Internacional Rodoviário, assim como a perda dos estados na distribuição dos royalties do petróleo e gás natural e regulamentação fundiária da faixa de fronteira. Além do governador Eduardo Riedel, participaram do encontro os governadores Eduardo Leite (RS), Jorginho Mello (SC) e o vice-governador do Paraná, Darci Piana e representantes do Banco Mundial. Leonardo Rocha, Comunicação do Governo de MS
Inscrições para o Bolsa Técnico estão abertas e seguem até 5 de maio
Estão abertas as inscrições para o programa Bolsa Técnico 2025/2026 do Governo de Mato Grosso do Sul, coordenado pela Fundesporte (Fundação de Desporto e Lazer) e Setesc (Secretaria de Estado de Turismo, Esporte e Cultura). Neste ano, pela primeira vez, o processo de inscrição para técnicos ocorre de forma separada daquele destinado aos atletas. As inscrições para o Bolsa Atleta foram encerradas na última quinta-feira (17) e agora é a vez dos profissionais técnicos se candidatarem ao benefício. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo site oficial do programa (www.bolsa.fundesporte.ms.gov.br) e estarão disponíveis até 5 de maio. O Bolsa Técnico contempla duas categorias: a categoria Técnico I, que oferece bolsa mensal no valor de R$ 1.046,20; e a categoria Técnico II, com valor mensal de R$ 1.569,30. Existe ainda uma subdivisão dentro da categoria Técnico II, voltada especificamente a técnicos que acompanham atletas participantes dos Jogos Olímpicos, Paralímpicos e Surdolímpicos. Nesses casos, o valor mensal da bolsa é de R$ 3.138,60. Para concorrer, é necessário que o profissional tenha no mínimo 18 anos de idade, registro ativo no Cref (Conselho Regional de Educação Física), vínculo comprovado como representante técnico de Mato Grosso do Sul, pelo menos três anos de atuação profissional na área e experiência em competições esportivas de abrangência nacional ou internacional. O processo de inscrição exige que o técnico crie uma conta no sistema do programa, preencha seus dados pessoais e esportivos, e informe o nome e o CPF dos atletas com os quais trabalha. A pontuação dos candidatos será atribuída com base no desempenho dos respectivos atletas. É fundamental revisar cuidadosamente todas as informações antes do envio, evitando inconsistências que possam comprometer a inscrição. O processo deve ser concluído dentro do prazo estabelecido e, após o encerramento, os candidatos deverão aguardar a divulgação oficial dos resultados. De acordo com o diretor de Gestão de Políticas de Excelência e Capacitação Esportiva da Fundesporte, Leandro Fonseca, uma das principais novidades do edital de 2025 está na reformulação do processo de inscrição. Segundo ele, a nova metodologia tornou o procedimento mais dinâmico e eficiente. “No novo sistema, a inscrição dos técnicos ficou mais ágil e eficiente. Antes, eles precisavam inserir os dados dos atletas sem saber se já estavam inscritos no programa Bolsa Atleta. Agora, os atletas se inscreveram primeiro e, somente após o encerramento desse período, iniciou-se o processo de inscrição dos técnicos. Com isso, o sistema já identifica os atletas cadastrados, permitindo que os técnicos apenas complementem as informações necessárias. Essa mudança torna o processo mais rápido e prático”, explica Leandro. Mais informações podem ser obtidas pelo WhatsApp (67) 3316-9198. Clique aqui para acessar o edital completo. Links úteis:Portaria Normativa nº 003/2025, de 14 de março de 2025Decreto nº 15. 581Lei nº 5.615 de 14 de dezembro de 2020Manual Bolsa Atleta e Bolsa Técnico Bel Manvailer, Comunicação Setesc
MS lidera redução de emissões com etanol e avança em transição energética, aponta relatório da FGV
Mato Grosso do Sul foi o estado brasileiro que mais reduziu as emissões de gases de efeito estufa na frota de veículos leves em 2024. A queda de 6,6% nos índices de emissões foi impulsionada principalmente pelo aumento no consumo de etanol, segundo relatório do Observatório de Inovação e Conhecimento em Biomedicina (OC-Bio), da FGV (Fundação Getulio Vargas). Os dados revelam ainda que, sem o uso de etanol, as emissões de gases no Estado teriam sido 40% maiores. O desempenho expressivo reforça o papel estratégico do biocombustível não apenas para o meio ambiente, mas também para a economia sul-mato-grossense. “O movimento de transição energética está muito vinculado ao desenvolvimento sustentável no seu plano mais amplo, com resultado econômico para a sociedade e empreendedores. Esta agenda promove justiça social com nível de emprego elevado e melhor remuneração salarial. Ao substituir fontes não renováveis por renováveis e reduzir as emissões de gases de efeito estufa, estamos promovendo desenvolvimento, que é o melhor programa social que pode existir”, frisou o governador Eduardo Riedel em evento realizado neste ano, na Suiça. Um dos líderes nacionais em energia limpa e renovável, Mato Grosso do Sul tem destacada produção de etanol a partir da cana-de-açúcar e do milho. Atualmente, o Estado conta com 22 usinas de bioenergia em operação e cerca de 50 fornecedores de cana, responsáveis por mais de 30 mil empregos diretos e presentes em mais de 40 municípios. “O etanol brasileiro pode contribuir para a descarbonização do mundo e esse resultado é muito bem sinalizado no relatório da FGV. Tivemos um avanço significativo no ano passado. Não se trata apenas de preço, mas sim de descarbonização, de mostrar para as pessoas o quanto elas podem contribuir com o consumo de etanol para manter as economias, as usinas que geram emprego e renda”, destacou o secretário Jaime Verruck, da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação). Produção em alta e política pública estruturada A cadeia produtiva do etanol em Mato Grosso do Sul conta hoje com mais de 860 mil hectares de cana-de-açúcar cultivados. Para 2025, a previsão é de crescimento na produção: 4,7 bilhões de litros de etanol, um aumento de 11% em relação ao ciclo anterior. A moagem de cana deve alcançar 50,5 milhões de toneladas, de acordo com a Biosul. Esse crescimento é estimulado por políticas públicas como o MS Renovável (Plano Estadual de Incentivo ao Desenvolvimento das Fontes Renováveis de Produção de Energia), que articula ações para ampliar o uso de energias limpas, e pela Câmara Setorial de Energia Renovável, que coordena a elaboração do Programa Estadual de Transição Energética, em consonância com a Política Estadual de Mudanças Climáticas (PEMC). “A transição energética está entre as ações do MS Carbono Neutro. Estamos muito bem posicionados graças à geração de energia a partir de biomassa, solar e hidráulica. A ideia é manter essa trajetória de expansão da energia renovável e avançar também em outras frentes, como a produção de SAF (combustível sustentável para aviação) e o uso ampliado do biometano, para o qual já temos uma legislação específica”, completou Verruck. Engajamento da sociedade Em 2024, o Governo do Estado também apoiou a campanha ‘Movido pelo Agro’, realizada pela Famasul e Biosul, com o objetivo de estimular o uso de etanol entre os motoristas. A ação destacou os benefícios ambientais e econômicos do biocombustível, valorizando a produção local e incentivando a população a adotar uma matriz energética mais limpa. Marcelo Armôa, Comunicação Semadesc
Governo de MS ultrapassa 2,6 mil cirurgias ortopédicas realizadas pelo Programa MS Saúde
O Governo de Mato Grosso do Sul, por intermédio da SES (Secretaria de Estado de Saúde) com o programa ‘MS Saúde – Mais Saúde, Menos Filas’, já ultrapassou a marca de 2.682 mil cirurgias ortopédicas realizadas desde o início do Programa. Com foco na redução das filas para cirurgias eletivas, exames e consultas, a iniciativa está garantindo o acesso à procedimentos nesta especialidade médica alvo de alta procura e com crescente demanda de judicialização. “A demanda por cirurgias ortopédicas é um desafio que temos enfrentado e, para acelerar a realização dos procedimentos, o ‘MS Saúde: Mais Saúde, Menos Fila’ tem trabalhado na expansão da oferta de serviços ortopédicos ao longo do último ano. A SES tem feito a contratualização com hospitais em diversas regiões, garantindo que as cirurgias necessárias sejam realizadas mais perto da população”, explica a Superintendente de Gestão Estratégica da SES, Maria Angélica Benetasso. O secretário de Estado de Saúde, Maurício Simões Correa, destaca que o número de cirurgias ortopédicas realizadas tende a aumentar. “Estamos muito satisfeitos com os resultados até agora. O número de cirurgias realizadas mostra o impacto positivo dessa iniciativa na vida das pessoas e temos a expectativa de que esse número continue a crescer com a contratualização de hospitais, o que nos permitirá agilizar ainda mais os procedimentos e reduzir as filas de espera. O ‘MS Saúde – Mais Saúde, Menos Filas’ reflete o compromisso do Governo de Mato Grosso do Sul em fornecer saúde de qualidade e acessível a toda a população, promovendo melhorias significativas no sistema estadual de saúde”, afirma o secretário. Lançado em maio de 2023, o “MS Saúde – Mais Saúde, Menos Filas” foi implantado para atender a demanda reprimida que visa otimizar o acesso a consultas, exames e cirurgias eletivas, reduzindo as filas de espera no Sistema Único de Saúde (SUS). O programa atua em diversas especialidades médicas, promovendo a descentralização dos serviços e a ampliação da oferta à população dos 79 municípios de Mato Grosso do Sul. Helton Davis, Comunicação SES
Mandioca é o produto mais comercializado na Ceasa de MS entre os cultivados no Estado
O produto mais comercializado na Ceasa/MS (Centrais de Abastecimento de Mato Grosso do Sul) dentre os que são cultivados no Estado é a mandioca. Em 2024, foram 6,3 mil toneladas de mandioca comercializadas nas centrais, sendo que desse total, 5,2 mil toneladas foram produzidas em Mato Grosso do Sul, o equivalente a 82,5%. Onze cidades foram responsáveis por essa produção, com destaque para Sidrolândia (3,4 mil toneladas), Jaraguari (1,2 mil toneladas) e Terenos (438 toneladas). É de lá que vem a produção do agricultor Sinvaldo Sales, que, semanalmente, se desloca do interior até as centrais para comercializar sua produção no Cecaf (Centro de Comercialização da Agricultura Familiar) da Ceasa/MS. “Nós chegamos por volta das 22h até 0h na Ceasa, dependendo do rendimento de cada dia, e às 4h a gente já começa o atendimento”, comenta. Para o diretor de Abastecimento e Mercado da Ceasa/MS, Fernando Begena, números tão expressivos comprovam o potencial de Mato Grosso do Sul como um estado produtor de alimentos. “A cada ano, notamos um maior empenho dos produtores, especialmente da agricultura familiar, em oferecer produtos de qualidade. É um cuidado que começa desde o manejo da terra, o cultivo das mudas até a colheita. Essa comercialização expressiva é um reflexo desse trabalho”, comenta. Preferência nacional Também conhecida como aipim ou macaxeira, a mandioca é um tubérculo tipicamente brasileiro, base da alimentação de várias comunidades tradicionais e com espaço cativo na gastronomia. Versátil, a mandioca é utilizada em farinhas, bolos, purês ou simplesmente cozida, como acompanhamento. Mato Grosso do Sul também é referência na produção da fécula de mandioca. Em 2022, o Estado chegou a liderar as exportações do produto no país, registrando o primeiro lugar com 23 mil toneladas e US$ 17 milhões em receita. Em 2023, Mato Grosso do Sul ocupou a segunda posição, conforme a Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação). Comunicação Ceasa
Com apoio do Exército para ações de segurança pública, Governo de MS fortalece economia
As ações de segurança desenvolvidas em Mato Grosso do Sul, com o apoio do Exército Brasileiro, foram apresentadas durante encontro institucional realizado ontem (22) no CMO (Comando Militar do Oeste), em Campo Grande. O governador Eduardo Riedel, participou do evento, que reuniu também o vice-governador José Carlos Barbosa (Barbosinha), o general de Exército Richard Fernandez Nunes – chefe do Estado-Maior do Exército – e o comandante Militar do Oeste, general de Exército Luiz Fernando Estorilho Baganha. Em expressivo desenvolvimento econômico, o Mato Grosso do Sul atrai investidores internacionais e a questão da segurança pública é fator, muitas vezes, responsável pela decisão final de manter ou realizar investimentos no Estado. “Vemos muito bem a clareza de objetivos, os meios empregados, toda a capacidade operacional do Exército. É importante que a sociedade conheça um pouco dessa realidade. Nós temos o privilégio de ter o CMO com uma série dos programas estratégicos do Exército. A segurança pública ajuda no social, na garantia de toda essa estrutura que nós temos de investimentos dentro do Estado. Isso passa tranquilidade para o investidor. A segurança pública faz parte de um item que muitos dos investidores, que são internacionais e colocam volume de recursos expressivos, que geram emprego, renda, desenvolvimento para o Estado, tem essa capacidade de dar tranquilidade e é fator decisório, muitas vezes, para que se venham para cá”, explicou Riedel. Outra questão apresentada pelo Exército é relativa a segurança nacional, que envolve tecnologia e também os atuais conflitos bélicos e econômicos mundiais. “As guerras não avisam quando começam, a gente vai fazer isso depois, quando a história for contada. O fato é que o mundo está em conflito e nós temos que estar preparados para isso. Nós estamos buscando nos preparar e para isso a gente precisa de recursos, precisa que o nosso planejamento seja adequado e seja cumprido”, disse o general Richard. Outro assunto do encontro foi o Corredor Bioceânico, trajeto rodoviário de 3.320 km que vai conectar os oceanos Atlântico e Pacífico, passando por oito territórios de quatro países – Brasil, Paraguai, Argentin e Chile – que vai gerar oportunidades e desafios, inclusive na área da segurança pública. “Sem dúvida nenhuma, abre uma janela gigante de oportunidades e de ameaças. Todo caminho, ação logística, tem uso benéfico e também mau uso, muitas vezes por parte do ilícito. Sem dúvida nenhuma que a atuação do Exército Brasileiro na nossa fronteira nos dá muita tranquilidade a quem se aventurar pelo uso do ilícito. Agora, do ponto de vista comercial, para o Mato Grosso do Sul e para o Brasil, a rota é um espetáculo. A gente tem uma perspectiva da rota extremamente positiva do ponto de vista comercial”, explicou Riedel. “Temos facilidade que temos para agir na defesa e preservação da fronteira oeste, o que leva também ao desenvolvimento dessa área importante para o nosso Brasil”, disse o general Richard. Também participaram do encontro os secretários Antonio Carlos Videira (Sejusp), Jaime Verruck (Semadesc), Rodrigo Perez (Segov), Ana Ali (PGE) e o comandante-geral do CBMMS (Corpo de Bombeiros Militar), coronel Frederico Salas. Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS








