O governo do presidente Donald Trump intensificou esforços para conter a expansão da Iniciativa Cinturão e Rota (Belt and Road Initiative – BRI) da China na América Latina, uma região estratégica onde Pequim tem ampliado sua influência por meio de investimentos em infraestrutura. Em ações anunciadas em maio de 2025, a administração Trump ameaçou impor sanções e pressões econômicas, incluindo bloqueios a financiamentos internacionais, contra países que avançarem em projetos ligados à BRI, como a adesão da Colômbia ao programa, confirmada no mesmo mês. A estratégia, relatada por fontes como Reuters e France24, reflete a prioridade do governo em reafirmar a influência dos EUA no Hemisfério Ocidental, combatendo o que considera uma ameaça à segurança econômica e geopolítica da região, enquanto promove valores de soberania e transparência no comércio. A BRI, lançada em 2013 pelo presidente chinês Xi Jinping, envolve 22 dos 33 países da América Latina e Caribe, que assinaram memorandos de entendimento para projetos de infraestrutura, como portos, ferrovias e energia, segundo a France24. A Colômbia, que se juntou à iniciativa em 14 de maio de 2025 durante o Fórum China-CELAC em Pequim, foi alvo de críticas diretas do governo Trump. O enviado especial para a América Latina alertou que a aproximação com a China poderia levar à suspensão de importações cruciais, enquanto Trump pressionou instituições como o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para bloquear financiamentos a projetos chineses, conforme postagens em redes sociais repercutidas pela CNN. O presidente colombiano, Gustavo Petro, defendeu a adesão, argumentando que ela visa reduzir o déficit comercial de US$ 14 bilhões com a China, mas a decisão gerou tensões com Washington, que vê a BRI como uma ferramenta de Pequim para expandir influência política e econômica. Outro ponto de atrito é o Canal do Panamá, onde a presença de empresas chinesas, como a CK Hutchison, que opera portos em ambos os lados do canal, foi criticada por Trump como uma ameaça à segurança dos EUA. Em fevereiro de 2025, o secretário de Estado Marco Rubio negociou com o presidente panamenho José Raúl Mulino, que anunciou a não renovação do memorando com a BRI, segundo a PBS. Mulino destacou a soberania do Panamá sobre o canal, mas prometeu auditorias para reduzir a influência chinesa, atendendo parcialmente às demandas americanas. A pressão dos EUA também se estende a outros países, como o Peru, onde o porto de Chancay, financiado pela estatal chinesa Cosco Shipping e inaugurado em novembro de 2024, é visto como uma porta de entrada para o mercado americano, potencialmente contornando tarifas impostas por Trump, conforme a The Conversation. A administração Trump tem promovido alternativas à BRI, como o programa América Crece, lançado em 2019, que incentiva investimentos do setor privado em infraestrutura na América Latina, segundo a NBC News. Embora menos robusto que a BRI, que investiu US$ 94 bilhões em 138 projetos na região entre 2005 e 2020, conforme a CSIS, o programa busca atrair empresas americanas com garantias de transparência e sustentabilidade. Em janeiro de 2025, o deputado Mark Green (R-TN) propôs a Western Hemisphere Nearshoring Act, que usa recursos de tarifas sobre bens chineses para financiar empréstimos de baixo juros a empresas que realoquem operações da China para a América Latina, conforme a Fox News. A medida visa reduzir a dependência econômica da região em relação à China, que se tornou o maior parceiro comercial de países como Brasil, Peru e Chile, com um comércio de US$ 500 bilhões em 2023, segundo a The Conversation.
Trump Anuncia Proposta Indiana de Zerar Tarifas sobre Produtos Americanos, mas Índia Nega Acordo Final
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em 15 de maio de 2025, durante um fórum de negócios em Doha, no Qatar, que a Índia ofereceu um acordo comercial que eliminaria “literalmente todas as tarifas” sobre bens americanos. A declaração, feita em meio a negociações para reduzir o déficit comercial de US$ 45,7 bilhões dos EUA com a Índia, gerou otimismo nos mercados, com os índices de ações indianos subindo 1,5% para o maior nível em sete meses, segundo a Reuters. No entanto, o ministro das Relações Exteriores da Índia, S. Jaishankar, rapidamente refutou a afirmação, destacando que as negociações estão “em andamento” e que “nada está decidido até que tudo esteja”, conforme noticiado pela BBC e CNN. A controvérsia reflete a complexidade das relações comerciais bilaterais e a prioridade de ambos os países em proteger interesses econômicos, enquanto reforça a importância de acordos que promovam equilíbrio e segurança no comércio global. As negociações entre os dois países, que movimentaram US$ 129 bilhões em comércio bilateral em 2024, intensificaram-se após Trump anunciar, em abril de 2025, uma pausa de 90 dias em tarifas recíprocas, incluindo uma taxa de 26% sobre produtos indianos, conforme a Reuters. A Índia, conhecida por altas barreiras tarifárias — como 70% sobre veículos e até 150% sobre álcool, segundo a NPR —, teria oferecido zerar tarifas em 60% das importações americanas na primeira fase do acordo, com acesso preferencial para 90% dos bens dos EUA, de acordo com fontes do governo indiano citadas pela Reuters. Setores como joias, têxteis, bananas e uvas poderiam se beneficiar de melhores termos comerciais, enquanto a Índia busca isenções para suas exportações de produtos farmacêuticos e autopeças, que enfrentam a tarifa de 26%, conforme a The Hindu. A proposta indiana, descrita como uma abordagem “zero-por-zero” em setores específicos, exclui áreas sensíveis como agricultura, onde os agricultores temem a concorrência de importações americanas baratas, segundo a Al Jazeera. Trump, que já classificou a Índia como “rei das tarifas”, também criticou a decisão da Apple de expandir a produção de iPhones no país, afirmando que preferiria a manufatura nos EUA. “Eu disse a Tim Cook: ‘Não queremos você construindo na Índia. Queremos produção aqui’”, declarou Trump, conforme a The New York Times. A Índia, por sua vez, tem promovido sua indústria de smartphones, com fornecedores como Foxconn e Tata exportando US$ 2 bilhões em iPhones para os EUA em março de 2025, segundo a ABC News. Apesar do entusiasmo de Trump, a resposta cautelosa de Jaishankar sublinha que o acordo depende de reciprocidade e benefícios mútuos. O ministro do Comércio indiano, Piyush Goyal, liderou uma delegação a Washington em maio para avançar nas negociações, que abrangem 19 capítulos, incluindo tarifas e barreiras não tarifárias, conforme a The Times of India. A Índia já reduziu tarifas sobre produtos como uísque e motocicletas americanas, mas setores como agricultura permanecem protegidos devido a pressões políticas internas. A oposição indiana, incluindo o Congresso, questionou o silêncio do primeiro-ministro Narendra Modi, exigindo clareza sobre as concessões, segundo a India Today. A possibilidade de um acordo comercial é vista como estratégica para ambos os lados, mas enfrenta obstáculos. A Índia busca reduzir o diferencial tarifário com os EUA, atualmente em 13%, para menos de 4%, segundo a Reuters, enquanto Trump pressiona por acesso ao mercado indiano, descrito como “muito difícil de penetrar”. A incerteza sobre as tarifas, que expiram em 9 de julho, mantém os mercados em alerta, com temores de impactos econômicos globais, conforme a The Guardian. A postura de Trump reflete sua agenda de reduzir déficits comerciais e fortalecer a manufatura americana, mas a relutância indiana em confirmar o acordo destaca a necessidade de negociações que respeitem a soberania econômica de ambos os países.
Rússia Usou Brasil como Base para Espiões de Elite, Revela Investigação do The New York Times
Uma investigação publicada pelo The New York Times em 21 de maio de 2025 expôs um esquema audacioso da Rússia, que transformou o Brasil em uma “linha de montagem” para espiões de elite, conhecidos como “ilegais”. Esses agentes, operando sob identidades brasileiras falsas, obtinham documentos autênticos, construíam redes sociais e carreiras para, em seguida, infiltrar-se em países como Estados Unidos, Europa e Oriente Médio. A operação, desmantelada por agentes federais brasileiros com apoio da CIA, revelou a exploração de vulnerabilidades no sistema de registro civil do Brasil, levantando preocupações sobre segurança nacional e a necessidade de fortalecer a proteção contra ameaças externas. A descoberta, confirmada por fontes como Reuters e Estadão, reforça a importância de salvaguardar a soberania e a ordem em um mundo de crescentes tensões geopolíticas. O relatório do The New York Times, baseado em centenas de documentos e entrevistas, identificou pelo menos nove espiões russos que, por anos, viveram no Brasil sob identidades forjadas. A operação, conduzida pela inteligência militar russa (GRU) e pelo Serviço de Inteligência Estrangeira (SVR), aproveitava uma brecha no sistema brasileiro, que permite registrar certidões de nascimento com apenas duas testemunhas, especialmente em áreas rurais. Isso possibilitava a criação de documentos legítimos, como passaportes e carteiras de identidade, usados para viagens sem visto a diversos países. Um caso emblemático é o de Sergei Cherkasov, que, sob o nome Victor Muller Ferreira, obteve um estágio no Tribunal Penal Internacional (TPI) em Haia, mas foi barrado pelas autoridades holandesas em 2022, após alerta da CIA, e preso em São Paulo por falsificação documental, segundo a NPR. Cherkasov, o único condenado até agora, cumpre pena de cinco anos, reduzida de uma sentença inicial de 15 anos. Outro caso destacado é o de Artem Shmyrev, que, como Gerhard Daniel Campos-Vittich, gerenciava um negócio de impressão 3D no Rio de Janeiro. Mensagens recuperadas de seu celular, conforme revelado pelo The New York Times, mostram frustrações com a vida de agente secreto e contatos com sua esposa, Irina, também espiã, que operava na Grécia. Outros agentes, como Vladimir Danilov e Ekaterina Danilova, que se passavam por um casal português, escaparam para Portugal antes de serem identificados, segundo a Euronews. A investigação brasileira, chamada Operação Leste, começou após a invasão da Ucrânia pela Rússia em 2022 e contou com colaboração de agências dos EUA, Israel, Holanda e Uruguai. A Polícia Federal emitiu alertas à Interpol, mas apenas dois agentes foram presos, enquanto outros, como Mikhail Mikushin, retornaram à Rússia em trocas de prisioneiros em 2024, conforme a Newsweek. A operação russa no Brasil, que pode ter raízes na era soviética, explora a diversidade multicultural do país, que facilita a integração de estrangeiros, e a fragilidade de seu sistema de identificação. Um relatório forense, citado pelo The New York Times, sugere que certidões de nascimento registradas nos anos 1980 e 1990 por agentes da KGB podem ter sido plantadas para uso futuro, indicando um planejamento de longo prazo. Essa revelação, conforme noticiado pelo Correio da Manhã, expõe falhas na segurança brasileira, que também favorecem crimes como narcotráfico e terrorismo. A decisão do Brasil de não extraditar Cherkasov para os EUA, conforme relatado pelo The New York Times em 2023, reflete a neutralidade histórica do país, mas a exposição do esquema marca uma mudança, com autoridades afirmando que o Brasil não tolerará espionagem estrangeira. A descoberta da “fábrica de espiões” gerou reações no Brasil. O Estadão destacou que a operação evidencia o custo da proximidade do governo Lula com Moscou, enquanto o comentarista Octavio Guedes, em entrevista à GloboNews, criticou a falta de investimento no serviço de inteligência brasileiro. A investigação, conduzida pelos mesmos agentes que apuraram denúncias contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, revelou a extensão da rede, mas autoridades alertam que ela pode ser apenas a ponta de esquemas maiores. A exposição desses agentes, que construíam identidades por meio de negócios, casamentos e amizades, sublinha a complexidade do combate à espionagem e a urgência de reforçar sistemas de identificação e vigilância para proteger a segurança e a estabilidade nacional.
Inspetor Cabral denuncia intimidações e sai em defesa de servidores da segurança e da saúde
Na segunda-feira (2), durante a 18ª sessão ordinária, o vereador Inspetor Cabral (PSD) utilizou a tribuna da Câmara Municipal para repudiar publicamente os recentes episódios de desrespeito e tentativa de intimidação contra servidores públicos de Dourados, especialmente agentes da Guarda Municipal e profissionais da saúde. Servidor de carreira da Guarda Municipal, Cabral falou com firmeza sobre a atuação da corporação em uma ocorrência no bairro Jardim Caramuru. Na ocasião, agentes recolheram um veículo irregular, conforme determina o Código de Trânsito Brasileiro. Em resposta, um cidadão insatisfeito com a abordagem publicou um vídeo nas redes sociais vestindo um kimono de jiu-jitsu e desafiando um dos guardas para “resolver a situação no tatame”. “Cumprir a lei não é crime. Intimidar servidor público, sim. O vídeo é uma afronta direta à autoridade legalmente constituída e ao Estado”, afirmou o vereador. “Quem veste o kimono de uma arte marcial deveria conhecer seus princípios: respeito, disciplina, humildade e autocontrole. O verdadeiro lutador não incita violência”, completou. Cabral também se solidarizou com os colegas da Guarda Municipal expostos indevidamente nas redes sociais, reafirmando o compromisso da Câmara com a valorização e a integridade da corporação. “A esta Casa não cabe o silêncio diante de ataques ao trabalho sério dos nossos agentes. Eles não estão sozinhos”, destacou. Além disso, o parlamentar chamou atenção para outro episódio de desrespeito, desta vez envolvendo profissionais da saúde. Na última semana, a Guarda foi acionada para intervir em uma situação de descontrole na Unidade de Saúde da Seleta, onde uma mulher exaltada ameaçava servidores por não conseguir atendimento imediato para o marido, que não se encontrava no local. “Não se trata de má vontade, mas de cumprimento de protocolos que garantem organização e justiça no atendimento. Não é com gritos e ameaças que se resolvem problemas”, explicou Cabral. Para o vereador, os casos acendem um alerta sobre a banalização da violência e do desrespeito contra aqueles que se dedicam diariamente ao serviço público. “Vivemos em um Estado de Direito. Temos leis, procedimentos e deveres. E é com base neles que seguimos firmes, defendendo quem protege e cuida da nossa população”, finalizou.
PF deflagra operação Conexão Fatal para combater fraudes contra sistemas da Receita Federal
A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (3/6), a Operação Conexão Fatal, com o objetivo de desarticular um esquema criminoso que fraudava os sistemas da Receita Federal do Brasil. A investigação teve início após a identificação do envio fraudulento de mais de 300 Declarações Finais de Espólio (DFE), realizadas sem o conhecimento dos titulares. A ação resultou na alteração da situação cadastral de diversos contribuintes perante a Receita Federal, que passaram a constar como “Titular Falecido”, com a inserção de óbitos inexistentes. Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão nas cidades de Recife/PE e Itaperuna/RJ. As medidas têm como finalidade a obtenção de elementos de prova e informações que contribuam para o aprofundamento das investigações, além de possibilitar a identificação de todos os envolvidos no esquema.
Trabalho de Zé Teixeira permite entregas para população de MS
O trabalho do deputado Zé Teixeira, 2º vice-presidente da Assembleia Legislativa, tem garantido a aplicação dos recursos públicos em favor da população de Mato Grosso do Sul. Na Casa de Leis, a atuação do parlamentar está focada nas necessidades e demandas dos municípios, promovendo entregas que melhoram a qualidade de vida da população. Em Dois Irmãos do Buriti, na última quinta-feira (29), o deputado Zé Teixeira acompanhou o governador Eduardo Riedel na inauguração do lote 1 da pavimentação asfáltica da MS-347, no entroncamento da MS-162 com a BR-419. A obra, solicitada pelo parlamentar, permite o acesso a diversas propriedades rurais e assentamentos, sendo essencial para o desenvolvimento do agronegócio. “É gratificante ver que nossa reivindicação se tornou realidade. Essa obra representa um avanço significativo para a infraestrutura da região”, analisou. Logística – Atendendo a outra solicitação do deputado Zé Teixeira, a Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul) publicou o aviso de lançamento da licitação para a obra de implantação do sistema de esgotamento sanitário no bairro Jardim Mônaco, em Dourados. “É fundamental que sejam adotadas providências para garantir condições sanitárias mais seguras e dignas para os moradores”, destacou o parlamentar. A Agesul também publicou o extrato do contrato para a execução da obra de restauração da rodovia MS-276, com adequação da capacidade e segurança no trecho final do Distrito de Indápolis até o início do trecho urbano de Deodápolis. “A rodovia, que possui um elevado fluxo de veículos, é uma importante via de escoamento da safra. Os constantes serviços de tapa-buracos são ineficientes, por isso a restauração se faz necessária”, explicou Zé Teixeira. Educação – O trabalho de Zé Teixeira também tem garantido avanços no setor de ensino e aprendizagem. Após a solicitação do deputado, a Prefeitura Municipal confirmou o início da análise técnica, com visita in loco, para elaborar um diagnóstico detalhado da situação nos Centros de Educação Infantil Municipal Hélio Lucas e Celso de Almeida, em Dourados. Após receber um pedido de interlocução das coordenações pedagógicas, Zé Teixeira apresentou indicações na Assembleia Legislativa solicitando obras de reforma predial e aquisição de material técnico. A administração municipal informou que “os resultados das vistorias serão cuidadosamente avaliados e incorporados ao planejamento estratégico da Secretaria de Educação”. Com relação ao pedido de construção de uma escola estadual no bairro Esplanada, também em Dourados, a Coordenadoria de Informações Educacionais informou que a Rede Estadual de Ensino está em articulação com o município para obter um terreno de aproximadamente 10 mil metros quadrados, doado pela prefeitura. Ainda conforme a coordenadoria, “o Estado já está realizando estudos financeiros para viabilizar a construção da unidade”.
Em 5 meses, Prefeitura reforçou limpeza, revitalizou iluminação e transformou drenagem
Os serviços executados pela Prefeitura de Dourados nos primeiros cinco meses de 2025 já transformam a realidade da infraestrutura local e levam mais qualidade de vida à população. A Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), por exemplo, já efetuou a roçada de 7.952.635,67 m² de área, o que corresponde a mais de 1.100 campos de futebol, além de levar iluminação de LED a diversos espaços públicos e fazer grandes investimentos em drenagem, eliminando alagamentos. São ações determinadas pelo prefeito Marçal Filho. Investir em limpeza, além de modificar os espaços com mais asseio e beleza, também é fundamental para evitar a proliferação de insetos peçonhentos e ajuda a eliminar condições favoráveis à reprodução do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, da febre chikungunya e do zika vírus. No período, foi realizada ainda uma grande força tarefa no serviço de poda e mais de 2.140 unidades foram atendidas neste período. Vale destacar ainda os mutirões realizados na região do Canaã I, São Braz e Jóquei Clube, com serviços que englobaram raspagem de sarjeta de meio-fio, limpeza, roçada de praças, bosques, retirada de entulhos. As ações envolvem a prefeitura e empresas terceirizadas. A Semsur efetuou a coleta de 26.788,67 toneladas de resíduos sólidos domiciliares e comerciais, além de 21.058,51 toneladas de resíduos gerados pela própria prefeitura e por terceiros prestadores de serviço, resultantes das atividades de manutenção e asseio do Município. Um grande diferencial trazido pela gestão Marçal Filho foi o recolhimento de inservíveis por meio de maquinários e caminhões em frente às casas dos moradores, o que gerou um recolhimento significativo de eletrodomésticos velhos, móveis, entre outros. A iluminação de LED possui maior eficiência energética, durabilidade, menor impacto ambiental e custo de manutenção reduzido e a prefeitura implementou este serviço de forma integral na praça do Campo Zé Tabela, ciclovia da Avenida Coronel Ponciano e das ruas João Cândido da Câmara, Antônio de Carvalho, Dr. Nelson de Araújo, Idelfonso Pedroso, Coronel José Alves e Joaquim Luiz Azambuja, além da rotatória do Anel Viário Norte, Jardim Flórida I e II, Vila Popular e Avenida Guaicurus. DRENAGEM De janeiro a maio, foi realizada a restauração da estrutura completa de 27 bocas-de-lobo no município e também a substituição de várias grelhas danificadas ou em falta em diversos pontos da cidade. Destaque ainda para a manutenção de 11 bocas-de-dragão e implantação de três bocas de dragão (sendo duas na região do início da Rua Monte Alegre) e outra na Rua Júlio Marques de Almeida). A implantação das bocas de dragão visa acabar com os problemas de alagamentos que há muitos anos representam transtornos para moradores e comerciantes da região e, agora, a prefeitura direciona soluções definitivas. RECAPEAMENTO NO JARDIM ÁGUA BOA A Prefeitura de Dourados, juntamente com o Governo de Mato Grosso do Sul modifica a realidade da pavimentação do Jardim Água Boa. O bairro mais populoso de Dourados, que há anos sofria com ruas esburacadas e trechos quase intransitáveis, recebe obras de recapeamento asfáltico e até o momento, já foi executado um total de 58.978,51m² de trecho, o que corresponde a 4.883,22 toneladas de massa aplicada, ou o equivalente a 4.883.220,00 Kg. As obras serão realizadas em duas etapas, somando um investimento de R$ 17,5 milhões. A primeira fase, já em execução, contempla 90.453,5 metros quadrados de recapeamento e será executada pela empresa Planacom. A área abrange o quadrilátero entre as ruas Itamarati até Áurea de Matos Carvalho (antiga W9) e da Cafelândia até Ediberto Celestino de Oliveira. A segunda etapa irá revitalizar mais de 91 mil metros quadrados entre as ruas Cuiabá até Itamarati e da Cafelândia até Ediberto Celestino de Oliveira. Os trabalhos são conduzidos pela Concremat Engenharia, vencedora da licitação. Com essa ação no Jardim Água Boa, Dourados dá um passo firme rumo à modernização urbana e à valorização dos bairros. Vale ressaltar que outras ações neste contexto também são realizadas pela Secretaria Municipal de Obras Públicas (Semop). O recapeamento chega como símbolo de cuidado e respeito pela população e a proposta da administração municipal também é a de garantir asfalto para moradores de bairros que ainda convivem com poeira durante a estiagem e lama quando chove.
PRF prende quatro homens com carro cheio de maconha e haxixe em plantação de milho
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 1.249 Kg de maconha, nesta segunda-feira (2), em Campo Grande (MS). Quatro homens foram presos. A droga estava em um Nissan/Versa e era escoltado por outros dois veículos. Um dos batedores saia de um posto de combustíveis quando foi abordado pelos policiais. O motorista e dois passageiros transportavam tanques de combustível e a chave de um Nissan/Versa. O veículo com a droga estava estacionado dentro de uma plantação de milho, em uma estrada vicinal, e estava sem combustível. No local, a equipe encontrou outro veículo que fazia a escolta da droga e mais dois homens, um deles empreendeu fuga a pé ao avistar os policiais e o outro foi preso. Os quatro homens confessaram que faziam o transporte e o serviço de batedores para a droga, de Ponta Porã até Campo Grande. Foram apreendidos 1.249 Kg de maconha e 1,7 Kg de haxixe. O Nissan/Versa também utilizava placas falsas e possuía registro de roubo/furto, desde abril de 2025, em São Paulo. A ocorrência foi encaminhada à Denar em Campo Grande (MS).
Dupla invade casa, faz família refém, um morre, outro é baleado e preso em troca de tiros com PM
Assalto terminou com um suspeito morto e outro ferido na madrugada desta segunda-feira (2), em Naviraí-MS. Os dois criminosos invadiram uma casa, fizeram uma família refém e roubaram uma caminhonete Toyota Hilux. Tudo começou por volta das 21h de domingo, quando os bandidos encapuzados invadiram a casa na Rua Rio de Janeiro, renderam o casal e os dois filhos pequenos. Um deles ficou com a família sob a mira de uma arma, enquanto o outro fugia com a caminhonete. Já durante a madrugada, o veículo foi localizado por policiais do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) em uma estrada vicinal próxima a Iguatemi. O condutor abandonou o carro e correu para o mato, iniciando uma caçada na região. Enquanto isso, outra equipe chegou à casa da família refém e flagrou um dos bandidos pulando o muro. Houve troca de tiros. José Antonio Alves da Silva, de 24 anos, foi baleado na perna e preso. Com ele, os policiais encontraram uma pistola calibre .22, um coldre e o controle do portão eletrônico. Já o segundo suspeito, Nicolas Viana Cabral, de 20 anos, foi localizado por volta das 8h da manhã em uma área de mata. Ele também reagiu à abordagem policial e acabou baleado. Nicolas foi levado ao hospital de Iguatemi, mas não resistiu aos ferimentos. Segundo a polícia, José Antonio veio do Paraná para cometer roubos em Naviraí e já tinha envolvimento em outro crime semelhante. A investigação agora tenta identificar outros possíveis envolvidos.








