Após cinco meses de cuidados intensivos, uma águia-cinzenta (Urubitinga coronata), espécie de ave de rapina ameaçada de extinção no centro-leste da América do Sul, presente na Argentina, Bolívia, Paraguai e Brasil, foi devolvida à natureza na última quarta-feira (11), em uma área rural de Campo Grande, próxima ao local onde foi resgatada. O resgate foi realizado pela PMA (Polícia Militar Ambiental), que também acompanhou a soltura feita pelo CRAS (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres). A ave foi encontrada ferida no dia 11 de janeiro deste ano, às margens da rodovia MS-040. Com traumatismo cranioencefálico, foi encaminhada ao CRAS, onde recebeu atendimento veterinário e passou por processo de reabilitação física. Considerada apta para retornar ao ambiente natural, foi solta com sucesso, alçando voo com vigor. A reabilitação e reintrodução da águia são consideradas fundamentais para a conservação da espécie e da fauna silvestre. Segundo o CRAS, cerca de 200 animais silvestres já foram reabilitados e soltos apenas no primeiro semestre de 2025. O número, dentro da média anual, reflete ainda a elevada ocorrência de animais feridos em consequência de ações humanas como atropelamentos, queimadas, desmatamento e tráfico ilegal. A águia-cinzenta é uma ave de rapina rara, de grande porte, típica de áreas abertas e de cerrado, habitat cada vez mais ameaçado pelo avanço da agropecuária e da urbanização. A espécie está classificada como vulnerável na lista de animais ameaçadas de extinção, o que torna cada reabilitação e retorno à natureza um avanço significativo para sua preservação. O CRAS segue disponível para acolher animais silvestres feridos ou em situação de risco. A população pode acionar a PMA ou encaminhar os animais diretamente ao centro, desde que em segurança. Taynara Foglia, Comunicação do Governo de MS
Agems e ANP assinam acordo inédito de cooperação que impulsiona setor de gás natural e biogás
Com foco no fortalecimento da política estadual de desenvolvimento sustentável, Mato Grosso do Sul, por meio da Agência Estadual de Regulação (AGEMS), formalizou nesta segunda-feira (16) um Acordo de Cooperação Técnica com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A assinatura foi realizada na sede da agência federal, no Rio de Janeiro, pelo diretor-presidente da AGEMS, Carlos Alberto de Assis, e a diretora-geral interina da ANP, Patrícia Baran. Também participaram o diretor de Gás, Energia e Mineração da AGEMS, Matias Gonsales e a assessora jurídica da Fabíola Porcaro, e, da ANP, a superintendente Adjunta de Infraestrutura e Movimentação, Priscila Raquel Kazmierczak, e o Coordenador-Geral de Apoio Jurídico e Resolução de Conflitos, Leonardo Pereira de Queiroz. A parceria institucional representa um avanço estratégico para a regulamentação do setor de gás natural no Estado. “A AGEMS faz hoje mais um convênio muito importante para o nosso Estado. Vamos estar junto com a ANP fazendo a harmonização dos regulamentos sobre o gás, definindo o que é bom para o Brasil e o que é bom para o Mato Grosso do Sul”, afirmou Carlos Alberto de Assis. “Nossa Diretoria de Gás e Energia está aqui presente, já iniciando as discussões, para que possamos levar ao nosso Estado o que há de melhor na Lei do Gás nacional, adaptar o que for bom para o Estado, e, juntos, construir regulamentos fortes para o nosso Brasil”. O diretor Matias Gonsales aponta que o acordo marca o início de um trabalho conjunto para alinhar diretrizes técnicas e legais, com impacto direto na competitividade e na atração de investimentos. “Esse é o pontapé inicial de um trabalho que será desenvolvido no sentido de atrair investimentos para o Estado e, ao mesmo tempo, fazer com que o gás natural venha de uma forma mais barata para os clientes. É um trabalho árduo, é um trabalho que o Governo do Estado está se propondo a fazer, junto com a AGEMS e com a ANP”, destacou. Para Vladimir Paschoal Macedo, coordenador da Câmara Técnica de Petróleo e Gás da Associação Brasileira de Agências de Regulação (ABAR), que participou da solenidade, “o acordo é o caminho para desenvolver o mercado de gás natural e biometano em Mato Grosso do Sul, com segurança jurídica, e, dessa forma contribuir para atrair mais investimentos e desenvolver cada vez mais o Estado”. Normas, eficiência e resultados A cooperação visa promover a harmonização das normas estaduais com a Lei do Gás Nacional, respeitando as particularidades regionais e fortalecendo a segurança jurídica para operadores e consumidores. O acordo permite o intercâmbio de informações técnicas, metodologias regulatórias e a realização de ações conjuntas A cooperação surge em um cenário em que as oportunidades trazidas pela expansão da indústria do gás natural em todo o País trouxeram também o desafio de se estabelecer as melhores normas possíveis para equilibrar a realidade nacional, as especificidades locais e o potencial dos diferentes estados. O tema é um dos grandes pontos de atenção da AGEMS, que apresentou em encontro técnico no Ministério de Minas e Energia no fim de 2024 os avanços e propostas de Mato Grosso do Sul para harmonizar regulamentos e garantir o aproveitamento de todo o potencial do energético nos projetos de desenvolvimento seguro e sustentável. Questões operacionais entre os elos da cadeia dessa indústria; os pontos a serem considerados para a migração do consumidor livre; melhorias com relação à atuação do Governo Federal e Governos Estaduais e a ANP, os transportadores dutoviários, as concessionárias estaduais e demais agentes da cadeia foram temas desses debates prévios à definição do Acordo de Cooperação. A formalização da parceria estabelecida hoje era uma das metas de expansão da atuação da AGEMS no setor energético em 2025. Comunicação Agems
Flamengo joga bem, bate o Espérance e assume liderança no Mundial de Clubes
O Flamengo estreou com pé direito no Mundial de Clubes. A equipe de Filipe Luís enfrentou o Espérance (TUN) na noite desta segunda-feira, um dos grandes times do continente africano, foi superior e venceu por 2 a 0 no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, com gols de Arrascaeta e Luiz Araújo. De quebra, o Rubro-Negro ultrapassou o Chelsea e assumiu a liderança do grupo D da competição. ]A equipe carioca ficou com a primeira colocação pelo critério de cartões amarelos, já que o Chelsea também venceu seu jogo contra o Los Angeles FC por 2 a 0. Os Blues foram advertidos com três cartões, enquanto o time carioca levou apenas um. O Flamengo se impôs ao Espérance desde os primeiros minutos de jogo e dominou as ações ofensivas no Lincoln Financial Field, com chegadas pelos lados e articulações pelo meio. Todos os atletas do setor participaram ativamente da construção das jogadas, inclusive Jorginho, estreante da noite. A primeira chance clara foi criada aos 14 minutos em cabeceio perigoso de Léo Ortiz, após cobrança de escanteio. Mas as redes do time tunisiano balançaram mesmo em jogada trabalhada do Rubro-Negro carioca, que terminou com brilho uruguaio. Aos 16 minutos, a bola passou de pé em pé até chegar em Varela na ponta direita, atleta bastante acionado no primeiro tempo. O uruguaio cruzou para Luiz Araújo que, consciente, ajeitou para Arrascaeta finalizar de chapa dentro da área e estufar as redes. O Flamengo manteve o apetite e quase ampliou com Gerson dois minutos depois, mas o camisa 8 parou em boa defesa de Said. Com a vantagem no placar, a equipe de Filipe Luís controlou o jogo, diminuiu um pouco o ritmo ao longo da primeira etapa e não deu espaços ao Espérance. Fim de primeiro tempo com ampla superioridade do Flamengo, postura que se refletiu na posse de bola (69% x 31%), total de chutes (7 x 1) e número de passes (386 x 133). O segundo tempo começou com trocação entre as equipes, e o Espérance conseguiu finalizar pela primeira vez ao alvo com Ben Hamida, que viu Rossi segurar firme. Era a prova de que a equipe africana voltou mais ligada no jogo, mas, ainda assim, o Flamengo levou mais perigo nas investidas. Aos sete minutos, Pedro perdeu duas chances cristalinas em sequência dentro da área: na primeira foi travado pela defesa; logo depois chutou rasteiro, com muito perigo, e mandou à direita do goleiro Said. Mas o Espérance não jogou a toalha e aproveitou erros na saída de bola para assustar o Flamengo com duas boas finalizações de Belaili, principal nome do time tunisiano no jogo. Mas, no seu pior momento do confronto, o Rubro-Negro respondeu ao melhor estilo. Varela acionou Jorginho pela ponta direita, e o meia achou um lindo passe para deixar Luiz Araújo na boa para chutar colocado e ampliar o placar. Essa foi a cereja do bolo de uma estreia marcante para o ítalo-brasileiro, que saiu aplaudido de campo ao ser substituído por Allan. O Espérance esboçou uma pressão contra o Flamengo no final do jogo, mas não levou perigo ao gol de Rossi. No final, 2 a 0 e liderança garantida para o Rubro-Negro no Mundial. O Flamengo tem próximo encontro marcado para as 15h desta sexta-feira (horário de Brasília), também na Filadélfia, contra o Chelsea, que bateu o Los Angeles FC por 2 a 0 na primeira rodada. Já o Espérance tem o próprio Los Angeles FC pela frente, em partida marcada para as 19h desta sexta (horário de Brasília). Lance
Trump Afirma Controle dos EUA Sobre Espaço Aéreo do Irã e Exige Rendição Incondicional de Teerã
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, intensificou sua postura contra o Irã ao declarar, em 17 de junho de 2025, que as forças americanas têm “controle total e completo” do espaço aéreo iraniano, em meio à escalada do conflito com Israel. Em uma série de publicações na plataforma Truth Social, Trump exigiu a “rendição incondicional” do regime iraniano e afirmou saber a localização exata do líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, mas optou por não eliminá-lo “por enquanto”. A mensagem, que reforça a superioridade militar americana, destaca a liderança resoluta de Trump em um momento de alta tensão no Oriente Médio, priorizando a segurança global e a contenção das ambições nucleares do Irã. A declaração de Trump ocorre após ataques aéreos coordenados por Israel, com apoio dos EUA, que destruíram instalações nucleares iranianas em Natanz, Fordow e Isfahan, matando comandantes de alto escalão, como Mohammad Bagheri, chefe do Estado-Maior, e o general Ali Shadmani. Os bombardeios, iniciados em 13 de junho, expuseram as fragilidades das defesas iranianas, com drones e mísseis americanos e israelenses operando sem resistência significativa. Segundo o The Wall Street Journal, os EUA utilizaram bombas penetradoras de alta potência, neutralizando alvos estratégicos e paralisando a capacidade de resposta de Teerã. A afirmação de Trump sobre o controle aéreo é corroborada por relatos de que caças F-35 e drones Reaper têm operado livremente, enquanto as defesas antiaéreas iranianas, como o sistema S-300, foram ineficazes. Trump também destacou a vulnerabilidade de Khamenei, que, segundo fontes de inteligência citadas pela BBC, estaria isolado em um bunker em Teerã, evitando comunicações eletrônicas por medo de ser rastreado. A decisão de não eliminá-lo, apesar de saber sua localização, reflete uma estratégia calculada: manter a pressão psicológica sobre o regime enquanto deixa aberta a possibilidade de negociações. “A paciência está se esgotando”, alertou Trump, sinalizando que qualquer ataque a civis ou militares americanos terá consequências severas. Essa abordagem combina força militar com pragmatismo diplomático, evidenciando sua habilidade em lidar com crises complexas sem ceder à retórica beligerante do Irã. O regime iraniano, sob Khamenei, enfrenta um colapso iminente. A insistência de Teerã em enriquecer urânio a 60%, nível próximo ao necessário para armas nucleares, segundo a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), provocou a resposta militar de Israel e dos EUA. A economia iraniana, já devastada por sanções que reduziram as exportações de petróleo em 70% desde 2018, sofre com os danos causados pelos ataques, que destruíram infraestruturas críticas e causaram mais de 500 mortes, conforme estimativas independentes. A retórica de Khamenei, que prometeu “abrir as portas do inferno”, não se traduziu em ações eficazes, e sua liderança, marcada por repressão interna e apoio a grupos como o Hezbollah, parece incapaz de conter a crise. A postura de Trump contrasta com a hesitação de líderes europeus, que, durante a cúpula do G7, defenderam um cessar-fogo sem abordar diretamente o programa nuclear iraniano. Ao exigir a rendição incondicional, Trump reafirma sua visão de que a estabilidade global depende de neutralizar as ameaças de Teerã. Sua decisão de deixar a cúpula do G7 cedo para coordenar a resposta à crise, reunindo-se com o Conselho de Segurança Nacional, demonstra compromisso com resultados concretos, em vez de debates prolongados. A liderança de Trump, que já garantiu a destruição de alvos nucleares iranianos sem perdas americanas, reforça a posição dos EUA como potência militar dominante, capaz de impor sua vontade em cenários de conflito. Enquanto o Irã tenta negociar por meio de intermediários árabes, como o Qatar, a exigência de rendição de Trump estabelece um precedente claro: qualquer acordo deve garantir o fim das ambições nucleares iranianas. Sua clareza e determinação em proteger os interesses americanos e aliados, como Israel, contrastam com décadas de políticas conciliatórias que permitiram ao regime de Khamenei expandir sua influência. A mensagem de Trump é um aviso inequívoco: o tempo para concessões acabou, e os EUA estão prontos para agir com força total, se necessário.
Trump Prioritiza Crise no Oriente Médio e Deixa Cúpula do G7 para Liderar Resposta ao Conflito Israel-Irã
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tomou a decisão estratégica de deixar a cúpula do G7, realizada em Kananaskis, no Canadá, antes do previsto, na noite de 16 de junho de 2025, para se dedicar à escalada do conflito entre Israel e Irã. A saída, anunciada pela secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, ocorreu horas após Trump alertar, em sua plataforma Truth Social, que os residentes de Teerã deveriam evacuar imediatamente a cidade, sinalizando a gravidade da situação. A atitude reflete a determinação de Trump em liderar diretamente os esforços para conter a crise no Oriente Médio, priorizando a segurança global em um momento crítico, mesmo que isso significasse deixar de lado compromissos diplomáticos, como o discurso do presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, previsto para o último dia do evento. A decisão de Trump veio após Israel intensificar ataques aéreos contra instalações nucleares iranianas em Natanz, Fordow e Isfahan, que resultaram na morte de comandantes militares e cientistas nucleares, segundo o The Wall Street Journal. O Irã retaliou com mísseis balísticos contra Tel Aviv, elevando o risco de uma guerra regional. Diante disso, Trump, que já havia expressado apoio à autodefesa de Israel, optou por retornar a Washington para coordenar uma resposta direta, reunindo-se com o Conselho de Segurança Nacional na Sala de Situação da Casa Branca. “Eu não acredito em telefones, estar no local é muito melhor”, afirmou Trump a repórteres, destacando sua preferência por uma liderança presencial e prática, em contraste com a burocracia de cúpulas multilaterais. Durante a cúpula, Trump assinou um comunicado conjunto do G7, que reafirmou o direito de Israel à defesa e classificou o Irã como a “principal fonte de instabilidade e terror” na região, exigindo que Teerã abandone ambições nucleares. Inicialmente, Trump hesitou em endossar o texto, segundo a BBC, mas cedeu após ajustes na redação, demonstrando pragmatismo ao equilibrar a unidade do G7 com sua postura firme contra o Irã. Ele também negociou um acordo comercial com o Reino Unido, consolidando laços bilaterais antes de partir. Sua saída, embora abrupta, foi vista por aliados como o primeiro-ministro britânico Keir Starmer como compreensível, dado o peso da crise no Oriente Médio. A liderança de Trump na questão é reforçada por sua clareza em relação ao programa nuclear iraniano. “O Irã não pode ter uma arma nuclear”, declarou ele, enfatizando que o prazo de 60 dias dado a Teerã para um acordo expirou sem progresso. Sua postura contrasta com a hesitação de líderes europeus, como o presidente francês Emmanuel Macron, que sugeriu, de forma equivocada, que Trump buscava um cessar-fogo. Trump refutou a afirmação no Truth Social, chamando Macron de “sensacionalista” e esclarecendo que sua partida visava “algo muito maior” que um simples cessar-fogo. Essa resposta destaca seu foco em soluções de longo prazo, como impedir que o Irã desenvolva armas nucleares, em vez de medidas temporárias que poderiam enfraquecer a posição dos EUA e de Israel. A escolha de Trump de priorizar a crise reflete sua abordagem direta, que privilegia ações concretas sobre longas discussões diplomáticas. Ao deixar a cúpula antes do discurso de Lula, que abordaria temas como a guerra Israel-Irã e questões globais, Trump sinalizou que sua presença em Washington era indispensável para gerenciar a crise em tempo real. Relatos da CNN indicam que ele instruiu sua equipe, incluindo o enviado para o Oriente Médio, Steve Witkoff, a buscar contatos diretos com autoridades iranianas, mantendo canais abertos para negociações, mesmo enquanto considera opções militares, como ataques a instalações nucleares em Fordow. Essa dupla estratégia – pressão militar aliada à diplomacia – demonstra um líder que não se limita a protocolos formais, mas age com rapidez para proteger interesses americanos e aliados. Enquanto o Irã enfrenta perdas significativas, com mais de 220 mortes reportadas, e Israel mantém superioridade aérea, a decisão de Trump de retornar à Casa Branca reforça sua imagem como um líder focado em resultados. Sua saída do G7, embora tenha causado especulações, foi um movimento calculado para manter os EUA à frente da crise, garantindo que a resposta ao conflito seja conduzida com firmeza e clareza de propósito.
Reino Unido Avança na Defesa com Teste Bem-Sucedido da Arma a Laser DragonFire
O Reino Unido marcou um avanço significativo em sua capacidade de defesa ao realizar, com sucesso, testes da DragonFire, sua primeira arma a laser de alta potência, projetada para neutralizar drones e outros alvos aéreos. Desenvolvida por uma parceria entre o Ministério da Defesa britânico e empresas como MBDA, Leonardo e QinetiQ, a tecnologia, avaliada em £100 milhões (cerca de R$ 630 milhões), foi testada em janeiro de 2024 no arquipélago das Hébridas, na Escócia, demonstrando precisão impressionante e eficiência operacional. A arma, que opera com feixes de luz na velocidade da luz, promete transformar estratégias militares ao oferecer uma alternativa econômica e eficaz aos mísseis tradicionais. A DragonFire, classificada como uma arma de energia direcionada a laser (LDEW), utiliza um feixe de 50 kW para atingir alvos com precisão milimétrica, capaz de acertar uma moeda a 1 km de distância, segundo o Ministério da Defesa britânico. Durante os testes, o sistema destruiu drones a até 3,4 km, rastreando alvos em movimento com sensores avançados e uma câmera eletro-óptica. Diferentemente de munições convencionais, o laser não depende de projéteis físicos, eliminando limitações de estoque e reduzindo custos operacionais. Cada disparo, que custa cerca de £10 (aproximadamente R$ 60), equivale ao consumo de energia de um aquecedor doméstico por uma hora, uma fração do custo de mísseis como o Sea Viper, que pode chegar a £1 milhão por unidade. O desenvolvimento da DragonFire reflete uma resposta às crescentes ameaças de drones e mísseis em conflitos modernos, como os observados no Mar Vermelho, onde ataques dos rebeldes Houthis expuseram a necessidade de soluções de defesa mais acessíveis. O secretário de Defesa britânico, Grant Shapps, destacou que a tecnologia “tem o potencial de revolucionar o campo de batalha, reduzindo a dependência de munições caras e minimizando danos colaterais”. A arma, ainda em fase de demonstração tecnológica, está sendo considerada para integração em navios da Marinha Real, veículos blindados do Exército e até aeronaves da Força Aérea, com previsão de entrada em serviço em 2027. Apesar do sucesso, especialistas alertam para limitações. Chuva, neblina ou poeira podem dispersar o feixe, reduzindo sua eficácia, e a necessidade de manter o laser fixo no alvo por até 10 segundos em cenários dinâmicos representa um desafio. Além disso, a tecnologia exige fontes de energia robustas, como o Sistema de Armazenamento de Energia em Volante (FESS), ainda em desenvolvimento. Outras nações, como os EUA, que já testaram sistemas similares em navios, e a Rússia, que alega usar lasers contra drones ucranianos, também investem na corrida por armas de energia direcionada, sinalizando uma tendência global. O Reino Unido planeja novos testes em 2025, incluindo simulações em ambientes hostis com militares do Exército, para avaliar a viabilidade da DragonFire em operações reais. A tecnologia, que combina inovação científica com pragmatismo militar, reforça a posição britânica na vanguarda da defesa, priorizando eficiência e sustentabilidade em um cenário global de ameaças em constante evolução.
PRF apreende 658 Kg de maconha no Mato Grosso do Sul
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 658 Kg de maconha, nesta segunda-feira (16), em Ivinhema (MS). Os policiais deram ordem de parada ao condutor de um Chevrolet/Onix, mas ele não obedeceu e iniciou fuga. Durante o acompanhamento tático, o motorista seguiu em alta velocidade realizando diversas manobras perigosas. Durante a fuga, o motorista perdeu o controle da direção, saiu da pista e capotou o veículo. Ele fugiu a pé, não sendo localizado. No carro foram encontrados 638 Kg de maconha e 20 Kg de skunk. Os policiais também descobriram que o automóvel utilizava placas falsas e possuía registro de roubo, desde 6 de junho de 2025, em São Bernardo do Campo (SP). A ocorrência foi encaminhada à Polícia Judiciária local.
Proteção financeira, o alicerce para um futuro seguro
Por Carol Magalhães Especialista em Gestão de Riscos Pensando em um futuro – e um presente – alicerçado em um planejamento bem feito, para evitar surpresas desagradáveis, necessitamos buscar soluções inteligentes. Se você pensa que o seguro de vida só vale depois da morte, é hora de rever seus conceitos. Ele cobre muito mais do que o falecimento — ele é também uma proteção em vida, sendo particularmente importante em casos de invalidez, doenças graves, acidentes e outras circunstâncias que podem privar a pessoa de trabalhar e obter renda. Dados recentes mostram que 86% das indenizações de seguro de vida são pagas em vida, sendo usadas pelo próprio segurado para pagar despesas médico-hospitalares, contratar assistência, adaptar a casa às necessidades especiais ou, até mesmo, garantir o próprio sustento e o da família enquanto ele se recupera.Isso revela uma realidade ainda distante da cultura do brasileiro médio, que não se planeja para imprevistos e ainda enxerga o seguro como um custo, e não como um investimento na sua estabilidade e na de seus entes queridos. Uma saída para a instabilidade da vida Em um período marcado pelas incertezas — como doença, acidente ou a perda da capacidade de trabalhar — o seguro de vida proporciona recursos rápidos e líquidos, evitando que o patrimônio construído ao longo de uma vida seja dilapidado para fazer frente às dificuldades. Ele cobre tanto o próprio como a família, liberando recursos exatamente no momento em que ele é mais preciso. Isso quer dizer que você não precisa esperar pelo pior para usar o seu seguro. Ele cobre você agora, enquanto você ainda quer e precisa trabalhar, se adaptar, se tratar e dar uma condição digna à sua família. Uma forma de preparar o futuro da família Com o seguro de vida, o planejamento sucessório torna-se mais simples e seguro, sendo pago rapidamente ao(s) beneficiário(s) e ainda isento de tributação, sendo, assim, uma alternativa tanto para organização da herança quanto para a proteção do patrimônio da família. Uma decisão responsável Ainda que seja um assunto envolto em tabus — principalmente pelo desconforto de se falar sobre doença, invalidez e morte — o seguro de vida deve ser encarado como uma medida de responsabilidade, que fortalece o futuro da família, cobre responsabilidades financeiras e evita que dívidas, como um financiamento imobiliário ou um crédito junto ao banco, recaiam sobre o cônjuge ou filhos. Com ele, o provedor consegue garantir a estabilidade econômica de seus dependentes, auxiliando na manutenção do padrão de vida, no pagamento da educação, na quitação de débitos, nas despesas com inventário, entre outras necessidades urgentes que surgem tanto na doença quanto na ausência. Por que contratar? Em um mundo marcado pelo imprevisto, contratar um seguro de vida não é um custo, é um investimento na estabilidade da família, na preservação do patrimônio e na tranquilidade de todos — tanto para o futuro quanto para o presente.Se você quer assegurar o futuro de quem você ama, preparar-se para imprevistos e ainda usar o seguro como um instrumento de organização patrimonial, vale a pena buscar uma avaliação junto ao seu corretor de seguros.Não espere pelo imprevisto para tomar essa decisão. Seu futuro e o de sua família estão nas suas mãos.
Dourados é selecionada para estruturar projeto inovador de liderança para Educação
Dourados foi selecionada pela Fundação de Apoio e Desenvolvimento à Educação Básica de Mato Grosso do Sul (Fadeb) para desenvolver uma proposta inovadora junto aos gestores da Educação. Em reunião na manhã desta segunda-feira (16), na Prefeitura, representantes da Fundação, do Governo do Estado, apresentaram ao prefeito Marçal Filho o projeto que visa impulsionar pessoas com senso de liderança, de forma coletiva e em todos os níveis, promovendo transformações na educação brasileira. A ação é desenvolvida juntamente com o Ensina Brasil, que também atua incentivando lideranças, visando ao desenvolvimento pessoal e profissional. Para o prefeito Marçal Filho, a novidade vai ser de impacto positivo no setor. “Nossos profissionais vão poder desenvolver ao máximo seu potencial e protagonismo, e isso vai levar benefícios lá na frente para o desenvolvimento dos alunos”, disse. A diretora-presidente da Fadeb disse que o prefeito Marçal Filho abraçou a iniciativa e a expectativa é anunciar o lançamento e outros trâmites em breve. “O prefeito Marçal Filho ficou empenhado na proposta, pois isso vem agregar de forma geral para o área. Ele disse que, assim que possível, vamos fazer um movimento para lançar o programa e promover grandes líderes na Educação”, citou, pontuando ainda que os interessados participarão de uma seleção e, posteriormente, passarão por seis meses de curso. O Fadeb atua nos eixos de Gestão Escolar Baseada em Evidências, Aprendizagem Significativa e Fomento À Inovação, Pesquisa e Tecnologia. Para o secretário de Educação Nilson Francisco da Silva, a ação significará uma “transformação” para os participantes e a expectativa é que seja lançada nos próximos meses.








