O presidente de El Salvador, Nayib Bukele, anunciou em 27 de fevereiro de 2024 a retirada de conteúdos relacionados à ideologia de gênero do currículo das escolas públicas do país. A medida, implementada pelo Ministério da Educação, incluiu a revisão de livros didáticos, guias pedagógicos e materiais audiovisuais, eliminando referências a temas de gênero e diversidade sexual. Segundo o governo, a decisão busca focar em disciplinas fundamentais, como matemática, ciências e língua espanhola, e reforçar valores tradicionais, alinhados à cultura e às expectativas da sociedade salvadorenha. A iniciativa gerou apoio entre setores conservadores, mas também críticas de organizações que defendem os direitos humanos. O ministro da Educação, José Mauricio Pineda, utilizou as redes sociais para confirmar a medida, afirmando que “o sistema educativo deve preparar os jovens para os desafios do futuro, sem distrações de conteúdos que não refletem as prioridades do país”. O governo destacou que a reformulação curricular visa melhorar a qualidade da educação, apontando que apenas 30% dos alunos do ensino fundamental dominam habilidades básicas de leitura e matemática, segundo dados do Banco Mundial de 2023. A ênfase em valores tradicionais, como família, respeito e responsabilidade, foi apresentada como uma forma de fortalecer a coesão social em um país que enfrenta desafios históricos, como violência e desigualdade. A decisão de Bukele reflete uma visão de governo que prioriza a soberania cultural e a preservação de costumes enraizados na sociedade salvadorenha, onde cerca de 80% da população se identifica como cristã, conforme pesquisa da Pew Research de 2020. Autoridades afirmaram que a remoção da ideologia de gênero não implica discriminação, mas sim uma escolha por conteúdos que atendam às demandas dos pais, que, em enquetes locais, expressaram preferência por uma educação centrada em princípios tradicionais. O governo também determinou que professores que insistirem em abordar temas de gênero poderão enfrentar sanções, incluindo demissão, para garantir o cumprimento da nova diretriz. Críticos da medida, como a organização Human Rights Watch, argumentaram que a exclusão desses conteúdos pode marginalizar minorias e limitar o debate sobre diversidade, essencial para uma sociedade inclusiva. A Anistia Internacional expressou preocupação com o impacto da decisão no combate à discriminação de gênero, destacando que El Salvador já enfrenta desafios na proteção de direitos de grupos vulneráveis. No entanto, o governo refutou as críticas, afirmando que a prioridade é formar cidadãos preparados para contribuir com o desenvolvimento nacional, sem adotar agendas externas. A reformulação curricular ocorre em um contexto de alta popularidade de Bukele, que mantém aprovação de cerca de 83%, segundo pesquisa da Universidade Centroamericana (UCA) de maio de 2025. Sua gestão, marcada por políticas de segurança que reduziram a violência de gangues, também tem apostado em medidas que reforçam valores conservadores, como a promoção de eventos culturais que celebram a família e a identidade nacional. A decisão sobre o currículo escolar reforça essa abordagem, alinhando-se às expectativas de uma base de apoio que valoriza a retomada de princípios tradicionais em um país que busca reconstruir sua estabilidade social.
Netanyahu Celebra Ataques de Trump às Usinas Nucleares do Irã como um Marco Histórico
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, elogiou publicamente o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pela decisão de autorizar ataques aéreos contra três instalações nucleares iranianas – Fordow, Natanz e Isfahan – em 21 de junho de 2025. Em um pronunciamento em vídeo, Netanyahu afirmou que a “ousada decisão” de Trump de atingir o coração do programa nuclear iraniano “mudará a história” e representa um passo crucial para a segurança global. “Primeiro vem a força, depois a paz”, declarou, destacando a doutrina de “paz através da força” compartilhada por ambos os líderes. A operação, que envolveu bombardeiros B-2 Spirit e bombas “bunker buster” GBU-57, foi descrita como um “sucesso espetacular” por Trump, que exigiu a rendição incondicional do Irã para evitar novos ataques. Os ataques americanos, coordenados com Israel, marcaram a entrada direta dos EUA no conflito que começou em 13 de junho, quando Israel lançou uma ofensiva contra alvos nucleares e militares iranianos, matando comandantes como Hossein Salami e Mohammad Bagheri. Netanyahu, que há décadas pressiona por ações contra o programa nuclear do Irã, classificou a intervenção como um “marco” para neutralizar a ameaça de um Irã nuclear. “A história registrará que Trump agiu contra o regime mais perigoso com as armas mais perigosas”, afirmou, segundo o Valor Econômico. A operação, chamada “Midnight Hammer”, utilizou 14 bombas de 30 mil libras em Fordow, uma instalação subterrânea considerada a “joia da coroa” do programa nuclear iraniano, conforme a BBC. O Irã, por meio da agência estatal IRNA, confirmou os ataques, mas minimizou os danos, alegando que as instalações foram evacuadas e que não havia material radioativo presente. A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) informou que não detectou aumento nos níveis de radiação, mas imagens de satélite da Maxar Technologies mostram crateras significativas em Fordow, sugerindo impactos substanciais. O ministro iraniano das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, condenou a ação como uma “violação do direito internacional” e prometeu “consequências duradouras”, enquanto o líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, permanece isolado em um bunker, temendo assassinatos, segundo a Reuters. A resposta iraniana incluiu o lançamento de mísseis contra Israel, atingindo o Soroka Medical Center em Beersheba e ferindo mais de 70 pessoas, um ato que Netanyahu classificou como “terrorismo estatal”. Apesar de um cessar-fogo anunciado por Trump em 23 de junho, violações mútuas, como ataques iranianos a bases americanas no Qatar e novos bombardeios israelenses em Teerã, mantêm a tensão elevada. A AIEA alertou que ataques a instalações nucleares são “profundamente preocupantes” devido ao risco de desastres radiológicos, mas Netanyahu insistiu que a operação era necessária para impedir que o Irã, que enriqueceu urânio a 60%, adquirisse armas nucleares. A decisão de Trump, apoiada por Netanyahu, reflete uma abordagem de força para conter um regime que, por décadas, desafia tratados internacionais e financia grupos como o Hezbollah e o Hamas. A parceria entre os dois líderes, consolidada por anos de alinhamento, como nos Acordos de Abraão, demonstra um compromisso com a segurança de Israel e a estabilidade regional. Enquanto o Irã enfrenta perdas militares e crise interna, com protestos crescentes e uma economia abalada por sanções, a ação de Trump e Netanyahu fortalece a posição de Israel, enviando um recado claro sobre a intolerância a ameaças nucleares.
Khamenei, Temendo Assassinato, Isola-se em Bunker e Nomeia Sucessores
O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, de 86 anos, está escondido em um bunker em Teerã, com medo de ser alvo de um assassinato por Israel ou pelos Estados Unidos, em meio à escalada do conflito iniciado em 13 de junho de 2025. Segundo fontes iranianas citadas pelo The New York Times, Khamenei suspendeu todas as comunicações eletrônicas, como celulares e internet, para evitar ser localizado, passando a se comunicar exclusivamente por meio de um assessor de confiança. Em um movimento inédito, ele nomeou três clérigos seniores como potenciais sucessores, caso seja eliminado, sinalizando sua preocupação com a sobrevivência do regime teocrático que lidera desde 1989. A decisão reflete o momento de extrema vulnerabilidade do Irã, após ataques devastadores de Israel e dos EUA contra suas instalações nucleares. A paranoia de Khamenei é alimentada por ameaças diretas de líderes israelenses, como o ministro da Defesa, Israel Katz, que declarou que o aiatolá “não pode continuar a existir”, e pelo presidente americano Donald Trump, que afirmou saber sua localização exata, mas optou por não eliminá-lo “por enquanto”. Os ataques aéreos israelenses, apoiados pelos EUA, destruíram usinas nucleares em Fordow, Natanz e Isfahan, matando comandantes de alto escalão, como Mohammad Bagheri, chefe do Estado-Maior, e cientistas nucleares. A perda de 11 oficiais militares e 14 cientistas em uma semana intensificou o temor de infiltração israelense, levando o Ministério da Inteligência iraniano a ordenar que oficiais e comandantes permaneçam escondidos e evitem comunicações digitais. Khamenei, que normalmente opera de um complexo fortificado em Teerã, conhecido como “beit rahbari”, foi transferido para um bunker em Lavizan, no nordeste da capital, segundo a Iran International. Sua decisão de nomear sucessores, comunicada à Assembleia de Especialistas, o órgão responsável por escolher o próximo líder supremo, visa garantir a continuidade do regime em caso de sua morte. Surpreendentemente, seu filho, Mojtaba Khamenei, de 56 anos, um clérigo próximo à Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) e considerado um favorito, não está entre os três indicados. Outro possível sucessor, o ex-presidente Ebrahim Raisi, morreu em um acidente de helicóptero em 2024. A exclusão de Mojtaba pode ser uma tentativa de protegê-lo de ataques ou evitar a percepção de uma sucessão dinástica, que poderia desestabilizar o regime. O Irã enfrenta uma crise sem precedentes. Os ataques, que causaram mais de 600 mortes e danos a infraestruturas críticas, expuseram a fragilidade das defesas iranianas, com o sistema S-300 incapaz de conter drones e mísseis inimigos. A economia, já abalada por sanções que reduziram as exportações de petróleo em 70% desde 2018, sofre com cortes de energia e deslocamentos populacionais. Internamente, protestos crescem, incentivados por figuras como Reza Pahlavi, que convocou um levante contra a teocracia. Apesar disso, Khamenei, em duas mensagens gravadas, insistiu que o Irã “não se renderá a uma guerra imposta”, projetando resistência mesmo de seu esconderijo. A nomeação de sucessores e o isolamento em um bunker revelam um líder acuado, ciente de que sua sobrevivência está em risco. A escolha de clérigos para a sucessão sugere uma tentativa de preservar a essência revolucionária do regime, mas também expõe a urgência de planejar uma transição em meio ao caos. Enquanto Khamenei se protege, o Irã enfrenta a possibilidade de colapso, com sua liderança fragmentada e incapaz de responder eficazmente à ofensiva militar e à pressão interna.
Paquistão Propõe Trump ao Nobel da Paz de 2026 por Mediação na Crise com a Índia
O governo do Paquistão anunciou, em 20 de junho de 2025, a indicação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para o Prêmio Nobel da Paz de 2026, em reconhecimento à sua “intervenção diplomática decisiva” na resolução de uma crise militar entre Islamabad e Nova Délhi. A decisão, publicada em comunicado oficial, destaca a liderança de Trump em negociar um cessar-fogo que encerrou quatro dias de confrontos intensos na região disputada de Caxias, em maio de 2025, evitando uma escalada entre duas potências nucleares. A iniciativa paquistanesa reforça a relevância da diplomacia pragmática de Trump, que, com sua abordagem direta, demonstrou habilidade em promover a estabilidade em um dos cenários geopolíticos mais voláteis do mundo. A crise, desencadeada por um ataque terrorista em Paqualmã, em Caxias do Sul, controlado pela Índia, em 22 de abril, resultou na morte de 27 civis e levou a Índia a realizar ataques contra alvos no Paquistão. O Paquistão respondeu com a Operação Bunyanum Marsoos, descrita como uma ação militar “precisa” para restaurar a defesa, segundo o The Express Tribune. A troca de ataques, a mais grave desde 1971, ameaçou desestabilizar a Ásia do Sul. Trump, utilizando canais diplomáticos de alto nível, mediou um cessar-fogo anunciado em 8 de maio, após negociações que envolveram o vice presidente J.D. Vance e o secretário de Estado Marco Rubio, conforme relatado pela Times. O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, agradeceu publicamente a “pela liderança e papel proativo pela paz”, destacando o compromisso de Trump com a estabilidade. A indicação ao Nobel reflete o reconhecimento da capacidade de Trump de atuar como mediador em um conflito historicamente intratável. A declaração paquistanesa elogiou seu “legislação estratégica” e “estadosmanácias estelares”, apontando que sua intervenção foi crucial para evitar um conflito nuclear. Embora a Índia negue a mediação americana, insistindo que o cessar-fogo foi bilateral, a narrativa paquistanesa reforça a influência de Trump, que já havia expressado tensões entre os dois países em 2019, após o incidente de Pulwama-Balakot. A nomeação também ocorre após uma reunião de Trump com o chefe do Exército paquistanês, Asim Munir, em 18 de junho, na Casa Branca, onde discutiram a crise e a situação regional, segundo a CNN. A liderança de Trump vai além da crise indo-paquistanesa. Em sua plataforma Truth Social, ele anunciou a negociação de um tratado de paz entre Ruanda e Congo, assinado em Washington em 27 de junho, e expressou otimismo sobre acordos comerciais com Índia e Paquistão. Sua abordagem, centrada em resultados concretos e na pressão econômica, como a uma forte presença militar, contrasta com a hesitação de antecessores em conflitos complexos. Enquanto críticos, como o ex-conselheiro John Bolton, questionam suas motivações, a indicação paquistanesa valida sua eficácia como negociador, especialmente em um contexto de crises globais, como as tensões no Oriente Médio. A proposta do Paquistão, embora polêmica, sublinha a importância de líderes dispostos a intervir diretamente para evitar catástrofes. A nomeação de Trump, que já foi indicado anteriormente por aliados por esforços como os Acordos de Abraão, reflete sua visão de diplomacia prática, que prioriza resultados sobre formalidades. Ao mediar o cessar-fogo entre Índia e Paquistão, Trump demonstrou que a paz é possível mesmo em conflitos enraizados, merecendo o reconhecimento de nações que valorizam a estabilidade regional.
Trump Intensifica Pressão Sobre o Irã com Ataques às Usinas Nucleares e Exige Rendição Incondicional
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, escalou a crise no Oriente Médio ao confirmar, em 21 de junho de 2025, a execução de ataques aéreos contra três instalações nucleares iranianas – Fordow, Natanz e Esfahan – utilizando bombardeiros B-2 stealth e bombas “bunker buster” GBU-57 Massive Ordnance Penetrator, de 30 mil libras. Em um pronunciamento na Casa Branca, Trump declarou que as usinas foram “completamente obliteradas”, destacando o sucesso da operação, batizada de “Operation Midnight Hammer”. Ele afirmou que todos os aviões retornaram em segurança, sem perdas americanas, e parabenizou as forças armadas dos EUA, enfatizando que “nenhuma outra força militar no mundo poderia realizar isso”. A ação, que marca a primeira intervenção militar direta dos EUA contra o Irã, reforça a liderança resoluta de Trump em neutralizar a ameaça nuclear iraniana e apoiar Israel em sua campanha contra Teerã. Os ataques, realizados após uma semana de bombardeios israelenses que debilitaram as defesas aéreas iranianas, visaram impedir que o Irã desenvolva armas nucleares. Fordow, a instalação mais fortificada, localizada sob uma montanha a 300 pés de profundidade, foi atingida por 14 bombas bunker buster, enquanto Natanz e Esfahan sofreram impactos de mais de 30 mísseis Tomahawk lançados por submarinos, segundo a NBC News. A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) informou que não houve aumento nos níveis de radiação fora dos locais, mas imagens de satélite da Maxar Technologies mostram crateras significativas em Fordow, indicando danos severos. Trump alertou que qualquer retaliação iraniana será respondida com “força muito maior”, destacando que “ainda há muitos alvos restantes” e que os EUA controlam o espaço aéreo iraniano, conforme relatado pelo The Washington Post. A decisão de Trump veio após o fracasso de negociações mediadas por Omã, nas quais os EUA exigiram que o Irã desmantelasse seu programa nuclear em troca de alívio de sanções. O regime iraniano, liderado pelo aiatolá Ali Khamenei, rejeitou as condições, considerando o enriquecimento de urânio em solo iraniano uma “linha vermelha”. A AIEA confirmou que Fordow enriqueceu urânio a 83,7%, próximo dos 90% necessários para armas nucleares, alimentando temores de uma ameaça iminente. Trump, que inicialmente deu um ultimato de duas semanas para um acordo, acelerou a ação militar após Israel demonstrar superioridade no conflito, com ataques que mataram comandantes como Mohammad Bagheri e destruíram infraestruturas críticas, segundo a Reuters. A postura de Trump reflete uma estratégia clara: apoiar Israel, que ele considera estar “vencendo” a guerra, e pressionar o Irã até a rendição incondicional. Em postagens no Truth Social, ele destacou que não faz sentido pedir a Israel que interrompa os ataques enquanto mantém a vantagem militar. A mobilização de caças F-22, navios de guerra e logística para bombardeiros B-2 no Oriente Médio, conforme relatado pela CNN, demonstra o comprometimento dos EUA em manter a supremacia aérea e proteger seus aliados. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, elogiou a decisão de Trump, afirmando que os ataques “mudarão a história” e consolidarão a segurança regional. O Irã, por sua vez, prometeu retaliação, com o ministro das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, declarando que “todas as opções estão reservadas” e que os EUA “cruzaram uma linha vermelha”, segundo a The Guardian. Grupos aliados, como Hamas e Houthis, pediram ações contra alvos americanos, mas o silêncio de Khamenei, que estaria em um bunker, sugere desorganização no regime. A economia iraniana, já devastada por sanções que reduziram as exportações de petróleo em 70% desde 2018, enfrenta agora danos adicionais, com cortes de energia e deslocamentos populacionais em Teerã e Isfahan. Protestos internos, incentivados pelo ex-príncipe Reza Pahlavi, aumentam a pressão sobre o regime, que enfrenta crescente descontentamento. A liderança de Trump contrasta com a hesitação de líderes europeus, como a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, que pediu negociações apesar da rejeição iraniana. A determinação de Trump em usar a força militar, combinada com sua insistência em resultados concretos, reforça sua visão de que o Irã não pode ser confiável enquanto mantiver ambições nucleares. Ao evitar a escalada para uma guerra total, como a invasão de tropas terrestres, ele mantém o foco em alvos estratégicos, protegendo os interesses americanos e aliados sem comprometer a promessa de evitar conflitos prolongados. A operação, descrita como “um sucesso militar espetacular” pelo próprio Trump, estabelece um marco na contenção de ameaças globais, reafirmando a força dos EUA sob sua liderança.
Em jogo de duas viradas, Fluminense vence e lidera o Grupo F
O que começou como uma grande atuação e com a expectativa de vitória quase virou um pesadelo. O Fluminense teve um jogo de altos e baixos com o Ulsan HD. Saiu na frente, com Arias, tomou o empate e virada, com Jinhyun e Won-sang, ainda no primeiro tempo, empatou com Nonato, e virou com Freytes. Ainda fechou o placar com Keno. O 4 a 2, na partida válida pela segunda rodada do Grupo F da Copa do Mundo de Clubes, na noite deste sábado (21), deixou o Tricolor em primeiro o chave, dependendo apenas de si para classificar às oitavas de final. Na última rodada, no dia 25, o Flu enfrenta o Mamelodi Sundowns-AFS, enquanto o Borussia Dortmund pega o já eliminado Ulsan HD. Um empate garante a classificação da equipe carioca. Com um minuto de jogo as mudanças feitas por Renato Gaúcho no time do Fluminense mostraram o primeiro efeito. Paulo Henrique Ganso, que entrou no lugar de Nonato, teve duas chances de abrir o placar. Após cobrança de escanteio, o camisa 10 chutou para defesa de Hyeon-Woo. A bola sobrou para o meia, que tentou de novo, para outra defesa do goleiro do Ulsan. Estava mostrado o cartão de visitas do Tricolor. Após o começo fulminante do Flu, os Tigres colocaram os dez da linha entrincheirados na frente da área para tentar equilibrar. Os brasileiros continuaram dominando com pressão no campo do adversário. Com paciência para furar a retranca, um passe de Martinelli entre a zaga do Ulsan achou Serna dentro da área aos 20. O colombiano, no entanto, mandou por cima. Um minuto depois, Arias encontrou Cano na cara do gol. Mas a defesa se antecipou. Aos 26, Martinelli foi derrubado na frente da meia-lua da grande área. Arias cobrou com perfeição, no ângulo esquerdo. Golaço! 1 a 0. O 21 comemorou homenageando a filha Zoe. Aos 29, Serna escorou para Fuentes que soltou um petardo de fora da área, para grande defesa de Hyeon-Woo. Aos 30, foi a vez de Hércules parar nas mãos do goleiro. Aos 37, contra-ataque pegou a defesa do Flu desatenta e Jinhyun meteu para as redes. Gol dos Tigres. 1 a 1. Aos 42, veio a resposta. Arias recebeu na entrada da área, limpou a defesa, mas chutou por cima. E, na última bola o primeiro tempo, o Ulsan chegou em outro contra-ataque. A bola sobrou para Jinhyun. O 14 cruzou e Won-Sang, de peixinho, venceu Fábio. Gol dos Tigres. 1 a 2. Fluminense voltou com Everaldo no lugar de Ganso. Mas foi o Ulsan que quase ampliou aos 4. Ataque coreano pegou a defesa carioca bagunçada de novo, mas Ludwigson não teve qualidade para conseguir colocar para dentro. O Tricolor parecia nervoso, errando passes simples. Com isso, os Tigres começaram a gostar do jogo e avançaram um pouco mais. Tanto que, aos 10, Won-Sang quase ampliou. Ele foi lançado sozinho, mas acabou chutando para fora. Aos 12, veio a resposta. Em cruzamento pela esquerda, Fuentes colocou na cabeça de Cano, que tocou por cima. O Flu seguia desorganizado, mesmo com as entradas de Nonato e Keno, nos lugares de Martinelli e Serna. Até que, aos 20, Nonato roubou uma bola na intermediária, ela chegou a Keno que cruzou. A zaga tirou, mas Nonato apareceu na frente da área para pegar o rebote e empatar. Gol do Flu! 2 a 2. Um minuto depois, Everaldo levantou na área e Cano quase virou para o Tricolor, mas a bola saiu. O empate acordou a torcida e o próprio time brasileiro. Mas aos 15, Won-Sang chegou sozinho na área. Só que Fábio saiu nos pés do coreano. A partir de então, o Flu foi todo para a frente. E o avanço, aliado ao canto “benção João de Deus”, deu certo. Aos 37, Arias cobrou escanteio, o goleiro tirou parcialmente, a bola sobrou para Cano, que furou. Só que, mesmo quando erra, o 14 acerta. O chute virou um passe certeiro para Freytes, que só teve o trabalho de balançar as redes. Gol do Flu! 3 a 2. E aos 47, em contra-ataque, Arias recebeu na linha de fundo e cruzou na cabeça de Keno. Gol do Flu! 4 a 2. E liderança do Grupo F. Aos 51, Fábio ainda fez grande defesa em chute do venezuelano Lacava. Lance
Maçarico em cesto iniciou fogo em balão que caiu em SC, disse piloto sobrevivente à polícia
O incêndio que provocou a queda de um balão com 21 pessoas a bordo e que deixou oito mortos neste sábado (21) em Praia Grande (SC) teria sido causado por um maçarico que estava no cesto da estrutura. A informação preliminar foi repassada pela Polícia Civil e relatada pelo piloto que sobreviveu. O caso é investigado e perícias estão sendo feitas. ‘”Esse maçarico estava dentro do cesto. Ele [piloto] não soube precisar se ficou aceso, se ele acabou tendo uma chama espontânea, mas que foi desse equipamento que estava dentro do cesto que acabou pegando fogo e pegando fogo no cesto. Esse é o relato do próprio piloto”, disse o agente responsável pela delegacia da cidade, Tiago Luiz Lemos. De acordo com a Polícia Civil, o piloto relatou que durante a emergência o balão em chamas conseguiu descer próximo ao chão. Neste momento houve orientação para que as pessoas pulassem. A maioria conseguiu desembarcar, porém o balão voltou a subir rapidamente. As chamas consumiram a estrutura, que despencou com as pessoas que não haviam descido. A informação também foi confirmada pelo delegado-geral da Polícia Civil, Ulisses Gabriel. A Polícia Científica e outros órgãos de segurança estão no local para fazer uma perícia e laudos sobre o incidente e confirmar o que aconteceu. Conforme Lemos, o maçarico é um equipamento usado para iniciar a chama nos balões. O estado de saúde do piloto não foi informado. A Polícia Civil, no entanto, explicou que há dois feridos hospitalizados. O acidente O acidente aconteceu no início da manhã, por volta das 9h30, quando o balão pegou fogo. Segundo o piloto disse à polícia, as chamas começaram por um maçarico que estava no cesto. Assim que o fogo se alastrou, o balão desceu próximo ao chão e ele orientou que as pessoas pulassem. A maioria das pessoas conseguiu pular. No entanto, quando elas desceram, a estrutura perdeu o peso e subiu novamente em chamas com quem ainda não tinha pulado. Depois o balão despencou. Pelos registros feitos por moradores em terra, é possível ver quando o cesto cai ao chão. G1
CBF quer o Brasil sede da Copa do Mundo de Clubes de 2029
Em seu primeiro mês à frente da CBF, o presidente Samir Xaud deu mais um passo estratégico voltado ao desenvolvimento do futebol brasileiro. Num encontro nesta sexta-feira (20) com o presidente da Fifa, Gianni Infantino, nos Estados Unidos, Xaud disse que o Brasil está à disposição da entidade máxima do futebol para sediar a Copa do Mundo de Clubes de 2029. Infantino ficou feliz e foi bastante acolhedor à ideia. “Tudo começou com uma conversa de apresentação. Falei dos meus objetivos à frente da CBF e disse que queremos estar mais próximos da FIFA. Elogiei o evento e o nível dos clubes brasileiros e, por fim, coloquei o país à disposição para receber a próxima Copa do Mundo. O presidente Gianni Infantino ficou muito feliz, disse que é totalmente possível. Agora vamos trabalhar para que dê certo. Vai ser um golaço.” A Copa do Mundo de Clubes está em sua primeira edição, com a participação de 32 equipes de todos os cantos do planeta. Até o momento, o futebol brasileiro, o que tem mais representantes na competição – Botafogo, Flamengo, Fluminense e Palmeiras -, vem fazendo bonito, com grandes atuações e ótimos resultados dos quatro times. Samir Xaud está nos EUA para prestigiar o evento e os clubes brasileiros. Ele tem participado de reuniões com a cúpula do futebol mundial para estreitar laços e discutir pautas importantes para o futuro do futebol, sempre reforçando o compromisso da CBF com a Fifa. Reunião com a Fifa em Miami A Cúpula Executiva de Futebol da FIFA 2025 aconteceu em Miami, nos Estados Unidos, entre os dias 19 e 21 de junho de 2025, durante a fase inicial da primeira edição no novo formato da Copa do Mundo de Clubes com 32 equipes de todo o mundo. Representantes das 211 associações membro da FIFA reuniram-se para ouvir o presidente da FIFA, Gianni Infantino, e outros dirigentes, entre os quais o secretário-geral da Fifa, Mattias Grafstrom, sobre projetos em curso e futuros que moldarão o jogo. A CBF esteve representada no evento pelo presidente Samir Xaud e pelo vice-presidente Gustavo Dias Henrique. Samir seguiu sua agenda de reuniões com altos dirigentes da FIFA e com o presidente Gianni Infantino.
PF e PM apreendem mais de 1,7 tonelada de maconha no rio Iguaçu
A Polícia Federal e a Polícia Militar apreenderam, na noite desta sexta-feira (20/06), mais de 1,7 tonelada de maconha durante uma ação no rio Iguaçu, na fronteira com a Argentina. Durante patrulhamento em trilhas às margens do rio, os policiais identificaram uma embarcação que havia saído do Paraguai transportando diversos fardos. No momento da abordagem, os ocupantes da embarcação efetuaram disparos contra a equipe policial e fugiram em seguida. Com apoio de outras equipes, inclusive da Polícia Civil, os policiais localizaram os fardos de maconha abandonados nas margens do rio. Em continuidade às buscas, foi encontrada uma casa de madeira desabitada, onde havia mais fardos da droga armazenados. Ao todo, foram apreendidos aproximadamente 1.774 quilos de maconha, que foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal em Foz do Iguaçu/PR para os procedimentos legais cabíveis.








