Em 24 de junho de 2025, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que a China está autorizada a continuar comprando petróleo do Irã, uma decisão que surpreendeu analistas e autoridades globais. A declaração, feita por meio de sua plataforma Truth Social, veio horas após a confirmação de um cessar-fogo entre Irã e Israel, mediado pelos EUA após semanas de tensões no Oriente Médio. Trump destacou sua esperança de que a China também aumente suas compras de petróleo americano, afirmando: “A China agora pode continuar a comprar petróleo do Irã. Espero que eles também estejam comprando muito dos EUA. Foi uma grande honra fazer isso acontecer!” A decisão marca uma mudança em relação à política de “pressão máxima” adotada por Trump no início de 2025, que visava reduzir as exportações de petróleo iranianas a zero para conter o programa nuclear de Teerã. Em maio, Trump havia ameaçado sanções secundárias a qualquer país ou empresa que comprasse petróleo iraniano, com foco especial na China, que importa cerca de 1,6 milhão de barris por dia do Irã, representando quase 90% das exportações de petróleo do país, segundo dados da Administração de Informação de Energia dos EUA de 2023. A China, que não reconhece as sanções americanas, utiliza uma rede de navios “fantasmas” e intermediários para adquirir o petróleo iraniano com descontos significativos, gerando entre 30 e 40 bilhões de dólares anuais para Teerã. O anúncio de Trump ocorre em um contexto de negociações nucleares com o Irã, que foram adiadas em maio por “razões logísticas”, conforme informado pelo Ministério das Relações Exteriores do Omã, mediador das conversas. A Casa Branca esclareceu que as sanções contra o Irã não foram formalmente suspensas, mas analistas, como Scott Modell, da Rapidan Energy, interpretam a declaração como um sinal de enforcement mais brando, possivelmente para evitar uma escalada de tensões com a China em meio à guerra comercial. “A ameaça de sanções perdeu força após as tarifas impostas à China, que reduziram o receio de Pequim com penalidades financeiras”, explicou Modell. A decisão também reflete preocupações com os preços globais do petróleo. Após o ataque iraniano à base americana de Al-Udeid, no Qatar, em 23 de junho, que não resultou em vítimas, Trump exigiu que os preços do petróleo fossem mantidos baixos, alertando que altas poderiam “jogar nas mãos do inimigo”. O cessar-fogo entre Irã e Israel, anunciado no mesmo dia, reduziu temores de interrupções no Estreito de Ormuz, por onde passa 20% do petróleo mundial. Como resultado, os preços do petróleo caíram 6%, com o barril de Brent fechando a 67,14 dólares e o WTI a 64,37 dólares, segundo a CNBC. Críticos da decisão, como o ex-embaixador americano na Arábia Saudita, Robert Jordan, questionaram a lógica de Trump, argumentando que a liberação do petróleo iraniano não garante que a China comprará mais dos EUA, já que apenas 2% das importações chinesas de petróleo vêm dos Estados Unidos, contra 13,6% do Irã. A Arábia Saudita, maior exportadora de petróleo, expressou preocupação com a medida, temendo impactos em sua fatia de mercado. Enquanto isso, o governo chinês, por meio do porta-voz Guo Jiakun, reiterou que tomará medidas de segurança energética baseadas em seus interesses nacionais, rejeitando sanções unilaterais dos EUA. A declaração de Trump parece equilibrar interesses econômicos e diplomáticos, mantendo a estabilidade no mercado de energia enquanto sinaliza uma abertura para negociações com o Irã e a China. Para observadores atentos, a ênfase na exportação de petróleo americano reflete uma visão pragmática, priorizando a economia doméstica e a influência dos EUA no comércio global, sem abrir mão de valores como a soberania e a segurança energética.
Banco Central Eleva Selic para 15% e Acende Alerta para Economia Brasileira
O Banco Central do Brasil anunciou, em 18 de junho de 2025, a elevação da taxa Selic em 0,25 ponto percentual, alcançando 15% ao ano, o maior patamar desde julho de 2006, quando a taxa estava em 15,25%. A decisão, tomada por unanimidade pelo Comitê de Política Monetária (Copom), liderado por Gabriel Galípolo, marca a sétima alta consecutiva desde setembro de 2024, totalizando um aumento de 4,5 pontos percentuais. Embora o Copom sinalize uma possível pausa no ciclo de altas, a manutenção de juros elevados por um “período bastante prolongado” levanta preocupações sobre o impacto na economia, especialmente para famílias e empresas que enfrentam crédito mais caro e crescimento econômico ameaçado. A justificativa do Banco Central para o aumento da Selic é o combate à inflação persistente, que permanece acima da meta de 3% estabelecida para 2026. Segundo o Boletim Focus, do próprio BC, a projeção do IPCA para 2026 é de 4,5%, no limite superior da meta, enquanto a inflação acumulada em 2024 já ultrapassa 5,25%. O Copom destacou a resiliência da economia, com mercado de trabalho aquecido e pressões inflacionárias em serviços, como fatores que dificultam a convergência da inflação para a meta. A ata da reunião, publicada em 24 de junho, reforçou um tom cauteloso, indicando que a taxa de 15% será mantida por tempo prolongado para avaliar os impactos do aperto monetário, sem descartar novos ajustes caso o cenário piore. A alta da Selic tem consequências diretas para os brasileiros. O custo do crédito, como financiamentos e empréstimos, fica mais elevado, desencorajando consumo e investimentos. A Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) criticou a decisão, chamando-a de “inaceitável” para o setor produtivo, que enfrenta dificuldades de acesso a capital em um contexto de desigualdades regionais. “O setor produtivo não pode continuar sendo o fiador do ajuste econômico”, afirmou a Fiec, destacando que o Brasil agora tem o segundo maior juro real do mundo, atrás apenas da Turquia, segundo o O Globo. Para as famílias, o impacto será sentido com força no segundo semestre, com aumento nas prestações de dívidas e redução do poder de compra, conforme alertou o economista-chefe do Banco Inter. No mercado financeiro, a reação foi mista. O Ibovespa caiu, pressionado por ações de empresas sensíveis aos juros, como Magazine Luiza (-5,35%) e bancos, enquanto a curva de juros mostrou ajustes, com analistas prevendo a Selic estacionada em 15% até o fim de 2025, segundo a Broadcast. A valorização do real frente ao dólar, observada recentemente, pode ser um efeito colateral positivo, mas insuficiente para contrabalançar os desafios domésticos. O ex-presidente do BC, Roberto Campos Neto, defendeu a alta como necessária para recuperar credibilidade e conter expectativas inflacionárias desancoradas, mas analistas alertam que a política monetária contracionista pode frear a economia, que já mostra sinais de desaceleração. Enquanto a renda fixa, como CDBs e Tesouro Selic, ganha atratividade com retornos próximos a 15% ao ano, a poupança continua rendendo menos que a inflação, com retorno real de apenas 2,14%, segundo a Istoé Dinheiro. Investidores são incentivados a buscar alternativas como LCIs e LCAs, isentas de Imposto de Renda, mas com menor liquidez. No entanto, a alta da Selic penaliza setores dependentes de crédito, como indústria e varejo, e pode agravar o desemprego, que, embora baixo, enfrenta pressões em um mercado de trabalho menos dinâmico. A decisão do Copom, embora vise estabilizar a inflação, impõe um custo elevado à economia. A combinação de juros altos, inflação persistente e incertezas globais, como a escalada do conflito no Oriente Médio, cria um cenário preocupante. A promessa de uma pausa nas altas traz alívio parcial, mas a manutenção prolongada da Selic em 15% sinaliza tempos difíceis para consumidores e empresas, que enfrentam um ambiente de crédito restritivo e crescimento econômico ameaçado.
Reza Pahlavi Clama por Revolta Popular Contra o Regime Islâmico do Irã
Reza Pahlavi, filho do último xá do Irã, Mohammad Reza Pahlavi, intensificou sua campanha contra a República Islâmica, convocando os iranianos a saírem às ruas para derrubar o regime teocrático que governa o país desde a Revolução de 1979. Exilado nos Estados Unidos há mais de quatro décadas, Pahlavi acusou o governo liderado pelo aiatolá Ali Khamenei de arrastar o Irã para uma guerra devastadora e de ser composto por líderes “criminosos e incompetentes”. Em um pronunciamento em Paris, em 23 de junho de 2025, ele declarou que o regime está à beira do colapso, enfraquecido por ataques militares israelenses e americanos, além do crescente descontentamento interno, marcado por greves e protestos. Sua chamada por um “levante nacional” visa encerrar o que ele descreve como “46 anos de guerra contra a nação iraniana”. Pahlavi, que era príncipe herdeiro quando a monarquia foi deposta, afirmou que a República Islâmica perdeu a capacidade de controlar o país, com relatos de que Khamenei está escondido em um bunker em Teerã, enquanto famílias de altos oficiais preparam sua fuga. “Este é o nosso momento de Muro de Berlim”, declarou, comparando a situação atual à queda do comunismo na Europa Oriental. Ele acusou o regime de destruir a economia iraniana, com uma inflação que atingiu 40% em 2024, e de desperdiçar recursos nacionais em programas nucleares e apoio a grupos como o Hezbollah, enquanto a população enfrenta desemprego e escassez. A repressão violenta de protestos, como os de 2022 contra a obrigatoriedade do hijab, que resultaram em mais de 500 mortes, segundo a ONU, reforça a imagem de um governo que prioriza o controle sobre o bem-estar dos cidadãos. O ex-príncipe anunciou a criação de uma plataforma segura para que militares, policiais e funcionários do regime possam desertar e se unir à oposição, prometendo um papel para aqueles que “escolherem a nação” em um futuro Irã democrático. Ele também apresentou um plano de transição em três fases – emergencial, de consolidação e de normalização – que inclui a reconstrução econômica e a estabilização social nos primeiros 100 dias após a queda do regime. Pahlavi enfatizou que não busca restaurar a monarquia, mas liderar uma transição para um governo secular e eleito, garantindo que “todas as vozes, republicanas ou monarquistas, terão espaço para debater”. A fragilidade do regime foi exacerbada pela recente campanha militar de Israel, apoiada pelos EUA, que destruiu instalações nucleares em Natanz, Fordow e Isfahan, matando figuras-chave como o general Mohammad Bagheri. A resposta iraniana, limitada a ataques de mísseis contra Tel Aviv, revelou a incapacidade de Teerã de sustentar um conflito prolongado. A economia, já devastada por sanções que reduziram as exportações de petróleo em 70% desde 2018, enfrenta agora danos adicionais, com cortes de energia e deslocamentos populacionais em cidades como Isfahan. Pahlavi destacou que a unidade do povo iraniano, combinada com a desmoralização das forças de segurança, cria uma oportunidade única para a mudança. Embora sua mensagem tenha ecoado entre a diáspora iraniana, com vídeos de suas falas alcançando milhões de visualizações, Pahlavi enfrenta desafios. A oposição interna permanece fragmentada, e muitos iranianos, especialmente os mais jovens, veem com ceticismo a figura de um ex-príncipe ligado à monarquia, cujo governo foi marcado por repressão e corrupção. A revolução de 1979, que derrubou seu pai após protestos contra a autocracia e a influência ocidental, deixou cicatrizes que dificultam a aceitação de Pahlavi como líder. Ainda assim, sua crítica ao regime ressoa com uma população exausta de décadas de isolamento, crise econômica e repressão. A República Islâmica, sob Khamenei, enfrenta sua maior crise existencial desde sua fundação. A incapacidade de responder eficazmente aos ataques externos, aliada à erosão do apoio interno, expõe um regime que sobrevive mais pela força do que pela legitimidade. Pahlavi, ao convocar um levante, aposta na insatisfação popular para acelerar sua queda, prometendo um Irã livre do jugo teocrático e reintegrado à comunidade internacional.
SIMPLE TALK: O PODCAST QUE CONQUISTOU O PÚBLICO, AGORA ENTRA EM UMA NOVA FASE AINDA MAIS AUDACIOSA
O Simple Talk, programa comandado por Vanessa Lima, empresária sul-mato-grossense que hoje vive em Alphaville, São Paulo, encerrou sua primeira temporada com resultados impressionantes de audiência e engajamento. Vanessa, que saiu de Mato Grosso do Sul para conquistar novos espaços, trouxe para o podcast sua visão prática, humana e inspiradora sobre fé, vida e negócios. Durante os episódios, ela entrevistou grandes nomes do empreendedorismo e da transformação pessoal, compartilhando histórias reais de quem saiu do zero e chegou ao sucesso. A resposta do público foi surpreendente: o programa alcançou uma audiência expressiva logo na estreia, criando uma conexão direta com pessoas de diferentes regiões do Brasil. Agora, a expectativa só aumenta: a segunda temporada que tem início no próximo dia 30, estréia com um convidado muito especial, Geraldo Rufino, essa nova etapa do podcast promete uma verdadeira virada de chave.Com um formato mais dinâmico, temas ainda mais relevantes e convidados de peso, Vanessa e sua equipe querem mostrar que empreender está em todos os lugares e que o sucesso pode ser construído com propósito, equilíbrio e fé. O Simple Talk volta em breve, com a missão de inspirar ainda mais pessoas e de provocar mudanças reais na vida de quem acompanha o programa. E para nós, é motivo de orgulho ver uma sul-mato-grossense fazendo a diferença, conquistando o Brasil e levando sua mensagem cada vez mais longe, com autenticidade, propósito e muita determinação.
Prefeito recebe douradenses medalhistas nos Jogos da Melhor Idade de MS
Participantes de atividades dos Centros de Convivência dos Idosos (CCI’S) de Dourados brilharam nos Jogos da Melhor Idade de Mato Grosso do Sul, em Campo Grande, entre os dias 17 a 19 de junho. A Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) e da Fundação de Esportes (Funed) levou 22 atletas para o evento e, nesta terça-feira (24), os medalhistas estiveram com o prefeito Marçal Filho e apresentaram as sete medalhas conquistadas, entre as quais ouro prata e bronze (veja a relação completa no fim da matéria). A segunda maior cidade do interior de Mato Grosso do Sul competiu nas modalidades atletismo, truco, sinuca, dominó, dama, xadrez, malha, tênis de mesa e dança de salão nas faixas etárias 60+ e 70+ e conquistou medalhas em ambas categorias. O incentivo à prática esportiva e ao lazer é parte da política pública da atual gestão voltada para as pessoas da terceira idade em Dourados. O prefeito Marçal Filho ressaltou a garra e a determinação dos participantes, que conforme ele conseguem ‘mais que medalhas’ ao se dedicarem às modalidades, participarem das ações da prefeitura e conquistam benefícios para o corpo e para a mente, além de fazerem brilhar o nome de Dourados. “Ficamos muito felizes em ver esses nossos campeões e sabemos que o trabalho da prefeitura proporciona mais do que esses títulos, já que ao socializarem, traçarem metas e conquistá-las estão gerando impactos positivos para seu bem- estar, se integrando de forma saudável e com acompanhamento dos nossos profissionais”, enfatizou. Ele ressaltou ainda que a prefeitura tem concentrado esforços para fornecer outras atividades nos CCI’S Maria Martiniano de Brito e André’s Chamorro e dar o suporte necessário diariamente a esses espaços, bem como a todos os espaços públicos da cidade. “Estamos trabalhando muito, tenho acompanhado as demandas dos CCI’S, bem como de toda nossa cidade e já fizemos muito em pouco tempo de mandato, com condições financeiras inadequadas e, sei que nos próximos anos conseguiremos fazer ainda mais, cuidando com amor e construindo com trabalho”, completou. A secretária municipal de Assistência Social, Shirley Flores Zarpelon, disse que as ações são estruturadas com muito carinho para os idosos, sempre dentro do lema da administração “Cuidando com Amor, Construindo com Trabalho”. A equipe esteve acompanhada durante o evento pelos educadores físicos Elizete Ferreira Gomes e Edmir de Souza, além do profissional de saúde Willian Prado. A educadora física Elizete Gomes disse que o grupo se dedica durante todo o ano e é muito satisfatório ver os resultados. Ela cita que a segunda etapa da competição acontece 3 a 9 de novembro e os idosos já estão em fase de preparação. “Eles treinam de segunda a sexta e ver esses sorrisos com as medalhas não tem preço”, ressaltou. “Tanto sinuca, malha, truco, tênis de mesa, dança de salão xadrez, todas as modalidades são ali dentro (CCI) e já têm participantes se preparando para a segunda etapa e esperamos trazer mais medalhas”, apontou. Para a tricampeã de Xadrez, Valdenice Galvão, de 62 anos, a dedicação é fundamental. Ela que treina de forma contínua, cita que estar entre os grupos do CCI faz muito bem para a saúde dela e aponta ainda que fica muito satisfeita ao ver os esforços das equipes da prefeitura e do prefeito Marçal Filho. “Pra mim e para o grupo é uma terapia”, destacou. “Eu estou muito feliz com meu ouro no xadrez e já estou treinando para participar da segunda etapa com o voleibol”, prosseguiu. “Ficamos contentes em ver como a equipe nos acompanha e hoje participar da reunião com o prefeito e ver que ele tem se empenhado em ações pelos idosos”, destacou. Veja a lista dos medalhistas de Dourados: ● OURO no xadrez feminino (TRICAMPEÃ)Valdenice Galvão ● PRATA no xadrez masculinoVitor Nunes Leal ● PRATA no atletismo feminino 70+ (100 metros)Amelia de Almeida ● BRONZE no atletismo feminino 70+ (800 metros)Risa Maria Arroyo ● BRONZE no atletismo 70+ (classificação geral) ● BRONZE no atletismo feminino 70+ (arremesso de pelota)Maria Duarte ● BRONZE na malha (dupla)Fernando LoureiroAntônio Bezerra
MS Ativo: com pavimentação, drenagem e recapeamento, obras vão beneficiar população de Itaporã
Com obras de infraestrutura que vão beneficiar a população de Itaporã e do distrito de Montese, o município apresentou projetos que serão atendidos pelo Governo do Estado no programa MS Ativo Municipalismo. Os bairros Brinco de Ouro (Residencial Dourado) e Bom Jesus serão totalmente pavimentados – além de ser realizada a drenagem –, além da drenagem e recapeamento do distrito de Montese. “As obras já realizadas em Itaporã, amentaram de 23% para 36% a cobertura de esgotamento sanitário e o que está sendo feito vai passar para 59%. Isso está acontecendo. E para o Estado temos 75% de cobertura e vamos chegar ao final de 2027 com a universalização”, explicou o governador Eduardo Riedel. A previsão é de que as obras já previstas para serem realizadas no município, com investimentos que ultrapassam R$ 28,9 milhões, vão contribuir para a universalização da cobertura sanitária em Itaporã. Desde 2023 o município teve mais de R$ 15,6 milhões em obras concluídas e outras R$ 14,9 milhões em obras em execução. Para o prefeito de Itaporã, Thiago Carbonaro, os investimentos realizados no município atendem a demanda específica e contribui para a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos. “O Governo do Estado é sempre muito atencioso, e governador Eduardo Riedel coloca os recursos onde a gente mais precisa. Ele também tem o olhar nas obras estruturantes para o município. Estamos levando um bom investimento para o Itaporã, com 100% de pavimentação nos bairros Brinco de Ouro, João de Deus e no Residencial Dourado. E o distrito de Montese que vai receber a drenagem. É muito importante para que a gente que possa continuar os investimentos”, disse Carbonaro. O programa MS Ativo reafirma o compromisso do Governo do Mato Grosso do Sul com a eficiência da gestão pública e o desenvolvimento municipal, consolidando um modelo de parceria que promove crescimento econômico, infraestrutura moderna e melhores condições de vida para os cidadãos de todas as regiões do Estado. A reunião de trabalho com os representantes dos poderes Executivo e Legislativo de Itaporã, também reuniu deputados estaduais, o deputado estadual Geraldo Resende e a senadora Teresa Cristina. Natalia Yahn, Comunicação Governo de MS
‘‘Chega de caminhão-pipa’’, afirma Isa Marcondes ao defender acesso à água para indígenas
Durante a última sessão ordinária da Câmara Municipal, realizada na última segunda-feira (23), a vereadora Isa Marcondes (Republicanos) fez um apelo em defesa das comunidades indígenas da região. Em sua fala na tribuna, a parlamentar destacou a situação crítica do abastecimento de água, afirmando que “o povo indígena não aguenta mais caminhão-pipa”. Segundo a vereadora, o fornecimento intermitente por meio de caminhões-pipa não resolve o problema de forma duradoura e compromete a dignidade das famílias indígenas. “O povo Indígena não está agradecido com caminhão-pipa, o povo indígena quer água e saneamento básico”, declarou. Isa Marcondes reforçou que a luta pelo acesso à água não é apenas uma questão de infraestrutura, mas de direitos humanos. Ela pediu que as autoridades competentes tanto em nível municipal quanto estadual e federal se unam para encontrar soluções definitivas. A expectativa é que a cobrança feita pela vereadora gere encaminhamentos concretos junto às secretarias de obras e abastecimento, além de articulações com a FUNAI e demais órgãos envolvidos na promoção dos direitos dos povos originários.
Dill do Povo propõe criação de “Creche para Idosos” em Dourados
O vereador Dill do Povo (União Brasil) apresentou ao prefeito Marçal Filho pedido para que a Semas (Secretaria Municipal de Assistência Social) crie uma “Creche para Idosos” em Dourados. A solicitação seria uma maneira de pensar com carinho em quem já dedicou tantos anos de vida ao trabalho, à família e à comunidade. A proposta, discutida na sessão legislativa, nasce de uma realidade vivida por muitas famílias douradenses. “Muitos filhos e netos saem para trabalhar e não têm com quem deixar seus pais ou avós durante o dia. Esses idosos não precisam de internação, mas sim de um espaço onde possam se sentir cuidados, respeitados e ativos”, explicou Dill. A creche para idosos funcionaria durante o dia, oferecendo atividades que estimulam a mente, o corpo e, principalmente, a convivência social. Leitura, rodas de conversa, pintura, trabalhos manuais, alongamentos e até eventos temáticos seriam oferecidos no local, tudo com muito carinho e profissionalismo. “Estamos falando de dignidade. A gente cuida dos nossos idosos não só com remédio e consulta, mas com atenção, com um espaço de acolhimento e alegria. É isso que esse projeto quer garantir: que ninguém seja deixado de lado”, reforçou o vereador. Dill do Povo acredita que, com a sensibilidade da gestão municipal, esse projeto pode se tornar realidade. “Nosso povo merece esse cuidado. Vamos seguir lutando com fé e firmeza por políticas públicas que respeitem todas as fases da vida”, finalizou.
Migra-Ação faz mais de 300 atendimentos e reforça acolhimento a imigrantes em Dourados
Sucesso do evento reforça Dourados como referência na construção de políticas públicas de acolhimento e integração de migrantes, evidenciando o esforço conjunto entre estado, município e sociedade civil para garantir cidadania a todos, independentemente de sua origem Quinto município do país que mais acolheu venezuelanos no período entre abril de 2018 e janeiro de 2024 – aproximadamente 4.200 migrantes e refugiados -, Dourados sediou no sábado (21), o mutirão Migra-Ação, organizado pelo Comitê Estadual para Refugiados, Migrantes e Apátridas (Cerma/MS), em parceria com a Prefeitura de Dourados e diversas instituições, ultrapassou 300 atendimentos diretos, fortalecendo o compromisso da cidade com a inclusão, cidadania e acolhimento à população migrante internacional. Entre os destaques da programação, o Centro de Atendimento ao Imigrante (CAI) realizou 64 procedimentos de regularização documental, incluindo agendamentos e orientações que permitirão o acesso dos migrantes a programas sociais e benefícios governamentais. A Polícia Federal, em colaboração com o CAI e a Coordenadoria Especial de Políticas para os Imigrantes, efetuou 53 atendimentos voltados ao esclarecimento de dúvidas sobre processos de naturalização, status de refugiado e encaminhamentos para atendimentos presenciais na Delegacia da PF em Dourados. Já a Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) participou oferecendo orientações sobre o acesso e atualização do Cadastro Único (CadÚnico), programa essencial para garantir inclusão social. O Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) disponibilizou cortes de cabelo gratuitos e a Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) atuou na assessoria jurídica e orientação para revalidação de diplomas acadêmicos, contribuindo com a inserção profissional e acadêmica dos migrantes. O evento também celebrou a integração cultural por meio do I Torneio da Amizade de Futebol Society, com a participação de equipes formadas por membros das comunidades haitianas, venezuelanas e africanas residentes em Dourados. A equipe venezuelana sagrou-se vencedora da competição, desenvolvida em clima de respeito, confraternização e alegria. Para Luz Milla Parra Monroy, coordenadora especial de Políticas para os Imigrantes, o evento foi muito bom, “pois as parcerias esclareceram dúvidas e acolheram a comunidade imigrante com carinho e respeito”. A secretária municipal de Assistência Social, Shirley Flores Zarpelon, destacou que “o Migra-Ação mostra uma Dourados acolhedora e comprometida com o amparo social de todos que aqui residem”. Já o coordenador de Direitos Humanos e Cidadania da Prefeitura de Dourados, Luiz Carlos Calado, ressaltou o empenho da atual gestão na garantia de direitos e dignidade para todos: “Eventos como esse reafirmam o compromisso do prefeito Marçal Filho, que tem se mostrado incansável na construção de uma cidade empática, justa e humana, garantindo aos migrantes condições reais de bem-estar, acesso à saúde, educação e oportunidades.” Para os organizadores e parceiros, o sucesso do Migra-Ação: Integração reforça Dourados como referência no interior do Brasil na construção de políticas públicas de acolhimento e integração de migrantes, evidenciando o esforço conjunto entre estado, município e sociedade civil para garantir cidadania a todos, independentemente de sua origem.








