Em 14 de julho de 2025, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou uma medida contundente para pressionar a Rússia a negociar um cessar-fogo na Ucrânia, ameaçando impor tarifas de 100% sobre países que mantiverem comércio com Moscou, caso um acordo de paz não seja alcançado em 50 dias. Durante uma reunião no Salão Oval com o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, Trump expressou frustração com o presidente russo Vladimir Putin, declarando: “Estamos muito, muito infelizes com a Rússia. Se não houver um acordo em 50 dias, aplicaremos tarifas severas de 100%, chamadas de tarifas secundárias”. A iniciativa, que também visa países do BRICS, como o Brasil, que importam petróleo e fertilizantes russos, reflete a determinação de Trump em usar o poder econômico dos EUA para forçar uma resolução do conflito e proteger os interesses ocidentais. A ameaça de tarifas secundárias é uma estratégia ousada para isolar economicamente a Rússia, cuja receita depende fortemente de exportações de combustíveis fósseis, que representam cerca de 60% de suas exportações totais, segundo o Centro de Pesquisa sobre Energia e Ar Limpo. Trump, ao lado de Rutte, também anunciou o envio de equipamentos militares avançados, incluindo sistemas de mísseis Patriot, para a Ucrânia, financiados por aliados da OTAN. “Vamos enviar armas de ponta, e os países da OTAN pagarão por isso”, afirmou, destacando que os EUA não arcarão diretamente com os custos. A medida reforça o compromisso de Trump em fortalecer a defesa ucraniana enquanto pressiona Putin para negociar, evitando que o conflito se prolongue e desestabilize ainda mais a ordem global. A decisão de Trump ganhou apoio de figuras-chave no Senado americano, como os senadores Lindsey Graham e Richard Blumenthal, que propuseram um projeto de lei para autorizar tarifas de até 500% contra países que comprem produtos russos. “Essas tarifas são um martelo executivo para levar as partes à mesa de negociação”, declararam em comunicado conjunto, enfatizando que o objetivo é a paz, não apenas sanções. A postura de Trump é vista como uma resposta necessária à relutância de Putin em buscar um acordo, especialmente após ataques russos a civis na Ucrânia, que Trump criticou como “inaceitáveis”. Dados da ONU indicam que mais de 10.000 civis foram mortos desde o início do conflito em 2022, o que reforça a urgência da iniciativa americana. No Brasil, a ameaça de tarifas gera preocupação, dado que o país importa fertilizantes russos essenciais para o agronegócio, que responde por 25% do PIB nacional, segundo o Ministério da Economia. Parlamentares da oposição, como o senador Marcos Pontes (PL-SP), defenderam que o Brasil deve priorizar parcerias com o Ocidente para evitar retaliações econômicas. “Não podemos ficar reféns de alianças que comprometem nosso acesso ao mercado americano”, afirmou Pontes em 15 de julho. A dependência do Brasil do mercado dos EUA, que absorve 11,4% de suas exportações, conforme dados da Organização Mundial do Comércio (OMC), torna a ameaça de tarifas um fator crítico para a economia nacional. Críticos, incluindo o governo brasileiro, argumentam que as tarifas representam uma forma de coerção econômica. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em resposta à ameaça, declarou em 15 de julho: “O Brasil é soberano e não aceita imposições que prejudiquem nossos interesses”. O Itamaraty reforçou que o comércio com a Rússia, especialmente em fertilizantes, é estratégico para a segurança alimentar. No entanto, a postura de Trump é vista por apoiadores como um movimento estratégico para forçar países do BRICS a repensarem suas relações com a Rússia, alinhando-se aos interesses de segurança e estabilidade promovidos pelos EUA e pela OTAN. A ameaça de tarifas, combinada com o apoio militar à Ucrânia, demonstra a liderança de Trump em usar o poder econômico e militar para pressionar por uma resolução rápida do conflito.
OTAN Alerta Brasil sobre Tarifas de 100% em Resposta ao Comércio com a Rússia
Em 15 de julho de 2025, o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, emitiu um alerta contundente a Brasil, China e Índia, destacando que os países do BRICS que mantiverem relações comerciais com a Rússia, especialmente na compra de petróleo e gás, podem enfrentar tarifas de 100% sobre suas exportações para os Estados Unidos. A declaração, feita durante uma reunião com senadores americanos no Capitólio, reforça a ameaça do presidente Donald Trump, que, no dia anterior, anunciou a possibilidade de impor “tarifas secundárias” caso a Rússia não chegue a um acordo de paz na Ucrânia dentro de 50 dias. A medida, apoiada por 85 senadores dos EUA, visa isolar economicamente a Rússia, coibir o financiamento de sua campanha militar e proteger a segurança global, alinhando-se aos interesses estratégicos da OTAN e dos Estados Unidos. Rutte, respaldado pela posição de Trump, enfatizou a urgência de pressionar Moscou para negociações sérias de cessar-fogo. “Se você é o presidente do Brasil, da China ou o primeiro-ministro da Índia e continua comprando petróleo russo, saiba que isso pode custar caro. Façam a ligação para Putin e digam que ele precisa levar a paz a sério”, declarou Rutte, segundo a Reuters. A ameaça de tarifas secundárias, que penalizariam países por negociar com a Rússia, reflete uma estratégia robusta para enfraquecer a economia russa, que depende fortemente das exportações de energia. Dados do Centro de Pesquisa sobre Energia e Ar Limpo indicam que, em maio de 2025, a Índia foi o segundo maior comprador de combustíveis fósseis russos, enquanto o Brasil importa quantidades significativas de diesel e fertilizantes, cruciais para seu agronegócio, responsável por exportações de soja, açúcar e café. A posição da OTAN é vista como uma resposta necessária ao papel do Brasil e de outros países do BRICS em sustentar a economia russa, que, apesar de sanções ocidentais, encontrou mercados alternativos para seus produtos. O comércio Brasil-Rússia, que atingiu cerca de US$ 8 bilhões em 2024, segundo o Ministério da Economia, inclui fertilizantes essenciais para a agricultura brasileira, mas também contribui indiretamente para o financiamento da guerra na Ucrânia. A OTAN argumenta que, ao manter essas transações, países como o Brasil prolongam o conflito, comprometendo a estabilidade global. A ameaça de tarifas de 100% é, portanto, uma medida para incentivar nações a priorizarem parcerias com o Ocidente, alinhando-se aos princípios de segurança coletiva defendidos pela aliança. No Brasil, a advertência gerou reações mistas. Parlamentares da oposição, como o senador Eduardo Girão (Novo-CE), defenderam que o país deve rever sua política externa para evitar retaliações econômicas. “Não podemos nos alinhar a regimes que desafiam a ordem internacional e esperar que isso não tenha consequências”, afirmou Girão em 16 de julho. A medida da OTAN, apoiada por uma coalizão bipartidária nos EUA, incluindo senadores como Lindsey Graham e Richard Blumenthal, é vista como um passo firme para pressionar nações a escolherem entre a cooperação com o Ocidente ou o apoio a um regime que viola normas internacionais. Graham destacou que “as tarifas são o martelo definitivo para acabar com a máquina de guerra de Putin”. Críticos, incluindo o governo brasileiro, argumentam que as tarifas representam uma forma de coerção econômica. O Itamaraty, em nota publicada em 16 de julho, afirmou que “o Brasil é uma nação soberana e conduz sua política externa com base em seus interesses nacionais”. No entanto, a dependência do Brasil do mercado americano, que absorve 11,4% de suas exportações, segundo a Organização Mundial do Comércio (OMC), torna a ameaça de tarifas uma preocupação significativa. Setores como o agronegócio, que já enfrenta tarifas de 50% impostas por Trump em 1º de agosto, poderiam sofrer ainda mais, impactando a economia nacional. A OTAN, ao apoiar as tarifas, reforça sua missão de promover a segurança coletiva e conter ameaças globais, como a agressão russa na Ucrânia. A aliança, que anunciou o envio de mísseis Patriot à Ucrânia financiados por seus membros, busca garantir que países do BRICS não minem os esforços ocidentais para isolar Moscou. A pressão sobre o Brasil, embora controversa, é vista como um chamado à responsabilidade em um momento de tensões globais, onde a escolha de parceiros comerciais pode ter implicações estratégicas e econômicas de longo alcance.
Influenciadora com Longa Trajetória no Bolsa Família Promove Jogo do Tigrinho e Levanta Debate Sobre Elegibilidade
Uma influenciadora digital brasileira, que há mais de 20 anos recebe o Bolsa Família, programa social voltado para famílias em vulnerabilidade, tem gerado polêmica ao utilizar suas redes sociais, com cerca de 700 mil seguidores, para promover o “Jogo do Tigrinho”, uma plataforma de apostas online associada a práticas ilegais. A mulher, cuja identidade não foi oficialmente confirmada pelas autoridades, exibe um estilo de vida que inclui viagens internacionais, roupas de grife e bens de alto valor, o que levanta questionamentos sobre a legitimidade de sua permanência no programa social. A situação reacendeu o debate sobre os critérios de elegibilidade do Bolsa Família e a fiscalização de benefícios, especialmente em um contexto onde mais de 5 milhões de beneficiários gastaram cerca de R$ 3 bilhões em apostas online apenas em agosto de 2024, segundo o Banco Central. O Bolsa Família, criado em 2003, é destinado a famílias com renda per capita mensal de até R$ 218, visando garantir segurança alimentar, acesso à educação e saúde. No entanto, investigações recentes da Polícia Civil de Goiás, como a Operação Game Over, revelaram que influenciadoras digitais, incluindo casos semelhantes ao da mulher em questão, têm utilizado plataformas como o “Jogo do Tigrinho” para atrair seguidores com promessas de ganhos rápidos, frequentemente simulando lucros fictícios. Essas influenciadoras, segundo a polícia, operam contas “viciadas” que exibem vitórias irreais para incentivar apostas, enquanto recebem comissões por cadastros. A prática é investigada por crimes como estelionato, exploração de jogos de azar e lavagem de dinheiro, com penas que variam de 3 meses a 10 anos de reclusão. No caso específico, a influenciadora, que não teve seu nome divulgado em fontes oficiais consultadas, teria recebido parcelas do Bolsa Família até pelo menos abril de 2025, apesar de ostentar bens incompatíveis com a renda declarada para o programa. O Portal da Transparência indica que beneficiários devem ter renda familiar per capita inferior ao limite estipulado, e qualquer irregularidade, como ocultação de renda, pode configurar crimes como falsidade ideológica ou estelionato. O delegado Rony Loureiro, responsável por investigações semelhantes em Goiás, destacou que “quem recebe auxílio social sem necessidade deve responder criminalmente”, apontando para a gravidade do uso indevido de benefícios sociais. Críticos do caso, incluindo parlamentares como o senador Izalci Lucas (PL-DF), argumentam que a manutenção do benefício para pessoas que demonstram capacidade de gerar renda significativa, como influenciadoras digitais, desvirtua o propósito do Bolsa Família. “O programa foi criado para ajudar os mais vulneráveis, não para sustentar quem lucra com atividades questionáveis”, afirmou Lucas em sessão no Senado em setembro de 2024. A visão reflete uma preocupação com a integridade do sistema de transferência de renda, especialmente diante de dados do Banco Central que mostram que 4 milhões de chefes de família beneficiários do Bolsa Família gastaram R$ 2 bilhões em apostas online, comprometendo recursos destinados à subsistência. Por outro lado, defensores de uma abordagem mais ampla, como o ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, argumentam que o problema vai além da fiscalização individual. Em resposta aos dados do Banco Central, Dias anunciou em setembro de 2024 a criação de um grupo de trabalho para coibir o uso do Bolsa Família em apostas, incluindo medidas como a restrição de transações via PIX para plataformas de jogos e programas de educação financeira. “Precisamos proteger os mais vulneráveis, mas também educá-los sobre os riscos de promessas de enriquecimento rápido”, declarou. Essa perspectiva sugere que a dependência de jogos de azar, como o “Jogo do Tigrinho”, é um problema social complexo, que afeta especialmente famílias de baixa renda atraídas por influenciadores digitais.A promoção do “Jogo do Tigrinho” por influenciadores tem agravado casos de endividamento e perdas financeiras. Um exemplo é o de uma mulher de Maceió, que, vivendo do Bolsa Família, perdeu R$ 95 mil em uma plataforma após ser atraída por promessas de uma influenciadora. Casos como esse evidenciam o impacto devastador das apostas online em populações vulneráveis, reforçando a necessidade de regulamentação mais rígida. O Ministério da Fazenda, segundo o secretário-executivo Dario Durigan, planeja medidas para limitar o uso de cartões de crédito em apostas e reforçar a fiscalização de plataformas, mas reconhece dificuldades operacionais. O caso da influenciadora levanta questões éticas e legais sobre a continuidade de benefícios sociais para pessoas que, aparentemente, não se enquadram nos critérios de vulnerabilidade. Enquanto alguns defendem a suspensão imediata do Bolsa Família nesses casos, outros destacam a importância de investigar a fundo a origem da renda e oferecer apoio para evitar a dependência de jogos de azar. O debate continua, com a sociedade dividida entre a necessidade de proteger os recursos públicos e a garantia de que o programa alcance quem realmente precisa.
Cientista com o Maior QI do Mundo Declara Fé em Jesus Cristo e Apoio a Donald Trump
YoungHoon Kim, um cientista sul-coreano reconhecido como detentor do maior quociente de inteligência (QI) do mundo, com uma pontuação de 276, causou grande impacto ao declarar publicamente sua fé cristã e seu apoio ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Em 18 de junho de 2025, Kim publicou em sua conta oficial no X: “Como detentor do recorde mundial de QI, acredito que Jesus Cristo é Deus, o caminho, a verdade e a vida”. A mensagem, que ecoa João 14:6, rapidamente se tornou viral, alcançando mais de 14 milhões de visualizações e 250 mil curtidas em poucos dias. Dias depois, em 22 de junho, Kim voltou ao X para afirmar: “Como detentor do recorde mundial de QI, reconheço que Donald Trump é o único presidente escolhido por Deus na história americana”. Essas declarações geraram intensos debates, unindo temas de fé, razão e política em um contexto global.Kim, de 36 anos, é fundador e CEO da NeuroStory, uma iniciativa apoiada pelo governo sul-coreano voltada para soluções de saúde cerebral baseadas em inteligência artificial. Ele também preside a United Sigma Intelligence Association (USIA) e integra o conselho da Lifeboat Foundation, um think tank dedicado a mitigar riscos de tecnologias avançadas. Sua credencial de QI foi validada por organizações respeitadas, como a Giga Society, Mensa, World Memory Championships e World Memory Sports Council, este último em parceria com o Guinness World Records. Em 2024, Kim foi oficialmente nomeado o recordista mundial de QI, consolidando sua posição como “o homem mais inteligente do mundo”. A declaração de fé de Kim desafia a percepção comum de que alta inteligência é incompatível com crenças religiosas. Ele afirmou que sua convicção em Jesus Cristo como “o caminho, a verdade e a vida” é fundamentada tanto na fé quanto na razão, destacando que “Cristo é minha lógica”. Em outros posts, Kim reforçou sua visão, escrevendo: “Acredito que a Bíblia é a palavra perfeita, eterna e final de Deus. Portanto, a Bíblia não precisa de atualização. O mundo precisa alcançá-la”. Ele também conectou sua fé a conceitos científicos, citando a física quântica para apoiar sua crença na continuidade da consciência após a morte, sugerindo que “a morte não é o fim, mas uma transição para outra realidade”. Essa abordagem interdisciplinar, que combina teologia, neurociência e filosofia, reflete sua formação acadêmica, incluindo um bacharelado em teologia cristã pela Universidade Yonsei, a principal universidade privada da Ásia. O apoio de Kim a Donald Trump, embora controverso, foi apresentado como uma extensão de sua cosmovisão cristã. Ele argumentou que Trump representa uma liderança singular, guiada por um propósito divino, uma visão que ressoa com setores conservadores que veem o presidente americano como um defensor de valores tradicionais. Kim relacionou sua fé à política ao afirmar que “a verdade de Jesus satisfaz as mentes mais brilhantes”, citando figuras históricas como Newton, Pascal e Agostinho. Sua declaração sobre Trump, feita em um contexto de tensões internacionais crescentes, incluindo tarifas comerciais impostas pelos EUA, foi interpretada por alguns como um endosso à liderança forte e à proteção de princípios cristãos em um mundo em transformação. Embora as declarações de Kim tenham inspirado milhões, especialmente cristãos que celebram a união entre fé e intelecto, elas também geraram críticas. Alguns questionaram a autenticidade de suas afirmações, sugerindo que poderiam refletir uma mudança recente em suas crenças ou até mesmo uma estratégia para atrair atenção. Outros, em fóruns como o Reddit, argumentaram que alta inteligência não impede crenças religiosas, mas destacaram que a fé é uma questão pessoal, não necessariamente vinculada à lógica. Apesar das críticas, Kim manteve sua posição, declarando em 10 de julho que enfrenta perseguições e até ameaças de morte por sua fé, mas que “o mal nunca vencerá Jesus, pois Jesus é Deus”. Kim também abordou temas culturais sensíveis, como identidade de gênero, afirmando: “Como detentor do recorde mundial de QI, confio nesta conclusão lógica: 1) A Bíblia é a verdade suprema. 2) A Bíblia declara que Deus criou apenas dois gêneros. 3) Portanto, qualquer outro gênero é uma invenção humana ou conceito de ficção científica”. Essa visão reflete uma perspectiva tradicional, alinhada com valores conservadores, mas foi expressa de maneira a enfatizar a lógica, característica de seu estilo argumentativo. O impacto das declarações de Kim transcende fronteiras, reacendendo discussões sobre a relação entre fé, razão e política. Sua influência, amplificada por sua reputação intelectual, continua a inspirar debates sobre o papel da espiritualidade em um mundo cada vez mais secularizado e sobre a relevância de líderes políticos que, na visão de alguns, representam valores enraizados na tradição cristã.
PF deflagra a Operação Primo Oculto para combater o tráfico de drogas em Mato Grosso do Sul
A Polícia Federal deflagrou, nesta segunda-feira (14/7), a Operação Primo Oculto contra tráfico de drogas e organização criminosa atuante na região de Maracaju/MS. Durante a deflagração, foram apreendidos um celular e duas carretas, que foram levadas à sede da Polícia Federal em Dourados/MS com apoio logístico do 28º Batalhão Logístico do Exército Brasileiro. A investigação começou após a apreensão de 771,4 kg de maconha, agrotóxicos, cigarros de origem estrangeira e um veículo, ocorrida em fevereiro deste ano. A partir da análise dos celulares apreendidos, foi possível identificar o possível mentor do grupo. Com base nas provas colhidas, a Justiça Federal determinou o bloqueio e sequestro de bens até o valor de R$ 1 milhão, com o objetivo de enfraquecer financeiramente os investigados. A Polícia Federal reafirma seu compromisso com o enfrentamento ao crime organizado e à lavagem de dinheiro, atuando de forma integrada com outras instituições para garantir a efetividade da justiça e a segurança da sociedade.
Prefeitura entrega ônibus novo para Educação e três veículos para Assistência Social
A Prefeitura de Dourados fez na manhã desta terça-feira (15) a entrega de três ônibus e um veículo Fiat Doblô para atendimento ao público nas Secretarias Municipais. Um ônibus novo, adquirido com recursos do Ministério da Educação, via Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), foi entregue para uso da Secretaria Municipal de Educação (Semed) e dois ônibus e o carro de passeio, restaurados, foram entregues para uso da Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas). O prefeito Marçal Filho destacou que é um grande momento para a administração, diante do fortalecimento que os veículos vão proporcionar no atendimento ao público em vários eixos. “Nós trabalhamos para recuperar os veículos que já tínhamos e estavam há anos deixados de lado e fizemos os encaminhamentos junto ao MEC para obter o novo e hoje marca um grande momento, pois quem ganha com isso são os douradenses”, aponta. O secretário de Educação Nilson Franciso da Silva ressaltou que o transporte vai fortalecer a frota e atender demandas diversas da Rede Municipal de Educação (Reme). Outro ponto citado é quanto ao pedido que alunos da Educação Infantil tinham deixado ao prefeito Marçal Filho, de um transporte para visitarem a cidade e, que agora será atendido. “Vem para agregar a nossa frota e será muito útil em diversas situações, inclusive ao que foi solicitado pelos alunos do Ceim ao prefeito Marçal de um transporte para irem aos parques da cidade”, apontou. A secretária de Assistência Social Shirley Flores Zarpelon recordou que os ônibus e a Doblô estavam há anos ‘parados’ e agora vão voltar a ter grande utilidade. Outro ponto citado por ela, é que um dos ônibus possui acessibilidade, o que vai ao encontro das necessidades atuais do serviço. “Estávamos há mais de ano com ônibus para para arrumar e nada e, agora, fico muito grata pela força que o prefeito Marçal tem nos dado e mais pela sensibilidade dele em dar condições para que a Assistência Social consiga realizar o seu trabalho com qualidade”, afirmou. Shirley observou que um dos ônibus e a Doblô são adaptadas para cadeirantes e “isso vai nos ajudar muito, pois as pessoas que têm essa necessidade conseguiremos ir buscar em suas residências para receberem o atendimento especializado”. O outro ônibus, que não é adaptado, vai atender às demandas dos sete Centro de Referência da Assistência Social (Cras) e os dois Centro de Convivência da Pessoa Idosa (CCIs), informou a secretária.
Comad Dourados realiza seminário sobre rede de cuidados a dependentes químicos
O Conselho Municipal de Políticas sobre Drogas (Comad) de Dourados encerra hoje – 15 de julho – as inscrições para o seminário “Caminhos para uma Rede de Cuidados à Pessoa com Dependência Química: Da Urgência ao Acolhimento”, que acontecerá na quinta-feira, dia 17, das 7h às 12h, no auditório da OAB (Rua Onofre Pereira de Matos, 1712 – Centro). O evento é gratuito e voltado a profissionais da saúde, assistência social, educação, autoridades, estudantes e demais interessados na temática. O seminário visa fomentar reflexões e discussões sobre a política pública de drogas no contexto da saúde mental, propondo a construção de uma rede municipal de atendimento mais integrada e humanizada para pessoas em situação de dependência química. De acordo com o presidente do Comad, Manoel Aparecido Pereira, Dourados já deveria contar com um CAPS AD 24 horas, conforme recomenda o Ministério da Saúde para municípios com mais de 150 mil habitantes. “Esse serviço é essencial para oferecer atendimento contínuo e integral a pessoas com transtornos relacionados ao uso de álcool e outras drogas, com funcionamento todos os dias da semana e planos terapêuticos individualizados”, destaca. Manoel também enfatiza a importância de fortalecer a articulação entre os serviços públicos de saúde e as comunidades terapêuticas, que atuam no acolhimento voluntário e na promoção do autoconhecimento, hábitos saudáveis e reinserção social com foco na sobriedade. PROGRAMAÇÃO 7h10 – Credenciamento 7h40 – Mesa de Abertura e Apresentação Cultural 8h – Palestra 1: A estrutura do atendimento ao usuário de álcool e outras drogas na política de saúde pública 9h – Palestra 2: O papel das comunidades terapêuticas e grupos de ajuda mútua (Ambas ministradas por Talita Rolim da Silva, assistente social, psicóloga, especialista em dependência química e saúde mental) 9h50 – Intervalo 10h – Roda de conversa com profissionais do CAPS AD, UPA, SAMU e Segurança Pública 11h – Debate com participação do público 12h – Encerramento Serão emitidos certificados aos participantes que cumprirem a carga horária. E as inscrições podem ser feitas até esta terça-feira, 15 de julho, por meio do formulário disponível na bio do Instagram do Comad: @comaddourados Link para inscrição: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfeHLXtf0UvgVcVHCRmHGx8H1vf7fNx1-MVq9ES0G2GnKy1HQ/viewform
Governo de MS destina R$ 30 milhões a propriedades com vegetação nativa excedente no Pantanal
Com foco na conservação ambiental e no reconhecimento de boas práticas de preservação no Bioma Pantanal, a Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação) publica na quarta-feira (16), no Diário Oficial do Estado, o Edital do PSA Conservação. A iniciativa do Governo do Estado, anunciada em março deste ano, no lançamento do Pacto Pantanal, vai selecionar propriedades rurais que mantenham vegetação nativa excedente, em áreas florestais, campestres ou de cerrado e estejam localizadas dentro dos limites do Pantanal, definidos pelo IBGE. O subprograma integra o PSA Bioma Pantanal, com recursos do Fundo Clima Pantanal, e prevê até R$ 30 milhões por ano em pagamentos por serviços ambientais prestados pelos proprietários rurais. Os pagamentos serão de R$ 55,47 por hectare de vegetação nativa excedente, por ano, com limite de R$ 100 mil por propriedade. O primeiro edital vai garantir pagamentos referentes aos anos de 2025 e 2026. Além disso, propriedades com Autorização Ambiental de Supressão de Vegetação Nativa vigente que optarem pelo cancelamento terão direito a um pagamento adicional único, conforme a área remanescente: de 1 a 30 hectares, a remuneração é de R$ 15 mil; de 31 a 100 hectares, R$ 30 mil; acima de 100 hectares, R$ 30 mil, mais o valor proporcional por hectare. A adesão ao cancelamento é obrigatória para participação no PSA Conservação. “Quem conserva tem que receber por essa iniciativa e isso foi uma premissa central na Lei do Bioma Pantanal, para que nós possamos garantir essa nossa biodiversidade que temos lá, além dos 83% de preservação do Bioma Pantanal”, ressaltou o governador Eduardo Riedel. “É um momento importante para consolidarmos toda a política pública que nós desenvolvemos para o Pantanal Sul-Mato-Grossense. Esse é um projeto inédito. Nós vamos pagar, pela primeira vez, o principal ativo ambiental de nosso Estado. O Governo do Estado está oferecendo a possibilidade de ‘compra’ das licenças de supressão vegetal autorizadas pelo Imasul. Isso quer dizer que, aqueles produtores que já tiverem uma autorização de supressão e que desejam receber o pagamento de serviços ambientais, também poderão participar do edital. Com isso, as autorizações de supressão autorizadas para esses produtores, serão canceladas, para que eles possam receber o PSA. Esse é o Mato Grosso do Sul, caminhando na manutenção dos 83% de preservação do Pantanal Sul-Mato-Grossense”, comentou o secretário Jaime Verruck, da Semadesc. Quem pode participar Podem se inscrever proprietários rurais com imóveis localizados integral ou parcialmente no Bioma Pantanal, desde que as áreas estejam cadastradas no CAR (Cadastro Ambiental Rural), não apresentem infrações ambientais ou embargos junto ao Ibama ou ao Imasul, e não realizem novas supressões de vegetação nativa a partir da publicação do edital. Também é necessário comprovar vínculo com a propriedade e regularidade fiscal, previdenciária, tributária, trabalhista e de contribuições de dívida ativa. Critérios de seleção As propriedades serão classificadas em três grupos: o primeiro, composto por propriedades rurais que já possuem autorização vigente de supressão e têm interesse em cancelamento; o segundo, por aquelas propriedades que não possuem incentivos do Precoce MS e Carne Sustentável, com ocupação pecuária acima de 0,1 UA/hectare; e demais propriedades da região do Pantanal. A pontuação final levará em conta a quantidade de vegetação nativa excedente, existência de Reserva Legal, sobreposição com corredores ecológicos, zonas de amortecimento e áreas prioritárias para conservação, além de medidas como servidão ambiental, RPPNs e ações de combate a incêndios. Inscrições As inscrições estarão abertas a partir de 18 de julho de 2025, encerram em 20 de agosto e deverão ser feitas por meio da plataforma Editais Prosas. A Fundação Educacional para o Desenvolvimento Rural (FUNAR) é o agente-executor designado pela Semadesc, responsável por prestar apoio técnico aos produtores interessados. A participação no PSA Conservação não impede o produtor de aderir a outros instrumentos econômicos, como programas privados de créditos de carbono ou ações de certificação ambiental voluntária. O pagamento por serviços ambientais também é isento de tributos federais, conforme a Lei nº 14.119/2021. As informações adicionais podem ser obtidas pelos seguintes canais: telefone/WhatsApp – (67) 3320-9759; e-mail – psapantanal@funar.org.br; site – https://portal.sistemafamasul.com.br/ Marcelo Armôa, Semadesc
Plano Safra para MS pode chegar a R$ 16 bilhões com juros menores a quem usa práticas sustentáveis
A Superintendência Estadual do Banco do Brasil anunciou, na manhã dessa terça-feira (15), o aporte de R$ 230 bilhões para financiar o Plano Safra 2025/2026, que traz um acréscimo de 2% em relação ao montante disponibilizado pela instituição em nível nacional na safra passada (R$ 225 bilhões). O secretário-executivo de Desenvolvimento Econômico Sustentável da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), Rogério Beretta, representou o Governo do Estado no evento realizado na agência do BB localizada na Avenida Afonso Pena, esquina com a rua 13 de Maio, centro de Campo Grande. Também estavam presentes o secretário executivo da Agricultura Familiar, dos Povos Originários e das Comunidades Tradicionais da Semadesc, Humberto Melo; o diretor-presidente da Iagro (Agência Estadual de Vigilância Sanitária Animal e Vegetal), Daniel Ingold; a superintendente estadual do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Marina Viana; o superintendente estadual de Pesca, Marcelo Heitor; e o superintendente do Sebrae/MS (Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas), Claudio Mendonça, entre outros convidados. Conforme explicou o superintendente regional do BB, Omar de Vasconcelos, não há valor fixado para Mato Grosso do Sul dentro do Plano Safra. O que há é uma projeção em cima do montante global. “Normalmente o Estado fica com 5% a 7% do total”, afirmou. Se chegar ao índice máximo, Mato Grosso do Sul pode dispor de até R$ 16,1 bilhões só junto ao Banco do Brasil para financiar a próxima safra. No ano passado, ante um valor global de R$ 225 milhões, o Estado contratou financiamentos de R$ 12,7 milhões, o que corresponde a 5% do total. Desse montante, R$ 250 milhões foram destinados à Agricultura Familiar, beneficiando ao menos 1.650 famílias. A Agricultura Empresarial contratou R$ 12,4 bilhões, sendo R$ 9 bilhões para custeio, R$ 1,7 bilhão para investimentos e R$ 1,7 bilhão para a comercialização. Os dados são da Superintendência do BB no Estado. Tecnologia e sustentabilidade O secretário-executivo Rogério Beretta cumprimentou os diretores do Banco do Brasil e disse confiar na capacidade da instituição em agilizar a contratação e liberação dos recursos em tempo dos produtores prepararem o plantio da próxima safra. Com relação à elevação dos juros causada pelo aumento da taxa Selic, Beretta disse que os produtores terão a tecnologia como aliada para driblar essa circunstância e ampliar a margem de lucratividade com maior produtividade. Outra maneira de garantir juros mais baixos é agregar práticas sustentáveis à agricultura. O plantio direto na palha, técnica largamente usada em Mato Grosso do Sul há décadas, é uma das práticas sustentáveis que ajuda a fixar o carbono no solo e, consequentemente, impede a emissão de gases poluentes na atmosfera. “Nós precisamos dessas práticas sustentáveis, buscamos ser Estado Carbono Neutro até 2030, de modo que esse incentivo do Plano Safra vem ao encontro das metas ambientais de Mato Grosso do Sul”, completou. João Prestes, Comunicação Semadesc








