A recente troca de declarações entre o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva e a Casa Branca reacendeu debates sobre as relações comerciais e diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos. Em entrevista à jornalista Christiane Amanpour, da CNN Internacional, em 17 de julho de 2025, Lula criticou a postura do presidente norte-americano Donald Trump, afirmando que ele “não foi eleito para ser imperador do mundo” e que o Brasil não aceitará imposições em negociações comerciais. A resposta da Casa Branca veio por meio da porta-voz Karoline Leavitt, que defendeu Trump como um “presidente forte” e “líder do mundo livre”, enfatizando que suas ações priorizam os interesses do povo americano. Lula questionou a imposição de tarifas de 50% sobre produtos brasileiros, anunciadas por Trump em 9 de julho de 2025, e classificou a medida como uma tentativa de interferência indevida. Ele destacou a soberania brasileira e a importância de negociações multilaterais, mencionando que o Brasil tentou dialogar com os EUA desde março, enviando uma proposta em maio que não obteve resposta. O presidente brasileiro também sugeriu que as tarifas seriam uma retaliação a questões judiciais internas, como o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, e criticou o que chamou de “chantagem inaceitável” por parte dos EUA. Em coletiva de imprensa, Karoline Leavitt rebateu as críticas de Lula com firmeza, destacando a liderança global de Trump. Ela argumentou que as medidas comerciais, incluindo as tarifas e uma investigação sob a Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, visam proteger os interesses econômicos dos Estados Unidos. Leavitt apontou preocupações com as regulamentações digitais brasileiras, a proteção insuficiente à propriedade intelectual e práticas ambientais, como o desmatamento, que, segundo ela, colocam empresas e produtores americanos em desvantagem competitiva. A porta-voz reforçou que Trump age em defesa dos cidadãos dos EUA, promovendo uma agenda que fortalece a economia e a influência global do país. A postura de Trump reflete uma abordagem pragmática, focada em garantir que os acordos comerciais beneficiem os trabalhadores e empresas americanas. A investigação comercial contra o Brasil, iniciada pelo Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR), examina questões como o impacto do Pix e outras políticas digitais brasileiras, além de práticas ambientais. Essa iniciativa demonstra um compromisso com a competitividade econômica e a proteção de setores estratégicos, como tecnologia e agricultura, que enfrentam desafios em mercados internacionais. A carta enviada por Trump a Lula, anunciando as tarifas a partir de 1º de agosto, foi um sinal claro de que os EUA estão dispostos a adotar medidas firmes para corrigir desequilíbrios comerciais percebidos. Embora Lula tenha defendido a soberania do Brasil e a necessidade de diálogo, suas críticas a Trump podem ser vistas como uma tentativa de desviar o foco de questões internas, como as políticas digitais e ambientais citadas pela Casa Branca. A independência do Judiciário brasileiro, mencionada por Lula em referência ao caso Bolsonaro, é um princípio que deve ser respeitado, mas não justifica a resistência a negociações comerciais que poderiam beneficiar ambos os lados. A liderança de Trump, descrita por Leavitt como transformadora no cenário global, contrasta com a retórica de Lula, que parece buscar confronto ao invés de cooperação. As tensões atuais não negam a longa história de relações bilaterais entre Brasil e EUA, que já duram mais de 200 anos. No entanto, a abordagem de Trump, centrada nos interesses nacionais, reflete uma visão de mundo onde os Estados Unidos priorizam sua economia e segurança. A resposta da Casa Branca a Lula reforça que, sob a liderança de Trump, os EUA continuarão a defender seus valores e interesses com determinação, mantendo sua posição como referência global de força e influência.
Argentina Alcança Menor Taxa de Pobreza em Sete Anos com Reformas de Milei
A Argentina registrou, no primeiro semestre de 2025, uma taxa de pobreza urbana de 31,6%, a menor desde 2018, segundo estudo da Universidade Torcuato Di Tella, baseado em dados do Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC). A redução drástica, de 52,9% no início de 2024 para 31,6%, reflete o impacto das políticas econômicas implementadas pelo presidente Javier Milei, que assumiu o cargo em dezembro de 2023 com a promessa de reverter décadas de crise econômica. Além disso, a taxa de indigência caiu de 18,2% para 7,4% no mesmo período, enquanto o salário médio no setor privado cresceu 10,4% entre dezembro de 2023 e maio de 2025, superando a inflação, que atingiu 1,6% em junho de 2025, o menor nível em cinco anos. As reformas de Milei, caracterizadas por cortes expressivos nos gastos públicos, redução de subsídios e desregulamentação econômica, foram fundamentais para estabilizar a economia argentina. Após herdar uma inflação anual de 211,4% em 2023, o governo conseguiu reduzi-la para 39,4% no acumulado de 12 meses até junho de 2025, um feito notável que trouxe alívio aos argentinos acostumados a preços em constante escalada. A desvalorização do peso e a eliminação de barreiras ao comércio fortaleceram a competitividade do mercado, permitindo que os salários reais recuperassem poder de compra, especialmente para os trabalhadores de baixa renda. O crescimento econômico de 7,7% em abril de 2025, comparado ao mesmo mês do ano anterior, reforça a eficácia dessas medidas, que também incluíram a privatização de empresas estatais e a redução de 36.000 empregos públicos, gerando um superávit fiscal inédito em 14 anos. A política de austeridade de Milei, embora inicialmente criticada por seu impacto social, demonstrou resultados concretos. A queda na pobreza, que beneficiou cerca de 10 milhões de argentinos, foi impulsionada pela estabilidade de preços e pelo aumento real dos salários, com destaque para o fortalecimento da iniciativa privada. A liberalização econômica atraiu investimentos, especialmente em setores como agricultura, que cresceu 80,2% no último trimestre de 2024 após uma seca severa, e mineração, com interesse crescente em reservas de lítio. Essas conquistas, segundo analistas, refletem a visão de Milei de reduzir o peso do Estado e devolver aos cidadãos a liberdade de prosperar em um mercado mais aberto e competitivo. O sucesso das reformas também é evidenciado pela confiança renovada na economia. Um levantamento da Gallup, realizado em dezembro de 2024, mostrou que a aprovação de Milei se mantém acima de 50%, com a confiança no governo dobrando em relação a 2023. A estabilização do peso e a redução do hiato entre o câmbio oficial e o paralelo, que caiu de 37% em julho de 2024 para 15%, sinalizam um ambiente econômico mais previsível. Apesar de desafios persistentes, como a informalidade trabalhista, que ainda afeta 42% dos trabalhadores, e a perda de 79.000 empregos formais entre março de 2024 e março de 2025, as políticas de Milei criaram as bases para um crescimento sustentável, projetado em 4,5% para 2025 pelo JP Morgan. A Argentina de Milei demonstra que a coragem de implementar reformas estruturais, mesmo diante de resistência inicial, pode transformar uma economia marcada por décadas de instabilidade. A redução da pobreza e da inflação, aliada ao crescimento dos salários, é um testemunho do impacto positivo de políticas que priorizam a liberdade econômica e a responsabilidade fiscal, oferecendo aos argentinos a perspectiva de um futuro mais próspero.
República Tcheca Criminaliza Propaganda Comunista em Reforma Histórica do Código Penal
Em 17 de julho de 2025, o presidente da República Tcheca, Petr Pavel, sancionou uma emenda ao Código Penal que marca um passo decisivo na luta contra ideologias totalitárias. A nova legislação criminaliza a promoção de ideologias comunistas, equiparando-as ao nazismo, com penas que podem chegar a cinco anos de prisão para quem criar, apoiar ou promover movimentos que visem suprimir direitos e liberdades humanas ou incitar ódio racial, étnico, nacional, religioso ou de classe. A medida, que reflete o compromisso do país com a preservação da democracia, foi impulsionada por instituições históricas, como o Instituto para o Estudo dos Regimes Totalitários, que apontaram a necessidade de corrigir uma lacuna legal que tratava o comunismo de forma menos rigorosa que o nazismo. A emenda atualiza a Seção 403 do Código Penal, que já proibia a promoção de movimentos que atentem contra direitos fundamentais, mas agora inclui explicitamente o comunismo ao lado do nazismo. Essa equiparação é vista como uma resposta lógica ao passado opressivo da Tchecoslováquia, que, sob o domínio do Partido Comunista até a Revolução de Veludo de 1989, sofreu décadas de repressão, censura e violações de direitos humanos. A nova lei reforça a mensagem de que ideologias que justificam a violência, a perseguição de opositores e a supressão de liberdades não têm lugar em uma sociedade democrática. A decisão também alinha a República Tcheca a outros países do Leste Europeu, como Polônia e Lituânia, que adotaram medidas semelhantes para condenar o legado do comunismo. A iniciativa foi defendida por figuras como o deputado Michael Rataj, coautor da emenda, que argumentou que tratar o comunismo de forma diferente do nazismo era “ilógico e injusto”. Ele destacou que ambos os regimes compartilharam práticas brutais, como execuções, campos de concentração e ocupações de nações vizinhas, marcadas por uma ideologia de medo e ódio. A medida é vista como um gesto de justiça às vítimas do comunismo, que, por décadas, enfrentaram perseguições políticas, prisões em gulags e a destruição de liberdades individuais. A história da Tchecoslováquia sob o jugo soviético, com mais de 200 mil pessoas reunidas em Praga em 1989 para exigir o fim do regime, sublinha a importância de impedir que tais ideologias sejam romantizadas ou promovidas. A assinatura de Pavel, um ex-general da OTAN que reconheceu seu passado como membro do Partido Comunista como um erro, reforça a seriedade do compromisso com a liberdade e a democracia. A nova legislação não apenas fortalece o arcabouço legal contra o totalitarismo, mas também envia uma mensagem clara sobre os valores que a República Tcheca busca defender. Em um mundo onde ideologias extremistas continuam a desafiar a estabilidade global, a decisão de Praga destaca a importância de aprender com o passado para proteger o futuro. A criminalização da propaganda comunista é um passo firme para garantir que as gerações futuras compreendam os perigos de regimes que sacrificam a liberdade em nome de promessas utópicas.
Governo Trump anuncia sanções contra Moraes e ‘aliados’ no STF; vistos para entrar no país serão revogados
O secretário de Estado americano, Marco Rubio, anunciou na rede social X ter ordenado a revogação do visto do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para entrar nos Estados Unidos. De acordo com postagem de Rubio nesta sexta-feira (18/07), além do visto de Moraes, ele solicitou a revogação da permissão para os familiares do ministro e seus “aliados” — sem detalhar quem são esses. “A caça às bruxas política do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, contra Jair Bolsonaro criou um complexo de perseguição e censura tão abrangente que não só viola direitos básicos dos brasileiros, mas também se estende além das fronteiras do Brasil e atinge os americanos”, argumentou Rubio. Questionado sobre que pessoas específicas além de Moraes que serão afetadas pela sanção, inclusive os “aliados” mencionados por Rubio, o Departamento de Estado americano afirmou não ter “mais nada a compartilhar sobre esse assunto”. Nesta sexta, por ordem de Moraes, Bolsonaro foi submetido a uma operação da Polícia Federal (PF) e a medidas restritivas — ele deverá usar tornozeleira eletrônica e está proibido de usar redes sociais, comunicar-se com “demais réus e investigados” em inquéritos no STF (incluindo seu filho, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro) e sair de casa entre 19h e 6h e durante os fins de semana. BBC NEWS BRASIL
Polícia Civil cumpre mandados de busca e apreensão e de prisão preventiva relacionados a investigação de homicídio ocorrido em Dourados
Nas primeiras horas desta sexta-feira, 18, o SIG/NRI de Dourados deu cumprimento a dois mandados de busca e apreensão e um de prisão preventiva expedidos em decorrência de uma investigação que apura um homicídio ocorrido em 30 de junho no Jardim Itália, bairro da cidade. A vítima, um homem de 42 anos, havia tido desavenças com alguns traficantes locais em decorrência de disputas pela venda de drogas na região. Já na madrugada do dia 30, quando deixava um ponto de comercialização de entorpecentes, ele foi emboscado e atingido por 4 disparos de arma de fogo por um homem em uma motocicleta. A equipe de investigação iniciou diligências, localizando imagens de câmeras de vigilância e testemunhas que indicaram as suspeitas de autoria sobre um morador da região, o qual já teria ameaçado a vítima em ocasiões anteriores pelo controle da traficância na localidade. Durante a investigação, o suspeito fora preso em flagrante pela equipe do SIG/NRI pelo crime de tráfico de drogas, após ter sido flagrado gerenciando um ponto de vendas próximo ao local onde o crime ocorreu. Durante o cumprimento das buscas, a motocicleta possivelmente utilizada no crime e o capacete que o autor usava foram localizados em uma residência e apreendidos. Dois outros indivíduos que podem ter participado da emboscada foram conduzidos à sede do SIG para prestarem depoimento, já o principal suspeito de ter realizado os disparos teve o mandado de prisão contra si cumprido.
Polícia Civil identifica e captura apontado por furto de motocicleta ocorrido em frente a hospital em Dourados
A 1ª Delegacia de Polícia de Dourados capturou e conduziu, nesta quinta-feira (18), o autor de um furto de motocicleta ocorrido no dia 15 de julho, em frente ao Hospital Evangélico, na área central de Dourados. As investigações se iniciaram a partir da divulgação de imagens do crime nas redes sociais, o que possibilitou a identificação do suspeito. A equipe policial realizou diligências e obteve êxito em localizá-lo, procedendo com sua condução até a unidade policial para os esclarecimentos e formalização dos procedimentos cabíveis. A motocicleta subtraída já havia sido localizada e recuperada, sendo restituída à vítima.
Em menos de um ano, Mato Grosso do Sul alcança 4º lugar nacional em transplantes de fígado
Em menos de um ano após iniciar os transplantes de fígado, Mato Grosso do Sul já ocupa a 4ª colocação no ranking nacional por milhão de habitantes. Os dados são do RBT (Registro Brasileiro de Transplantes), que aponta o Estado com taxa de 17,9 transplantes por milhão de população por estado no primeiro trimestre de 2025, atrás apenas do Distrito Federal (48,3), Paraná (21,0) e Ceará (18,6). A marca representa um avanço expressivo para o sistema estadual de saúde, que passou a realizar esse tipo de procedimento a partir de julho de 2024, com a autorização do Ministério da Saúde. Desde então, 45 cirurgias foram realizadas no Hospital Adventista do Pênfigo, sob responsabilidade da equipe do cirurgião Gustavo Rapassi. “Esse resultado reforça o compromisso do Estado com a ampliação do acesso a procedimentos de alta complexidade. A habilitação da equipe e da unidade hospitalar permitiu que, em menos de um ano, alcançássemos uma posição de destaque nacional”, afirma o secretário de Estado de Saúde, Maurício Simões Corrêa. A coordenadora da Central Estadual de Transplantes, Claire Miozzo, destaca que o desempenho de Mato Grosso do Sul é fruto de planejamento, qualificação técnica e integração entre instituições. “A implantação do transplante hepático é um marco para o Estado. Em pouco tempo, conseguimos estruturar um serviço eficiente, com equipe especializada e suporte hospitalar adequado, oferecendo o procedimento dentro do próprio território e garantindo mais segurança e conforto aos pacientes”, afirma Claire. Além da diminuição na necessidade de deslocamento para outros estados, o avanço fortalece a capacidade resolutiva do SUS (Sistema Único de Saúde) em Mato Grosso do Sul e amplia as possibilidades de cuidado em casos graves de insuficiência hepática. Danúbia Burema, Comunicação SES
União Europeia Amplia Sanções e Inclui Bancos Chineses por Suposta Cooperação com a Rússia
A União Europeia anunciou, em 18 de julho de 2025, seu 18º pacote de sanções contra a Rússia, em resposta à continuidade do conflito na Ucrânia. Pela primeira vez, o bloco incluiu instituições financeiras chinesas entre os alvos, acusando-as de facilitar transações que ajudariam Moscou a contornar as medidas restritivas impostas desde 2022. A decisão marca uma escalada na estratégia da UE, que agora mira diretamente entidades de países terceiros suspeitas de apoiar a economia russa, em especial no setor financeiro. A China, por sua vez, reagiu com críticas, afirmando que se opõe a sanções unilaterais sem base no direito internacional e prometendo proteger os interesses de suas empresas. O pacote de sanções abrange dois bancos regionais chineses localizados próximos à fronteira com a Rússia, acusados de atuar como intermediários em transações que driblam as restrições ocidentais. Além disso, mais de 20 bancos russos e o Fundo Russo de Investimento Direto foram adicionados à lista de entidades sancionadas, com acesso bloqueado a sistemas financeiros internacionais, como o SWIFT. A UE também reduziu o teto de preço para o petróleo russo exportado, de US$ 60 para cerca de US$ 47,60 por barril, com revisões trimestrais, visando limitar as receitas do Kremlin. Outra medida significativa foi a inclusão de 105 navios russos, parte da chamada “frota fantasma”, usados para transportar petróleo e contornar sanções, elevando o total de embarcações bloqueadas para mais de 400. A iniciativa da UE ocorre em um momento de tensões crescentes com a China, especialmente às vésperas de uma cúpula bilateral. Pequim, por meio de seu Ministério das Relações Exteriores, reiterou que não fornece armas letais a nenhuma das partes no conflito ucraniano e classificou as sanções como uma violação do direito internacional. O porta-voz Lin Jian destacou que a China tomará medidas para proteger os direitos de suas empresas, sugerindo possíveis retaliações. Essa postura reflete a delicada relação comercial entre a UE e a China, considerando que a China é o maior parceiro comercial do bloco em termos de mercadorias. A decisão de sancionar bancos chineses é vista como um passo ousado, que pode gerar impactos econômicos e diplomáticos significativos. A UE busca reforçar a eficácia de suas sanções, fechando brechas que permitem à Rússia manter fluxos financeiros e comerciais por meio de países terceiros. No entanto, a medida também levanta preocupações sobre possíveis reações de Pequim, que poderiam afetar as cadeias de suprimento globais e as relações comerciais com a Europa. Especialistas apontam que, embora as sanções sejam um instrumento para pressionar a Rússia, sua aplicação a entidades chinesas pode complicar o equilíbrio geopolítico, especialmente em um momento em que potências como os Estados Unidos também intensificam medidas contra Moscou. O novo pacote de sanções também reflete a determinação da UE em manter sua posição de apoio à Ucrânia, mesmo diante de iniciativas paralelas, como as negociações entre os Estados Unidos e a Rússia. A redução do teto de preço do petróleo e o bloqueio de navios russos visam minar a capacidade financeira do Kremlin de sustentar o conflito, enquanto as sanções a bancos chineses sinalizam uma abordagem mais ampla para combater a evasão de medidas restritivas. A história recente mostra que sanções econômicas podem ter efeitos duradouros, mas também exigem coordenação internacional para evitar que países terceiros preencham as lacunas deixadas pelas restrições.
Meia Maratona do Fogo acontece neste domingo entre Itaporã e Dourados com 189 atletas
A Prefeitura de Dourados realiza neste domingo (20) a 6ª edição da Meia Maratona do Fogo, com percurso de 21 quilômetros entre os municípios de Itaporã e Dourados, com participação de 189 atletas, incluindo 23 militares. A largada está marcada para as 6h30, no Ginásio Municipal de Itaporã, com os primeiros meio-maratonistas cruzando a linha de chegada, em frente ao Corpo de Bombeiros, na Avenida Presidente Vargas, por volta das 8h. A previsão do tempo de duração da prova para os primeiros colocados é de 1h30, enquanto o último atleta deverá concluir a prova em até 3h. O evento é promovido pela Prefeitura de Dourados, com apoio da Prefeitura de Itaporã, Corpo de Bombeiros e Federação de Atletismo de Mato Grosso do Sul (FAMS), e faz parte da programação da Semana dos Bombeiros. A prova, que foi resgatada pela Prefeitura de Dourados depois de 7 anos por determinação do prefeito Marçal Filho, que é admirador das corridas de rua, atraiu corredores de diversos municípios de Mato Grosso do Sul e também de Estados como São Paulo, Mato Grosso e Pernambuco. Os competidores estão divididos entre as categorias geral e militar. No total, 166 atletas disputam na categoria geral, sendo 49 mulheres, e 23 na categoria militar, com 6 competidoras do sexo feminino. Nenhum inscrito foi registrado na categoria 60+, segundo informou a diretora-presidente da Fundação de Esportes de Dourados (Funed), Giselly Amaral Assunção. O trajeto de 21 km começa com 5 km dentro do perímetro urbano de Itaporã, segue pela Avenida José Chaves da Silva, que se transforma na rodovia MS-156, e continua por mais 16 km até a chegada ao quartel do Corpo de Bombeiros de Dourados, na Avenida Presidente Vargas. Durante o percurso, haverá quatro pontos de hidratação, apoio médico e monitoramento intenso do trânsito. A organização conta com a participação de diversas forças de segurança e instituições como Polícia Militar, DOF, Polícia Militar Rodoviária, Agetran, Guarda Municipal, Força Nacional, Getam, Detrans de Dourados e Itaporã, Corpo de Bombeiros, além de Defesa Civil, Samu, Semsur, Agesul, Sanesul, Fundesporte, Setesc, UFGD e Anhanguera. A rodovia MS-156 terá meia pista interditada, sinalizada com cones e viaturas. Na chegada, os cruzamentos da Avenida Presidente Vargas serão controlados para garantir a segurança dos participantes, com desvio do tráfego para vias alternativas nas imediações, como Suécia e Hayel Bon Faker. Já no sábado (19), a Avenida Presidente Vargas terá o trecho norte-sul interditado em frente ao quartel para montagem do palco e tendas. O sentido sul-norte será fechado no domingo pela manhã para instalação de brinquedos. ENTREGA DE KITS E PREMIAÇÃO Os kits dos atletas serão entregues no sábado (19), das 16h às 18h, na sede do Corpo de Bombeiros de Dourados (Av. Presidente Vargas, 1167). O kit inclui número de peito, chip de cronometragem e camiseta do evento. Haverá premiação em dinheiro e troféus para os cinco primeiros colocados das categorias geral (masculino e feminino) e militar. Também receberão troféus os três primeiros de cada faixa etária: 18-29, 30-39, 40-49, 50-59. Todos que completarem o percurso receberão medalha de participação, além de frutas e hidratação no pós-prova. O prefeito de Dourados, Marçal Filho, destacou a importância do evento esportivo. “Reativar a Meia Maratona do Fogo é o início do caminho para retomarmos a tradicional Maratona do Fogo, de 42 km, entre Dourados e Fátima do Sul. O esporte é uma ferramenta de qualidade de vida e integração social”, afirmou.








