O Governo de Mato Grosso do Sul vai publicar nos próximos dias uma portaria suspendendo a queima controlada no Estado, como medida preventiva diante do agravamento das condições climáticas. A decisão foi reforçada terça-feira (22), durante a 20ª Reunião Ordinária do CICOE (Centro Integrado de Coordenação Estadual), realizada na sala de crise da Polícia Militar, no Parque dos Poderes, em Campo Grande. A queima controlada é o uso planejado e autorizado do fogo em áreas específicas, com o objetivo de prevenir incêndios florestais maiores e controlar a biomassa acumulada. É uma técnica utilizada em atividades agropastoris ou florestais, com acompanhamento técnico e dentro de limites predefinidos, visando reduzir o risco de incêndios acidentais ou criminosos.A proibição deve valer de 1º de agosto a 30 de novembro para todo o território sul-mato-grossense. A medida foi motivada pelo avanço da estiagem, sobretudo nos municípios da região norte do Estado, e por projeções que indicam um trimestre ainda mais seco e quente entre agosto e outubro. De acordo com o secretário Jaime Verruck, titular da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação) e presidente do CICOE, o cenário atual exige ações para conter o risco de incêndios florestais. “Estamos vivendo o período de início de seca, com chuvas abaixo da média e temperaturas elevadas previstas para os próximos meses. Diante desse cenário, o CICOE decidiu pela suspensão da queima controlada em todo o Estado”, afirmou Verruck. Papel estratégico do CICOE Coordenado pela Semadesc, o CICOE é uma estrutura interinstitucional permanente que reúne diversas entidades estaduais e federais com atuação direta na prevenção e combate a incêndios florestais. Participam do grupo o Corpo de Bombeiros Militar, Imasul, PMA, Ibama, Defesa Civil, ICMBio, Cemtec e representantes da sociedade civil organizada, como a Famasul. O centro atua como um espaço de articulação e decisão estratégica, promovendo integração das ações, monitoramento contínuo dos riscos ambientais e coordenação das respostas emergenciais. Uma das bases das deliberações do CICOE é a análise técnica do CEMTEC (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima de MS), que subsidia o grupo com dados atualizados sobre clima, umidade, focos de calor e precipitações. Sinais de alerta Na reunião, a coordenadora do Cemtec, Valesca Fernandes, apresentou o panorama climático do Estado. Apesar da redução de 54,2% nos focos de incêndio florestais em relação ao mesmo período de 2024, os indicadores apontam alerta de agravamento da seca em vários municípios, especialmente nas regiões norte, nordeste e leste. O acumulado de chuvas previsto para o trimestre de agosto a outubro (ASO), segundo séries históricas de 30 anos, será abaixo do previsto. “Com esses dados, identificamos que a maioria dos municípios encontra-se em nível de alerta, e alguns já em nível de alerta alto, especialmente nas regiões norte e nordeste”, alertou a meteorologista. Outras deliberações O diretor-presidente do Imasul, André Borges apresentou alterações no Decreto nº 11.766/2004, que trata da isenção de custos de licenciamento ambiental para atividades em Unidades de Conservação, assentamentos e áreas de soltura de animais silvestres. O assunto foi debatido na reunião com as entidades. Outro destaque foi a apresentação do Projeto FNMA 2025 de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais nos Municípios, que prevê o fortalecimento da capacidade de resposta das administrações municipais por meio da implantação de Planos Operativos de Prevenção e Combate (PPCIFs) simplificados e emergenciais. Resultados positivos Apesar do cenário desafiador, os dados também revelaram avanços significativos na redução das queimadas. Em 2025, o Pantanal registrou queda de 97,9% na área queimada, enquanto no Cerrado a redução foi de 50,6%. As ocorrências de incêndios florestais atendidas pelo Corpo de Bombeiros recuaram 54,2% em todo o Estado. Segundo Jaime Verruck, esse resultado se deve à soma de esforços e à atuação integrada entre órgãos públicos e setor produtivo. “O trabalho em parceria com os produtores rurais, com apoio da Famasul, e a ampliação do número de brigadistas – hoje são 700 especializados em incêndios – têm sido essenciais. A atuação da PMA, do Imasul e do Ibama também tem sido incansável. Isso mostra que estamos no caminho certo”, concluiu. Rosana Siqueira, Comunicação Semadesc
Coca-Cola Anuncia Nova Versão com Açúcar de Cana nos EUA
A Coca-Cola anunciou, em 22 de julho de 2025, o lançamento de uma versão de seu refrigerante clássico adoçado com açúcar de cana cultivado nos Estados Unidos, com previsão de chegada ao mercado americano no outono. A decisão, divulgada durante a apresentação dos resultados financeiros do segundo trimestre, ocorre poucos dias após o presidente Donald Trump declarar, em sua plataforma Truth Social, que havia convencido a empresa a adotar o “açúcar de cana de verdade” em substituição ao xarope de milho de alta frutose, utilizado na fórmula americana desde os anos 1980. A iniciativa reflete uma resposta às preferências de consumidores e reforça o compromisso com a inovação, ao mesmo tempo que valoriza a produção agrícola nacional. A nova versão, que complementará a linha de produtos da Coca-Cola sem substituir a fórmula atual, será produzida com açúcar de cana proveniente de estados como Flórida, Louisiana e Texas, que respondem por cerca de 30% do fornecimento de açúcar nos EUA. A empresa destacou que o lançamento faz parte de sua “agenda de inovação contínua”, buscando oferecer mais opções que atendam às preferências dos consumidores. James Quincey, CEO da Coca-Cola, afirmou durante uma teleconferência com investidores que a empresa está explorando diversas opções de adoçantes, reconhecendo a “entusiasmo” do presidente pela marca. O açúcar de cana já é utilizado em outros produtos da companhia, como chás, limonadas e Vitaminwater, e em mercados internacionais, como o México, onde a “Mexican Coke” ganhou popularidade nos EUA por seu sabor distintivo. O anúncio ocorre em um momento em que a administração Trump, por meio da iniciativa “Make America Healthy Again” (MAHA), liderada pelo Secretário de Saúde e Serviços Humanos, Robert F. Kennedy Jr., pressiona empresas alimentícias a reformularem produtos para reduzir ingredientes como xarope de milho de alta frutose, associado por alguns a problemas de saúde como obesidade. Apesar disso, especialistas, como o cardiologista Dariush Mozaffarian, da Universidade Tufts, afirmam que o impacto nutricional do açúcar de cana e do xarope de milho é praticamente idêntico, ambos contendo cerca de 50% de frutose e glucose, com efeitos metabólicos semelhantes. A mudança, portanto, parece atender mais a preferências de sabor e à valorização de ingredientes naturais, além de apoiar os produtores americanos de cana-de-açúcar. A decisão também tem implicações econômicas. A produção de xarope de milho, que consome cerca de 400 milhões de bushels de milho anualmente nos EUA, é subsidiada pelo governo, enquanto o açúcar de cana enfrenta tarifas de importação, tornando-o mais caro. A Associação dos Refinadores de Milho alertou que uma substituição total do xarope por açúcar de cana poderia custar milhares de empregos e reduzir a receita agrícola em até US$ 5,1 bilhões. No entanto, ao optar por adicionar a nova versão sem eliminar a fórmula atual, a Coca-Cola evita impactos significativos no setor agrícola, ao mesmo tempo que atende à demanda por produtos com apelo tradicional.O lançamento reflete uma tendência de mercado, com concorrentes como PepsiCo e Dr Pepper já oferecendo versões adoçadas com açúcar de cana desde 2009. A “Mexican Coke”, importada em garrafas de vidro, já é um sucesso entre consumidores americanos, especialmente em lojas como Costco e Target. A nova versão americana, com açúcar de cana local, promete reforçar a conexão com os valores tradicionais de produção doméstica, oferecendo um produto que ressoa com a nostalgia e a qualidade percebida de ingredientes naturais. A iniciativa também alinha-se com a visão de fortalecer a economia local, promovendo empregos e a agricultura nos estados produtores de cana.
Acordo Histórico entre EUA e Japão Fortalece Economia Americana
No dia 22 de julho de 2025, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou um acordo comercial com o Japão, descrito como um marco na relação econômica entre as duas nações. O pacto, que promete impulsionar a economia americana, inclui um investimento japonês de US$ 550 bilhões em setores estratégicos dos EUA, com 90% dos lucros permanecendo no país. Além disso, as tarifas sobre importações japonesas, incluindo automóveis, foram reduzidas de 25% para 15%, um alívio significativo para montadoras como Toyota e Honda, que representam 28,3% das exportações do Japão para os EUA. O acordo também abre o mercado japonês para produtos americanos, como carros, arroz e outros itens agrícolas, promovendo maior equilíbrio comercial. O investimento japonês será direcionado a setores cruciais, como infraestrutura de energia, semicondutores, mineração de minerais críticos, produção farmacêutica e construção naval. Essa injeção de capital é vista como uma oportunidade para revitalizar a indústria americana, criando centenas de milhares de empregos e fortalecendo cadeias de suprimento domésticas. A redução da tarifa de importação para 15% reflete um compromisso com o comércio justo, reduzindo o déficit comercial dos EUA com o Japão, que em 2024 atingiu US$ 69,4 bilhões. A abertura do mercado japonês para produtos agrícolas, como o arroz americano, cuja importação aumentará em 75%, e a compra de 100 aviões Boeing, reforçam a competitividade dos produtores americanos. O acordo também inclui compromissos japoneses para adquirir US$ 8 bilhões em produtos agrícolas, como milho e soja, além de equipamentos de defesa, elevando os gastos anuais do Japão com empresas americanas de US$ 14 bilhões para US$ 17 bilhões. Essas medidas fortalecem a parceria estratégica entre os dois países, promovendo segurança econômica e militar no Indo-Pacífico. A redução das barreiras para carros americanos no Japão, como a eliminação de testes de segurança adicionais, é um avanço significativo para montadoras dos EUA, que agora terão acesso mais amplo ao mercado japonês.A negociação, conduzida sob pressão de um prazo de 1º de agosto para a imposição de tarifas mais altas, demonstra a habilidade de Trump em alcançar acordos que priorizam os interesses americanos. O presidente destacou que o pacto não apenas cria empregos, mas também reforça a liderança econômica dos EUA, garantindo que o país colha a maior parte dos benefícios. O mercado japonês reagiu positivamente, com o índice Nikkei 225 subindo 2% e ações de montadoras como Toyota e Honda registrando altas de até 13%. Embora alguns detalhes do acordo, como a estrutura do fundo de investimento, ainda não tenham sido totalmente esclarecidos, a magnitude do compromisso japonês sinaliza confiança na economia americana. O pacto reflete uma abordagem pragmática, onde o fortalecimento da indústria e do comércio é alcançado sem comprometer a soberania econômica. Para os americanos, esse acordo representa um passo em direção à recuperação da manufatura e à criação de oportunidades para trabalhadores e comunidades locais.
Fuga de Comandantes do Hezbollah para a América do Sul Gera Alerta na Tríplice Fronteira
A recente movimentação de cerca de 400 comandantes do Hezbollah, grupo libanês classificado como organização terrorista pelos Estados Unidos, para países da América do Sul, incluindo Brasil, Venezuela, Colômbia e Equador, acendeu alertas sobre a segurança regional. Segundo informações do canal saudita Al Hadath, publicadas em 16 de abril de 2025, aproximadamente 200 membros já chegaram à região, fugindo do Líbano após a derrota do grupo em confrontos com Israel e temendo o desmantelamento de sua infraestrutura militar após o cessar-fogo de novembro de 2024. No Brasil, a atuação do Hezbollah na Tríplice Fronteira, entre Foz do Iguaçu (Brasil), Ciudad del Este (Paraguai) e Puerto Iguazú (Argentina), tem sido associada a atividades ilícitas, incluindo supostas ligações com o Primeiro Comando da Capital (PCC), conforme apontado pelo especialista argentino em segurança Martín Verrier. Os Estados Unidos intensificaram esforços para desarticular essas redes, oferecendo uma recompensa de até US$ 10 milhões por informações que levem à interrupção das operações financeiras do grupo na região. A Tríplice Fronteira, conhecida por sua porosidade e dificuldades de fiscalização, tem sido um ponto estratégico para o Hezbollah desde os anos 1980, segundo relatórios de inteligência. A região, que concentra uma grande comunidade de origem libanesa, é utilizada para atividades como lavagem de dinheiro, tráfico de drogas, contrabando de carvão, petróleo, cigarros, produtos de luxo e diamantes, além de falsificação de documentos e dólares americanos. A Polícia Federal brasileira já identificou ligações entre o Hezbollah e o PCC, especialmente na figura de Elton Leonel Ruminich da Silva, conhecido como “Galã”, apontado como um dos principais operadores do PCC na fronteira com o Paraguai. Investigações indicam que o grupo libanês utiliza rotas controladas pela facção brasileira para o tráfico internacional de drogas, com operações que se estendem até o Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Essas atividades, segundo o Departamento de Estado dos EUA, geram cerca de US$ 1 bilhão por ano para o Hezbollah, combinando apoio financeiro do Irã, negócios internacionais e redes criminosas. A chegada de comandantes do Hezbollah à América do Sul, conforme relatado pela fonte diplomática citada pelo Al Hadath, é vista como uma tentativa de preservar a estrutura operacional do grupo em meio às pressões sofridas no Oriente Médio. O especialista Verrier, em análises publicadas pelo Buenos Aires Times, destaca que a Tríplice Fronteira funciona como um “miniestado” que beneficia uma elite corrupta, servindo como um centro eficiente para lavagem de dinheiro e atividades de grupos terroristas. Ele aponta que a permissividade de governos locais, incluindo o do Brasil sob a administração de Luiz Inácio Lula da Silva, facilita a consolidação dessas redes. Críticos conservadores argumentam que a falta de medidas rigorosas contra o crime organizado e a aproximação diplomática do governo brasileiro com regimes como o da Venezuela, aliado do Irã, criam um ambiente propício para a expansão de grupos como o Hezbollah. Essa percepção é reforçada por posts em redes sociais, onde brasileiros expressam preocupação com a segurança nacional, questionando a inação do governo diante de tais ameaças. Os Estados Unidos, por meio do programa Rewards for Justice, intensificaram a pressão sobre as operações do Hezbollah na região, oferecendo a recompensa de US$ 10 milhões anunciada em 19 de maio de 2025. A iniciativa visa identificar fontes de receita, facilitadores financeiros e empresas de fachada que sustentam o grupo. Ações anteriores, como a prisão de dois suspeitos de planejar ataques contra alvos judaicos no Brasil em novembro de 2023, com apoio da inteligência israelense (Mossad), mostram que a ameaça é concreta. O envolvimento do Hezbollah em atentados históricos, como o ataque à Associação Mutual Israelita Argentina (AMIA) em 1994, que deixou 85 mortos em Buenos Aires, reforça a gravidade da situação. A falta de cooperação efetiva de alguns governos sul-americanos, incluindo o Brasil, na visão de analistas, agrava o desafio de combater essas redes transnacionais. A presença do Hezbollah na Tríplice Fronteira, aliada ao PCC, levanta preocupações sobre a segurança não apenas do Brasil, mas de todo o continente. A porosidade das fronteiras, a corrupção sistêmica e a ausência de políticas robustas para conter o avanço de grupos criminosos e terroristas criam um cenário de vulnerabilidade. A mobilização de comandantes do Hezbollah para a América do Sul, segundo fontes, é um indicativo de que a região pode estar sendo usada como um refúgio estratégico, aproveitando a fragilidade de controles locais. A pressão internacional, liderada pelos EUA, busca desmantelar essas redes, mas a falta de ações decisivas por parte do governo brasileiro, criticado por sua postura leniente, é apontada como um obstáculo significativo para a segurança regional.
Oposição vai à Câmara, mas Hugo Motta proíbe reunião durante recesso
O presidente da Câmara, Hugo Motta, proibiu a realização de quaisquer reuniões de comissões da Casa desta terça-feira (22) até o dia 1º de agosto. O Ato do presidente foi publicado hoje (22), ao mesmo tempo em que a Comissão de Segurança Pública, presidida pelo deputado Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP), se preparava para iniciar uma reunião que votaria uma moção de solidariedade ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Desde a última sexta-feira (18), Bolsonaro usa tornozeleira eletrônica e tem restrições determinadas pela Justiça. “O Presidente da Câmara dos Deputados, no uso de suas atribuições regimentais, resolve: Fica vedada, no período de 22 de julho a 1º de agosto de 2025, a realização de reuniões de comissões da Câmara dos Deputados”, diz o documento assinado por Hugo Motta. A sala da comissão já estava repleta de deputados da oposição e apoiadores de Jair Bolsonaro quando a decisão de Motta foi conhecida. Além da comissão de Segurança Pública, outra comissão, de Relações Exteriores, também comandada pelo PL, partido do ex-presidente, tinha reunião marcada para mostrar apoio ao ex-presidente. Na impossibilidade de realizar a reunião, deputados do PL fizeram um pronunciamento à imprensa, atacando o Judiciário brasileiro pelas investigações contra Jair Bolsonaro e defendendo o ex-presidente. Bolsonaro está sob imposição de medidas cautelares impostas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Entre elas, o uso de tornozeleira eletrônica e a proibição de usar redes sociais diretamente ou por intermédio de terceiros. Moraes entendeu que Jair Bolsonaro e o filho, Eduardo, que está nos Estados Unidos, fazem um “flagrante confissão” do cometimento de crimes como coação no curso do processo, obstrução de justiça e tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito. As medidas cautelares foram determinadas no inquérito no qual o filho do ex-presidente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), é investigado por sua atuação junto ao governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, visando promover medidas de retaliação contra o governo brasileiro e ministros do Supremo e tentar barrar o andamento da ação penal sobre a trama golpista. Na decisão, Moraes alertou que Bolsonaro pode ser preso ao descumprir as cautelares. Agência Brasil
Saúde de Mato Grosso do Sul mobiliza 8 mil agentes para debater atuação integrada no SUS
A SES (Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul) convida os cerca de 8 mil ACS (Agentes Comunitários de Saúde) e ACEs (Agentes de Combate às Endemias) que atuam no estado, além de gestores da APS (Atenção Primária à Saúde) e demais profissionais da rede, para participarem da live sobre a nova Diretriz Nacional para Atuação Integrada no Território, que acontece hoje, 22 de julho, às 18h (horário de MS). “Essa diretriz reconhece e fortalece o papel dos nossos agentes na estrutura do SUS. A participação de todos neste momento é fundamental para que possamos alinhar estratégias, esclarecer dúvidas e construir, de forma colaborativa, um novo modelo de atuação mais eficiente e integrado”, destaca a sanitarista Elisangela Hermes, referência técnica da Atenção Primária à Saúde na SES. De acordo com ela, as ações para implementação da diretriz integram o esforço estadual para qualificar e integrar os serviços prestados à população. A nova orientação nacional redefine forma como se organiza o trabalho dos agentes, promovendo a integração entre ações de vigilância, prevenção e cuidado à saúde, com foco no planejamento conjunto, valorização do território e melhoria da qualidade de vida das comunidades. A transmissão contará com a presença de representantes do Ministério da Saúde, (Conasems Conselho Nacional de Secretarias municipais de Saúde) e UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), e será um espaço estratégico para esclarecer e debater os avanços que a diretriz representa para o SUS e para os territórios onde atuam os agentes. Assista ao vivo: Clique aqui para acompanhar a transmissão, que será às 19h no horário de Brasília (18h em MS). Ative o lembrete e participe! Confira o documento completo da diretriz aqui. Danúbia Burema, Comunicação SES
Acessibilidade é tema de reunião de Marçal com diretores do Crea-MS
O prefeito Marçal Filho recebeu na manhã desta terça-feira (22) a presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso do Sul (Crea-MS), Vânia Mello e diretores da entidade. A dirigente convidou o prefeito para o 3º Encontro Microrregional que acontece logo mais à noite, no auditório da Unigran, com participação de profissionais de Dourados e municípios da região. O encontro em Dourados hoje é preparatório para o 11º Congresso Estadual de Profissionais (CEP), que acontecerá dias 14 e 15 de agosto em Campo Grande, que, por sua vez, é etapa inicial para o 12º Congresso Nacional de Profissionais, marcado para o mês de outubro, em Vitória (ES). No encontro regional em Dourados, a partir das 18h30, os profissionais irão debater o papel dos engenheiros na garantia da acessibilidade; acessibilidade: inclusão e mercado de trabalho, entre outros temas correlacionados, encerrando com a eleição de delegado ao congresso estadual. Durante o encontro, no gabinete do prefeito, Marçal falou aos diretores do Crea-MS sobre algumas ações da gestão visando atender à acessibilidade urbana. Exemplificou com recente alteração na legislação para atender o comércio local em relação à acessibilidade. “Temos enfrentado algumas dificuldades em função da legislação, que precisa ser adequada”, disse. “Mas, ainda assim conseguimos atender algumas situações e vamos melhorando a cada dia”, ressaltou, citando obras já em execução e outras em fase de projetos, “que vão solucionar de vez problemas como alagamentos”, por exemplo. Participaram da reunião com o prefeito, além da presidente do Crea-MS, Vera Mello, o coordenador regional institucional Hamilton Rondon Flandoli e o superintendente técnico Jason Oliveira. O secretário municipal de Agricultura Familiar, Bruno Pontin, que é conselheiro do Crea-MS, também participou do encontro.
Liandra da Saúde participa da entrega de 250 títulos de regularização fundiária no bairro Santa Felicidade
A vereadora Liandra da Saúde (PSDB), participou nesta segunda-feira (21) da entrega de 250 títulos de regularização fundiária para moradores do bairro Santa Felicidade, realizada na Escola Municipal Clori Benedetti de Freitas, no bairro Jóquei Clube. A ação encerra uma longa espera de famílias que viviam há anos com a posse dos imóveis, mas sem a escritura definitiva. Durante a cerimônia, Liandra destacou a importância do momento para a história da cidade e para a vida das famílias beneficiadas. “Hoje é um dia de conquista e dignidade. Cada título entregue representa segurança jurídica, reconhecimento e valorização do patrimônio dessas pessoas. São 250 famílias que agora podem dizer com orgulho: a casa é minha, por direito e por lei”, afirmou. A entrega faz parte do Programa Lar Legal, uma parceria entre a Prefeitura de Dourados, por meio da Agência Municipal de Habitação de Interesse Social (Agehab), o Governo do Estado e o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. O evento contou com a presença do prefeito Marçal Filho (PSDB), do secretário municipal de Habitação, Éder Felipe de Souza, e da secretária estadual de Habitação, Maria do Carmo Avesani Lopez e do deputado estadual Zé Texeira (PSDB). Liandra também ressaltou que a regularização fundiária gera impacto direto na valorização dos imóveis. “A partir da documentação, esse sonho está materializado. Estudos apontam que os imóveis passam a ter uma valorização média de 50% após a regularização, o que fortalece a economia familiar e dá mais estabilidade às pessoas”, pontuou. Como presidente do Legislativo municipal, a vereadora reafirmou o compromisso da Câmara em apoiar projetos que promovam que ampliem o acesso à moradia digna. “A regularização fundiária é uma pauta que defendemos com responsabilidade. E ver esse resultado, ver as famílias com seus títulos em mãos, nos mostra que vale a pena lutar por políticas públicas que transformam vidas”, completou. Liandra finalizou sua participação parabenizando os moradores beneficiados e reforçando o compromisso com o avanço da regularização em outros bairros da cidade. “Seguiremos lado a lado com o Executivo, a serviço da população e das conquistas que garantem dignidade aos douradenses”.
Prefeitura firma convênio com Bombeiros e consolida volta dos voos comerciais
A Prefeitura de Dourados deu nesta terça-feira (22) mais um importante passo para que o Aeroporto Regional Francisco de Matos Pereira volte a receber voos comerciais: o prefeito Marçal Filho assinou termo de convênio com o 2º Grupamento de Bombeiros Militar, formalizando a atuação da corporação nas atividades de salvamento, resgate e combate a incêndios no Aeroporto Regional, cumprindo assim tanto a exigência da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) quanto das empresas aéreas que operam com voos comerciais nos aeroportos brasileiros. A presença do Corpo de Bombeiros no interior do Aeroporto Regional é uma exigência também da Organização da Aviação Civil Internacional (OACI) para garantir a segurança das operações e atendimento imediato a possíveis emergências. O convênio representa o último passo técnico necessário para que o aeroporto volte a operar voos comerciais regulares. A Latan comercializa passagens desde o dia 14 de maio e o primeiro voo direto para o Aeroporto Internacional de Guarulhos será no dia 8 de setembro. O prefeito Marçal Filho fala com entusiasmo sobre o convênio com o Corpo de Bombeiros. “Essa conquista é fruto de muito trabalho e compromisso com a população de Dourados”, enfatizou. “Desde o início da gestão, estamos focados em reestruturar o aeroporto e atender todos os critérios exigidos pelos órgãos reguladores”, continuou.” Com isso, voltamos ao mapa da aviação comercial, o que representa desenvolvimento, empregos e novas oportunidades para nossa cidade”, afirmou o prefeito. A assinatura do convênio contou com a presença dos secretários municipais Luis Roberto Martins (Semsur) e Juscelino Cabral (Agetran), além do comandante de Fronteiras, Coronel Luidison Tenório Noleto, da Tenente-Coronel Caroline Porto e do Capitão Paulo Cordeiro. “Atendemos as exigências feitas pela Agência Nacional de Aviação Civil e nosso Aeroporto Regional está praticamente pronto para receber os técnicos da Anac que vão aterrissar em Dourados para homologar as operações comerciais, já que os voos particulares, inclusive com aeronaves de grande porte estão liberados desde o começo de maio”, explica Luis Roberto Martins, o Beto. Com a estrutura aeroportuária adequada, incluindo a contratação da Estação Prestadora de Serviços de Telecomunicações e de Tráfego Aéreo (EPTA), a cidade já tem data marcada para o retorno dos voos. “O reinício das operações encerra um período de mais de quatro anos sem voos comerciais e marca uma nova fase para Dourados, mais conectada, moderna e preparada para crescer”, ressaltou Marçal Filho. OPERAÇÕES DA LATAM A operação da Latam Linhas Aéreas terá início no dia 8 de setembro, com três voos semanais programados para as segundas, quintas e sextas-feiras. Às segundas e sextas, os voos partem de Guarulhos às 7h45, com chegada em Dourados às 8h40, e retorno às 9h20, pousando em São Paulo às 12h25. Nas quintas-feiras, a decolagem de Guarulhos ocorre às 16h55, com chegada em Dourados às 17h50, e o retorno parte às 18h30, com chegada em Guarulhos às 21h35. Como são os primeiros voos, a frequência poderá ser ampliada conforme a demanda e o avanço da operação no aeroporto de Dourados. O prefeito Marçal Filho destacou o empenho da gestão municipal, em parceria com o Governo do Estado, para viabilizar a retomada dos voos. “Fui pessoalmente a São Paulo e mantive contatos também com representantes da Gol e da Azul, que já sinalizaram o interesse em operar na cidade”, explica. “Contamos com o apoio do governador Eduardo Riedel, que conduziu as articulações com a Latam, incluindo tratativas tributárias para atrair as companhias aéreas para Dourados, numa prova que o trabalho em sintonia, com alinhamento político e transparência, favorece toda população”, finaliza Marçal Filho.








