A disponibilização de vacina meningocócica ACWY pela rede pública de saúde para crianças de 12 meses, normatizada em todo o País no último mês, está em pleno funcionamento em Mato Grosso do Sul. Em 2025, a SES (Secretaria de Estado de Saúde) recebeu mais de 50 mil doses enviadas pelo Ministério da Saúde e tem feito a distribuição permanente aos 79 municípios do Estado. A ação reforça a proteção contra os sorogrupos A, C, W e Y da bactéria Neisseria meningitidis, causadora de meningites e infecções generalizadas potencialmente fatais. A estimativa é imunizar 44.118 crianças nesta nova etapa. A logística de entrega das vacinas segue durante o mês de julho, integrando a rotina de abastecimento do PNI (Programa Nacional de Imunizações). A cobertura vacinal para vacina meningocócica C já ultrapassou 100% em 2024 no estado, e a meta agora é manter os bons índices com o reforço da ACWY no calendário infantil. De acordo com o Coordenador Estadual de Imunização da SES, Frederico Moraes, a ampliação é estratégica. “É fundamental que os pais e responsáveis levem as crianças às unidades de saúde. A meningite é uma doença grave e que pode ser evitada com a vacina. Esse reforço aos 12 meses amplia a proteção em uma fase crucial do desenvolvimento infantil”, destaca. Maior cobertura na rede pública A vacina meningocócica ACWY protege contra quatro sorogrupos da bactéria Neisseria meningitidis e é considerada uma das ferramentas mais eficazes na prevenção das formas graves da doença. Ela já era ofertada pelo SUS para adolescentes de 11 a 14 anos, e agora substitui a vacina meningocócica C na dose de reforço aos 12 meses, conforme recomendação da Nota Técnica nº 77/2024 do Ministério da Saúde. Com a disponibilização gratuita pela rede pública, criança de 12 meses passam a tomar a ACWY ao invés de somente a meningocócica C. A medida segue as Diretrizes Brasileiras para Enfrentamento das Meningites até 2030, alinhadas ao plano global da OMS (Organização Mundial da Saúde). A SES mantém contato permanente com os coordenadores municipais de imunização para garantir a correta aplicação da nova dose e oferece suporte técnico a todos os municípios. A orientação é que as famílias procurem a unidade básica de saúde mais próxima e atualizem a caderneta vacinal das crianças. Danúbia Burema, Comunicação SES
Governo de Mato Grosso do Sul abre concurso público com 400 vagas para Polícia Civil
O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul, por meio da SAD (Secretaria de Administração) e Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública), em conjunto com a Delegacia-Geral da Polícia Civil, publicou, nesta quarta-feira (16), no Diário Oficial do Estado, o edital do concurso público com 400 vagas no cargo de Agente de Polícia Judiciária. As oportunidades são destinadas às funções de Investigador de Polícia Judiciária (300 vagas) e Escrivão de Polícia Judiciária (100 vagas). As inscrições poderão ser feitas de 16 de julho até 7 de agosto de 2025, exclusivamente pelo site do Instituto Avalia, responsável pela execução do certame. O valor da taxa de inscrição é de R$ 210,48, com possibilidade de isenção para candidatos que atendam aos critérios estabelecidos no edital. “Concurso público importante para o Estado na área de segurança pública. Nós temos demonstrado melhorias de índice de maneira permanente. Estado com ordem e seguro, que atrai investimentos privados, fruto desta confiança na segurança pública. O certame era necessário porque estamos precisando de novos servidores na Polícia Civil. Apesar das dificuldades que atravessamos, não podemos deixar de contar com este profissional que é essencial”, afirmou o governador Eduardo Riedel. O concurso será realizado em duas etapas, compostas por diversas fases, incluindo prova escrita objetiva, prova de títulos, avaliação psicológica, avaliação médico-odontológica, teste de aptidão física, investigação social e curso de formação policial. A primeira fase será iniciada com a prova objetiva, prevista para o dia 14 de setembro de 2025, em Campo Grande. A remuneração inicial para ambos os cargos é de R$ 6.569,53, para jornada de 40 horas semanais, com possibilidade de trabalho em escalas, inclusive em finais de semana e feriados. As vagas estão distribuídas entre ampla concorrência e cotas destinadas a candidatos negros, indígenas e pessoas com deficiência (PCD). Para concorrer como cotista, o candidato deverá observar os critérios e apresentar a documentação exigida durante o processo de inscrição. “Serão 300 vagas para investigadores, 100 para escrivães, que serão distribuídos para todo Estado e na Capital. Nós teremos mais 70 vagas vagas para as medidas socioeducativas, sendo 50 a socioeducadores, 10 de assistente social e mais 10 para psicólogos, que atenderão todas as unidades de internação de Mato Grosso do Sul”, ponderou o secretário estadual de Justiça e Segurança Pública, Antônio Carlos Videira. Entre os requisitos para investidura no cargo estão: ter nacionalidade brasileira, idade entre 21 e 45 anos, possuir diploma de ensino superior em qualquer área reconhecido pelo MEC, estar quite com as obrigações eleitorais e militares, além de portar CNH de, no mínimo, categoria B. Todas as informações e atualizações sobre o concurso estão disponíveis no link abaixo e também nos sites www.avalia.org.br e www.imprensaoficial.ms.gov.br. Os interessados devem acompanhar atentamente os editais e publicações oficiais. Confira o Edital do Concurso Comunicação Polícia Civil
Secretaria de Educação reforma cobertura do refeitório da Escola Rosa Câmara e leva segurança aos alunos
A Prefeitura de Dourados, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed), vai fazer a reforma integral da cobertura do refeitório da Escola Municipal Maria da Rosa Antunes da Silveira Câmara, localizada na Vila Industrial. O prefeito Marçal Filho esteve na unidade escolar na manhã desta quarta-feira (16) e anunciou o investimento de R$ 47 mil, que levará mais segurança e comodidade para os estudantes e profissionais. A obra prevê a substituição completa das antigas telhas por estrutura metálica de zinco. A reforma está sendo executada durante o recesso escolar de julho, com previsão de conclusão até o retorno das aulas. A iniciativa atende a uma antiga demanda da comunidade escolar, que já havia sido prometida em 2021, mas que não saiu do papel. Durante o anúncio do investimento, o prefeito Marçal Filho reforçou o compromisso da atual gestão com a valorização da educação e a responsabilidade com o uso dos recursos públicos. “É uma satisfação estar aqui nessa escola tradicional, que merece ser cuidada com carinho”, ressaltou. “Já tinham sinalizado que resolveriam em 2021 com uma proposta de valor mais alto, mas infelizmente nada foi feito e hoje, com um valor menor e com o trabalho da nossa equipe para economizar e gerir bem os recursos, estamos realizando essa reforma, de forma respeitosa ao dinheiro público o que é um dever”, afirmou o prefeito. Marçal também recordou os desafios enfrentados desde o início da gestão, como dívidas herdadas e limitação orçamentária, mas garantiu que a Prefeitura tem buscado superar esses obstáculos com planejamento, responsabilidade e foco em transformar a realidade da cidade. “Temos feito um grande esforço para melhorar Dourados, recuperar a autoestima da população e, na área da educação, enfrentamos escolas em condições precárias, e algumas serão demolidas para dar lugar a novas estruturas”, disse ao recordar que a prefeitura faz a reforma Escola Avani Cargnelutti Fehlauer, no valor de R$ 6,5 milhões. O secretário municipal de Educação, Nilson Francisco da Silva, destacou a importância da intervenção e recordou a agilidade que o prefeito Marçal Filho atendeu a demanda levada pela equipe. “Fizemos uma visita técnica e o diretor da escola nos apresentou essa necessidade urgente no refeitório e levei a demanda mediatamente a demanda ao prefeito Marçal Filho, que determinou que a obra fosse feita com urgência e agora o recurso já está na conta, via manutenção e em 15 dias devemos concluir essa importante melhoria”, explicou. Além das melhorias estruturais, o prefeito Marçal Filho também relembrou o reajuste salarial concedido aos educadores neste ano, mesmo com as dificuldades fiscais enfrentadas. “Tivemos que buscar o aval do Tribunal de Contas por conta do limite da Lei de Responsabilidade Fiscal, o que nos foi deixado próximo ao limite pela administração anterior, mas conseguimos garantir esse reajuste”, lembrou o prefeito. “Todo nosso empenho para melhorar a educação é esforço coletivo, com apoio do secretário Nilson e de toda a equipe, porque acreditamos na importância de valorizar os profissionais e elevar o nível educacional da nossa cidade”, disse. O diretor da Escola Municipal Maria da Rosa Antunes, Márcio Marques, agradeceu o empenho da gestão municipal e destacou a importância da obra para a comunidade escolar. “Desde 2021 tínhamos ‘promessas’ dessa obra e, agora, em apenas seis meses de gestão, a Secretaria de Educação atendeu prontamente”, ressaltou. “O secretário Nilson conhece a realidade das escolas e tem visitado pessoalmente as unidades e agradecemos muito a ele e ao prefeito Marçal por essa atenção com a nossa escola, o que é uma demonstração clara de compromisso com a educação”, afirmou. A Escola Municipal Maria da Rosa Antunes da Silveira Câmara conta com 739 alunos e 103 funcionários. A obra reforça o compromisso da Prefeitura de Dourados com a segurança, qualidade de ensino e bem-estar das comunidades escolares, seguindo um plano de reestruturação que contempla diversas unidades da Rede Municipal de Ensino.
Prefeitura ativa Aprova Digital e processos no Imam já estão 100% online
A Prefeitura de Dourados ativou o sistema Aprova Digital, apresentado na semana passada aos profissionais de engenharia, arquitetura e urbanismo do município e a partir desta quarta-feira todos os processos protocolados no Instituto Municipal de Meio Ambiente (Imam) precisam ser distribuídos pelo endereço eletrônico www.dourados.aprova.com.br . A plataforma de gestão e automação de processos no setor público substitui o requerimento e a análise realizados de forma manual pelo digital e online, com o uso de inteligência artificial, garantindo maior agilidade no trâmite e celeridade na resposta ao cidadão. Na manhã desta quarta-feira o diretor-presidente do Imam, Fábio Luis da Silva, encaminhou comunicado aos profissionais técnicos ambientais reforçando a entrada em operação do sistema Aprova Digital. “Conforme foi dito no evento de lançamento do Sistema Aprova Digital, realizado no dia 10 de julho, daremos inicio a utilização do sistema. Com isso, a partir do dia 16 de julho de 2025, todos os enquadramentos e protocolos de licenciamento ambiental, declaração de isenção, protocolos gerais, autorizações ambientais, supressão e doação de mudas deverão ser realizados exclusivamente por meio deste sistema”, destacou o comunicado. No alerta aos técnicos ambientais, o Imam ressalta: “Não aceitaremos mais protocolos por e-mail a partir desta data”. E conclui: “Agradecemos a colaboração e compreensão de todos, certos de que este sistema trará mais agilidade, segurança, transparência e a eliminação do uso de papel”. Com a implantação da Aprova, a expectativa é que esse prazo seja reduzido em até 50%, já que etapas do processo são realizadas de forma automática, permitindo que os servidores dediquem mais tempo a análises complexas. “O processo digital pela Aprova organiza as demandas dos servidores, estabelece prazos para cumprimento e cria um histórico de cada pedido”, salienta Fabio Luís. Nesta primeira etapa, 23 serviços do Instituto Municipal de Meio Ambiente já podem ser solicitados e acompanhados de forma 100% digital. São eles: Licenciamento Ambiental; Taxa de Licenciamento; Notificação; Laudo de Constatação; Autos de Infração; Recurso de Notificação; Supressão arbórea; Doação de mudas; Declaração de supressão para árvores com data inferior a 15cm; Declaração para supressão de árvores de reflorestamento. Também devem ser solicitados exclusivamente pelo Aprova os demais serviços: Projetos de arborização de novos loteamentos; Redução de IPTU por cobertura arbórea; Levantamento de Fauna; Monitoramento de Fauna; Resgate e Afugentamento de Fauna; Monitoramento de água superficial; Levantamento Florístico; Visita em Unidade de Conservação; Pesquisa em Unidade de Conservação; Solicitação de Palestra; Programa de Educação Ambiental; Restituição de Taxas pagas; Suprimento de Fundos e de Viagem; Comunicação Interna. Para utilizar o sistema é preciso acessar o site www.dourados.aprova.com.br e fazer o cadastro, que é totalmente gratuito para o cidadão. Em caso de dúvidas na utilização, o usuário deve recorrer ao suporte técnico da própria plataforma, que funciona em horário comercial.
Dourados sedia a 5ª Conferência Regional de Políticas para as Mulheres
A Prefeitura de Dourados, por intermédio da Coordenadoria de Direitos Humanos e Cidadania e Coordenadoria Especial de Políticas Públicas para as Mulheres, vai realizar nos dias 24 e 25 de julho, a 5ª Conferência Regional de Políticas para as Mulheres. O evento será no plenário da Câmara Municipal e reunirá representantes dos municípios de Dourados, Caarapó, Deodápolis, Douradina, Fátima do Sul, Glória de Dourados, Itaporã, Jateí, Maracaju, Rio Brilhante e Vicentina. Com o tema “Mais democracia, mais igualdade, mais conquista para todas”, a Conferência propõe um espaço democrático de escuta, troca de experiências e articulação entre o poder público e a sociedade civil, com o objetivo de ampliar a participação das mulheres na formulação de políticas públicas efetivas, diversas e interseccionais. A programação contará com rodas de conversa, trabalhos em grupo e plenárias temáticas, que abordarão dois eixos principais: As condições de vida e luta das mulheres nos territórios; As principais demandas para as políticas públicas. As atividades se desenvolverão, no dia 24, das 7h às 17h, e, no dia 25, das 7h30 às 11h30. Para os organizadores, a Conferência Regional é de grande importância, pois permite compreender, a partir da vivência das mulheres nos diferentes territórios, os desafios enfrentados no cotidiano, além de traçar ações efetivas para superá-los. Trata-se também de uma etapa preparatória fundamental para a Conferência Estadual e, posteriormente, para a 6ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, contribuindo diretamente para a formulação de políticas públicas em âmbito nacional. OBJETIVOS CENTRAIS Fortalecer e incentivar a participação efetiva das mulheres, considerando a diversidade e a interseccionalidade, na construção e ampliação das políticas públicas; Produzir um diagnóstico participativo sobre as condições de vida das mulheres e a eficácia das políticas existentes; Definir e consolidar ações prioritárias para as políticas de gênero no território regional; Estreitar o diálogo entre governo e sociedade civil, promovendo maior eficácia na implementação das políticas públicas; Eleger as representantes do município para a etapa estadual da 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres. Luiz Carlos Ferreira Calado, da Coordenadoria de Direitos Humanos e Cidadania, explica que a ideia é debater a realidade das mulheres em seus territórios e propor caminhos para fortalecer as políticas públicas de gênero, “possibilitando a construção de um panorama regional sobre os desafios enfrentados pelas mulheres e suas propostas de transformação”. O coordenador considera ainda que a conferência representa um espaço essencial de participação popular, escuta ativa e formulação coletiva de propostas que visam o fortalecimento das políticas públicas voltadas às mulheres na região sul do estado. Todas as participantes inscritas receberão certificado de participação. O evento é uma realização da Coordenação de Direitos Humanos e Cidadania e da Coordenadoria Especial de Políticas Públicas para as Mulheres, com apoio da Secretaria Municipal de Governo, Secretaria Municipal de Assistência Social, Câmara Municipal de Dourados e do Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas por meio de um formulário online: https://forms.gle/S3FSNkWu9h6sTZaY8 SERVIÇO 5ª Conferência Regional de Políticas para as Mulheres Data: 24 de julho (7h às 17h) e 25 de julho (7h30 às 11h30) Local: Câmara Municipal de Dourados – MS Tema: “Mais democracia, mais igualdade, mais conquista para todas” Inscrições: https://forms.gle/S3FSNkWu9h6sTZaY8
Inscrições para 6ª Meia Maratona do Fogo se encerram nesta quinta-feira
As inscrições para a 6ª Meia Maratona do Fogo, que será realizada no domingo (20), encerram-se nesta quinta-feira (17). Os interessados devem se inscrever pela plataforma Kmais – Faça aqui a sua inscrição. O evento é uma realização da Prefeitura de Dourados, com apoio da Prefeitura de Itaporã, Corpo de Bombeiros e Federação de Atletismo de Mato Grosso do Sul (FAMS). Com percurso de 21 km, a largada da corrida será às 6h30 no Ginásio Municipal de Itaporã, e a chegada acontece no quartel do Corpo de Bombeiros de Dourados, na Avenida Presidente Vargas. O evento integra a programação da Semana dos Bombeiros e conta com ampla estrutura de apoio e segurança. Competidores que sairão de Dourados poderão deixar seus veículos na sede do Corpo de Bombeiros e embarcar em ônibus com destino a Itaporã às 5h da manhã. O transporte será disponibilizado pela Funed e pelo Corpo de Bombeiros. “Haverá toda uma logística para transportar os competidores de Dourados a Itaporã e vice-versa, bem como uma rede de segurança e apoio”, explica Giselly Amaral Assunção, diretora da Fundação de Esportes de Dourados (Funed). O trajeto da prova começa com 5 km dentro da área urbana de Itaporã, com largada do Ginásio Municipal, percorre bairros da cidade até entrar pela Avenida José Chaves da Silva, que se torna MS-156, e depois continua por Dourados até a Avenida Presidente Vargas, onde está o quartel dos Bombeiros. A corrida contará com o apoio da Polícia Militar, Guarda Municipal, Samu, e alunos da academia da Polícia Militar. Viaturas de resgate do Corpo de Bombeiros estarão posicionadas ao longo dos 21 km de percurso para garantir o suporte necessário aos corredores. KITS E PREMIAÇÃO A entrega dos kits aos atletas inscritos será no sábado (19), das 16h às 18h, na sede do Corpo de Bombeiros de Dourados (Av. Presidente Vargas, 1167). O kit inclui número de peito, chip de cronometragem e camiseta do evento. Os cinco primeiros colocados nas categorias geral masculino, feminino e militar receberão troféus e premiação em dinheiro. Também serão premiados com troféus os três primeiros de cada faixa etária: 18-29, 30-39, 40-49, 50-59, 60-69 e acima de 70 anos. Todos os atletas que completarem o percurso ganharão medalha de participação. Haverá hidratação e frutas aos competidores. O prefeito de Dourados, Marçal Filho, celebrou a volta da prova. “Reativar a Meia Maratona do Fogo é o início do caminho para retomarmos a tradicional Maratona do Fogo, de 42 km, entre Dourados e Fátima do Sul. O esporte é uma ferramenta de qualidade de vida e integração social”, destacou o prefeito.
Trump Pressiona Rússia com Ameaça de Tarifas de 100% para Garantir Cessar-Fogo na Ucrânia
Em 14 de julho de 2025, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou uma medida contundente para pressionar a Rússia a negociar um cessar-fogo na Ucrânia, ameaçando impor tarifas de 100% sobre países que mantiverem comércio com Moscou, caso um acordo de paz não seja alcançado em 50 dias. Durante uma reunião no Salão Oval com o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, Trump expressou frustração com o presidente russo Vladimir Putin, declarando: “Estamos muito, muito infelizes com a Rússia. Se não houver um acordo em 50 dias, aplicaremos tarifas severas de 100%, chamadas de tarifas secundárias”. A iniciativa, que também visa países do BRICS, como o Brasil, que importam petróleo e fertilizantes russos, reflete a determinação de Trump em usar o poder econômico dos EUA para forçar uma resolução do conflito e proteger os interesses ocidentais. A ameaça de tarifas secundárias é uma estratégia ousada para isolar economicamente a Rússia, cuja receita depende fortemente de exportações de combustíveis fósseis, que representam cerca de 60% de suas exportações totais, segundo o Centro de Pesquisa sobre Energia e Ar Limpo. Trump, ao lado de Rutte, também anunciou o envio de equipamentos militares avançados, incluindo sistemas de mísseis Patriot, para a Ucrânia, financiados por aliados da OTAN. “Vamos enviar armas de ponta, e os países da OTAN pagarão por isso”, afirmou, destacando que os EUA não arcarão diretamente com os custos. A medida reforça o compromisso de Trump em fortalecer a defesa ucraniana enquanto pressiona Putin para negociar, evitando que o conflito se prolongue e desestabilize ainda mais a ordem global. A decisão de Trump ganhou apoio de figuras-chave no Senado americano, como os senadores Lindsey Graham e Richard Blumenthal, que propuseram um projeto de lei para autorizar tarifas de até 500% contra países que comprem produtos russos. “Essas tarifas são um martelo executivo para levar as partes à mesa de negociação”, declararam em comunicado conjunto, enfatizando que o objetivo é a paz, não apenas sanções. A postura de Trump é vista como uma resposta necessária à relutância de Putin em buscar um acordo, especialmente após ataques russos a civis na Ucrânia, que Trump criticou como “inaceitáveis”. Dados da ONU indicam que mais de 10.000 civis foram mortos desde o início do conflito em 2022, o que reforça a urgência da iniciativa americana. No Brasil, a ameaça de tarifas gera preocupação, dado que o país importa fertilizantes russos essenciais para o agronegócio, que responde por 25% do PIB nacional, segundo o Ministério da Economia. Parlamentares da oposição, como o senador Marcos Pontes (PL-SP), defenderam que o Brasil deve priorizar parcerias com o Ocidente para evitar retaliações econômicas. “Não podemos ficar reféns de alianças que comprometem nosso acesso ao mercado americano”, afirmou Pontes em 15 de julho. A dependência do Brasil do mercado dos EUA, que absorve 11,4% de suas exportações, conforme dados da Organização Mundial do Comércio (OMC), torna a ameaça de tarifas um fator crítico para a economia nacional. Críticos, incluindo o governo brasileiro, argumentam que as tarifas representam uma forma de coerção econômica. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em resposta à ameaça, declarou em 15 de julho: “O Brasil é soberano e não aceita imposições que prejudiquem nossos interesses”. O Itamaraty reforçou que o comércio com a Rússia, especialmente em fertilizantes, é estratégico para a segurança alimentar. No entanto, a postura de Trump é vista por apoiadores como um movimento estratégico para forçar países do BRICS a repensarem suas relações com a Rússia, alinhando-se aos interesses de segurança e estabilidade promovidos pelos EUA e pela OTAN. A ameaça de tarifas, combinada com o apoio militar à Ucrânia, demonstra a liderança de Trump em usar o poder econômico e militar para pressionar por uma resolução rápida do conflito.
OTAN Alerta Brasil sobre Tarifas de 100% em Resposta ao Comércio com a Rússia
Em 15 de julho de 2025, o secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, emitiu um alerta contundente a Brasil, China e Índia, destacando que os países do BRICS que mantiverem relações comerciais com a Rússia, especialmente na compra de petróleo e gás, podem enfrentar tarifas de 100% sobre suas exportações para os Estados Unidos. A declaração, feita durante uma reunião com senadores americanos no Capitólio, reforça a ameaça do presidente Donald Trump, que, no dia anterior, anunciou a possibilidade de impor “tarifas secundárias” caso a Rússia não chegue a um acordo de paz na Ucrânia dentro de 50 dias. A medida, apoiada por 85 senadores dos EUA, visa isolar economicamente a Rússia, coibir o financiamento de sua campanha militar e proteger a segurança global, alinhando-se aos interesses estratégicos da OTAN e dos Estados Unidos. Rutte, respaldado pela posição de Trump, enfatizou a urgência de pressionar Moscou para negociações sérias de cessar-fogo. “Se você é o presidente do Brasil, da China ou o primeiro-ministro da Índia e continua comprando petróleo russo, saiba que isso pode custar caro. Façam a ligação para Putin e digam que ele precisa levar a paz a sério”, declarou Rutte, segundo a Reuters. A ameaça de tarifas secundárias, que penalizariam países por negociar com a Rússia, reflete uma estratégia robusta para enfraquecer a economia russa, que depende fortemente das exportações de energia. Dados do Centro de Pesquisa sobre Energia e Ar Limpo indicam que, em maio de 2025, a Índia foi o segundo maior comprador de combustíveis fósseis russos, enquanto o Brasil importa quantidades significativas de diesel e fertilizantes, cruciais para seu agronegócio, responsável por exportações de soja, açúcar e café. A posição da OTAN é vista como uma resposta necessária ao papel do Brasil e de outros países do BRICS em sustentar a economia russa, que, apesar de sanções ocidentais, encontrou mercados alternativos para seus produtos. O comércio Brasil-Rússia, que atingiu cerca de US$ 8 bilhões em 2024, segundo o Ministério da Economia, inclui fertilizantes essenciais para a agricultura brasileira, mas também contribui indiretamente para o financiamento da guerra na Ucrânia. A OTAN argumenta que, ao manter essas transações, países como o Brasil prolongam o conflito, comprometendo a estabilidade global. A ameaça de tarifas de 100% é, portanto, uma medida para incentivar nações a priorizarem parcerias com o Ocidente, alinhando-se aos princípios de segurança coletiva defendidos pela aliança. No Brasil, a advertência gerou reações mistas. Parlamentares da oposição, como o senador Eduardo Girão (Novo-CE), defenderam que o país deve rever sua política externa para evitar retaliações econômicas. “Não podemos nos alinhar a regimes que desafiam a ordem internacional e esperar que isso não tenha consequências”, afirmou Girão em 16 de julho. A medida da OTAN, apoiada por uma coalizão bipartidária nos EUA, incluindo senadores como Lindsey Graham e Richard Blumenthal, é vista como um passo firme para pressionar nações a escolherem entre a cooperação com o Ocidente ou o apoio a um regime que viola normas internacionais. Graham destacou que “as tarifas são o martelo definitivo para acabar com a máquina de guerra de Putin”. Críticos, incluindo o governo brasileiro, argumentam que as tarifas representam uma forma de coerção econômica. O Itamaraty, em nota publicada em 16 de julho, afirmou que “o Brasil é uma nação soberana e conduz sua política externa com base em seus interesses nacionais”. No entanto, a dependência do Brasil do mercado americano, que absorve 11,4% de suas exportações, segundo a Organização Mundial do Comércio (OMC), torna a ameaça de tarifas uma preocupação significativa. Setores como o agronegócio, que já enfrenta tarifas de 50% impostas por Trump em 1º de agosto, poderiam sofrer ainda mais, impactando a economia nacional. A OTAN, ao apoiar as tarifas, reforça sua missão de promover a segurança coletiva e conter ameaças globais, como a agressão russa na Ucrânia. A aliança, que anunciou o envio de mísseis Patriot à Ucrânia financiados por seus membros, busca garantir que países do BRICS não minem os esforços ocidentais para isolar Moscou. A pressão sobre o Brasil, embora controversa, é vista como um chamado à responsabilidade em um momento de tensões globais, onde a escolha de parceiros comerciais pode ter implicações estratégicas e econômicas de longo alcance.
Influenciadora com Longa Trajetória no Bolsa Família Promove Jogo do Tigrinho e Levanta Debate Sobre Elegibilidade
Uma influenciadora digital brasileira, que há mais de 20 anos recebe o Bolsa Família, programa social voltado para famílias em vulnerabilidade, tem gerado polêmica ao utilizar suas redes sociais, com cerca de 700 mil seguidores, para promover o “Jogo do Tigrinho”, uma plataforma de apostas online associada a práticas ilegais. A mulher, cuja identidade não foi oficialmente confirmada pelas autoridades, exibe um estilo de vida que inclui viagens internacionais, roupas de grife e bens de alto valor, o que levanta questionamentos sobre a legitimidade de sua permanência no programa social. A situação reacendeu o debate sobre os critérios de elegibilidade do Bolsa Família e a fiscalização de benefícios, especialmente em um contexto onde mais de 5 milhões de beneficiários gastaram cerca de R$ 3 bilhões em apostas online apenas em agosto de 2024, segundo o Banco Central. O Bolsa Família, criado em 2003, é destinado a famílias com renda per capita mensal de até R$ 218, visando garantir segurança alimentar, acesso à educação e saúde. No entanto, investigações recentes da Polícia Civil de Goiás, como a Operação Game Over, revelaram que influenciadoras digitais, incluindo casos semelhantes ao da mulher em questão, têm utilizado plataformas como o “Jogo do Tigrinho” para atrair seguidores com promessas de ganhos rápidos, frequentemente simulando lucros fictícios. Essas influenciadoras, segundo a polícia, operam contas “viciadas” que exibem vitórias irreais para incentivar apostas, enquanto recebem comissões por cadastros. A prática é investigada por crimes como estelionato, exploração de jogos de azar e lavagem de dinheiro, com penas que variam de 3 meses a 10 anos de reclusão. No caso específico, a influenciadora, que não teve seu nome divulgado em fontes oficiais consultadas, teria recebido parcelas do Bolsa Família até pelo menos abril de 2025, apesar de ostentar bens incompatíveis com a renda declarada para o programa. O Portal da Transparência indica que beneficiários devem ter renda familiar per capita inferior ao limite estipulado, e qualquer irregularidade, como ocultação de renda, pode configurar crimes como falsidade ideológica ou estelionato. O delegado Rony Loureiro, responsável por investigações semelhantes em Goiás, destacou que “quem recebe auxílio social sem necessidade deve responder criminalmente”, apontando para a gravidade do uso indevido de benefícios sociais. Críticos do caso, incluindo parlamentares como o senador Izalci Lucas (PL-DF), argumentam que a manutenção do benefício para pessoas que demonstram capacidade de gerar renda significativa, como influenciadoras digitais, desvirtua o propósito do Bolsa Família. “O programa foi criado para ajudar os mais vulneráveis, não para sustentar quem lucra com atividades questionáveis”, afirmou Lucas em sessão no Senado em setembro de 2024. A visão reflete uma preocupação com a integridade do sistema de transferência de renda, especialmente diante de dados do Banco Central que mostram que 4 milhões de chefes de família beneficiários do Bolsa Família gastaram R$ 2 bilhões em apostas online, comprometendo recursos destinados à subsistência. Por outro lado, defensores de uma abordagem mais ampla, como o ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias, argumentam que o problema vai além da fiscalização individual. Em resposta aos dados do Banco Central, Dias anunciou em setembro de 2024 a criação de um grupo de trabalho para coibir o uso do Bolsa Família em apostas, incluindo medidas como a restrição de transações via PIX para plataformas de jogos e programas de educação financeira. “Precisamos proteger os mais vulneráveis, mas também educá-los sobre os riscos de promessas de enriquecimento rápido”, declarou. Essa perspectiva sugere que a dependência de jogos de azar, como o “Jogo do Tigrinho”, é um problema social complexo, que afeta especialmente famílias de baixa renda atraídas por influenciadores digitais.A promoção do “Jogo do Tigrinho” por influenciadores tem agravado casos de endividamento e perdas financeiras. Um exemplo é o de uma mulher de Maceió, que, vivendo do Bolsa Família, perdeu R$ 95 mil em uma plataforma após ser atraída por promessas de uma influenciadora. Casos como esse evidenciam o impacto devastador das apostas online em populações vulneráveis, reforçando a necessidade de regulamentação mais rígida. O Ministério da Fazenda, segundo o secretário-executivo Dario Durigan, planeja medidas para limitar o uso de cartões de crédito em apostas e reforçar a fiscalização de plataformas, mas reconhece dificuldades operacionais. O caso da influenciadora levanta questões éticas e legais sobre a continuidade de benefícios sociais para pessoas que, aparentemente, não se enquadram nos critérios de vulnerabilidade. Enquanto alguns defendem a suspensão imediata do Bolsa Família nesses casos, outros destacam a importância de investigar a fundo a origem da renda e oferecer apoio para evitar a dependência de jogos de azar. O debate continua, com a sociedade dividida entre a necessidade de proteger os recursos públicos e a garantia de que o programa alcance quem realmente precisa.








