Estão abertas as inscrições para a Corrida Noturna 190, evento esportivo que integra as comemorações pelos 190 anos da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul (PMMS). A prova será realizada no dia 6 de setembro, com largada às 18h, em frente ao Quartel do Comando Geral da PMMS, localizado no Parque dos Poderes, em Campo Grande. A corrida faz parte do Circuito de Corridas 190 Anos, promovido pela corporação em diversas cidades do Estado, com o objetivo de incentivar a prática esportiva, promover a saúde e aproximar a PMMS da comunidade. A etapa da Capital é uma das mais aguardadas do calendário e deve reunir militares, atletas profissionais e amadores, além da população em geral. As inscrições seguem até o dia 31 de agosto ou enquanto houver vagas disponíveis, e devem ser feitas exclusivamente pelo site K Mais, site oficial do evento. Os valores variam conforme o lote e a categoria, com preços promocionais para policiais militares (R$ 70,00 + taxa), idosos e doadores de sangue (R$ 80,00 + taxa). O valor integral é de R$ 160,00 + taxa. Todos os participantes receberão um kit do atleta, contendo camiseta oficial do evento, número de peito com alfinetes, chip de cronometragem eletrônica, meia esportiva, sacochila e brindes de patrocinadores. A entrega dos kits será feita em data e local previamente divulgados pela organização. A Corrida Noturna 190 contará com percursos de 5 km e 10 km, com premiação para os primeiros colocados nas categorias geral, PMMS e por faixa etária. Todos os concluintes receberão medalha de participação. Além de promover o bem-estar e a qualidade de vida, o evento é também uma homenagem à trajetória da Polícia Militar no Estado de Mato Grosso do Sul. Confira as datas do Circuito de Corridas da PMMS A Corrida Noturna 190 é mais do que um evento esportivo: é uma oportunidade de celebrar a história da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul e, ao mesmo tempo, cuidar da saúde, desafiar seus limites e viver momentos de superação. Participar de uma corrida de rua contribui para o bem-estar físico e mental, além de fortalecer os laços com a comunidade. Comunicação PMMS
Jucems registra abertura de 1.223 empresas em julho, maior número para o mês na série histórica
A Jucems (Junta Comercial de Mato Grosso do Sul) contabilizou o registro de 1.223 empresas no mês de julho. Esse é o maior número para o mês em toda série histórica da Junta, que começou em 2000. O setor de Serviços detém mais de três quartos do total de novas empresas, com 941 registros. Comércio ficou com 240 e Indústria, 42. No ano, já são 8.116 novas empresas, sendo 6.133 do setor de Serviços, 1.693 do Comércio e 290 da Indústria. Na distribuição regional, Campo Grande concentra o maior número de empresas abertas no mês de julho com 575, seguida de Dourados (136), Três Lagoas (66), Ponta Porã (34), Naviraí (23), Chapadão do Sul (21), Nova Andradina (20), Maracaju (18), Paranaíba (16), Inocência e Corumbá (15), São Gabriel do Oeste e Coxim (14), Sidrolândia e Eldorado (12). No ano passado, apenas em abril (1.038) e em julho (1.066) a Jucems registrou mais de 1 mil empresas no mês. Já em 2025, a casa do milhar está sendo batida todos os meses. Foram 1.298 em janeiro, 1.251 em fevereiro, 1.201 em março, 1.118 em abril, 1.003 em maio, 1.022 em junho e, agora, 1.223 em julho. João Prestes, Comunicação Semadesc
Alemanha Intensifica Combate ao Terrorismo Islâmico com 146 Processos, Alerta Procurador-Geral
Em 2025, o Procurador-Geral Federal da Alemanha, Jens Rommel, anunciou a abertura de 146 processos criminais relacionados a ameaças à segurança nacional, dos quais 144 estão ligados a terrorismo islâmico ou atividades de extremismo envolvendo imigrantes ilegais, conforme reportado pelo outlet NIUS. Destes, 84 casos concentram-se em suspeitas de terrorismo islâmico, com foco em indivíduos oriundos de países como Síria, Iraque e Afeganistão, enquanto 60 processos abordam extremismo estrangeiro, incluindo atividades de grupos como o Estado Islâmico e Hamas. O aumento significativo em relação a 2024, quando cerca de 500 das 700 investigações conduzidas pelo Ministério Público Federal alemão já tratavam de terrorismo islâmico, reacende o debate sobre as políticas migratórias e os desafios de segurança interna na Alemanha. Os dados refletem uma crescente preocupação com a radicalização e a infiltração de extremistas em meio ao fluxo migratório, especialmente após incidentes como o ataque a faca em Mannheim, em maio de 2024, onde um afegão de 25 anos matou um policial e feriu cinco pessoas em um ato motivado por convicções religiosas. Rommel destacou que a filial Khorasan do Estado Islâmico tem direcionado esforços de recrutamento e ataques à Alemanha, enquanto a organização palestina Hamas também representa uma ameaça crescente, com quatro suspeitos presos em dezembro de 2024 por planejar ataques contra instituições judaicas na Europa. Esses episódios reforçam a percepção de que a segurança interna alemã enfrenta riscos significativos, agravados pela imigração descontrolada e pela dificuldade de integrar comunidades que, em alguns casos, rejeitam valores ocidentais como a liberdade de expressão e a igualdade. A escalada de casos levou o governo alemão a adotar medidas mais duras. Após cinco atentados islamistas em menos de um ano, as autoridades anunciaram o reforço das fronteiras e a aceleração de deportações de imigrantes ilegais, conforme noticiado pelo jornal Libertad Digital. O deputado Martin Hess, do partido Alternativa para a Alemanha (AfD), afirmou que “99% dos casos graves de terrorismo envolvem estrangeiros e extremistas islâmicos de Síria, Iraque e Afeganistão”, destacando que a imigração desregulada é a principal ameaça à segurança interna. A Alemanha também intensificou a vigilância sobre indivíduos radicalizados sem vínculos diretos com organizações terroristas, como no caso de Mannheim, onde o agressor agiu sozinho, mas movido por ideologias extremistas. O debate público, intensificado pelas eleições gerais de fevereiro de 2025, tem colocado as políticas migratórias no centro das discussões. Críticos das fronteiras abertas, como a AfD, argumentam que a entrada de imigrantes de países com históricos de instabilidade política e religiosa compromete a coesão social e a segurança. Dados do Ministério do Interior alemão indicam que, desde 2015, mais de 1,5 milhão de requerentes de asilo entraram no país, muitos sem documentação adequada, dificultando a triagem de potenciais ameaças. A proposta de endurecer as leis de imigração e deportação ganha força, especialmente após eventos como o ataque em Magdeburg, em dezembro de 2024, que, embora não classificado como terrorismo por Rommel devido à ausência de motivação política clara, alimentou a desconfiança em relação a imigrantes. A resposta da Alemanha a esses desafios envolve um equilíbrio delicado. O governo, sob pressão para agir, anunciou investimentos de € 1,2 bilhão em segurança pública, incluindo tecnologia de monitoramento e treinamento para forças policiais. No entanto, medidas como a proibição de mesquitas ligadas a grupos extremistas e a revisão do sistema de asilo enfrentam resistência de partidos de esquerda, que temem a estigmatização de comunidades muçulmanas. Rommel enfatizou a necessidade de ações preventivas, como a desradicalização e a cooperação internacional, mas alertou que a ameaça de ataques “solitários” por indivíduos radicalizados permanece um desafio significativo. Para muitos alemães, a prioridade é proteger a ordem democrática e os valores nacionais, garantindo que a segurança prevaleça em um contexto de crescente polarização.
Venezuela Impõe Tarifas de até 77% sobre Produtos Brasileiros
Em julho de 2025, a Venezuela anunciou a aplicação de tarifas de importação entre 15% e 77% sobre produtos originários do Brasil. A medida foi adotada de forma unilateral e contraria as regras do Acordo de Complementação Econômica nº 69, formalizado entre os dois países em 2014. A decisão afeta especialmente o estado de Roraima, que em 2024 exportou aproximadamente 144,6 milhões de dólares em itens como farinha, margarina, cacau e cana-de-açúcar, além de bens manufaturados que tradicionalmente abastecem o mercado venezuelano. Segundo informações da Federação das Indústrias do Estado de Roraima, exportadores brasileiros relataram que autoridades aduaneiras venezuelanas passaram a rejeitar certificados de origem utilizados para garantir isenção tarifária prevista no acordo bilateral. Como consequência, produtos que antes ingressavam com tarifa zero passaram a ser tributados, elevando custos e reduzindo a competitividade das empresas brasileiras. Roraima, cuja pauta exportadora depende de forma significativa do comércio com a Venezuela, enfrenta riscos para empregos, arrecadação e estabilidade econômica regional. O ACE 69 estabelece a isenção de tarifas para praticamente todo o universo de produtos comercializados entre os dois países, excetuando segmentos específicos previstos na legislação brasileira. A cobrança das novas tarifas é apontada por entidades do setor produtivo como violação desse regime, que foi criado para facilitar o intercâmbio comercial e dar previsibilidade aos exportadores. Órgãos do governo brasileiro informaram que monitoram a situação por meio de consultas à embaixada brasileira em Caracas. Até o momento, não há registro de medidas de retaliação ou de reversão imediata das tarifas impostas pela Venezuela. Dados oficiais indicam que, em 2024, o Brasil exportou cerca de 1,2 bilhão de dólares para o mercado venezuelano, com superávit de aproximadamente 778 milhões de dólares, o que reforça a relevância da relação para ambos os países.
MPF Arquiva Investigação Contra Bolsonaro por Uso de Cartão Corporativo e Motociatas
Em 21 de julho de 2025, o Ministério Público Federal (MPF) anunciou o arquivamento de uma investigação contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que apurava supostos crimes de falsidade ideológica eleitoral e uso indevido do cartão corporativo durante motociatas realizadas na campanha eleitoral de 2022. A decisão, homologada pela 2ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF e assinada pelo subprocurador-geral Paulo Queiroz, ratificou o entendimento do promotor eleitoral Paulo Binicheski, que concluiu que os gastos estavam em conformidade com a legislação e não configuravam despesas eleitorais. A medida reforça a legalidade das ações de Bolsonaro, afastando alegações de irregularidades levantadas por adversários políticos. A investigação teve início em 2022, após representações de parlamentares que questionavam os custos das motociatas, eventos que reuniram milhares de apoiadores em diversas cidades brasileiras. Segundo Binicheski, o uso do cartão corporativo seguiu as normas específicas, destinadas a despesas da Presidência, como segurança e logística, e não teve caráter de campanha. “O uso do cartão corporativo é autorizado pela legislação específica e estava de acordo”, afirmou o promotor em entrevista à CNN, destacando a ausência de infração penal. A decisão da 2ª Câmara, tomada em plenário, confirma a análise técnica e encerra o caso, que será remetido à Justiça Eleitoral apenas para ciência. O arquivamento ocorre em um contexto de intensos embates judiciais envolvendo Bolsonaro, que enfrenta outras investigações relacionadas à sua atuação política. A decisão do MPF é vista por aliados como uma vitória, reforçando a narrativa de que o ex-presidente tem sido alvo de acusações infundadas. As motociatas, que marcaram a campanha de 2022, foram um símbolo de mobilização popular, reunindo cidadãos em apoio a valores como liberdade e patriotismo, sem que os gastos associados fossem considerados irregulares. A análise do MPF destaca que as despesas foram transparentes e devidamente justificadas, respeitando os limites legais para o uso de recursos públicos. O desfecho do caso reforça a importância de avaliações técnicas e imparciais em investigações de cunho político, garantindo que acusações sem fundamento não comprometam a imagem de figuras públicas. Para os apoiadores de Bolsonaro, a decisão valida a legitimidade de suas ações como presidente e candidato, destacando seu compromisso com a transparência e a legalidade. O arquivamento, agora formalizado, reafirma a conformidade das motociatas com as normas vigentes, encerrando uma controvérsia que, segundo aliados, buscava apenas desgastar a imagem do ex-presidente.
Trump Autoriza Ação Militar Contra Cartéis Latino-Americanos para Combater Crise do Fentanil
Donald Trump, assinou uma diretiva secreta que autoriza o Pentágono a empregar força militar contra cartéis de drogas na América Latina, como o Tren de Aragua e o Cartel de los Soles, designados como organizações terroristas. A medida, revelada pelo The New York Times, permite operações em alto-mar e potencialmente em solo estrangeiro, com o objetivo de conter o tráfico de fentanil, um opioide sintético responsável por mais de 107 mil mortes por overdose nos EUA em 2024, segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). A iniciativa reflete a abordagem resoluta de Trump para proteger a segurança nacional e combater a crise de drogas que devasta comunidades americanas. A diretiva marca uma escalada significativa na luta contra o narcotráfico, tratando os cartéis como ameaças à segurança nacional, e não apenas como organizações criminosas. Em janeiro de 2025, Trump assinou uma ordem executiva que designou grupos como o Tren de Aragua, o Cartel de Sinaloa e a MS-13 como organizações terroristas estrangeiras, permitindo maior uso de recursos de inteligência e militares. O Cartel de los Soles, acusado de ser liderado pelo presidente venezuelano Nicolás Maduro, foi incluído na lista de terroristas globais pelo Departamento do Tesouro em julho de 2025. A procuradora-geral Pam Bondi reforçou a gravidade das acusações, afirmando que o cartel venezuelano colabora com grupos como o Tren de Aragua e o Cartel de Sinaloa para inundar os EUA com cocaína misturada com fentanil, apreendendo US$ 700 milhões em ativos ligados a Maduro, incluindo jatos e veículos. A crise do fentanil, descrita como a pior epidemia de dependência química nos EUA, justifica a ação ousada de Trump. Dados do CDC indicam que o fentanil, até 50 vezes mais potente que a heroína, está presente em 70% das overdoses fatais, com cartéis latino-americanos como principais fornecedores. A designação de grupos como o Tren de Aragua, que opera na Venezuela e em outros países da região, como organização terrorista, permite ao governo americano usar ferramentas mais amplas, incluindo operações militares, para desmantelar suas redes. O secretário de Estado, Marco Rubio, destacou que a medida transforma o combate aos cartéis em uma questão de segurança nacional, permitindo o uso de “outras formas de poder americano, como agências de inteligência e o Departamento de Defesa” para enfrentá-los. A diretiva de Trump também responde à crescente influência de cartéis em países como México e Venezuela, onde a governança fraca facilita o tráfico. No México, a presidente Claudia Sheinbaum rejeitou a possibilidade de operações militares americanas em seu território, afirmando que “não haverá invasão”, mas reconheceu a cooperação em inteligência. Apesar disso, a decisão de Trump de autorizar ações no mar e potencialmente em solo estrangeiro demonstra sua determinação em proteger os EUA, mesmo diante de resistências diplomáticas. A mobilização de mais de 10 mil militares para a fronteira com o México, incluindo 4 mil membros da Guarda Nacional da Califórnia, e a criação de três Áreas de Defesa Nacional no sudoeste americano reforçam essa estratégia, segundo o Departamento de Defesa. Embora a ordem levante questões legais, como possíveis violações da Lei Posse Comitatus, que proíbe o uso militar em funções de polícia doméstica, e preocupações sobre operações sem autorização congressional, a administração Trump argumenta que a designação de terroristas confere autoridade para agir em defesa nacional. A iniciativa é vista como um passo necessário para proteger comunidades americanas, onde cidades como Los Angeles enfrentam aumento de crimes ligados a gangues transnacionais. A abordagem de Trump contrasta com políticas passadas, que muitas vezes limitaram a ação a esforços de cooperação policial, como os programas da DEA com México e Colômbia, que não conseguiram deter o fluxo de drogas, conforme apontado pelo pesquisador Brandan Buck, do Cato Institute. A decisão de Trump reflete uma visão pragmática, priorizando a segurança dos cidadãos americanos e enfrentando diretamente as redes criminosas que lucram com a crise do fentanil. A medida, embora controversa, sinaliza um compromisso com resultados concretos, em contraste com abordagens menos assertivas de administrações anteriores. Enquanto os detalhes das operações militares permanecem incertos, o Pentágono já elabora planos para ações como interdições navais e possíveis incursões, que podem mudar a dinâmica do combate ao narcotráfico na região.
EUA Elevam Recompensa por Maduro a US$ 50 Milhões, Denunciando-o como Ameaça Global
Em um movimento contundente contra o regime venezuelano, o governo dos Estados Unidos, sob a liderança do presidente Donald Trump, anunciou em 7 de agosto de 2025 a duplicação da recompensa por informações que levem à captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, agora fixada em US$ 50 milhões. A procuradora-geral Pam Bondi classificou Maduro como “um dos maiores narcotraficantes do mundo”, equiparável a figuras como Osama bin Laden e Saddam Hussein, devido às suas alegadas ligações com o tráfico de drogas e organizações criminosas. A medida reflete a determinação americana em combater ameaças à segurança nacional, reforçando a pressão sobre um regime acusado de devastar a economia venezuelana e desestabilizar a região. A decisão de aumentar a recompensa, que passou de US$ 25 milhões – valor equivalente ao oferecido por Bin Laden após os ataques de 11 de setembro de 2001 – para US$ 50 milhões, é justificada por acusações graves contra Maduro. Segundo o Departamento de Justiça dos EUA, ele lidera o Cartel de los Soles, uma organização designada como terrorista global, e colabora com grupos criminosos como o Tren de Aragua e o Cartel de Sinaloa, do México, para inundar os EUA com cocaína misturada com fentanil, um opioide letal. Bondi destacou que o Departamento de Justiça apreendeu mais de US$ 700 milhões em ativos ligados a Maduro, incluindo dois jatos privados e nove veículos, além de quase sete toneladas de cocaína diretamente vinculadas ao líder venezuelano. Essas ações, segundo as autoridades americanas, alimentam a crise de drogas nos EUA, que registrou 107 mil mortes por overdose em 2024, segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC). A postura de Maduro, que permanece no poder após uma reeleição em 2024 amplamente considerada fraudulenta por países como EUA, União Europeia e nações latino-americanas, agrava a crise na Venezuela. O país enfrenta uma inflação acumulada de 1.700% desde 2013, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), e uma diáspora de mais de 7,7 milhões de venezuelanos, conforme dados da ONU. A repressão a opositores, com prisões de líderes como Edmundo González, reconhecido por muitos como o legítimo vencedor das eleições, e a censura a meios de comunicação reforçam as acusações de que Maduro mantém um regime autoritário. O ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yvan Gil, classificou a recompensa como “propaganda política ridícula”, mas a resposta não nega as evidências de apreensões e sanções acumuladas contra o regime. A abordagem dos EUA, liderada por Trump, demonstra um compromisso com a segurança global e a proteção dos interesses americanos, contrastando com a inação de administrações anteriores. A designação do Cartel de los Soles como organização terrorista pelo Departamento do Tesouro, em julho de 2025, e a atuação do secretário de Estado, Marco Rubio, em não reconhecer Maduro como presidente legítimo, reforçam a pressão para desmantelar redes criminosas que lucram às custas da miséria venezuelana e da vulnerabilidade de comunidades nos EUA. A decisão de dobrar a recompensa também envia uma mensagem clara aos aliados de Maduro, como o ex-diretor de inteligência Hugo Carvajal, que se declarou culpado de narcotráfico nos EUA em 2025, sobre as consequências de apoiar um regime acusado de narcoterrorismo. Enquanto Maduro insiste em manter o controle por meio de fraudes eleitorais e violência, a economia venezuelana colapsa, com o PIB per capita caindo para US$ 1.800 em 2024, segundo o Banco Mundial, um dos menores da América Latina. A insistência do regime em negar as acusações de narcotráfico, sem apresentar evidências robustas, contrasta com a documentação americana, que inclui interceptações de cargas e testemunhos de ex-aliados. A política de Trump, ao intensificar sanções e recompensas, busca não apenas responsabilizar Maduro, mas também proteger a região de uma crise humanitária que se agrava, com impactos sentidos até no Brasil, que recebeu 500 mil refugiados venezuelanos desde 2015, segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR).
Homem morre durante confronto com militares
Wemerson de Souza Santana, de 34 anos, morreu após confronto com policiais militares, na noite desse sábado (9), na casa onde ele morava, no Bairro Itamaracá, em Campo Grande. Conforme o boletim de ocorrência, os militares foram acionados para atender uma denúncia de disparo de arma de fogo em via publica. Segundo relatos, o suspeito estava no cruzamento entre as ruas Georgina Pereira Barbosa e Rua Azis Nachif. Quando os policiais chegaram ao local viram Wemerson com uma arma. Ele recebeu ordem para entregar a arma, porém, desobedeceu e fugiu para dentro da residência onde morava. Já na casa, ele teria ameaçado os militares e efetuado dois disparos de arma de fogo. Os policiais reagiram e atingiram o suspeito. Wemerson foi socorrido e levado para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Universitário, no entanto, não resistiu e morreu. As armas utilizadas pelos policiais foram apreendidas. No local onde ocorreu o confronto, os policiais encontraram uma balaclava preta e entorpecente análogo à maconha. Os materiais foram apreendidos. A droga foi levada para a Denar (Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico). Ainda segundo o registro policial, Wemerson teria invadido e roubado a residência de um vizinho na última sexta-feira (8). A mãe do suspeito esteve no local e teria dito aos policiais que o filho tinha problemas com drogas e, por isso, não moravam mais juntos. O caso foi registrado na Depac Cepol (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário do Centro Especializado de Polícia Integrada) e será investigado. Midiamax
Faculdade de Medicina da Unifron é vendida por R$ 54,4 milhões
A Cogna Educação anunciou a aquisição da Faculdade de Medicina de Dourados (FMD), da Unifron, por R$ 54,4 milhões. A transação eleva para 653 o total de vagas da Kroton Med, unidade de negócios da companhia voltada para cursos de medicina. Segundo comunicado ao mercado, o pagamento será feito com 70% do valor à vista e o restante em sete parcelas anuais, corrigidas pelo IPCA. O valor da transação corresponde a R$ 906 mil por vaga.A FMD, recém-criada e autorizada pelo Ministério da Educação em junho deste ano, conta com 60 vagas para o curso de medicina, que estão com inscrições abertas para o vestibular do segundo semestre. Em nota, a Cogna afirmou que a compra “reforça o compromisso em expandir a atuação no setor educacional, oferecendo formação de alta qualidade na área da saúde”. O Grupo Unifron, responsável pela implantação da FMD, confirmou a venda em postagem nas redes sociais, neste sábado, informando que o processo seletivo seguirá normalmente e que os investimentos previstos para Dourados serão mantidos durante a fase de transição. Com a venda, a Unifron voltará a ter apenas um curso de graduação: Direito. A instituição não informou os motivos da venda da Medicina, que deverá funcionar em prédio da Anhanguera, já que recentemente um dos blocos recebeu letreiros “Faculdade de Medicina Dourados”. A Anhanguera também pertence ao grupo Cogna. DouradosAgora







