A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) sorteou nesta quarta-feira os mandos de campo da primeira fase da Copa do Brasil 2026, além de definir o chaveamento até a terceira fase. A competição começa no dia 18 de fevereiro, e os clubes da Série A só jogam a partir da quinta fase, prevista para o final de abril. Primeira fase Nessa fase, serão 14 confrontos envolvendo os 28 times de menor pontuação no Ranking Nacional de Clubes (RNC). Os duelos acontecem com as partidas marcadas para os dias 18 e 19 de fevereiro. Veja os confrontos (mandantes à esquerda): Segunda fase Na segunda fase são 88 clubes (74 já classificados previamente e os 14 que avançarem da etapa anterior). Os duelos ocorrerão em jogos únicos, com mando de campo definido no sorteio desta quarta. As partidas serão em 25 e 26/2 e 4 e 5/3. Veja os confrontos (mandantes à esquerda): Terceira fase Nessa fase, entram na competição Ponte Preta (campeã da Série C), Barra-SC (campeão da Série D), Paysandu (campeão da Copa Verde) e Confiança (vice-campeão da Copa do Nordeste), que se juntam aos 44 times classificados da etapa anterior. Os duelos serão em jogo único, com as datas definidas em 11 e 12 de março. Veja os jogos (mandantes à esquerda): Quarta fase Será composta pelos 24 classificados da terceira fase. Os confrontos e mandos de campo serão definidos em um chaveamento definido no sorteio da segunda fase. 4ª fase: 18 e 19 de março, em jogos únicos Quinta fase Nessa fase, os 12 classificados da fase anterior se juntam aos 20 clubes da Série A do Campeonato Brasileiro: Flamengo, Fluminense, Vasco, Botafogo, Palmeiras, Corinthians, São Paulo, Santos, Bragantino, Mirassol, Atlético-MG, Cruzeiro, Internacional, Grêmio, Athletico-PR, Coritiba, Bahia, Vitória, Remo e Chapecoense. Os duelos passam a ser disputados em jogos de ida e volta, com a ordem dos mandos e os confrontos definidos através de sorteio. Para a definição das partidas, serão divididos dois potes: os 16 melhores ranqueados enfrentam os 16 piores. As datas previstas são 22 e 23 de abril (ida) e 13 e 14 de maio (volta). Oitavas de final Confrontos e mandos de campo definidos em sorteio, com os 16 clubes podendo se enfrentar, sem restrições. Datas previstas: 1 e 2 de agosto (ida) e 5 e 6/8 (volta) Quartas de final Confrontos e mandos de campo definidos em sorteio. Os oito clubes podem se enfrentar, sem restrições. Datas previstas: 26 e 27 de agosto (ida) e 2 e 3 de setembro (volta) Semifinais Os confrontos seguirão chaveamento previamente definido no sorteio anterior, com a ordem dos mandos de campo definidos em sorteio. Datas previstas: 1 de novembro (ida) e 8 de novembro (volta). Final Decidida pela primeira vez em jogo único, em estádio ainda a ser definido pela CBF. Segundo o regulamento da competição, a entidade tem um prazo mínimo de 30 dias antes da partida para divulgar o local. A data prevista é 6 de dezembro.
Flamengo anuncia a contratação de Lucas Paquetá
Em vídeo divulgado pelo Flamengo nesta quarta-feira (28), nas redes sociais, o craque Lucas Paquetá anunciou que está voltando para o Rubro-Negro, onde começou a carreira. Um movimento histórico do CRF. Após semanas intensas de negociações, o clube carioca acertou a compra por 42 milhões de euros (cerca de R$ 260 milhões, na cotação atual). O jogador, que estava no West Ham, da Inglaterra, assinará contrato de cinco anos.
Dívida Pública sobe 18% em 2025 e supera R$ 8,6 tri
O forte volume de juros, somado às emissões de títulos publicos, fez a Dívida Pública Federal (DPF) subir em 2025. Segundo números divulgados nesta quarta-feira (28) pelo Tesouro Nacional, a DPF encerrou o ano passado em R$ 8,635 trilhões, alta de 18% em relação aos R$ 7,316 trilhões registrados no fim de 2024. A maior parte da alta do endividamento federal justifica-se pela incorporação de juros, que somaram R$ 879,9 bilhões no ano passado. O restante da alta vem do fato de que, em 2025, o Tesouro emitiu R$ 439,06 bilhões a mais do que resgatou. Apenas em dezembro, a DPF subiu 1,82%. Apesar da alta, a dívida encerrou 2025 dentro dos limites previstos no Plano Anual de Financiamento (PAF) do ano passado, que estabelecia que o indicador deveria chegar ao fim do ano passado entre R$ 8,5 trilhões e R$ 8,8 trilhões. No entanto, o PAF foi revisado em setembro do ano passado. O documento original estabelecia que a dívida pública poderia encerrar 2025 em até R$ 8,5 trilhões. A Dívida Pública Mobiliária (em títulos) interna (DPMFi) avançou 19,26% no ano passado, saindo de R$ 6,967 trilhões no fim de 2024 para R$ 8,309 trilhões no fim de 2025. Apenas em dezembro, a alta ficou em 1,76%. No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 60,82 bilhões em títulos a mais do que resgatou, principalmente em papéis vinculados à Taxa Selic. A essa emissão líquida, somou-se a apropriação de R$ 82,82 bilhões em juros. Por meio da apropriação de juros, o governo reconhece, mês a mês, a correção dos juros que incide sobre os títulos e incorpora o valor ao estoque da dívida pública. Com a Taxa Selic (juros básicos da economia) em 15% ao ano, a apropriação de juros pressiona o endividamento do governo. No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 65,37 bilhões em títulos da DPMFi. Com o baixo volume de vencimentos de títulos prefixados em dezembro, os resgates foram menores e somaram R$ 4,55 bilhões. Beneficiada pela queda do dólar no ano passado, a Dívida Pública Federal externa (DPFe) recuou 6,62% em 2025, passando de R$ 349,19 bilhões no fim de 2024 para R$ 326,07 bilhões no fim de 2025. Em dezembro, no entanto, o indicador subiu 3,53%. O principal fator foi a alta de 3,16% do dólar no mês passado, em meio a tensões provocadas pelo governo de Donald Trump, e o aumento nas remessas de divisas para o exterior antes da reforma do Imposto de Renda entrar em vigor. Colchão Após dois meses de alta, o colchão da dívida pública (reserva financeira usada em momentos de turbulência ou de forte concentração de vencimentos) caiu em dezembro. Essa reserva passou de R$ 1,213 trilhão em novembro para R$ 1,187 trilhão no mês passado. O principal motivo, segundo o Tesouro Nacional, foi a baixa emissão líquida (emissões menos resgates) no mês passado. Atualmente, o colchão cobre 7,33 meses de vencimentos da dívida pública. Nos próximos 12 meses, está previsto o vencimento de R$ 1,507 trilhão em títulos federais. Composição Com a forte emissão de títulos corrigidos pela Selic, a composição da DPF variou da seguinte forma de novembro para dezembro: • Títulos vinculados a Selic: 48,14% para 48,25%; • Títulos corrigidos pela inflação: 26,1% para 25,93%; • Títulos prefixados: 22,07% para 22,05%; • Títulos vinculados ao câmbio: 3,7% para 3,76%. O PAF prevê que os títulos encerrarão o ano nos seguintes intervalos • Títulos vinculados a Selic: 48% a 52%; • Títulos corrigidos pela inflação: 24% a 28%; • Títulos prefixados: 19% a 23%; • Títulos vinculados ao câmbio: 3% a 7%. Normalmente, os papéis prefixados (com taxas definidas no momento da emissão) indicam mais previsibilidade para a dívida pública, porque as taxas são definidas com antecedência. No entanto, em momentos de instabilidade no mercado financeiro, as emissões caem porque os investidores pedem juros muito altos, que comprometeria a administração da dívida do governo. Em relação aos papéis vinculados à Selic (juros básicos da economia), esses títulos estão atraindo o interesse dos compradores por causa das recentes altas promovidas pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom). A dívida cambial é composta por antigos títulos da dívida interna corrigidos em dólar e pela dívida externa. Prazo O prazo médio da DPF oscilou de 4,08 anos em novembro para 4 anos em dezembro. O Tesouro só fornece a estimativa em anos, não em meses. Esse é o intervalo médio em que o governo leva para renovar (refinanciar) a dívida pública. Prazos maiores indicam mais confiança dos investidores na capacidade do governo de honrar os compromissos. Detentores A composição dos detentores da Dívida Pública Federal interna ficou a seguinte: • Instituições financeiras: 32,88% do estoque; • Fundos de pensão: 22,76%; • Fundos de investimentos: 20,79%; • Não-residentes (estrangeiros): 10,35% • Demais grupos: 13,22%. Apesar da maior tensão no mercado financeiro em dezembro, a participação dos não residentes (estrangeiros) subiu em relação a novembro, quando estava em 10,05%. Em novembro de 2024, o percentual estava em 11,2% e tinha atingido o maior nível desde 2018. Por meio da dívida pública, o governo pega dinheiro emprestado dos investidores para honrar compromissos financeiros. Em troca, compromete-se a devolver os recursos depois de alguns anos, com alguma correção, que pode seguir a taxa Selic (juros básicos da economia), a inflação, o dólar ou ser prefixada (definida com antecedência). Agência Brasil
Mais de 60% da população brasileira têm excesso de peso
Em 18 anos, o excesso de peso da população brasileira aumentou em 20 pontos percentuais. Em 2024, 62,6% dos brasileiros tinham excesso de peso, contra 42,6% em 2006. A obesidade (IMC igual ou maior que 30 kg/m²) dobrou, passando de 11,8% para 25,7% da população. Os dados são do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) do Ministério da Saúde, divulgados nesta quarta-feira (28). O levantamento é realizado em todas as capitais e no Distrito Federal. O diagnóstico médico de diabetes em adultos apresentou aumento de 5,5%, em 2006, para 12,9% em 2024. A hipertensão em adultos passou de 22,6% para 29,7%. A atividade física no deslocamento pelas cidades diminuiu de 17% em 2009 para 11,3% em 2024 devido ao maior uso de carros por aplicativos e transporte público. Já a atividade moderada no tempo livre com pelo menos 150 minutos semanais cresceu de 30,3% em 2009 para 42,3% em 2024. O consumo regular de frutas e hortaliças (5 dias por semana ou mais) manteve-se relativamente estável, variando de 33% (2008) para 31,4% (2024). O consumo de refrigerantes e sucos artificiais (5 dias por semana ou mais) teve redução de 30,9% (2007) para 16,2% (2024). O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, avaliou que dados positivos como diminuição do consumo de refrigerante e aumento da atividade física não têm sido suficientes para reduzir a incidência de doenças crônicas como diabetes, hipertensão e obesidade. “À medida que o Brasil vai envelhecendo cada vez mais, surgem mais pessoas com doenças crônicas. Por isso, precisamos ter mais políticas de cuidado e prevenção”, defendeu. Insônia Pela primeira vez, o Vigitel analisou o sono da população brasileira: 20,2% dos adultos nas capitais disseram dormir menos de 6 horas por noite e 31,7% dos adultos têm pelo menos um dos sintomas de insônia, com maior prevalência entre mulheres (36,2%) que homens (26,2%). Segundo Padilha, esse dado mostra que o sono tem sido insuficiente e interrompido ao longo da noite. “Isso preocupa porque um sono sem qualidade tem relação direta com ganho de peso, obesidade, com piora das doenças crônicas e com o tema da saúde mental. Chama a atenção esse dado nacional e vamos reforçar com as equipes de atenção primária para perguntar sobre o sono”, disse. Viva Mais Brasil Em cerimônia no Super Centro Carioca de Vacinação, em Botafogo, na zona sul do Rio de Janeiro, Padilha lançou a estratégia Viva Mais Brasil, mobilização nacional voltada à promoção da saúde, prevenção de doenças crônicas e melhoria da qualidade de vida dos brasileiros. De acordo com o ministério, serão investidos R$ 340 milhões em políticas de promoção da atividade física, com destaque para a retomada da Academia da Saúde, que receberá R$ 40 milhões ainda em 2026. A nova estratégia articula e fortalece políticas já existentes do Sistema Único de Saúde (SUS), com ações voltadas à alimentação adequada e saudável, à prática de atividade física, ao cuidado integral e ao acesso à informação de qualidade. A iniciativa busca incentivar e apoiar a população brasileira na adoção de modos de vida saudáveis, com ações nas unidades do SUS e no setor privado, ampliando o alcance das políticas de promoção da saúde. O Viva Mais Brasil conta com dez compromissos para viver mais e melhor:
Anvisa amplia o uso da cannabis medicinal no Brasil
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quarta-feira (28) uma resolução que amplia o uso de terapias à base de cannabis. Com a norma, fica autorizada a venda do canabidiol em farmácias de manipulação e a produção da planta no país – por empresas – voltada para a fabricação de medicamentos e outros produtos aprovados. A partir desta nova resolução do órgão fica permitida a comercialização de medicamentos usados via bucal, sublingual e dermatológica. Outra possibilidade que se abre é a importação da planta ou do extrato dela para a fabricação de medicamentos. Também ficou decidido na reunião da Anvisa um limite de até 0,3% de THC (Tetrahidrocanabinol), composto da planta, tanto para materiais importados como para adquiridos. O THC é usado para tratamento de pessoas que vivem com diversas doenças debilitantes e crônicas. No Brasil, há atualmente 873 mil pessoas em tratamento com remédios à base de cannabis, um número recorde para o país. As mudanças nas regras do uso da cannabis no país atendem a pedido do Superior Tribuna Federal (STF) que, no fim do ano passado, determinou que a Anvisa regulamentasse o uso da planta desde que com fins medicinais. Agência Brasil
PF faz operação contra o tráfico de drogas em três estados
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (28/1), a Operação Tunna – com cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão, sequestro de bens e cinco prisões preventivas nas cidades de Campo Grande, Piracicaba/SP, Arapongas/PR e Londrina/PR. As investigações iniciaram-se com um flagrante de 1.165 tonelada de cocaína realizado pela Polícia Federal na cidade de Terenos/MS, em 2025, no deslocamento em comboio de dois caminhões ligados aos investigados na ação de hoje. Na sequência das investigações, foram materializados inúmeros outros tráficos de entorpecentes relacionados ao grupo, em especial anterior flagrante de 230kg de cocaína no estado de São Paulo, em junho de 2025, todos de responsabilidade do grupo criminoso, que trazia o entorpecente da Bolívia, utilizando rotas pelos estados de MS, de MT, de RO com destino principal a SP, a PR e a outros estados da federação. Foi possível identificar os responsáveis pelo comando da logística do tráfico, pelos pagamentos de motoristas envolvidos no translado do entorpecente, bem como operacionais do grupo, além de bens e de estrutura de lavagem de capitais.
Eleições 2026: Polícia Federal detalha estratégias de segurança e de combate à desinformação em seminário do TSE
A Polícia Federal participou, nessa terça-feira (27/1), do Seminário da Justiça Eleitoral promovido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com foco na segurança do processo eleitoral, no enfrentamento à criminalidade e no combate à desinformação nas eleições de 2026. O evento ocorre entre os dias 27 e 29 de janeiro e reúne autoridades, especialistas e representantes de instituições estratégicas envolvidas na proteção da democracia. A abertura do seminário contou com a participação da presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, e reforçou a importância da atuação coordenada entre os órgãos públicos para garantir um processo eleitoral transparente, seguro e legítimo. A Polícia Federal integrou a programação do primeiro dia do evento, participando da mesa temática “Desafios da eleição de 2026: criminalidade, segurança e mundo digital”. Representaram a instituição o diretor de Investigação e Combate ao Crime Organizado e à Corrupção (DICOR/PF), Dennis Calli, e o diretor de Combate a Crimes Cibernéticos (DCIBER/PF), Otávio Margonari Russo, que apresentaram as principais frentes de atuação da Polícia Federal no contexto eleitoral, tanto no campo da segurança física quanto no ambiente digital. Durante sua exposição, o diretor da DICOR destacou que a Polícia Federal atua de forma preventiva e repressiva para coibir a violência política, especialmente aquela associada a organizações criminosas. Segundo o dirigente, a instituição já realiza o monitoramento de facções criminosas com potencial de interferência no processo eleitoral, por intermédio da utilização de dados de inteligência e de informações colhidas em pleitos anteriores. Ele ressaltou ainda o papel estratégico da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO), coordenada pela Polícia Federal, como instrumento fundamental para mitigar a atuação dessas organizações em âmbito nacional e regional. Outro ponto enfatizado foi o acompanhamento de movimentações financeiras atípicas no período que antecede as eleições, com especial atenção ao uso de dinheiro em espécie. A Polícia Federal atua de forma integrada com forças de segurança locais e outros órgãos de controle para identificar e coibir práticas ilícitas que possam comprometer a lisura do pleito. O compartilhamento de informações e a integração de bases de dados foram apontados como elementos essenciais para permitir uma atuação antecipada e eficaz. Na sequência, o diretor da DCIBER apresentou os principais desafios relacionados ao ambiente digital nas eleições de 2026. Entre os temas abordados, destacaram-se o uso indevido de inteligência artificial, a disseminação de deepfakes, o discurso de ódio e os crimes contra a honra praticados por meios digitais. O dirigente alertou para o aumento do uso dessas tecnologias como ferramentas para desinformação e para a tentativa de manipulação da opinião pública. O diretor também destacou o crescimento de práticas como o phishing eleitoral, com o uso indevido de imagens e de dados de candidatos para aplicação de golpes, além da atuação da Polícia Federal no Centro Integrado de Enfrentamento à Desinformação e Defesa da Democracia (CIEDDE), estrutura voltada à identificação e à neutralização de campanhas coordenadas de desinformação. Ao longo do painel, foi reforçado que a Polícia Federal atua com independência, com autonomia técnica e com respeito aos preceitos legais e emprega tecnologia, inteligência policial e cooperação institucional para assegurar que candidatos e eleitores possam exercer seus direitos com tranquilidade e com segurança. O seminário prossegue até o dia 29 de janeiro, com palestras e com debates voltados ao fortalecimento da segurança eleitoral e ao enfrentamento das ameaças contemporâneas ao processo democrático.
Equipes policiais elucidam homicídio qualificado e localizam corpo de homem desaparecido
Delegacia de Polícia de Laguna Carapã, conduzida pela delegada Gabriela Vanoni, em atuação conjunta com o Setor de Investigações Gerais (SIG) de Dourados, sob a condução do delegado Lucas Veppo, elucidou um homicídio qualificado ocorrido na região. As investigações tiveram início após a comunicação do desaparecimento de um homem de 37 anos, ocorrido no distrito de Bocajá, em Laguna Carapã. Desde então, a equipe policial passou a realizar diligências contínuas, com a oitiva de testemunhas e levantamento de informações relevantes. Apurou-se que a vítima foi vista pela última vez no domingo, dia 11 de janeiro, na companhia do principal suspeito, o qual afirmou, em depoimento, ter oferecido uma carona a pedido da vítima até uma fazenda na zona rural. Com o avanço das diligências, realizadas com o SIG de Dourados, concluiu-se que o referido indivíduo foi o executor do crime. Conforme apurado, a vítima foi colocada em uma emboscada e executada com três disparos de arma de fogo, sendo dois na face e um no peito, em uma área rural do município de Amambai. Após o crime, o autor, com o auxílio de um comparsa, ocultou o corpo em uma área rural de Aral Moreira, onde foi posteriormente localizado. A motivação do crime estaria relacionada ao fato de a vítima ter subtraído uma caixa de som de um estabelecimento comercial, cuja proprietária é a atual namorada do executor. Durante as diligências, a arma de fogo e o veículo utilizados no crime foram apreendidos e serão submetidos à perícia criminal. O caso está sendo investigado como homicídio qualificado por motivo fútil, por emboscada e por uso de arma de fogo de uso restrito, além do crime de ocultação de cadáver e fraude processual por tentar destruir as provas.
DOF apreende dois veículos com cigarros contrabandeados em Dourados
Policiais militares do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) apreenderam, na noite de segunda-feira (26), dois veículos carregados com 3 mil pacotes de cigarros contrabandeados do Paraguai e fardos de produtos de descaminho. A ação ocorreu em uma casa no perímetro urbano de Dourados. Os militares realizavam patrulhamento na cidade quando receberam informações de populares sobre uma movimentação suspeita em uma casa. Ao se aproximarem do local, os policiais ouviram barulhos de correria vindos do interior. Após tentativas de contato sem sucesso, a equipe visualizou dois veículos estacionados na garagem com as portas abertas. Os carros GM Meriva e VW Gol estavam carregados com cigarros de origem paraguaia e, em um dos cômodos, foram localizados mais fardos de cigarro e materiais de descaminho. Os ocupantes da casa fugiram antes da abordagem e não foram localizados. Os veículos e todo o material apreendido, avaliados em aproximadamente R$ 249 mil, foram encaminhados à Receita Federal de Ponta Porã.








