O juiz Clarence Thomas, integrante da Suprema Corte dos Estados Unidos, declarou que não existem fundamentos jurídicos ou constitucionais que sustentem uma decisão contrária ao presidente no caso em análise pelo tribunal. A afirmação foi proferida durante a apresentação de seu entendimento jurídico no curso do julgamento.
Thomas fundamentou sua posição técnica ao registrar que “nem a lei nem a Constituição fornecem base para decidir contra o presidente”. O magistrado defendeu que a legislação vigente e os preceitos constitucionais não amparam os argumentos apresentados para uma sentença desfavorável à autoridade executiva, reforçando uma interpretação restrita dos textos legais aplicáveis ao processo.
