Deslizamento de terra deixa ao menos 17 mortos na Colômbia

Compartilhe:

Deslizamentos de terra na Colômbia, na estrada que liga as cidades de Quibdó e Medellín, nos departamentos de Antioquía e Chocó, deixaram ao menos 17 mortos e 25 feridos, informou a província de Chocó.

A vice-presidente da Colômbia, Francia Márquez, informou em sua conta na rede social X, antigo Twitter, que estão tomando as medidas necessárias para resolver a situação.

“Fomos notificados de uma emergência na rodovia Quibdó-Medellín, no quilômetro 17 do município de Carmen del Atrato, Chocó, em decorrência de um deslizamento de terra que deixou dezenas de pessoas e veículos presos na área”, informou.

Já o governador de Antioquia, Andrés Julián Rendón, confirmou que os deslizamentos foram registrados no departamento de Chocó. Também disse que estão ajudando com materiais e equipamentos para resgatar os atingidos.

Grave emergência

A governadora de Chocó, Nubia Carolina Córdoba, relatou nas redes sociais uma “grave emergência devido a um deslizamento de terra na estrada que vai de Quibdó a Medellín”. E acrescentou: “Já instalamos a PMU [Posto de Comando Unificado] e estamos no Conselho Extraordinário de Gestão de Riscos enfrentando a grave emergência junto com todas as autoridades, agências de socorro e todo o sistema de gestão de riscos departamental”.

O prefeito de Medellín, Federico Gutiérrez, disse no X que por meio do Departamento Administrativo de Gestão do Risco de Desastres “colocamos à disposição todas as nossas capacidades dos bombeiros de Medelín para apoiar o gerenciamento da emergência no Chocó. Nossa solidariedade e compromisso”.

A Unidade Nacional de Gestão de Risco de Desastres da Colômbia informou no X que ativou um posto de comando unificado para responder à emergência na rodovia Quibdó-Medellín.

Na mesma linha, o Ministério dos Transportes informou que pessoal do Instituto Nacional de Estradas de Rodagem (Invías) está na área verificando a situação. Invías indicou em comunicado que as capitais Chocó e Antioquia estão isoladas.

CNN