O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, escalou a crise no Oriente Médio ao confirmar, em 21 de junho de 2025, a execução de ataques aéreos contra três instalações nucleares iranianas – Fordow, Natanz e Esfahan – utilizando bombardeiros B-2 stealth e bombas “bunker buster” GBU-57 Massive Ordnance Penetrator, de 30 mil libras. Em um pronunciamento na Casa Branca, Trump declarou que as usinas foram “completamente obliteradas”, destacando o sucesso da operação, batizada de “Operation Midnight Hammer”. Ele afirmou que todos os aviões retornaram em segurança, sem perdas americanas, e parabenizou as forças armadas dos EUA, enfatizando que “nenhuma outra força militar no mundo poderia realizar isso”. A ação, que marca a primeira intervenção militar direta dos EUA contra o Irã, reforça a liderança resoluta de Trump em neutralizar a ameaça nuclear iraniana e apoiar Israel em sua campanha contra Teerã.
Os ataques, realizados após uma semana de bombardeios israelenses que debilitaram as defesas aéreas iranianas, visaram impedir que o Irã desenvolva armas nucleares. Fordow, a instalação mais fortificada, localizada sob uma montanha a 300 pés de profundidade, foi atingida por 14 bombas bunker buster, enquanto Natanz e Esfahan sofreram impactos de mais de 30 mísseis Tomahawk lançados por submarinos, segundo a NBC News. A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) informou que não houve aumento nos níveis de radiação fora dos locais, mas imagens de satélite da Maxar Technologies mostram crateras significativas em Fordow, indicando danos severos. Trump alertou que qualquer retaliação iraniana será respondida com “força muito maior”, destacando que “ainda há muitos alvos restantes” e que os EUA controlam o espaço aéreo iraniano, conforme relatado pelo The Washington Post.
A decisão de Trump veio após o fracasso de negociações mediadas por Omã, nas quais os EUA exigiram que o Irã desmantelasse seu programa nuclear em troca de alívio de sanções. O regime iraniano, liderado pelo aiatolá Ali Khamenei, rejeitou as condições, considerando o enriquecimento de urânio em solo iraniano uma “linha vermelha”. A AIEA confirmou que Fordow enriqueceu urânio a 83,7%, próximo dos 90% necessários para armas nucleares, alimentando temores de uma ameaça iminente. Trump, que inicialmente deu um ultimato de duas semanas para um acordo, acelerou a ação militar após Israel demonstrar superioridade no conflito, com ataques que mataram comandantes como Mohammad Bagheri e destruíram infraestruturas críticas, segundo a Reuters.
A postura de Trump reflete uma estratégia clara: apoiar Israel, que ele considera estar “vencendo” a guerra, e pressionar o Irã até a rendição incondicional. Em postagens no Truth Social, ele destacou que não faz sentido pedir a Israel que interrompa os ataques enquanto mantém a vantagem militar. A mobilização de caças F-22, navios de guerra e logística para bombardeiros B-2 no Oriente Médio, conforme relatado pela CNN, demonstra o comprometimento dos EUA em manter a supremacia aérea e proteger seus aliados. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, elogiou a decisão de Trump, afirmando que os ataques “mudarão a história” e consolidarão a segurança regional.
O Irã, por sua vez, prometeu retaliação, com o ministro das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, declarando que “todas as opções estão reservadas” e que os EUA “cruzaram uma linha vermelha”, segundo a The Guardian. Grupos aliados, como Hamas e Houthis, pediram ações contra alvos americanos, mas o silêncio de Khamenei, que estaria em um bunker, sugere desorganização no regime. A economia iraniana, já devastada por sanções que reduziram as exportações de petróleo em 70% desde 2018, enfrenta agora danos adicionais, com cortes de energia e deslocamentos populacionais em Teerã e Isfahan. Protestos internos, incentivados pelo ex-príncipe Reza Pahlavi, aumentam a pressão sobre o regime, que enfrenta crescente descontentamento.
A liderança de Trump contrasta com a hesitação de líderes europeus, como a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, que pediu negociações apesar da rejeição iraniana. A determinação de Trump em usar a força militar, combinada com sua insistência em resultados concretos, reforça sua visão de que o Irã não pode ser confiável enquanto mantiver ambições nucleares. Ao evitar a escalada para uma guerra total, como a invasão de tropas terrestres, ele mantém o foco em alvos estratégicos, protegendo os interesses americanos e aliados sem comprometer a promessa de evitar conflitos prolongados. A operação, descrita como “um sucesso militar espetacular” pelo próprio Trump, estabelece um marco na contenção de ameaças globais, reafirmando a força dos EUA sob sua liderança.