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Dourados-MS,
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O Procon divulgou na segunda-feira (11) o resultado da pesquisa de preços do combustível em 36 estabelecimentos na cidade e distritos. Conforme o levantamento, a variação entre menor e maior valor pelo litro da gasolina é de R$ 0,38.

O consumidor vai encontrar na cidade o custo mais em conta a R$ 4,005 pelo litro do combustível. O maior preço foi constatado em R$ 4,380. 

Foram pesquisados também o valor do etanol, diesel comum e S10.

No diesel comum o menor custo foi de R$ 3,499 e o diesel S10 R$ 3,650. A variação para o maior valor é de 13,2% e 11,5% respectivamente. 

Nas bombas, esse percentual representa custo mais ‘pesado’ de R$ 3,959 e R$ 4,059, para o diesel comum e S10 respectivamente.

No etanol a diferença entre o menor e maior preço é de 18,5%. Nos 36 estabelecimentos visitados o valor mais barato foi identificado em R$ 3,129, já o mais caro R$ 3,699. 

O diretor do Procon, Antônio Marcos Marques, lembra que  os consumidores poderão exigir a análise do combustível para descobrir o teor de álcool presente na gasolina, “teste esse que será feito pelo próprio funcionário do posto de combustível na frente do consumidor”.

A Mega-Sena sorteia hoje (13) prêmio de R$ 6,5 milhões. As seis dezenas do concurso 2.207 serão sorteadas a partir das 20h (horário de Brasília) no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário do Tietê, na cidade de São Paulo. O sorteio é aberto ao público.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília), nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país. O bilhete simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.

A abertura de filiais de empresas em estados fora da sede passou a ser instantânea. Por meio da integração digital das juntas comerciais, o registro de outras unidades em outros estados pode ser feito diretamente da mesma Junta Comercial da matriz, em minutos.

Até recentemente, a abertura de filiais em outros estados demorava várias semanas. O empresário que precisasse abrir uma filial em outro estado tinha de ir à Junta Comercial da matriz e fazer uma alteração contratual.

Depois de esperar o pedido ser deferido (aprovado), o empresário tinha de ir à Junta Comercial da cidade da filial para fazer o registro.

No caso de empresas que abrem várias filiais ao mesmo tempo, era necessário ir às juntas comerciais de várias cidades para fazer o registro, o que gerava custos com processos, deslocamentos, despachantes e logística.

Agora, bastará o empresário esperar a aprovação do registro na matriz para ter o registro liberado em todas as localidades das filiais.

O processo também passa a ser automático para alterações no registro, transferências de sede e extinções em âmbito interestadual.

A troca de informações entre as juntas comerciais e os órgãos públicos se dará por meio da modernização da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim).

O procedimento foi regulamentado com a Instrução Normativa nº 66, publicada em 7 de agosto no Diário Oficial da União.

Além das juntas comerciais, a modernização envolve a Receita Federal, principal gestora do Portal Redesim; o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), responsável por criar a infraestrutura para a integração dos dados, e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), que deu apoio financeiro e entrou com conhecimento no processo de abertura de empresas.

Desburocratização

Na solenidade de lançamento do novo sistema, o secretário especial da Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Paulo Uebel, disse que o governo está comprometido em usar a tecnologia para reduzir a burocracia.

Segundo ele, a nova Lei de Liberdade Econômica, aliada à digitalização dos serviços públicos, está melhorando a vida do cidadão.

"Temos de pensar o futuro, temos novos desafios na simplificação de abertura de novos negócios e redução do tempo. Estamos empreendendo a transformação digital em favor dos brasileiros.

Aproveitando a Lei de Liberdade Econômica, estamos criando condições para que isso seja fácil", disse.

O secretário especial de Modernização do Estado da Secretaria-Geral da Presidência da República, José Ricardo da Veiga, disse que o governo está reduzindo o peso do Estado para facilitar o empreendedorismo e a prestação de serviços públicos.

"O cidadão está olhando para um governo que, historicamente, era pesado.

Chegou-se a um ponto de muita dificuldade para empreender. Somos parceiros de uma jornada que visava a desatar esses nós.

Deixar o Estado mais leve, melhorando o ambiente de negócios. É necessário limpar o trilho para que o desenvolvimento aconteça", declarou.

Diretora Executiva do Instituto de Desenvolvimento do Varejo (IDV), Fabíola Xavier ressaltou que o comércio será um dos principais beneficiados pela rapidez na abertura de filiais. "A integração das juntas comerciais é a realização de um sonho.

Abrir empresa, transferir empresas, tudo de um mesmo lugar, vai proporcionar um ganho de produtividade que só dará para medir daqui a um tempo.

O varejo continua forte, com a abertura de estabelecimentos comerciais e de centros de distribuição no Brasil inteiro", destacou.

Liberdade econômica

No início de outubro, a Lei da Liberdade Econômica extinguiu a cobrança de taxas para a inclusão de informações no Cadastro Nacional de Empresas (CNE) e para o arquivamento dos atos de extinção de Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (Eireli) e de empresa de sociedade limitada.

Segundo o Ministério da Economia, o fim das taxas ajuda a resolver o problema de empresas que param de funcionar, mas não fazem a baixa por causa dos custos e da burocracia.

A carga tributária é o principal entrave para a evolução de pequenos e médios negócios no Brasil. A avaliação de empreendedores dos setores de comércio, indústria e serviços consta de levantamento realizado pelo Centro de Estudos em Negócios do Insper, com apoio do Santander.

Os impostos foram citados como o maior empecilho para o avanço de negócios na opinião de 47,7% dos empresários. Taxa de juros apareceu em segundo lugar, com 20,6%. Em seguida, ficaram inadimplência (14,9%), encargos trabalhistas (14,2%) e taxa de câmbio (2,6%).

“O problema fiscal se apresenta nas suas duas dimensões para os empresários de pequenas e médias empresas. Por um lado, acreditam que a aprovação da Previdência terá impacto positivo no seu negócio. E, por outro lado, apontam a carga tributária como o maior empecilho de natureza macroeconômica para a evolução do seu negócio”, afirma Gino Olivares, professor do Insper e pesquisador responsável pelo Índice de Confiança dos Pequenos e Médios Negócios (IC-PMN). Para ele, “ambas dimensões apontam para a conveniência de resolver os problemas estruturais das finanças públicas brasileiras.”

“Adicionalmente, os entrevistados se mostram ainda muito reticentes a considerar oportunidades de negócio no exterior. As respostas apontam a conveniência de oferecer mais informação e suporte às empresas sobre a alternativa de encarar o mercado internacional”, acrescenta Olivares. “Por último, mas não menos importante, os empresários entrevistados mostraram expectativa de um faturamento no quarto trimestre superior ao do ano passado.”

Reforma da Previdência

Para 26,6% dos empreendedores entrevistados semanas antes da aprovação do texto no Congresso, o projeto terá pouco impacto nos negócios. Outros 17,6% consideraram que resultará em muito impacto e, na opinião de 19,9%, não haverá nenhum. A reforma foi vista como irrelevante por 13,9% deles. Não souberam responder ou não opinaram 22% deles.

 

Faturamento

Em relação ao faturamento, mais da metade mostrou esperar crescimento neste último trimestre em comparação ao mesmo período do ano passado. Uma fatia de 41,2% tem a expectativa de ligeiro aumento e outra, de 16%, de forte aumento. Para 22%, o resultado será igual. Já 15,3% trabalham com a possibilidade de uma ligeira queda e outros 5,5%, de uma forte queda.

Investimentos no exterior

Em relação ao cenário externo, apesar de conflitos comerciais entre países, 25,4% avaliaram como viável investir em oportunidades fora do Brasil. Em outra direção, 19,7% trataram o movimento como inviável, por ser muito arriscado. A maioria, no entanto, nunca parou para analisar o tema (55%).

Os dados foram obtidos por meio de entrevistas telefônicas com 1.287 pequenos e médios empresários, de 16 a 20 de setembro deste ano. A margem de erro é de 3% para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%.

A Caixa Econômica Federal começou a receber, ontem (11), as apostas para a Mega da Virada 2019. A estimativa de prêmio para quem acertar as seis dezenas do concurso 2.220 da Mega-Sena é de R$ 300 milhões. O sorteio será realizado no dia 31 de dezembro.

Como nos demais concursos especiais, o prêmio principal da Mega da Virada não acumula. Caso nenhuma aposta seja premiada com os seis números, o prêmio será rateado entre os acertadores de cinco números ou, ainda não havendo ganhador, de quatro números.

As apostas do concurso especial custam o mesmo valor da Mega-Sena regular, R$ 4,50, e podem ser feitas por maiores de 18 anos em qualquer lotérica do Brasil, usando o volante específico da Mega da Virada. Também é possível apostar pelo portal Loterias Online e pelo aplicativo Loterias Caixa, disponível para usuários da plataforma iOS. Os titulares de conta corrente na Caixa ainda podem fazer suas apostas utilizando o Internet Banking.

Bolão

Os apostadores da Mega da Virada também podem concorrer nos bolões. Basta formar um grupo, escolher os números da aposta, marcar a quantidade de cotas e registrar em qualquer uma das lotéricas do país. Ao ser registrada no sistema, a aposta gera um recibo de cota para cada participante que, em caso de premiação, poderá resgatar a sua parte do prêmio individualmente.

Os bolões da Mega têm preço mínimo de R$ 10. Porém, cada cota não pode ser inferior a R$ 5. É possível realizar um bolão de no mínimo duas e no máximo 100 cotas. O apostador também pode adquirir cotas de bolões organizados pelas lotéricas. Basta solicitar ao atendente a quantidade de cotas que deseja e guardar o recibo para conferir a aposta no dia do sorteio. Nesse caso, poderá pagar uma tarifa de serviço adicional de até 35% do valor da cota, a critério da lotérica.

Considerado termômetro da economia, o setor industrial está em pleno desenvolvimento em Mato Grosso do Sul. Neste mês, a partir do dia 25, entra em operação em Dourados a nova planta industrial da Coamo Agroindustrial Cooperativa. A inauguração da unidade que terá geração imediata de 350 empregos diretos ocorrerá a menos de três anos do lançamento da pedra fundamental. 

Localizado às margens da BR-163, o complexo industrial é composto por uma indústria de processamento de soja com capacidade para processar 3 mil toneladas do grão por dia – produção de farelo e óleo; e por uma refinaria de óleo para 720 toneladas/dia, equivalente a 16 milhões de sacas de soja por ano.

As fábricas vão aumentar a capacidade de produção do óleo de soja, margarinas e gorduras dos Alimentos Coamo. Para construir o parque, a cooperativa contou com apoio do Governo do Estado e investiu R$ 750 milhões no projeto. Durante a fase de construção, pelo menos 1,6 mil empregos diretos foram gerados na região.

“O resultado deste investimento será a ampliação da capacidade diária de processamento de soja da cooperativa das atuais 5 mil para 8 mil toneladas/dia, o que equivale a 40 milhões de sacas/ano; e a capacidade de refino das 660 toneladas/dia para 1.380 toneladas de óleo de soja refinado/dia”, explicou o superintendente industrial da cooperativa, Divaldo Corrêa.

Para o secretário Jaime Verruck (Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar), o Estado teve papel fundamental como agente catalisador do investimento do capital privado, seja na concessão de incentivos fiscais ou até mesmo na execução de obras de infraestrutura.

Entre as ações do poder público para garantir a instalação de novas indústrias em Dourados está o investimento de R$ 9,4 milhões em pavimentação asfáltica e drenagem de águas pluviais no Núcleo Industrial e no acesso ao Polo Industrial da cidade.

“O Governo se faz presente e atua de forma firme e decisiva para favorecer o desenvolvimento industrial, porque acreditamos que o crescimento sustentável da economia se dá com mais e melhores empregos e renda para a população”, destacou o gestor público.

Segundo o presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini, a ativação do complexo industrial em Dourados vai ao encontro do planejamento estratégico da cooperativa.“O volume de soja recebido pela Coamo no Mato Grosso do Sul comporta perfeitamente a instalação de uma moderna indústria esmagadora de soja e uma refinaria de óleo, promovendo redução de custo com o transporte do produto já industrializado”, disse.