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A Polícia Civil do Mato Grosso do Sul, por intermédio da Delegacia Especializada na Repressão ao Narcotráfico (DENAR), prendeu e em flagrante de um homem de 31 anos, por tráfico de drogas. A prisão ocorreu nesta quinta-feira, 14/10, no bairro Nova Campo Grande, na capital.

O investigado é acusado de distribuidor cocaína a traficantes menores. Com ele, os policiais apreenderam 03 tabletes de cocaína na forma de cloridrato, com peso de 3,1kg, além de veículo utilizado para transportar o entorpecente e dinheiro fruto do tráfico.

O delegado titular da Denar, Gustavo Ferraris, destaca que o autor não tinha uma boca de fumo e sim um ponto de distribuição. “Importante destacar que o autor não era responsável por uma boca-de-fumo, mas sim pela distribuição de drogas a traficantes menores, sendo que recebia a droga de terceiro não identificado e fazia entregas de pelo menos 1kg (o equivalente a 01 tablete) de cocaína, que fracionados nas bocas-de-fumo menores, sem ser “batizada”, renderia pelo menos mil porções”, explicou.

A apreensão aconteceu durante mais uma investigação oriunda da OPERAÇÃO ÔMEGA, realizada em caráter permanente pela DENAR .

Na manhã desta quinta-feira, 14/10, a Polícia Civil do Mato Grosso do Sul, em conjunto com a Polícia Civil do Pernambuco, realizou busca e apreensão no bairro Aeroporto, na cidade de Corumbá-MS. Esta é mais uma fase da operação Áquila, que tem por objetivo combater organização criminosa voltada para o tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, roubo de cargas e extorsão mediante sequestro.

Na ocasião também foi cumprido mandado de prisão temporária em desfavor de S.M.F.P., 65 anos, investigada por lavagem de dinheiro e organização criminosa. Ela foi conduzida por uma equipe do Setor de Investigações Gerais da Polícia Civil (SIG) à 1ªDP de Corumbá.

A Operação Áquila teve início há cerca de um ano e cinco meses e os mandados foram cumpridos por mais de 140 policiais civis em Pernambuco e em outros seis estados: Mato Grosso do Sul, Acre, Rondônia, Pará, São Paulo e Tocantins. 

Mato Grosso do Sul segue apresentando bons números no que se refere a segurança pública. Balanço divulgado pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), dos meses de janeiro a setembro de 2021, mostra queda nos índices de criminalidade, se comparado ao mesmo período do ano passado.

O destaque está em Campo Grande, que obteve queda expressiva de 88,9% nos crimes de feminicídio. Em 2020, nove mulheres foram vítimas, enquanto em 2021, apenas uma. A Capital também teve queda nos crimes de homicídio doloso (-16,5%), homicídio culposo no trânsito (-8,7%), roubo (-9,7%), roubo seguido de morte (-60%), roubo em via urbana (-10,2%), roubo em comércio (-11,4%), e furto de veículos (-11,7%).

No interior do Estado dos 12 tipos de crimes monitorados pela Sejusp, 6 apresentaram queda: homicídio culposo no trânsito (-5,8%), roubo (-9,4%), roubo em via urbana (-16,3%), roubo ao comércio (-11,8%), furto de veículos (-10,5%) e furto em residências (-4,2%).

Para o titular da Sejusp, Antonio Carlos Videira, a redução nos índices de criminalidade é resultado dos investimentos em segurança pública. “Desde o ‘MS Mais Seguro’, que foi o maior programa de segurança pública da história de Mato Grosso do Sul, houveram investimentos de mais de R$ 160 milhões na nossa segurança que vão desde a capacitação dos servidores até a contratação, regularização de promoções e investimentos em tecnologias, renovação da frota, mas principalmente na inteligência que fomenta a integração e que gera os resultados que nós esperamos, ou seja, redução dos índices de criminalidade e maior sensação de segurança pública”, disse.

Apreensão de drogas

Fronteira com dois países: Paraguai e Bolívia, Mato Grosso do Sul teve aumento na apreensão de drogas. De janeiro a setembro deste ano foram 578,2 toneladas, enquanto em 2020 foram 577,2 toneladas. Desse total, o maior volume de entorpecentes apreendidos foi o do crack, com aumento de 9.687%, seguido da cocaína (161%) e pasta base, que apresentou aumento de 72%. Entre janeiro a setembro deste ano, 3.473 ocorrências de tráfico de drogas foram registradas em Mato Grosso do Sul.

“Esse ano já nos aproximamos das 580 toneladas. A maioria dessa droga tem como destino grandes centros consumidores, porém, há uma forte atuação no combate ao tráfico doméstico, aquele que fomenta crimes de furtos e roubos e nessa área também tivemos reduções importantes”, disse o secretário, citando aumento no número de viaturas, o lançamento do OCOP (Obtenção de Capacidade Operacional Plena), da Policia Militar (PMMS). “Na medida em que você fiscaliza mais o trânsito, estando mais presente na Capital e nos bairros, você consegue prevenir crimes. Tem sido uma constante as reduções e o grande desafio é manter a excelência da segurança pública em todo o Estado do Mato Grosso do Sul e mantê-lo sempre sendo o modelo para o restante do país”, concluiu.

Após três anos, o paradesporto retornou ao programa dos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) na edição de Brasília 2021. Mato Grosso do Sul esteve no pódio no primeiro dia de disputas do atletismo paradesportivo. Dalton Hian Caetano de Andrade conquistou a medalha de ouro nos 100 metros rasos, na classe T11 (atletas cegos), ao lado do atleta-guia Hugo Pedro Amarilha Gimenez, nesta quinta-feira (14). Na competição, delegação sul-mato-grossense é apoiada pelo Governo do Estado, via Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte).

Acadêmico de Educação Física na Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), Dalton fechou a prova com o tempo de 12s70. O paratleta tem como técnico Daniel Sena, uma das referências do atletismo convencional e paralímpico em Mato Grosso do Sul e no país. E não para por aí. O campo-grandense volta à pista no sábado (16), às 9h55 (horário de MS) para competir os 200 metros rasos.

Este é o terceiro ouro do sul-mato-grossense em menos de dois meses. Nos dias 17 e 18 de setembro, Dalton também subiu duas vezes ao lugar mais alto e almejado do pódio nas Paralimpíadas Universitárias 2021. O velocista faturou o ouro nas prova de 100 e 200 metros rasos. O evento foi realizado no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, em São Paulo (SP).

Segundo a Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU), organizadora dos JUBs, em 2018 o paradesporto teve competições suspensas nos eventos da entidade por mudança no repasse de verba. Os JUBs Brasília 2021 reúnem, ao totó, 41 atletas: 22 no paratletismo, três no badminton paradesportivo, 11 na paranatação e cinco no tênis de mesa. A Confederação pretende ampliar o número de modalidades e paratletas nas próximas edições.

Os atletas de Mato Grosso do Sul participam dos JUBs Brasília 2021 com apoio do Governo do Estado, por intermédio da Fundesporte. A delegação foi formada e é coordenada na competição pela Federação Universitária de Esportes de Mato Grosso do Sul (FUEMS).

Judô conquisa duas pratas

Mato Grosso do Sul segue faturando medalhas nos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) Brasília 2021. Nesta quinta-feira (14), terceiro dia de disputas da maior competição universitária da América Latina, o judô sul-mato-grossense voltou ao pódio e conquistou mais duas pratas. A seleção estadual tem o apoio do Governo do Estado, por intermédio da Fundação de Desporto e Lazer de Mato Grosso do Sul (Fundesporte).

O dia foi dedicado às lutas dos pesos mais leves. Isac Garcia Bignardi, da Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), estreou vencendo o favorito da categoria leve (até 73 kg), o mineiro Fernando Ramos, em um dos embates mais acirrados do evento. Na sequência, superou adversários do Sergipe e Amazonas. No confronto valendo o ouro, o sul-mato-grossense encarou mais de dois minutos de luta contra o representante da Bahia e acabou derrotado.

“O nível da competição estava bem alto. Acho que lutei muito bem, estou em uma transição de peso. Chegar em um peso novo e medalhar é bastante difícil. Quero agradecer meu técnico Diogo Rocha, que acreditou em todos nós do judô”, avaliou Isac.

Também da Católica, Luan Nantes Sartori foi ao tatame pela categoria ligeiro (até 60 kg) e buscou a condecoração de prata. Para chegar à final, o judoca de Campo Grande precisou passar por adversários do Maranhão e Rio de Janeiro. Já na decisão, Luan igualou forças contra oponente de Mato Grosso, mas acabou superado no golden score (tempo extra no qual vence quem pontuar primeiro).

Luan chegou à sua segunda participação nos JUBs. “Estou muito feliz por ter chegado à final na minha segunda participação, ainda mais em um nível competitivo tão forte. Como todo atleta de alto rendimento, queria muito ter ganhado a final, mas Deus sabe o que faz e tudo tem seu momento”, destacou o atleta. O foco agora é o Brasileiro Sênior, segundo ele. “Treinar ainda mais. A preparação para os JUBs acabou, mas se inicia outra para o Sênior”.

O campo-grandense Yuri Araujo Lourenço, da UCDB, também entrou em ação nesta quinta-feira (14), pela categoria meio-leve (até 66 kg). O judoca, no entanto, foi eliminado nas oitavas de final e não teve chances de brigar por medalha. Após a disputa, Yuri revelou estar se despedindo do judô, para seguir a carreira de profissional de Educação Física.

“Sou muito grato ao judô por cada oportunidade, mas chega um momento em que você precisa fazer escolhas. Minha escolha no momento é seguir e dar ênfase na minha carreira profissional, na qual conquistei com muito orgulho através do esporte”, confessou o judoca de 25 anos. “Reconheço que já foi o meu tempo e quem está dando show é a garotada do estado que lutou muito nos JUBs. Hoje, me despeço das competições com felicidade e orgulho da trajetória que trilhei nesses 15 anos de judô”, finalizou.

O judô de Mato Grosso do Sul, comandado pelo técnico Diogo Rocha, finalizou os JUBs Brasília 2021 com quatro medalhas na bagagem. Além das duas pratas citadas, as mulheres foram destaque no primeiro dia de combates da arte marcial japonesa. Maria Fernanda Pio Sabbo garantiu mais uma medalha prateada na quarta-feira (13), disputando a categoria meio-médio (até 63 kg), e Karla Rocha de Oliveira foi bronze na pesado (acima de 78 kg).

Com uma boa atuação de Neymar e Raphinha, o Brasil retomou o caminho das vitórias nas Eliminatórias para a Copa de 2022 (Catar) ao golear o Uruguai por 4 a 1, na noite desta quinta-feira (14) na Arena da Amazônia, em Manaus.

Não apenas o resultado foi importante, mas a forma como ele foi alcançado vale ser destacado. A equipe comandada pelo técnico Tite foi muito superior, sendo empurrada por 12.528 mil torcedores que acompanharam o confronto ao vivo.

Após a vitória, a seleção brasileira permanece na liderança das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa com 31 pontos.

Neymar e Raphinha decisivos

O camisa 10 da seleção brasileira mostrou desde os primeiros minutos que queria jogo. E, logo aos 2, criou sua primeira chance com um chute forte, que parou em defesa de Muslera.

Porém, aos 9 minutos o goleiro uruguaio não conseguiu fazer nada, quando Fred lançou Neymar, que, dentro da área, dominou no peito e se livrou de Muslera para finalizar com liberdade. Com este gol o camisa 10 se tornou o vice-artilheiro da competição com 7 gols (1 a menos que o boliviano Marcelo Moreno).

E o Brasil queria mais, e conseguiu aos 17 minutos, quando Neymar chutou, Muslera defendeu parcialmente e Raphinha aproveitou para ampliar.

A equipe comandada por Tite ainda tentou chegar ao terceiro no restante da etapa inicial, mas ele só veio aos 12 minutos do segundo tempo. E o gol foi fruto da parceria entre Neymar e Raphinha. Em jogada de velocidade, o camisa 10 enfiou em profundidade para o camisa 19, que avançou e bateu cruzado de esquerda.

Aos 31 minutos o Uruguai ainda conseguiu descontar com um belo gol, em cobrança de falta, do artilheiro Luis Suárez. Mas a noite era mesmo da seleção brasileira, que ampliou aos 37 minutos graças a gol de cabeça de Gabriel Barbosa, que aproveitou lindo lançamento de Neymar para fechar o placar.

Próximos compromissos

O Brasil volta a jogar pelas Eliminatórias para a Copa em Novembro, quando enfrenta a Colômbia e a Argentina.

O São Paulo empatou em 1 a 1 com o Ceará, na noite desta quinta-feira (14) no estádio do Morumbi, na partida que marcou a reestreia do técnico Rogério Ceni pelo Tricolor.

Com o resultado na partida que encerrou a 26ª rodada do Campeonato Brasileiro, o São Paulo ficou na 13ª posição com 31 pontos. Já o Vozão é o 14º, com 30.

Sob o comando de Ceni, o Tricolor mostrou mais vontade desde o início, criando a primeira oportunidade clara com Igor Gomes no primeiro minuto. O tempo foi passando, e o São Paulo desperdiçando chances.

E, como diz o ditado, quem não faz leva. Aos 22 minutos o volante Fabinho aproveitou sobra de bola na entrada da área e pegou forte, de primeira, para marcar um belo gol para o Ceará.

Com a desvantagem no marcador, o time do Morumbi continuou pressionando em busca do gol, mas pecava demais nas finalizações. Assim, o empate veio apenas após o intervalo, aos 6 minutos, quando Luiz Otávio errou no corte da bola, que fico com Calleri, que bateu duas vezes para vencer o goleiro Richard. As oportunidades continuaram aparecendo de lado a lado, mas as duas equipes falharam nas finalizações, o que manteve o empate até o minuto final.

O São Paulo volta a jogar pelo Brasileiro na próxima segunda (18), quando faz clássico com o Corinthians. Um dia antes o Ceará recebe o Bragantino no Castelão.

Vitória na Arena Pantanal

Na outra partida do Brasileiro desta quarta o Cuiabá superou o Sport por 1 a 0, na Arena Pantanal, graças a gol de Elton, em cobrança de pênalti.

Com o triunfo o Dourado sobe para a 9ª posição com 34 pontos. Já a equipe pernambucana fecha a rodada na 18ª posição com 26 pontos. O Cuiabá volta a jogar pela competição no domingo (17), quando visita o Flamengo. No mesmo dia o Sport recebe o Santos.

A chuva e os fortes ventos que atingiram o município de Dourados nesta sexta-feira (15) causaram diversos danos. Foram registradas até o momento mais de 100 ocorrências de árvores caídas pela cidade. Muitas ruas e avenidas estão interditadas.

A Semsur (Secretaria Municipal de Serviços Urbanos) solicita a população douradense que tenha muito cuidado ao transitar pelas ruas da cidade.

As principais ruas interditadas no momento são:

Marcelino Pires (Em frente ao clube Ubiratan e próximo a Praça Antônio João)

Joaquim Teixeira Alves (Próximo ao Shopping Avenida Center)

Rua Ponta Porã (Próximo a Escola Celso Muller)

Cruzamentos das Ruas Monte Alegre e Aquidauana.

Rua Hayel Bon Faker com pontos interditados.

Rua Hayel Bon Faker sentido Bairro Jardim Europa, interditado por instabilidade na pista próximo a Igreja São Carlos.

Além disso, muitos semáforos não estão funcionando devido a instabilidade da energia elétrica.

Uma parte do asfalto sobre o córrego Laranja Doce, na Avenida Hayel Bon Faker, cedeu e bloqueou o trânsito na região do BNH III Plano, sentido no Norte de Dourados. 

O prefeito de Dourados, Alan Guedes, decretou na tarde desta sexta-feira (15) situação de emergência no município devido às fortes chuvas que atingem a cidade.

“Devido aos diversos danos ocasionados pelo temporal se fez necessário esta medida emergencial”, explica o prefeito. O decreto vale até o reestabelecimento da ordem pública.

A Prefeitura disponibilizou, emergencialmente, o telefone (067) 98426-1010 para as demandas na cidade. Ainda não há um balanço parcial das ocorrências de quedas de árvores em Dourados, as demandas estão sendo registradas e as equipes enviadas aos locais, de acordo com a emergência e gravidade dos registros.

A Defesa Civil e a Semsur (Secretaria Municipal de Serviços Urbanos) já estão atuando em diversos pontos da cidade e fazendo o monitoramento de outros locais críticos. A Guarda Municipal e a Agetran estão mapeando e sinalizando regiões onde há problemas de circulação de pessoas e veículos.

A Central de Atendimento telefônico da Guarda Municipal e da Defesa Civil de Dourados foi atingida pelo temporal que marcou o início da tarde desta sexta-feira (15). Os trabalhos de reparo já foram iniciados, porém ainda não há uma previsão para a conclusão dos serviços.

Por conta disso, a Prefeitura de Dourados disponibilizou, emergencialmente, o telefone (067) 98426-1010 para as demandas na cidade. Ainda não há um balanço parcial das ocorrências de quedas de árvores em Dourados, as demandas estão sendo registradas e as equipes enviadas aos locais, de acordo com a emergência e gravidade dos registros.

Integrantes da cúpula da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia do Senado mudaram, mais uma vez, a estratégia para os últimos depoimentos a serem tomados antes do término dos trabalhos do colegiado. Em uma sessão remota na manhã desta sexta-feira (15) foram aprovados os requerimentos de convocação do integrante do Conselho Nacional de Saúde (CNS) Nelson Mussolini, além de convites a pessoas que perderam entes queridos para a pandemia.

Mesmo com a troca na escolha de depoentes, a apresentação do voto do relator Renan Calheiros (MDB-AL) está mantida para terça-feira (19) e a votação do parecer, para o dia 20 de outubro.

A ideia é que já na segunda-feira (18) pela manhã Mussolini esclareça se houve algum tipo de pressão ou interferência do governo na decisão tomada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias do Sistema Único de Saúde (Conitec), na semana passada, de adiar a análise de um estudo que poderia condenar o tratamento precoce em pacientes diagnosticados com covid-19.

Na semana passada, como último depoimento técnico, a CPI chegou a anunciar que ouviria o pneumologista Carlos Carvalho, mas a ideia acabou descartada. Segundo o vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), o relatório de Carvalho ainda não está público para que seja entregue aos senadores, o que justifica a convocação de integrantes da Conitec para abordar a reunião em que o estudo seria analisado.

Ainda na reunião de hoje, mais três pessoas também tiveram requerimentos de convocação aprovados, mas não devem ser chamadas para falar aos senadores. Na lista estão os representantes da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Carlos Eduardo Menezes de Rezende; do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Elton da Silva Chaves; e do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Luiz Cláudio Lemos Correa, todos membros da Conitec.

Segundo Randolfe Rodrigues (Rede-AP), para encerrar de vez a fase de oitivas no colegiado, parentes de vítimas da pandemia serão ouvidas também na próxima segunda-feira, a partir das 16h. O vice-presidente da CPI avaliou ainda que “a presença delas é uma forma de se dar voz a milhares de outras famílias brasileiras que foram dilaceradas pela covid-19". Os convidados representam as cinco regiões do país. Além destes convidados, devem comparecer ao Senado na próxima segunda-feira um representante da organização não governamental (ONG) Rio de Paz e o taxista Marcio Antônio do Nascimento Silva, que perdeu o filho para a covid-19.

A Câmara de Dourados recebeu na manhã desta sexta-feira (15), o projeto da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) para o exercício financeiro de 2022. A peça orçamentária prevê receita e despesas da ordem de R$ 1.292 bilhão, “um recorde”, segundo definiu o prefeito Alan Guedes (PP), que fez a entrega da peça ao presidente da Câmara, Laudir Munaretto (MDB), na presença da maioria dos vereadores e técnicos do legislativo e do executivo.

O orçamento para 2022 teve aumento de 10,83%, se comparado com o de 2021, que foi de R$ 1.164 bilhão. O prefeito disse que 51% da previsão de receita para o próximo exercício são de recursos próprios do município. Ele também anunciou que do total do orçamento, R$ 1,9 milhão serão para as emendas impositivas, que assegura a cada um dos 19 vereadores o direito de indicar R$ 100 mil em recursos para serem aplicados em saúde, educação, assistência social e segurança pública, por exemplo.

Junto com o projeto da LDO, o prefeito também entregou ao Legislativo o PPA (Plano Plurianual) para o período de 2022 a 2025. O Plano estabelece as medidas, gastos e objetivos a serem seguidos pela administração ao longo de quatro anos, tendo previsão legal no artigo 165 da Constituição Federal.

Alan explicou que este ano houve mudança na sistemática da elaboração do PPA, o que possibilitou a elaboração de um “orçamento real”, com aplicação mais efetiva dos recursos.

Laudir Munaretto avaliou a presença do prefeito e equipe técnica para entrega da peça orçamentária como “momento importante para a cidade” e vislumbrou que Dourados será diferente nos próximos anos a partir de investimentos importantes que vêm sendo anunciados a cada dia pelo poder público local. “São 126 milhões a mais para serem aplicados no desenvolvimento de Dourados e a administração municipal pode contar com o apoio desta Casa de Leis para, juntos, tornarmos nossa cidade mais bela e respeitada”, pontuou o presidente da Câmara.

Também participaram do ato os vereadores Juscelino Cabral, Rogério Yuri, Daniela Hall, Sergio Nogueira, Jânio Miguel, Edson Souza, Fabio Luis, Daniel Junior, Marcão Sepriva, Elias Ishy e Márcio Pudim. Todos manifestaram confiança e apoio à gestão municipal e destacaram o respeito, consideração e parceria, como fatores importantes para colocar Dourados definitivamente nos trilhos do desenvolvimento pleno.

A Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) prorrogou as medidas de funcionamento do Legislativo. O Ato 23/2021 foi publicado nesta quinta-feira (14) e pode ser conferido na íntegra neste link. Permanece proibido, até 22 de dezembro, o atendimento ao público externo nas dependências da ALEMS e a realização, de forma presencial, de eventos coletivos com a presença de público externo.

Além disso, serão mantidas de maneira mista (presencial e remota) as sessões do Plenário; as reuniões da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR); e as reuniões das demais Comissões de Mérito. Também está prevista a continuidade da transmissão ao vivo, pela Rádio e TV ALEMS, dos eventos do Parlamento. Os cidadãos ainda podem acompanhar as atividades pelo Youtube e Facebook da Casa de Leis.

As audiências públicas, depois de aprovadas pelo Plenário, poderão ser realizadas de forma remota, permitida apenas a presença dos deputados estaduais de forma presencial. Conforme consta no Ato, fica restabelecido, a partir de 16 de outubro, o transcurso do prazo de tramitação da Comissão Parlamentar de Inquérito da Energisa (2019).

Continua obrigatório o uso de máscaras hospitalares ou de tecido no âmbito da ALEMS; e de álcool gel no ingresso nas dependências da Casa de Leis.

Com o início iminente de operações de transporte de cargas pela Rota Bioceânica – que ligará o Brasil aos portos do Chile por via rodoviária, passando por Mato Grosso do Sul – um setor específico precisa de investimentos urgentes para dar suporte a essa demanda: a cadeia de armazenamento de frios. Com esse objetivo, foi encomendado um estudo para identificar a dimensão desse investimento em diferentes projeções de fluxo.

O estudo foi encomendado pela CEPAL (Comissão Econômica para América Latina e Caribe), organismo ligado à ONU (Organização das Nações Unidas) e pelo Ministério das Relações Econômicas do Brasil, e conduzido pelo Departamento de Engenharia de Produção da UFSCar (Universidade Federal de São Carlos), sob coordenação dos professores Mário Batalha,  Marcelo José Carrer e Alexandre Borges Santos. O trabalho foi apresentado durante reunião virtual, nessa quinta-feira (14).

A reunião foi conduzida pelo secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), Jaime Verruck, com a participação também do diretor adjunto da Divisão de Recursos Naturais e Infraestrutura da CEPAL, Ricardo Sanchez; ministro João Carlos Parkinson de Castro, do Ministério das Relações Exteriores; e do assessor de Logística da Semagro, Lúcio Lagemann. Estavam presentes representantes de empresas de transporte e logística de Mato Grosso do Sul, entre outros potenciais investidores.

“Esse é um dos problemas que estamos identificando, dentro da série de estudos encomendados para avaliar o potencial da Rota Bioceânica. Será necessário estruturar toda uma cadeia de armazenagem e transporte de frios. São estruturas com capacidade para armazenar produtos perecíveis e que têm necessidade de refrigeração, como carnes, sementes, produtos lácteos, frutas”, disse Verruck.

“Uma cadeia de frio (cold chain) pode ser vista como um encadeamento de operações logísticas e produtivas que permitem a produção, transporte, armazenagem e distribuição de alimentos, fármacos, imunobiológicos, insumos agropecuários, cosméticos e outros produtos termossensíveis, em temperaturas controladas. Para a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), uma cadeia do frio compreende as etapas de pré-resfriamento, armazenamento, transporte, distribuição, varejo e refrigeração doméstica (FAO, 2015). Assim, uma cadeia do frio voltada para a produção de alimentos tem o objetivo de mantê-los salubres, com características nutricionais preservadas e com boas qualidades organolépticas”, descrevem os pesquisadores.

Essa parte do estudo analisa apenas o trecho da Rota que passa por Mato Grosso do Sul, dialogando com algumas estruturas existentes em Goiás. A partir desse levantamento, será estendido para todo o trecho que atravessa Paraguai, Argentina até chegar ao Chile. O secretário explica que Mato Grosso do Sul tem se adiantado no esforço para detectar os gargalos e buscar soluções que tornem a Rota viável do ponto de vista operacional.

“Estamos avaliando também as áreas alfandegadas que precisam de uma estrutura de frios adequada, área portuária, porto seco. Portanto, vamos ter um crescimento da demanda de toda essa armazenagem em frio. E sinalizar com algumas ações de políticas públicas para que a gente possa avançar tanto na implantação de novos empreendimentos, quanto na capacitação para operar esses empreendimentos, atrair novos investidores e estabelecer linhas de crédito específicas para isso.”

Essa deficiência na cadeia de armazenamento de frios em geral não é restrita a Mato Grosso do Sul, mas do Brasil em geral, conforme mostrou o estudo, fazendo um comparativo com o suporte existente em países como China e Estados Unidos. Quanto ao Mato Grosso do Sul, está avançando de forma consistente a indústria de frios (bovinos, suínos, aves, peixes) e também de sementes, o que já cria demanda para esses investimentos.

O Banco Central (BC) aprovou nesta quinta-feira (14) novas regras para o relacionamento entre administradoras de consórcio e clientes. Na Resolução aprovada, as administradoras de consórcio serão obrigadas a elaborar e implementar política institucional de relacionamento com clientes e usuários. Essa política deverá estar baseada nos princípios de ética, responsabilidade, transparência e diligência.

Além disso, a nova regulamentação consolida outras regras de transparência já exigidas para esses segmentos. Tendo em conta as novas exigências, a norma entrará em vigor em 1º de outubro de 2022. Segundo o BC, “tempo necessário para que sejam implementadas”.

Com isso, todas as instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central passam a ser sujeitas às mesmas exigências relativas ao relacionamento com clientes e usuários. “Busca-se com isso, aprimorar essa relação, alinhando os interesses das instituições aos de seus clientes”, afirmou o BC.

O presidente Jair Bolsonaro afirmou na noite desta quinta-feira (14) que determinará ao Ministério de Minas e Energia (MME) que altere a bandeira tarifária de energia elétrica para rebaixá-la a um valor menor a partir do mês que vem. A declaração foi feita durante discurso na Conferência Global Millenium, um evento que reúne igrejas evangélicas.  

"Estávamos na iminência de um colapso. Não podíamos transmitir pânico à sociedade. Dói a gente autorizar o ministro Bento [Albuquerque], das Minas e Energia, a decretar a bandeira vermelha. Dói no coração, sabemos da dificuldade da energia elétrica. Vou determinar que ele volte à bandeira normal a partir do mês que vem", disse o presidente, sem entrar em detalhes sobre qual seria a redução pretendida.  

O país enfrenta a maior crise hídrica em 91 anos, o que tem afetado os reservatórios das usinas hidrelétricas. Neste cenário, o custo de energia aumenta porque é preciso acionar as usinas termoelétricas, que são mais caras. Em agosto, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou a criação de uma nova bandeira tarifária na conta de luz, chamada de bandeira de escassez hídrica. A taxa extra passou a ser de R$ 14,20 para cada 100 kilowatt-hora (KWh) consumidos e entrou em vigor a partir do dia 1º setembro, permanecendo vigente até abril do ano que vem.

Criada em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica e é dividida em níveis. Elas indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, significa que a conta não sofre nenhum acréscimo.

A bandeira amarela significa que as condições de geração de energia não estão favoráveis e a conta sofre acréscimo de R$ 1,874 por 100 kWh consumido. A bandeira vermelha mostra que está mais caro gerar energia naquele período. A bandeira vermelha é dividida em dois patamares. No primeiro patamar, o valor adicional cobrado passa a ser proporcional ao consumo na razão de R$ 3,971 por 100 kWh; o patamar 2 aplica a razão de R$ 9,492 por 100 kWh. Acima da bandeira vermelha, está a bandeira escassez hídrica, atualmente em vigor.

Mais cedo, o ministro Bento Albuquerque reiterou que o país não corre risco de racionamento de energia devido à grave crise hídrica. Segundo ele, desde o ano passado o governo tem monitorado a situação e tomado as medidas necessárias para garantir o abastecimento de energia. A declaração foi feita durante a abertura da 40ª edição do Encontro Nacional de Comércio Exterior (ENAEX) 2021, promovido pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).

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