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PSL terá "poucos" e "bons" candidatos em Mato Grosso do Sul, diz senadora

Politica
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Depois da "onda Bolsonaro" que elegeu dois deputados estaduais, dois deputados federais e uma senadora em Mato Grosso do Sul na eleição de 2018, o PSL aposta na bandeira conservadora para eleger "poucos" e "bons" candidatos na disputa municipal deste ano. Desta vez, sem o nome do presidente, Jair Bolsonaro, que deixou a legenda em novembro do ano passado.

"A transferência de votos foi fundamental, mas a vida tem que andar", disse a presidente do PSL em Mato Grosso do Sul, a senadora Soraya Thronicke (PSL). Ela adiantou que o partido vai lançar candidatura nas principais cidades do Estado. "Teremos candidatos em menos cidade, mas nomes com mais qualidade", explicou a parlamentar.

Segundo ela, a sigla irá disputar a prefeitura em pelo menos 14 cidades no Estado, entre elas Campo Grande, Dourados, Corumbá, Ponta Porã e Três Lagoas.

O deputado estadual Renan Contar é cotado para a disputa na Capital. "O nome dele está certo", garantiu a senadora. Apesar de estar na lista de possíveis nomes do partido, Contar foi um dos parlamentares de Mato Grosso do Sul que anunciou a saída da legenda em novembro, após a saída de Bolsonaro. Eleito pela primeira vez em 2018, o deputado foi incisivo no posicionamento. “Eu sigo o líder”, afirmou na época referindo-se ao presidente.

Para completar a chapa na disputa a prefeitura, a senadora adiantou que o partido articula o nome do candidato a vice-prefeito, mas não revelou quem é. "É uma pessoa de conduta bem ilibada", disse. A definição depende da situação do nome cotado, que pode ir para o PSL ou permanecer no seu partido, possibilitando uma coligação.

Já para a disputa por cadeiras nas câmaras municipais do Estado, o partido segue o caminho contrário. A senadora aponta que a legenda tem "muitos nomes" para vereadores. "Nosso desafio é lançar mais de 30% de candidatas mulheres, não quero lançar o mínimo", explicou. Os candidatos que irão disputar o legislativo municipal serão preparados. Segundo ela, quem for disputar a eleição terá acesso a materiais de liberalismo econômico, por exemplo.

Ao lado de Jair Bolsonaro, Soraya Thronicke, eleita para o Senador, posa para foto (Foto: Facebook/Divulgação)

Sem Bolsonaro - O presidente Jair Bolsonaro anunciou no final do ano passado que iria deixar a legenda No dia 19 de novembro, ele assinou a desfiliação do PSL e poucos dias depois realizou, em Brasília, um ato de lançamento do novo partido: o Aliança pelo Brasil.