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Os candidatos à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) - Tânia Regô / Marcelo Camargo / Agência Brasil

Politica

O dia hoje (18) deve ser de definições para os dois candidatos à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). É esperada para a tarde a avaliação de uma junta médica sobre o estado de saúde de Bolsonaro. A partir desses exames, o candidato do PSL disse que decidirá sobre sua participação em debates e viagens para fora do Rio de Janeiro.

Depois do ataque que sofreu em 6 de setembro, quando levou uma facada na barriga, Bolsonaro está com uma colostomia, o que exige cuidados e mais atenção em situações de aglomeração de pessoas e eventual tumulto. Nos últimos dias, o candidato indicou que pode participar de dois debates até o segundo turno das eleições.

Candidatos à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).
Os candidatos à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) - Tânia Regô / Marcelo Camargo / Agência Brasil

Haddad tem cobrado a participação do adversário nos debates. Segundo ele, quer “olhar olho no olho” de Bolsonaro. A junta médica deve ir ao Rio, na casa do candidato do PSL, como fez na semana passada. São médicos que o acompanharam no Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

O candidato do PT tem encontro, em São Paulo, com o grupo denominado Juristas pela Democracia, que reúne magistrados que apoiam seu nome neste segundo turno. Ao longo do dia, ele ainda tem conversas com grupos de defesa dos animais e concede entrevistas exclusivas para emissoras de rádio e televisão.

Haddad deve ir amanhã (19) ao Rio e no fim de semana ao Nordeste. Os locais do Nordeste ainda vão ser definidos, mas ele deve escolher o Piauí, a Bahia e o Maranhão, onde os governadores são aliados do PT.

 

Agencia Brasil

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Politica

A menos de três meses do fim do seu governo, o presidente Michel Temer afirmou que o país saiu da recessão graças a medidas tomadas por ele e sua equipe. Em solenidade no Palácio do Planalto, Temer mencionou a crise econômica em que o país estava mergulhado quando ele assumiu a Presidência da República e lembrou as medidas de ajuste adotadas desde então.

O presidente Michel Temer entrega a medalha da Ordem Nacional do Mérito Científico ao diretor do Museu Nacional, Alexander Kellner, junto ao ministro de Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab.
O presidente Michel Temer entrega a Ordem Nacional do Mérito Científico ao diretor do Museu Nacional, Alexander Kellner. Ao lado, o ministro da Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab. - Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

“A irresponsabilidade do presente sempre se paga no futuro, e com juros. E, desde a primeira hora do governo, promovemos um ajustamento fiscal, promovemos um ajustamento fiscal que nos permite derrubar inflação, derrubar imposto, como fizemos. Criamos condições para essas reduções, e isso está dando resultado. Vencemos a recessão e já voltamos a crescer”, disse o presidente.

Temer discursou na solenidade de entrega da Ordem Nacional do Mérito Científico. Foram concedidas honrarias a 85 personalidades, entre pesquisadores, professores e dirigentes de entidades, entre outros. “A simbologia maior desse crescimento foi o dia de hoje, quando pudemos fazer essa premiação. […] O lugar que nosso país ocupa, e ocupará, neste mundo depende da nossa capacidade de alcançar a vanguarda da pesquisa científica”, acrescentou Temer.

A Ordem Nacional do Mérito Científico é a mais importante condecoração do setor público na área científica e tecnológica. As últimas condecorações foram entregues há cinco anos, e estão sendo retomadas hoje. Os condecorados foram escolhidos por uma comissão de nove membros, designados pelo chanceler Aloysio Nunes Ferreira, pelo ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab; e por membros da Academia Brasileira de Ciências e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência.

“Nós temos uma das principais soluções dos problemas do Brasil no investimento na pesquisa, ciência, inovação e nos recursos humanos nas nossas universidades para formação de bons quadros. Hoje foram homenageados brasileiros ilustres, que deram parte da sua vida em favor do desenvolvimento de bons projetos, boas ideias”, disse o ministro Kassab.

 

Agencia Brasil

Foto - Divulgação

Politica

O Ibope divulgou nesta segunda-feira (15) o resultado da primeira pesquisa do instituto sobre o segundo turno da eleição presidencial. O levantamento foi realizado na sábado (13) e domingo (14), e tem margem de erro de 2 pontos, para mais ou para menos.

Nos votos válidos, os resultados foram os seguintes: 
  • Jair Bolsonaro (PSL): 59%
  • Fernando Haddad (PT): 41% 
 
Pesquisa Ibope - 15 de outubro - segundo turno da eleição presidencial — Foto: Arte/G1
Pesquisa Ibope - 15 de outubro - segundo turno da eleição presidencial — Foto: Arte/G1

Para calcular os votos válidos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição. Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa de 50% dos votos válidos mais um voto. 

Votos totais 

Nos votos totais, os resultados foram os seguintes: 

  • Jair Bolsonaro (PSL): 52%
  • Fernando Haddad (PT): 37%
  • Em branco/nulo: 9%
  • Não sabe: 2% 

 

Sobre a pesquisa 
  • Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
  • Entrevistados: 2506 eleitores em 176 municípios
  • Quando a pesquisa foi feita: 13 e 14 de outubro
  • Registro no TSE: BR‐01112/2018
  • Nível de confiança: 95%
  • Contratantes da pesquisa: TV Globo e "O Estado de S.Paulo"
  • O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

 

G1

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