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Foto - Osvaldo Duarte

Dourados

Paulo Angelo da Silva, 39, morreu no início da tarde deste sábado (9) após colidir a motocicleta em que estava contra uma árvore.

O acidente ocorreu na rua Ponta Porã, próximo ao cruzamento com a rua Pedro Celestino, em Dourados. 

De acordo com o apurado no local, a vítima seguia numa Honda Biz pela via, quando perdeu o controle da moto e acabou chocando-se contra a guia de meio-fio e posteriormente contra a árvore. 

O Corpo de Bombeiros chegou a ser acionado, mas Paulo morreu antes do socorro. 

A polícia investiga o caso. 

 

 

Dourados News

Foto - Osvaldo Duarte

Dourados

José Aparecido de Souza, 46, é o motorista que morreu após o acidente registrado no início da noite de ontem (8) em Dourados. Ele seguia com a família na 5ª linha, sobre a ponte do córrego Laranja Lima, quando acabou perdendo o controle do veículo e caiu na água.

A esposa dele, Laurentina Bispo dos Santos, está internada em estado grave. Além dela estavam no carro também os filhos do casal, um menor de 11 anos, Janaína Bispo de Souza, 23, e o genro Bruno Caravanti Osório, 25.

Eles estavam a bordo de um Ford Corcel de cor verde, ano 79, com placas BHB 6767. José seguia no sentido Cruzaltina/Vila Vargas com uma carretinha atrelada ao veículo. Eles estariam indo buscar um porco. 

Numa descida José teria desligado o carro, estratégia utilizada por motoristas para economia de combustível, quando o volante do veículo travou e ele perdeu o controle da direção. 

O carro então acabou caindo no córrego. José e Laurentina ficaram submersos na água e informações que ainda estão sendo apuradas pela perícia apontam que o condutor pode ter morrido por afogamento, já que não foram encontradas lesões no corpo dele. A mulher está em estado grave justamente por ter ingerido muita água.

O Corpo de Bombeiros e o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) estiveram no local. A esposa do motorista foi levada ao Hospital da Vida onde está sob supervisão médica.

As circunstâncias da morte e do acidente estão sendo apuradas pela polícia. O laudo pericial deve sair em breve e atestar se de fato José morreu por afogamento após não conseguir sair da água.

 

Dourados News

Foto - Osvaldo Duarte -Dourados News - Arquivo

Dourados

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça (26), a segunda fase da Operação Nepsis, que mira esquema de contrabando de cigarros. Nesta etapa, são cumpridos um mandado de prisão preventiva e três mandados de busca e apreensão no município de Dourados.

A ação tem objetivo de buscar elementos de prova e prender um homem que se passava falsamente por policial federal, a fim de solicitar propinas da Organização Criminosa desmantelada na primeira fase, em 22 de setembro do ano passado.

Na época, vários policiais rodoviários federais acabaram levados à delegacia da PF em Dourados em cumprimento a ordens judiciais. 

De acordo com a PF, a organização investigada formou um verdadeiro consórcio de grandes contrabandistas, com a criação de uma sofisticada rede de escoamento de cigarros contrabandeados do Paraguai. 

Os produtos entravam no país pela fronteira do Mato Grosso do Sul, a qual se estruturava em dois pilares: um sistema logístico de características empresariais e, ainda, a corrupção de policiais cooptados para participar do estratagema criminoso.

O preso foi indiciado pelos crimes de Organização Criminosa (art. 2º da lei n. 12.850/2013) e Tráfico de Influência (art. 332 do Código Penal).

NEPSIS

Segundo a mitologia grega, “Nepsis” significa vigilância interior, estado mental de atenção plena. A operação foi assim batizada em alusão ao cuidado necessária para se combater as sofisticadas atividades criminosas ligadas ao contrabando e à vigilância em relação à própria atividade de fiscalização estatal para conter a corrupção de servidores públicos.

 

Dourados News

Casal viajava o Brasil fazendo furtos em agência bancárias - Foto: Foto: Valdenir Rezende / Correio do Estado

Campo Grande

Juan Daniel da Silva Capzzello, de 33 anos, e Andréia Pereira dos Anjos, de 22, foram presos por policiais  da Delegacia Especializada em Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros (Garras), suspeitos de sete furtos a bancos em Campo Grande, nos dias 2 e 3 de fevereiro.

Conforme o delegado João Paulo Sartori, responsável pela investigação, a prisão aconteceu na segunda-feira (25), em um motel na cidade de São Paulo (SP), de onde a dupla é natural. Eles teriam gasto cerca de R$ 700 no local.

“Ele [Juan] é casado e tinha um relacionamento extraconjugal com essa menina [Andréia], que acompanha ele em todas as viagens, inclusive fazia as reservas dos hotéis no nome dela, pagava as contas com o cartão dela. Ela disse que fica com 15% do valor aferido”, disse o delegado.

Os furtos de envelopes de depósitos eram feitos com auxílio de placas de MDF e fita adesiva dupla face, que eram usados para “pescar” os envelopes. De acordo o delegado, o casal chegava na agência e aguardava o momento em que os locais ficavam vazios, geralmente aos fins de semana.

O dinheiro que eles levaram das agências de Campo Grande não foi encontrado. Os criminosos também realizaram furtos em cinco cidades do Paraná, em duas em Santa Catarina e em três em Mato Grosso. Há suspeitas que também atuaram em municípios nordestinos.

O casal foram presos e trazidos para Campo Grande, onde as prisões preventivas dos dois já foram solicitadas à Justiça, que responderá por furto qualificado.

 

Correio do Estado

Duas viaturas estão na Fiems desde hoje de manhã

Campo Grande

Duas equipes da Polícia Federal cumprem dois mandados de busca e apreensão em Campo Grande,  na sede da Fiems, localizado na Avenida Afonso Pena, na manhã desta terça-feira (19). As buscas estão sendo executadas após investigações apontarem que um grupo de empresas está sob o controle de uma família desde 2002, executando contratos firmados por meio de convênios com o Ministério do Turismo e entidades paraestatais do intitulado sistema “S”.  

Com isso, a Operação Fantoche foi desencadeada e os policiais estão nas ruas desde hoje cedo, em sete Estados, incluindo a Capital de Mato Grosso do Sul. Segundo a Polícia Federal, com a colaboração do Tribunal de Contas da União, a forma que a empresa atuava é sempre igual aos outros crimes contra a administração pública, fraudes licitatórias, associação criminosa e lavagem de ativos.

Em resumo, consiste na utilização de entidades de direito privado sem fins lucrativos para justificar celebração de contratos e convênios diretos com o Ministério convenente e Unidades do Sistema S, contratos voltados à execução de eventos culturais e de publicidade superfaturados e com falta de execução parcial, sendo os recursos desviados depois em favor do núcleo empresarial por meio de empresas de fachada.  

A estimativa é que o grupo já tenha recebido mais de R$ 400 milhões, desses contratos. Ao todo, são 213 policiais federais e oito auditores do TCU,  cumprindo 40 mandados de busca e apreensão e 10 mandados de prisão temporária, nos estados de Pernambuco, Minas Gerais, São Paulo, Paraíba, Distrito Federal, Alagoas e aqui no Estado.

As prisões e as buscas e apreensões, foram determinadas pela 4ª Vara Federal da Seção Judiciária de Pernambuco, que ainda autorizou o sequestro e bloqueio de bens e valores dos investigados. 

Operação aconteceu durante essa madrugada: toda a bebida de um dos bares foi apreendida - Foto: Divulgação

Campo Grande

Operação conjunta entre polícias Civil e Militar, Conselho Tutelar e fiscais da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e Gestão Urbana (Semadur) flagrou adolescentes consumindo bebidas alcoólica em dois bares de Campo Grande. A ação ocorreu na madrugada de ontem e, além do consumo de bebidas por adolescentes, também teve como alvo o crime de poluição sonora. A primeira abordagem ocorreu na região da Mata do Segredo. Depois de constatada a presença de adolescentes, toda a bebida do bar foi apreendida. A polícia também encontrou papelotes de droga no chão.

Adolescentes embriagados também foram flagrados em outro bar, na região do Jatiuca Park. A constatação da embriaguez dos adolescentes foi feita por meio do bafômetro, aplicado por agentes do Batalhão de Trânsito que participaram da operação.  Conforme informações da Polícia Militar, todos os responsáveis foram detidos e encaminhados para a delegacia da Polícia Civil por descumprimento do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). 

POLUIÇÃO SONORA

Além da presença de adolescentes, o bar, situado no bairro Vila Manoel da Costa Lima, foi autuado por poluição sonora. Conforme informações da Polícia Militar Ambiental (PMA), a pressão de som emitida pela aparelhagem instalada  foi de 100,7 decibéis, quando a potência permitida para o horário e região é de 45 decibéis. “Esse bar já havia sido alvo de outras denúncias”, completou o tenente-coronel Ednilson Paulino Queiroz, responsável pela comunicação da PMA.

Toda a aparelhagem de som, explicou o oficial, foi apreendida e duas pessoas, autuadas administrativas e multadas pela PMA em R$ 5 mil cada um. Eles responderão por crime ambiental de poluição sonora. Os infratores poderão pegar pena de um a quatro anos de reclusão. Além disso, poderão perder a aparelhagem apreendida, que passa a ser material de crime.

“Essa operação teve como alvo todas as questões que envolvem ordem pública e social. A nossa participação foi referente à poluição sonora, mas tivemos a averiguação da questão de trânsito, de adolescentes consumindo bebidas alcoólicas. Foi uma grande operação, que contou com a participação de várias instituições”, completou Queiroz.

 

Correio do Estado

Participaram da ação policiais da PMA, 9º Batalhão, 11ª Companhia, Batalhão de Trânsito, Policiais Civis das delegacias Especializada de Ordem Política e Social (Deops) e da Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente, fiscais da Semadur e Conselho Tutelar.

Em nota, a PM reforçou que são proibidas a entrada e a permanência de menores de dezoito anos, quando desacompanhados dos pais, em boates, bailes, festivais, promoções dançantes e eventos assemelhados, incluindo bailes carnavalescos e réveillon, exceto mediante o alvará judicial. O número de adolescentes acolhidos não foi divulgada.

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