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Testemunha de atentado contra prefeito é executada ao sair de delegacia

Foto - A Gazeta News

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Homem, que não teve a identidade divulgada pela polícia, foi executado na manhã deste domingo (17), em Paranhos. A vítima havia acabado de sair da delegacia, onde prestou depoimento sobre atentado contra o prefeito da cidade Dirceu Bettoni (PSDB). 

Na noite do dia 14 de junho, Dirceu estava em sua caminhonete e, ao chegar em casa, foi surpreendido por criminosos e atingido por três tiros. Suspeitos fugiram sem roubar nada, mas acabaram presos ontem a noite.

De acordo com a Polícia Civil, o homem foi executado a tiros, a duas quadras de distância da delegacia. Testemunhas informaram que os suspeitos estavam num veículo branco e já passaram atirando.

Policiais da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros (Garras) já estavam na cidade investigando atentado contra o prefeito Dirceu Bettoni e agora apuram a execução.

PRISÃO

Casal suspeito de atentado contra o prefeito foi preso na noite de ontem (16), três dias após o crime, quando tentava fugir para Campo Grande. Eles foram encontrados na BR-163, em Rio Brilhante.
Eles foram capturados pelo Garras e identificados como Gabriel Queiroz, 26 anos, que disparou contra o prefeito e a mulher, Djuly Priscilla Couto, 28 anos.

Segundo informações do delegado Fábio Peró, no dia do crime, Gabriel pilotou uma motocicleta e a abandonou em certo local da cidade. Depois, ele entrou em um carro Gol conduzido pela esposa e ambos estavam fugindo para Campo Grande.

O delegado relata que a polícia chegou até o casal pela moto abandonada. “Descobrimos essa moto e soubemos o carro em que eles estariam. Saímos em diligência com o intuito de encontrarmos com eles na estrada, foi quando abordamos o casal na rodovia BR-163 vindo para Campo Grande”, relata.

Os policiais abordaram o carro conduzido por Djuly. O suspeito tem várias passagens policiais, inclusive por disparo de arma de fogo. Ele relatou ter recebido R$ 20 mil para executar o crime.

O casal foi encaminhado para a delegacia de Polícia Civil de Paranhos. A motivação e o mandante do crime ainda não serão divulgados pela polícia para não atrapalhar a investigação, conforme Peró.

 

 

Correio do Estado