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Polícia investiga se quadrilha presa em Dourados tem envolvimento com facções

Polícia investiga se quadrilha presa em Dourados tem envolvimento com facções

A Polícia Civil investiga se a quadrilha desarticulada ontem (12) em Dourados, suspeita de pelo menos dois grandes assaltos, tem algum envolvimento com facções criminosas que atuam dentro dos presídios da região. Três pessoas acabaram presas após ação do SIG (Serviço de Investigações Gerais) e todos cumprem pena no Presídio Semiaberto da cidade.

Rodrigo dos Santos, 36, o 'Rodriguinho', Lucas Gabriel Miranda Ferreira, 24, conhecido como 'Boy' e Anderson Morais Ferreira, 22, o 'Colombiano', acabaram presos e encaminhados ao 1º Distrito Policial.

Eles possuem condenações por tráfico de drogas de 15, seis e quatro anos, resectivamente. Não é descartada a participação do grupo em outros roubos.

De acordo com o relatado pelo delegado do SIG, Mateus Zampieri, após assalto realizado numa empresa de refrigeração do município no final de junho, veja aqui, os policiais iniciaram as investigações.

Na tarde de terça-feira (11), duas pessoas invadiram e assaltaram casa lotérica na avenida Hayel Bon Faker. Nos depoimentos, as características batiam e levaram os agentes até Rodrigo, que estava morando numa favela nas proximidades da Embrapa Agropecuária do Oeste.

No local os policiais encontraram três aparelhos de telefone celular, balança de precisão, porções de maconha, 23 porções de crack. Duas motos foram apreendidas também.

Enquanto o flagrante era realizado, Lucas chegou e, ao avistar a equipe do SIG, tentou fugir. Houve perseguição e ele acabou caindo próximo ao Trevo da Bandeira. Já Anderson havia faltado no serviço, inclusive na data em que ocorreu um dos roubos e não saia mais do presídio.

Os três foram encaminhados ao 1º Distrito Policial de Dourados e indiciados pelos roubos, tráfico, receptação, associação ao tráfico e criminosa.

Anderson e Rodrigo acabaram reconhecido pelas vítimas como autores. Já Lucas era quem dava o suporte de fuga com a moto.

A arma utilizada nos crimes ainda não foi encontrada e a polícia não descarta a participação de outras pessoas, inclusive do interior de presídios do Estado.

 

 

 

 

 

 

fonte dourados news