Dourados-MS,
 Camara municipal-principal

Vários equipamentos foram destruídos pelas chamas - Foto: Bruno Henrique / Correio do Estado

Uma conveniência foi parcialmente destruída por incêndio, na manhã de hoje, no Aero Rancho, em Campo Grande. Prejuízo foi estimado em R$ 30 mil.

O estabelecimento é de propriedade do casal Ana Cláudia Monteiro Mussi, 30 anos, e Murilo Plínio de Oliveira Rosa, 23. Segundo ela, a conveniência foi fechada às 4h e, às 10h30, eles receberam ligações de vizinhos, informando que o local estava pegando fogo.

Corpo de Bombeiros foi acionado e, segundo os comerciantes, demorou uma hora para chegar e as chamas foram apagadas pelos próprios vizinhos, com uso de uma mangueira.

Dentro da conveniência estavam uma moto Biz, três freezers, computador, home theather e uma televisão.

Segundo Ana Cláudia, a suspeita é que o incêndio tenha sido causado por uma instalação elétrica mal feita. “Nós desligamos tudo, deixamos apenas um freezer ligado”, disse, acrescentando que apesar disso, o eletrodoméstico não foi atingido.

No momento do incêndio, não havia ninguém dentro do comércio. O estabelecimento abriu há seis meses e ficará fechado até a reconstrução dos estados.

 

Correio do Estado

PF cumpre mandados em Mato Grosso do Sul

A Polícia Federal deflagrou hoje (11) a Operação Ross, que tem como objetivo investigar o recebimento de vantagens indevidas por parte de três  senadores da República e três deputados federais, entre os anos de 2014 e 2017. 

Aproximadamente 200 policiais federais cumprem 24 mandados de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, e realizam 48 intimações para oitivas.  Os alvos estão no Distrito Federal e nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Rio Grande do Norte, Mato Grosso do Sul, Tocantins, e Amapá. Ainda não há detalhes sobre os locais de cumprimento em território sul-mato-grossense.

De acordo com o Globo, imóveis do senador Aécio Neves e de Andréa Neves, irmã dele, foram alvos de mandados de busca e apreensão em Minas Gerais e no Rio de Janeiro. O deputados federais Paulinho da Força (SD-SP), Benito da Gama (PTB-BA) e Cristiane Brasil (PTB-RJ), bem como os senadores Agripino Maia (DEM-RN) e Antonio Anastasia (PSDB-MG) também são investigados.

As vantagens ilícitas recebidas pelos políticos teriam sido solicitadas ao grupo JBS, que teria efetuado o pagamento, inclusive para fins da campanha presidencial de 2014. A ação de hoje é um desdobramento da Operação Patmos, deflagrada pela PF em maio de 2017. 

Os valores investigados, que teriam sido utilizados também para a obtenção de apoio político, ultrapassam os  R$ 100 milhões.  Suspeita-se que os valores eram recebidos  através da simulação de serviços que não eram efetivamente prestados e para os quais eram emitidas notas fiscais frias.

São investigados os crimes de corrupção passiva, organização criminosa, lavagem de dinheiro e associação criminosa.    Ross faz referência a um explorador britânico que dá nome à maior plataforma de gelo do mundo localizada na Antártida fazendo alusão às notas fiscais frias que estão sob investigação.     

 

Correio do Estado

Local onde Cláudio foi morto nesta madrugada. - Foto: Bruno Henrique / Correio do Estado

Cláudio Simeão, de 47 anos, foi executado com tiros de pistola calibre 9 milímetros no início da madrugada desta quinta-feira, no Jardim Bela Vista, em Campo Grande. Empresário do ramo da mineração em Corumbá, ele voltava do aeroporto em uma caminhonete, quando foi atingido pelos disparos. Ele estava com o filho, baleado, e o amigo do filho, atingido por estilhaços.

De acordo com o delegado Antônio de Souza Ribas, plantonista da Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do Centro, os executores estavam em um veículo Onix cinza. A polícia já definiu uma linha de investigação sobre qual seria a motivação, mas optou por não divulgar detalhes neste momento, para não atrapalhar o inquérito.

Conforme apurado, por volta da 1 hora, Cláudio chegava em casa na Rua Patagônia, quando os suspeitos se aproximaram e atiraram 13 vezes. O empresário foi atingido próximo ao tórax e nas costas e morreu no local. O filho dele, Gabriel Yuri de Moura Simão, 22, também baleado, foi socorrido em estado grave e está internado na Santa Casa. 

O amigo que estava no banco traseiro foi atingindo por estilhaços, mas não precisou de socorro. Ainda segundo o delegado, o empresário havia acabado de voltar de uma viagem de negócios do Rio de Janeiro. Outras três pessoas foram executadas de forma semelhante em Campo Grande nos últimos dias, como Ilson Martins Figueiredo, de 62 anos, Marcel Costa Hernandes Colombo, 31, e Orlando Silva Fernandes, 41.

 

Correio do Estado

Foto: Álvaro Rezende/Correio do Estado

A Polícia Militar revelou no início da noite de quarta-feira (17) que o aluno de 9 anos ferido após ser baleado dentro de uma sala do quarto ano do Colégio Adventista de Campo Grande, no Jardim dos Estados, região central, portava uma pistola calibre 6,35.

Segundo informações apuradas junto à PM, o menino levou a arma na mochila, chegou a exibir para alguns amigos no intervalo das aulas. 

Testemunha ouvida preliminarmente pela PM contou que o menino teria disparado por acidente ao pegar algo na mochila durante a aula. Ou seja, não estava manuseando a arma durante a aula.

Foi a professora de uma sala vizinha quem fez os primeiros-socorros. O professor de geografia, assustado com o disparo, correu para pedir ajuda após se certificar que as demais crianças se deitaram no chão. Ele que encontrou a arma, dentro da bolsa escolar, quente pelo disparo.

O caso ocorreu por volta das 16h30. Era a é última aula do dia no local.

Os primeiros pais não demoraram mais que 15 minutos para chegarem no local após o ocorrido, avisados pelos próprios filhos. Informações desencontradas, normais em uma situação como essa. Uma das ligações à Central da PM chegou a dizer que "mais de um atirador matava crianças na escola."

Segundo a corporação, foi uma decisão da própria diretoria segurar os alunos por mais de 30 minutos após o disparo na área interna da escola. O objetivo era tranquilizar a situação, mostrar que tudo não passou de um acidente e mostrar o amigo socorrido para evidenciar que a tragédia não foi maior. 

Mas o estresse de uma situação como essa foi grande. Muitas das crianças choravam copiosamente até por volta de uma hora depois do ocorrido.

O trecho da Rua Rio Grande do Sul onde fica o colégio ficou interditado para trânsito no momento do resgate do menino por uma ambulância. Ele foi socorrido consciente até um pronto-socorro particular da região central.

Segundo informações, a arma levada à escola era de seu pai, perito da Polícia Civil. 

Ainda não está definido em qual delegacia o caso será registrado.

O Colégio Adventista disse que irá se pronunciar sobre o caso por meio de uma nota. 

 

 

Correio do Estado.

Policiais estão na superintendência da PF em Campo Grande - Foto: Valdenir Rezende/Correio do Estado

A Polícia Federal, a Controladoria Geral da União (CUG) e a Receita Federal deflagraram hoje (27) a sexta fase da Operação Lama Asfáltica, intitulada Computadores de Lama. As investigações foram baseadas, em especial, nas remessas clandestinas de valores para o exterior realizadas por proprietários de empresas de informática investigadas nas fases anteriores.

São cumpridos quatro mandados de prisão preventiva, 25 de busca e apreensão, além do sequestro de valores nas contas bancárias de pessoas físicas e empresas. As ações ocorrem em Campo Grande, Jaraguari, Dourados e Paranhos, com a participação de mais de 100 policiais, 17 servidores da CGU e 33 servidores da Receita Federal. 

A Computadores de Lama decorreu da análise dos materiais já apreendidos, com resultados de fiscalizações e exames periciais. As investigações também têm como objetivo apurar desvios de recursos públicos por meio do direcionamento de licitações em contratações de serviços de informática, aquisição fictícia ou ilícita de produtos, simulação de contratos para o repasse de recursos ilícitos e utilização de “laranjas” para ocultação patrimonial.

Os prejuízos causados ao erário, somando-se todas as seis fases da Operação lama Asfáltica, consideradas as fraudes, valores concedidos irregularmente como benefícios fiscais e as propinas pagas a integrantes da Organização Criminosa passam dos R$ 432 milhões.

 

Correio do Estado

Vítima saía de barbearia quando foi executada - Foto: Rafael Ribeiro / Correio do Estado

Ex-segurança do narcotraficante Jorge Rafaat, Orlando da Silva Fernandes, 41 anos, foi executado com cerca de 40 tiros de fuzil calibre ponto 556 ao deixar uma barbearia, no início da noite desta sexta-feira (26), na Rua Amazonas, no bairro Santa Fé, região central de Campo Grande.

Segundo a Polícia Militar, o crime ocorreu por volta das 18h. Não há informações sobre os autores até a publicação desta reportagem, mas informações são de que trata-se de uma dupla, que fugiu em um carro após o crime. Motoqueiro poderia estar participando da ação.

Ainda de acordo com a PM, Fernandes carregava com si grande quantidade de dinheiro. São R$ 2,5 mil em cheques e pelo menos outros R$ 1.247 em notas.

Testemunhas relatam que a vítima estava na barbearia e, ao se dirigir a seu carro, estacionado em uma viela, foi surpreendido pelos atiradores, que estariam armados com uma metralhadora.

Com medo e assustados, as pessoas não quiseram dar mais informações à reportagem. Familiares da vítima ainda estavam sendo localizadas.

Além da PM, equipes da perícia e da Polícia Civil também já estão no local. O estabelecimento onde Fernandes estava foi fechado pelos donos.

Ainda segundo informações da PM, um carro foi incendiado no Jardim Seminário e a polícia suspeita que seja o veículo usados pelos atiradores na execução.

 

Correio do Estado

Cães Farejadores da PRF - Foto - Divulgação

Cães farejadores localizaram 119,5 quilos de cocaína escondidos em fundos falsos nos tanques de combustível  de três caminhonetes Toyota Hilux na tarde de ontem, em Campo Grande. A apreensão, feita pela Polícia Rodoviária Estadual (PRF), ocorreu na altura do quilômetro 370 da BR-060. Os motoristas, 31, 47 e 33 anos, foram presos em flagrante.

Segundo nota, após denúncia, os PRFs abordaram os três veículos e desconfiaram de alteração nos tanques. Por este motivo, foi acionado o Grupo de Operações com Cães (GOC) para que os animais pudessem farejar a droga. Ao todo, o cães treinados encontraram 35 tabletes e cada uma das caminhonetes, totalizando 11,5 quilos de cocaína. 

Os suspeitos confessaram terem pego os veículos carregados, sendo uma na cidade de Dourados com destino a Campo Grande, e duas em Ponta Porã com destino Campo Grande e Jaraguari. Os motoristas, os veículos e a droga foram encaminhados para a Superintendência Regional da Polícia Federal de Campo Grande.

 

Correio do Estado

Mais Artigos...