Dourados-MS,
Semestre- Camara

Local está fechado para limpeza geral; expediente deve voltar a partir de amanhã (10) - Foto: Valdenir Rezende/Correio do Estado

Criminosos invadiram fácil da Avenida Gury Marques e levaram cofre do correspondente Banco do Brasil. De acordo com o coordenador do prédio Rafael Saueia, 22 anos, os funcionários chegaram hoje pela manhã e encontraram divisórias, portas e vassouras quebradas e o cofre não estava no local.

Ainda de acordo com o coordenador, não havia muito dinheiro no cofre. "Todo final de expediente, o dinheiro é levado e fica apenas troco, na sexta-feira, o pessoal de transporte de valores levaram quase todo o dinheiro", disse.

A Polícia e a perícia compareceram no local para verificar os fatos e um boletim de ocorrência foi registrado.

Sem expediente

O Fácil da Avenida Gury Marques que atende serviços do governo entre outros, ficará fechado durante a tarde desta segunda-feira. O expediente volta a partir de amanhã (10) com horário normal. Enquanto a reportagem estava no local, várias pessoas procuraram atendimento mas encontrou os portões trancados.

 

Correio do Estado

Bombeiros resgatam corpo em poço na zona rural - Foto: Fábio Oruê/Correio do Estado

O corpo de um homem aparentando ter entre 30 e 40 anos foi encontrado com indícios de ter tido a bolsa escrotal arrancada dentro de um poço em sítio no Bom Jardim, bairro da zona rural da região sul de Campo Grande, no início da tarde desta quinta-feira (5). O local fica a cerca de 2,7 quilômetros da MS-040, uma das vias auxiliadoras que ligam a Capital ao estado de São Paulo. 

Junto do corpo, que estava de ponta cabeça, sem camisa e com as calças abaixadas, os Bombeiros encontraram um carregador de celular, cinco pen drives e uma quantia de dinheiro não revelado. O material foi apreendido e será periciado.

Um morador da região, de 52 anos, foi o responsável pelo achado do cadáver. Ele contou que por volta das 9h fazia a limpeza da estrada de entrada da sua chácara quando sentiu um forte cheiro ruim e viu a presença de urubus. Por isso decidiu pular na propriedade alheia. "Quando cheguei ao poço, ele estava tampado com tambores. Tirei eles, vi um tênis e decidi chamar a Polícia Militar", disse.

A perícia determinou inicialmente que a hipótese é de que o corpo estava no local há cerca de dez dias. Mas a presença de água no poço, que tem cerca de quatro metros de profundida e 1,5 metro de diâmetro, pode afetar as condições. Por isso exames serão feitos para se ter a certeza do tempo e, principalmente, a causa da morte. O homem não tinha ferimentos aparentes. Apenas duas tatuagens, uma em cada braço, que podem auxiliar a identificação: um tribal e o nome masculino.

O caso será registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) da Vila Piratininga e a hipótese primordial da polícia é a de assassinato. A investigação ficará a cargo do 4º Delegacia de Polícia Civil, responsável pela área do crime.

 

Correio do Estado

Ferrari é um dos veículos que a família mais ostentava na internet - Foto: Reprodução / Facebook

Subtentente da Polícia Militar, Silvio César Molina Azevedo,  preso hoje durante operação da Polícia Federal por chefiar quadrilha que abastecia facções criminosas, como o Primeiro Comando da Capital (PCC), ostentava, junto com a família, vida de luxo nas redes sociais. O modo de vida de alto padrão da família foi, inclusive, o que levantou suspeitas da polícia. Além de Molina, 20 outras pessoas foram presas na Operação "Laços de Família". 

Conforme a Polícia Federal, os integrantes da família tinham salários oficiais normais, mas levavam vida de lux. Conforme dados do Portal da Transparência do Governo do Estado, o salário atual de Molina na Polícia Militar é de R$ 10.145,40.

Apesar de ganhar esse valor, o policial tinha, conforme publicações próprias em sua rede social, uma Ferrari, que no mercado brasileiro pode chegar a custar até R$ 4 milhões, além de um jet ski, lancha e um helicóptero. 

O policial também era proprietário de uma caminhonete avaliada em R$ 500 mil e uma moto Honda Hornet, com custo médio de R$ 30 mil. 

Além dos bens, nos perfis da e esposa, também eram frequentes postagens de viagens, inclusive internacionais, como Paris, na França e Disney, em Orlando. Em 2015, a filha do policial se casou em uma cerimônia e festa suntuosa. A jovem chegou na igreja em uma limusine e a festa contou com dj's e decoração de alto padrão.

Segundo a PF, essa forma luxuosa que os integrantes viviam em uma cidade de 18 mil habitantes chamou a atenção e motivou as investigações.

OPERAÇÃO 

Na manhã de hoje, Polícia Federal cumpriu 21 dos 22 mandados de prisão expedidos pela Justiça. De acordo com o delegado Nilson Zocaratto, de Naviraí e responsável pelas investigações, foram 15 presos em Mato Grosso do Sul e o restante nas cidades de Aparecida de Goiás (GO), Astorga (PR) e Presidente Bernardes (SP).

Dos 15 presos no Estado, sete vão para o Presídio Federal, por conta da periculosidade, um para o presídio militar e o restante para o Presídio Estadual. Ao todo, além das prisões, 25 imóveis foram sequestrados, sete helicópteros, 136 veículos e 27 toneladas de maconha foram apreendidas. 

Durante coletiva de imprensa, o delegado ainda explicou a forma de ação da quadrilha. Eles puxavam a droga do Paraguai por vias terrestres, geralmente em caminhões, escondiam em propriedades rurais da região Conesul e passavam para todo país. Os pagamentos eram em dinheiro e algumas ocasiões, em jóias, pois uma das empresas de fachada era uma loja de bijuterias. “Uma das ocasiões a gente flagrou uma entrega que seria feita de helicóptero que só em joias eram R$ 80 mil e mais R$ 300 mil em espécie”, explicou Zocaratto.

Participaram dos trabalhos 211 policiais da Polícia Federal no cumprimento de 35 mandados de busca e apreensão, 22 de prisão, apreensão de 136 veículos e 25 imóveis, além de sete helicópteros, entre os quais está aquele utilizado na morte de Gegê do Mangue e de Paca, no Ceará, em fevereiro deste ano.

 

Correio do Estado

Luciano Flores de Lima, superintendente da PF em Mato Grosso do Sul. - Foto: Foto: Bruno Henrique

A Polícia Federal mira a cúpula do consórcio de contrabandistas de cigarro que age a partir da fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai, despachando carregamentos para todo o país. Ontem, a corporação prendeu nove contrabandistas e apreendeu 11 carretas lotadas na região de Ivinhema, com carga total avaliada em aproximadamente R$ 33 milhões.

Durante coletiva de imprensa na tarde deste sábado, Luciano Flores de Lima, superintendente da PF no Estado, afirmou que a partir desta ação, serão levantadas informações que possam levar ao chefe do esquema. Os motoristas serão interrogados em buscas de dados sobre quem são os donos dos carregamentos. Não é descartada ligação com policiais investigados pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público Estadual, no âmbito da Operação Oiketicus.

O sistema de consórcio é adotado por contrabandistas a fim de diminuir os custos operacionais com a logística de transporte, e também minimizar prejuízos em casos de apreensão. Tal prática é usada com frequência pelos traficantes, e agora passa a ser adotada também pelos cigarreiros que, segundo a PF, buscam novos meios de se prevalecer.

Conforme apurado, desde que facções passaram a dominar o tráfico de armas e drogas na fronteira com o Paraguai, aliados de Jorge Rafaat Toumani, executado em ação de guerra no ano de 2016, passaram a investir no contrabando de cigarro. Tal medida é refletida no número de apreensões que cresce dia a pós dia em Mato Grosso do Sul.

APREENSÃO

Segundo o superintendente, duas policiais perceberam movimentação estranha de quatro carretas na MS-141, ontem, e acionaram a PF em Naviraí. A via foi fechada e, durante abordagem, foram apreendidas 11 carretas, cada uma carregada com aproximadamente 1 milhão de maços de cigarro contrabandeado. Dois dos motoristas conseguiram fugiram, mas os demais foram presos e encaminhados à Delegacia da PF.

 

Correio do Estado

Fogo foi contido por moradores

Veículo Honda Civic pegou fogo dentro da garagem de uma residência na tarde de hoje, no bairro Santa Emília, em Campo Grande. O caso ocorreu na Rua Mario Pio Pereira, esquina com a Engenheiro Edno Machado. 

De acordo com a vendedora Juliana de Oliveira Souza, 25 anos, os vizinhos sentiram o cheiro de queimado e ouviram o barulho de pequenas explosões. "Quando percebemos, os meninos tentaram abrir o portão para apagar o fogo, que já estava chegando numa das paredes da casa", disse.

Eles acionaram o Corpo de Bombeiros, mas o fogo já havia sido controlado por moradores quando as equipes chegaram. Ainda segundo vizinhos, os moradores da casa estão viajando, portanto, não havia ninguém no local quando o fogo começou e não houve feridos.

Conforme o 2° tenente dos Bombeiros, Wagner Moreira Lopes, a provável causa do incêndio foi uma pane elétrica no carro.

 

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Foto: Valdenir Rezende

A Polícia Militar desmontou neste sábado depósito de cigarros contrabandeados do Paraguai localizado na Rua Rio Preto, região da Vila Adelina, em Campo Grande. O local foi descoberto após informações colhidas pela equipe de policiamento aéreo. Três homens que preparavam a carga foram presos em flagrante. Ao todo, foram apreendidas pelo menos 600 caixas, com 300 mil maços de cigarro.

Segundo o capitão Felipe dos Santos Joseph, sub-comandante da 6ª Companhia Independente da Polícia Militar (PM), durante a Operação Bairro Tranquilo I, realizada no entorno da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) na noite de ontem, os policiais que faziam rondas de helicóptero perceberam dois veículos abandonados de forma suspeita e repassaram a informação.

Uma van estava parada na Rua Rio Preto, esquina com a Rua da Alegria, e uma Kombi foi localizada na Rua Rio Preto, cruzamento com a Rua das Oliveiras. Com apoio da 6ª CIPM, equipes do Pelotão Jockey Clube e Força Tática do 10º Batalhão passaram a monitorar os veículos madrugada adentro. Hoje pela manhã, um dos policiais desconfiou da atitude de um motociclista que transitava lá por perto e passou a averiguá-lo.

A placa da moto estava associada a uma pessoa que já havia sido presa por contrabando.  "Diante da suspeita, o piloto foi seguido até chegar ao depósito. Lá, os policiais deram voz de prisão aos três homens que descarregavam um caminhão para encher outra van. Eles serão encaminhados à Polícia Federal, juntamente com o material apreendido", disse o Capitão Joseph.

Como o caminhão e os demais veículo tinham placas de outros estados, não é descartada a possibilidade de que o depósito fosse usado como entreposto pelos contrabandistas, de ondem seguiriam para outros estados. "O imóvel está localizado em um ponto estratégico de fácil acesso às rodovias. Além disso, por toda a estrutura montada, nota-se que são criminosos de grande poder aquisitivo", explicou.

A PM contabilizou no local pelo menos 600 caixas de cigarro. Cada caixa contem 50 pacotes que, por sua vez, têm 10 maços cada, o que leva ao total de aproximadamente 300 mil maços. O valor da carga ainda não foi contabilizado. A polícia acredita também que as vans são usadas para abastecer o comércio local, em pequenas quantidades, sem levantar atenção das autoridades.

 

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Carro bateu em uma árvore às margens antes de cair no córrego - Foto: Álvaro Rezende/Correio do Estado

Um homem identificado como Jaime Douglas Rodrigues, de 29 anos, perdeu o controle do veículo que dirigia, capotou e caiu dentro do córrego, na avenida Ricardo Brandão. Ele foi encaminhado à Santa Casa de Campo Grande com fraturas e escoriações pelo corpo.

De acordo com o pai do motorista, que também chama Jaime Douglas, o acidente aconteceu por volta da 1h30 desse domingo (10). “Ele mora aqui do lado, estava voltando para casa. O que sabemos é que ele teria desviado de algum animal, parece que um cachorro atravessou na hora”, comentou.

O pai disse que um homem viu o acidente e foi o primeiro a chegar no local. “Meu filho passou meu número e ele me ligou. Mas como moro em uma chácara, quando cheguei ele já tinha sido levado e só tinham os bombeiros aqui”, completou.

Ainda conforme o pai do motorista, não se sabe se ele teria bebido antes de dirigir. Não há marcas de frenagem no asfalto e o carro bateu em uma árvore antes de cair no córrego.

 

 

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