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Local onde Cláudio foi morto nesta madrugada. - Foto: Bruno Henrique / Correio do Estado

Cláudio Simeão, de 47 anos, foi executado com tiros de pistola calibre 9 milímetros no início da madrugada desta quinta-feira, no Jardim Bela Vista, em Campo Grande. Empresário do ramo da mineração em Corumbá, ele voltava do aeroporto em uma caminhonete, quando foi atingido pelos disparos. Ele estava com o filho, baleado, e o amigo do filho, atingido por estilhaços.

De acordo com o delegado Antônio de Souza Ribas, plantonista da Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do Centro, os executores estavam em um veículo Onix cinza. A polícia já definiu uma linha de investigação sobre qual seria a motivação, mas optou por não divulgar detalhes neste momento, para não atrapalhar o inquérito.

Conforme apurado, por volta da 1 hora, Cláudio chegava em casa na Rua Patagônia, quando os suspeitos se aproximaram e atiraram 13 vezes. O empresário foi atingido próximo ao tórax e nas costas e morreu no local. O filho dele, Gabriel Yuri de Moura Simão, 22, também baleado, foi socorrido em estado grave e está internado na Santa Casa. 

O amigo que estava no banco traseiro foi atingindo por estilhaços, mas não precisou de socorro. Ainda segundo o delegado, o empresário havia acabado de voltar de uma viagem de negócios do Rio de Janeiro. Outras três pessoas foram executadas de forma semelhante em Campo Grande nos últimos dias, como Ilson Martins Figueiredo, de 62 anos, Marcel Costa Hernandes Colombo, 31, e Orlando Silva Fernandes, 41.

 

Correio do Estado

Vítima saía de barbearia quando foi executada - Foto: Rafael Ribeiro / Correio do Estado

Ex-segurança do narcotraficante Jorge Rafaat, Orlando da Silva Fernandes, 41 anos, foi executado com cerca de 40 tiros de fuzil calibre ponto 556 ao deixar uma barbearia, no início da noite desta sexta-feira (26), na Rua Amazonas, no bairro Santa Fé, região central de Campo Grande.

Segundo a Polícia Militar, o crime ocorreu por volta das 18h. Não há informações sobre os autores até a publicação desta reportagem, mas informações são de que trata-se de uma dupla, que fugiu em um carro após o crime. Motoqueiro poderia estar participando da ação.

Ainda de acordo com a PM, Fernandes carregava com si grande quantidade de dinheiro. São R$ 2,5 mil em cheques e pelo menos outros R$ 1.247 em notas.

Testemunhas relatam que a vítima estava na barbearia e, ao se dirigir a seu carro, estacionado em uma viela, foi surpreendido pelos atiradores, que estariam armados com uma metralhadora.

Com medo e assustados, as pessoas não quiseram dar mais informações à reportagem. Familiares da vítima ainda estavam sendo localizadas.

Além da PM, equipes da perícia e da Polícia Civil também já estão no local. O estabelecimento onde Fernandes estava foi fechado pelos donos.

Ainda segundo informações da PM, um carro foi incendiado no Jardim Seminário e a polícia suspeita que seja o veículo usados pelos atiradores na execução.

 

Correio do Estado

Cães Farejadores da PRF - Foto - Divulgação

Cães farejadores localizaram 119,5 quilos de cocaína escondidos em fundos falsos nos tanques de combustível  de três caminhonetes Toyota Hilux na tarde de ontem, em Campo Grande. A apreensão, feita pela Polícia Rodoviária Estadual (PRF), ocorreu na altura do quilômetro 370 da BR-060. Os motoristas, 31, 47 e 33 anos, foram presos em flagrante.

Segundo nota, após denúncia, os PRFs abordaram os três veículos e desconfiaram de alteração nos tanques. Por este motivo, foi acionado o Grupo de Operações com Cães (GOC) para que os animais pudessem farejar a droga. Ao todo, o cães treinados encontraram 35 tabletes e cada uma das caminhonetes, totalizando 11,5 quilos de cocaína. 

Os suspeitos confessaram terem pego os veículos carregados, sendo uma na cidade de Dourados com destino a Campo Grande, e duas em Ponta Porã com destino Campo Grande e Jaraguari. Os motoristas, os veículos e a droga foram encaminhados para a Superintendência Regional da Polícia Federal de Campo Grande.

 

Correio do Estado

Na última semana, esquema com papel alumínio foi descoberto por policiais militares - Foto: Divulgação/Batalhão de Choque/PM-MS

 Polícia Militar prendeu, na manhã desta quinta-feira (27), em Campo Grande Maycon da Silva Rodrigues. Ele, que usava uma tornozeleira eletrônica, tentou burlar o sistema utilizando uma gambiarra com papel alumínio. É o terceiro caso do tipo em apenas um mês.

Conforme as informações divulgadas pela Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen),  a interrupção do sinal foi descoberta na noite de ontem. Após ser acionada, a Polícia Militar foi até a casa de Rodrigues, mas ele não foi encontrado.

Quando isto ocorre, o monitorado passa a ser considerado foragido e, quando encontrado, volta a cumprir pena em regime fechado. É o que ocorreu com Rodrigues na manhã desta quinta-feira.

OUTROS CASOS

Na semana passada, dois presidiários burlaram o sinal de GPS dos aparelhos colocando um pedaço de papel alumínio, um acabou morto em confronto com a Polícia Militar e outro foi preso.

À época, a Agepen já havia adiantado que, estava analisando possíveis ajustes técnicos nas tornozeleiras eletrônicas usadas em detentos de Mato Grosso do Sul. “Em ambos casos, o sistema de monitoramento acusou a ausência de sinal GPS e foi informado à autoridade competente. Inclusive em um deles foi comunicado a evasão antes mesmo de ser efetuada a prisão”, informaram em nota divulgada na ocasião.

Em outra nota divulgada hoje, a  Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário informou que, “determinou à empresa responsável pelo fornecimento e manutenção dos equipamentos providências para evitar qualquer tipo de fraude no sistema”.

 

Correio do Estado

Foto: Álvaro Rezende/Correio do Estado

A Polícia Militar revelou no início da noite de quarta-feira (17) que o aluno de 9 anos ferido após ser baleado dentro de uma sala do quarto ano do Colégio Adventista de Campo Grande, no Jardim dos Estados, região central, portava uma pistola calibre 6,35.

Segundo informações apuradas junto à PM, o menino levou a arma na mochila, chegou a exibir para alguns amigos no intervalo das aulas. 

Testemunha ouvida preliminarmente pela PM contou que o menino teria disparado por acidente ao pegar algo na mochila durante a aula. Ou seja, não estava manuseando a arma durante a aula.

Foi a professora de uma sala vizinha quem fez os primeiros-socorros. O professor de geografia, assustado com o disparo, correu para pedir ajuda após se certificar que as demais crianças se deitaram no chão. Ele que encontrou a arma, dentro da bolsa escolar, quente pelo disparo.

O caso ocorreu por volta das 16h30. Era a é última aula do dia no local.

Os primeiros pais não demoraram mais que 15 minutos para chegarem no local após o ocorrido, avisados pelos próprios filhos. Informações desencontradas, normais em uma situação como essa. Uma das ligações à Central da PM chegou a dizer que "mais de um atirador matava crianças na escola."

Segundo a corporação, foi uma decisão da própria diretoria segurar os alunos por mais de 30 minutos após o disparo na área interna da escola. O objetivo era tranquilizar a situação, mostrar que tudo não passou de um acidente e mostrar o amigo socorrido para evidenciar que a tragédia não foi maior. 

Mas o estresse de uma situação como essa foi grande. Muitas das crianças choravam copiosamente até por volta de uma hora depois do ocorrido.

O trecho da Rua Rio Grande do Sul onde fica o colégio ficou interditado para trânsito no momento do resgate do menino por uma ambulância. Ele foi socorrido consciente até um pronto-socorro particular da região central.

Segundo informações, a arma levada à escola era de seu pai, perito da Polícia Civil. 

Ainda não está definido em qual delegacia o caso será registrado.

O Colégio Adventista disse que irá se pronunciar sobre o caso por meio de uma nota. 

 

 

Correio do Estado.

Caso foi registrado na Depac Centro - Foto: Arquivo/Correio do Estado

Idoso de 74 anos foi encontrado morto, amarrado à sua própria cama e com sinais de ter sido brutalmente espancado, na tarde deste domingo (30), no Jardim Inápolis, bairro que fica no núcleo industrial de Campo Grande, na região oeste.

De acordo com a Polícia Civil, o corpo de Gabriel Ricaldes foi encontrado por um dos filhos, que foi almoçar em sua casa e estranhou o fato dele não atender o portão. Ao invadir a casa, encontrou o cadáver.

Ricaldes, de acordo com a polícia, pode ter sido torturado.

Segundo os investigadores da delegacia de plantão da região central, onde o caso foi registrado, um dos vizinhos revelou que a vítima chegou a ligar para pedir socorro, mas não respondeu por não entender a seriedade do que estava acontecendo.

A principal linha de apuração é a de latrocínio (morte em assalto). Por isso familiares faziam levantamento até a publicação desta reportagem para saber se faltava algo de valor no imóvel. Ninguém fora preso ou identificado por participação no crime.

 

Correio do Estado

Foto: Bruno Henrique

Uma menina de três anos morreu, na manhã desta quinta-feira (27), no dia em que fazia aniversário e outras três pessoas ficaram feridas após o incêndio que ocorreu na manhã no bairro Center Park, em Campo Grande. A menina chegou a ser socorrida pelo Corpo de Bombeiros e Samu ainda no local, mas não resistiu. Outras vítimas foram levadas para a Santa Casa.

Conforme as informações do tenente dos  bombeiros Hamad Ali Aziz, no momento em que as chamas começaram estavam na casa, localizada na Rua Aurélio Leonardo de Souza, a menina, de três anos e a mãe dela. Uma pastora evangélica, que é proprietária da residência, e uma adolescente de 12 anos, filha da líder religiosa.

O corretor de imóveis, Silvio Haikawa, que mora na casa ao lado, foi o primeiro a pular o muro do imóvel em chamas para tentar ajudar as vítimas. Outro vizinho entrou no local em seguida. Com o auxílio de um martelo eles arrombaram o portão e foram retirando as pessoas que estavam lá.

Mas, no momento de desespero, não sabiam que ainda havia uma menina na casa. Os bombeiros e os socorristas do Samu já estavam a caminho e conseguiram retirar a garota. Ela foi atendida dentro de uma viatura, porém, não resistiu e morreu antes mesmo de ser levada para o hospital.

Todas as outras vítimas foram encaminhadas para a Santa Casa.  O estado de saúde da adolescente e da pastora é considerado grave. A outra vítima inalou fumaça e teve ferimentos mais leves.

MOMENTOS DE DESESPERO

E foi justamente esta mulher quem pediu socorro, conforme conta Haikawa. Ele e a mulher ouviram gritos de socorro e saíram para ver o que estava ocorrendo. Neste momento, ele viu a vítima ferida e gritando “pelo amor de Deus para abrir o portão”. A preocupação era a retirada de um botijão de gás que poderia explodir.

CAUSAS DO INCÊNDIO

Ainda não há informações sobre as causas do incêndio. Quando o socorro foi acionado, a informação preliminar era a de que as causa era criminosa. Os militares identificaram que um dos vizinhos cedia energia elétrica para a casa da líder religiosa, mas nenhuma “gambiarra” ou ligação clandestina foi identificada. As polícias Militar e Civil, além da perícia técnica também foram chamadas e investigam as circunstâncias do caso.

 
(Bruno Henrique/Correio do Estado)
 
 
Correio do Estado
 

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