Dourados-MS,
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Empresário de família tradicional e muito conhecido em Dourados, foi preso na manhã de ontem (18) em São Paulo por tráfico internacional de drogas. Ricardo Toko, 49, foi flagrado em trabalho conjunto da Polícia Federal e PRF (Polícia Rodoviária Federal) com apoio da Polícia Militar Rodoviária paulista.

Dono de empresa em Dourados e Guia Lopes da Laguna e sócio de fazendas na região, Ricardo Toko transportava 31 quilos de cocaína no estepe da caminhonete que conduzia, uma Toyota Hilux preta com placas de Dourados. No porta-luvas os policiais ainda encontraram uma caixa de munições calibre 9 milímetros.

A família Toko é muito conhecida em Dourados, onde atua no ramo de transporte de turistas e por muitos anos manteve uma mecânica de veículos na área central.

De acordo com a polícia, a prisão de Ricardo Toko ocorreu na SP- 272, a Rodovia Olímpio Ferreira da Silva, no município de Pirapozinho.

No dia 25 de maio deste ano, Ricardo Toko e a mulher dele tinham sido detidos pela PRF no Rio de Janeiro com R$ 700 mil em espécie. O dinheiro em vários pacotes estava na caminhonete parada na Rodovia Presidente Dutra, que liga o Rio de Janeiro a São Paulo.

Levado para a delegacia da Polícia Federal em Volta Redonda, Ricardo Toko foi solto em seguida, mas passou a ser monitorado por serviços de inteligência policiais. Ontem foi flagrado com a cocaína e a munição.

O ex-secretário municipal de Saúde Renato Oliveira Garcez Vidigal teve pedido de habeas corpus negado na terça-feira (17) pelo ministro Nefi Cordeiro, relator da Sexta Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça). Ele foi preso preventivamente pela Polícia Federal no dia 6 de novembro, acusado de corrupção, e está na PED (Penitenciária Estadual de Dourados).

Alvo da segunda fase da Operação Purificação, denominada Nessum Dorma Adsumu, o médico à Justiça Federal em Dourados pelo Ministério Público Federal e pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul junto com outras quatro pessoas acusadas de desviar recursos públicos destinados à aquisição de alimentação hospitalar para pacientes internados e acompanhantes entre os anos de 2017 e 2018.

A petição formulada pelos advogados João Arnar Ribeiro, Neli Bernardo de Souza, e Leonardo Alcântara Ribeiro, afirmou “serem insuficientes os indícios de autoria, eis que baseados fundamentalmente em colaboração premiada”, apontou “condições pessoais abonadoras” ao preso e alegou “ausência dos requisitos autorizadores da segregação cautelar, principalmente em virtude de já se encontrar afastado do cargo de Coordenador do SAMU da cidade de Dourados/MS, fundamento parcial do decreto preventivo”.

Os defensores pontuaram ainda “ausência de contemporaneidade, eis que os fatos remontariam aos anos de 2017 e 2018, e a decretação de custódia preventiva, de 2019”, para subsidiar o pedido, liminarmente e no mérito, da concessão da liberdade provisória, com ou sem a fixação de cautelares diversas.

Esse habeas corpus levado ao STJ tentava reverter decisão  de 26 de novembro do desembargador Fausto De Sanctis, relator da 11ª Turma do TRF 3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região), que negou outro pedido de liberdade, então impetrado contra ordem da 1ª Vara Federal de Dourados responsável por indeferir pleito pela revogação da prisão preventiva decretada nos autos da ação penal nº 5002425-62.2019.4.03.6002.

Naquele despacho do final de novembro, De Sanctis considerou que “a prisão fundamenta-se como forma de impedir que o acusado venha a perturbar ou impedir a produção de provas, ameaçando testemunhas, apagando vestígios do crime ou destruindo documentos”.

Ontem, o ministro do STJ ponderou que “no tocante à alegação de ausência de indícios mínimos de autoria, cabe salientar que em sede de habeas corpus não há espaço para discussão de materialidade e autoria delitiva, uma vez que a ação mandamental em comento visa sanar ilegalidade verificada de plano”. “Por conseguinte, a impetração não será conhecida nesse ponto”, pontuou.

Além disso, mencionou haver no decreto prisional “fundamentação que, neste juízo inicial, deve ser considerada idônea, qual seja, a conveniência da produção de provas, uma vez que se apontou haver indício de venda de empresa com o intuito de dificultar a investigação dos fatos”.

O relator da Sexta Turma do STJ finalizou a decisão monocrática a considerar que “havendo a indicação de fundamentos concretos para justificar a custódia cautelar, não se revela cabível a aplicação de medidas cautelares alternativas à prisão, visto que insuficientes para resguardar a ordem pública”.

Uma motocicleta furtada no mês de Junho deste ano foi recuperada pela Guarda Municipal de Dourados na manhã de domingo (15).

A equipe da GMD realizava rondas preventivas próximo à Praça da Juventude no bairro Jardim Márcia, quando na Rua Itu a equipe desconfiaram da uma motocicleta Yamaha Factor 125 estacionada no passeio público sem a placa de identificação.

Durante os procedimentos de checagem no chassi à equipe da GM descobriu que placa seria, HTH-3664 e confirmaram que o veículo era produto de Furto ocorrido em junho de 2019.

Diante da situação a motocicleta foi apreendida e encaminhada a Delegacia de Polícia Civil para os procedimentos legais.

O médico Renato Oliveira Garcez Vidigal, ex-secretário municipal de Saúde preso preventivamente há mais de um mês acusado de supostas fraudes licitatórias, foi flagrado com um aparelho celular na cela que ocupa na PED (Penitenciária Estadual de Dourados) na quarta-feira (11).

Esse caso foi comunicado à PF (Polícia Federal) e ao MPF (Ministério Público Federal), que no dia 6 de novembro deflagraram a segunda fase da Operação Purificação, denominada Nessum Dorma Adsumu, em conjunto com o MPE-MS (Ministério Público Estadual).

Ao Dourados News, a assessoria de imprensa da Agepen (Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário) informou que Vidigal foi isolado em cela disciplinar e um será aberto um Padic (Procedimento Administrativo Disciplinar).

Conforme o portal da transparência do município, o médico é servidor municipal estatutário admitido em 5 de maio de 2017. Embora esteja lotado no Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), do qual foi coordenador até ser preso, seu registro consta como licenciado. Em novembro, teve remuneração básica de R$ 12.010,08.

Em decorrência da Operação Nessum Dorma Adsumu, Vidigal é uma das cinco pessoas acusadas de desviar recursos públicos destinados à aquisição de alimentação hospitalar para pacientes internados e acompanhantes entre os anos de 2017 e 2018. Essa denúncia já foi aceita pela Justiça Federal em Dourados em novembro. 

Também no final do mês passado, ao negar habeas corpus impetrado pela defesa do médico, o desembargador Fausto De Sanctis citou novos detalhes das acusações, que incluem ainda suspeita de direcionamento em licitação de R$ 1,2 milhão por meio da qual a Secretaria de Saúde de Dourados contratou empresa para transportar pacientes.

Na decisão, o relator da 11ª Turma do TRF 3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região) pontuou que “se permanecer solto, o investigado, ora paciente, terá facilidade para planejar e executar ações visando impedir o esclarecimento de certos pontos e a identificação do envolvimento de outras pessoas, e, ainda, evadir-se do distrito da culpa, intimidar testemunhas, combinar depoimentos e destruir provas dos crimes, supostamente cometidos, tudo em detrimento da verdade real dos fatos”.

Advogado que atua na defesa do ex-secretário, João Arnar Ribeiro argumentou ao TRF 3, entre outros pontos, que a prisão cautelar imposta possui carga de antecipação da pena, e que as principais diligências já foram realizadas, não sendo razoável a manutenção da segregação do paciente, eis que, nesses casos, há a possibilidade legal de se estabelecer medidas cautelares diversas da prisão, nos moldes do artigo 319 do CPP, bem como que não há contemporaneidade entre os fatos narrados e a prisão, considerando que Vidigal deixou Secretaria da Saúde de Dourados em dezembro de 2018.

Ao Dourados News, o defensor já havia explicado que para justificar o mandado de prisão preventiva cumprido em 6 de novembro “o juiz disse que ele era chefe da repartição, da secretaria, e como chefe teria deixado de tomar certos cuidados”. “Mas na verdade não lhe eram inerentes porque o secretário de Saúde não tem gerência sobre a Funsaud [Fundação dos Serviços de Saúde de Dourados], o que acontece lá não diz respeito a ele”, rebateu.

Dois internos do Estabelecimento Penal Semiaberto de Dourados acabaram detidos no início da tarde de ontem (17/12) tentando fugir do local. O caso ocorreu por volta de 12h30, quando Roberto Garcia da Silva, 41, e Robson Porto Fernandes, 33, estavam sobre o telhado. 

Conforme relatos na ocorrência, ambos pretendiam deixar o local, mas agentes penitenciários flagraram a ação. 

Junto deles estava outro preso, identificado como Wellington, 27, que afirmou ter tentado impedi-los de sair. No registro policial, ele contou ter sido ameaçado pela dupla no momento da ação. 

Em posse de faca artesanal, Roberto e Robson tentaram perfurar o rapaz. 

Policiais militares da Força Tática chegaram ao local e encaminharam os três à Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário). Lá, os dois suspeitos da fuga negaram a agressão, porém, foram autuados em flagrante pela tentativa de homicídio. 

Atendimento a um indígena esfaqueado na noite de domingo (15/12) na Aldeia Bororó, próximo a região de conflito, no Norte de Dourados, terminou com um policial ferido e uma viatura da Força Tática apedrejada e danificada. Não houve prisões. 

De acordo com o apurado pelo Dourados News nesta manhã (16), socorristas do Corpo de Bombeiros foram acionados para atender o caso e solicitaram apoio à Polícia Militar, já que o clima de tensão é grande no local. 

Ao chegarem, grupo de indígenas teria começado a atacar os veículos oficiais com pedras. 

Um policial que realizava a escolta acabou atingido na cabeça e precisou de atendimento. A viatura da Força Tática teve o vidro traseiro quebrado e várias avarias na lataria. 

Essa não é a primeira vez que fato do tipo é registrado. 

No dia 3 de dezembro indígenas tentavam impedir o plantio em uma das áreas rurais da região. 

Houve ameaça a funcionários do local e a Polícia Militar chegou a ser acionada. 

De acordo com boletins de ocorrência registrados no dia, aproximadamente 40 índios acampados na região atacaram quatro tratores e oito funcionários da propriedade. 

A Polícia Militar foi acionada e chegou à região na tentativa de acalmar os ânimos, porém, o confronto ocorreu e três viaturas tiveram os vidros quebrados. 

Logo em seguida os indígenas saíram e não houve presos. 

Os conflitos na região vêm ocorrendo há meses e tem preocupado tanto os órgãos de segurança pública, quanto moradores das proximidades, principalmente diante das constantes possibilidades de confronto.  

A Polícia Militar Rodoviária apreendeu na madrugada desta sexta-feira (6), as proximidades do trevo da Bandeira, em Dourados, um carregamento de maconha que pode passar de 5 toneladas.

A droga era transportada em uma carreta de óleo vegetal com placas de Rio Brilhante e o motorista de 25 anos, morador em Naviraí, disse que pegou o carreta com a droga em Ponta Porã e que receberia R$ 40 mil pelo transporte da maconha e levaria para São Paulo/S.

A droga está sendo pesada na Polícia Federal.

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