Dourados-MS,
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Rapaz identificado como Gabriel, de 22 anos, morador no Jardim Canaã 1, foi preso na tarde de ontem (13/1) após invadir e furtar a casa de um idoso de 61 anos na rua José de Alencar, próximo à Madeireira Sucupira, na região do Jardim Alambra.

Conforme o boletim de ocorrência, Gabriel teria invadido o quintal da casa e estourado a porta. Do imóvel, ele levou 50 metros de fio, duas torneiras e dois chuveiros. 

O proprietário acionou a Guarda Municipal, que após rondas pela região localizou o autor e o encaminhou para o 2° Distrito Policial. Lá o rapaz foi autuado em flagrante pelo furto. Ele já cumpriu pena por homicídio em Dourados.

Por volta das 12h desta segunda-feira (13/1), Vânia D.S.G. de 23 anos foi socorrida pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) na rua Elias Milan, bairro Jardim Flórida, e levada ao HV (Hospital da Vida) onde está internada. 

De acordo com informações de Boletim de Ocorrência, a indígena foi atingida por nove facadas. Os golpes atingiram as mãos, rosto e abdome. 

Vânia, apesar de ser indígena, não pertence a uma aldeia fixa. Ela contou aos policiais que seguia pela rua José Roberto Teixeira acompanhada de outras pessoas quando discutiu com outra indígena identificada apenas como “Sílaba”. 

As duas mulheres começaram a brigar e a acusada retirou uma faca que estava em uma mochila e desferiu os golpes contra Vânia que correu e acabou caindo na extensão da rua Elias Milan. A bicicleta da vítima foi levada pela acusada. 

Apesar da quantidade de ferimentos, Vânia não corre risco de morte e segue internada no HV. O caso foi registrado na 1° Delegacia de Polícia Civil de Dourados como roubo seguido de tentativa de homicídio. 

Na noite de ontem (12), a Guarda Municipal de Dourados realizava rondas preventivas no interior do Terminal Rodoviário e durante as rondas um casal veio para o local e quando avistaram os guardas tentaram evadir-se rapidamente, mesmo debaixo de forte chuva.

Diante da atitude suspeita a guarnição conseguiu acompanha-los e logo pode-se perceber o odor característico da maconha, vindo de uma mala de cor vermelha transportada pelo casal com muita dificuldade devido ao peso. Ao ser indagado sobre o que transportavam o homem relatou que eram roupas, porém apresentava um nervosismo excessivo, e ao abrir a mala foi encontrado a droga.

O homem relatou que conhece a mulher de infância e vieram juntos através de transporte de aplicativo e que pegou o entorpecente no terminal Rodoviário de Dourados de um desconhecido e levaria até a cidade de Caceres-MT, receberia pelo transporte a quantia de R$ 1 mil e entregaria para um desconhecido. Já a mulher relatou desconhecer o acusado e que foi até ao Terminal Rodoviário apenas para comprar um salgado.

Ao pesar o entorpecente totalizou a quantia de 23 Kg distribuídos em 34 tabletes da referida substância. Com o homem também foi localizado um bilhete de passagem de origem Dourados e Destino Caceres-MT e a quantia de 50 reais. Diante dos fatos, a dupla foi encaminhada para a Delegacia de Polícia Civil.

 

O comerciante Marcos Antônio Marques Leite, 53 anos, mais conhecido como Marcão, morador na Rua Desidério Felipe de Oliveira, no Jardim Flórida II, foi assassinado na noite desta terça-feira, dia 07 de janeiro, com quatro tiros efetuados por dois homens que estavam em uma motocicleta.

Segundo informações da Polícia Militar, que esteve no local, Marcão estava em frente ao bar de sua propriedade, quando os criminosos fizeram os disparos que atingiram a vítima duas vezes no peito, uma no pescoço e uma no abdômen.

Marcão foi socorrido por militares do Corpo de Bombeiros, com apoio do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), mas morreu a caminho do Hospital da Vida.  

O motociclista Oscar Lescano Sanábria, 55 anos, morador na Sitioca Ouro Fino, em Dourados, foi encontrado morto por volta das três horas da madrugada deste domingo, dia 12 de janeiro, no km 253, na rodovia BR-163, nas proximidades do trevo da Embrapa, no sentido Dourados/Caarapó.

Segundo informações da PRF (Polícia Rodoviária Federal), que atendeu o acidente, a guarnição foi aviusada por um casal que passou pelo local e viu a vítima caída no canteiro central da rodovia ao lado de uma motocicleta importada marca Kenton.

De posse das informações os patrulheiros foram até o local e encontraram o homem, que pela rigidez cadavérica, calcula-se que o acidente aconteceu por volta das 22 horas de sábado. O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Dourados, onde deverá ser submetido a exame de necropsia.  

Na manhã desta quinta-feira (9/1), policiais civis, por meio do SIG (Serviço de Investigações Gerais), fecharam mais um ponto de comércio de drogas em Dourados. 

Desta vez, o local de venda desmantelado funcionava no bairro Jardim Ouro Verde. Esta é a terceira “boca de fumo” fechada em menos de uma semana na cidade, realizado através do serviço de investigações da polícia. 

A apreensão de entorpecentes e prisão de duas pessoas aconteceu após monitoramento da residência. A abordagem foi realizada no  momento em que o acusado vendia uma pedra de crack a um usuário de drogas pelo valor de R$ 40, caracterizando assim a prisão em flagrante. 

Os policiais fizeram uma vistoria dentro da residência e encontraram 57 porções de maconha, mais de 360 gramas de crack, papelotes de cocaína, além de objetos que teriam sido adquiridos por meio de trocas envolvendo porções de entorpecentes.

O casal responsável pela casa foi preso e os dois terão que responder pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. 

De acordo com informações da Assessoria de Comunicação da Polícia Civil, os cercos contra os pontos de vendas de drogas são importantes, já que este tipo de crime “impulsiona a execução de vários outros”.  

Preso preventivamente desde o dia 6 de novembro, quando a Polícia Federal deflagrou operação contra supostas fraudes licitatórias no município, o ex-secretário de Saúde de Dourados, médico Renato Oliveira Garcez Vidigal, tenta a liberdade com pedidos de habeas corpus no STJ (Superior Tribunal de Justiça) e no STF (Supremo Tribunal Federal).

Na mais alta Corte do país, o pedido de revogação da prisão impetrado pelo advogado João Arnar Ribeiro em 22 de dezembro teve despacho no dia 26 daquele mesmo mês.

No entanto, houve apenas a indicação de que “o caso não se enquadra na hipótese de atuação excepcional da Presidência (RISTF, art. 13, VIII)”, trecho do regimento interno que aponta a prerrogativa para decidir questões urgentes nos períodos de recesso ou de férias, razão pela qual os autos foram encaminhados ao gabinete do relator, ministro Marco Aurélio, para análise oportuna.

Nesse recurso a defesa tenta reverter decisão do ministro Nefi Cordeiro, relator da Sexta Turma do STJ que negou habeas corpus em 17 de dezembro.

No Superior Tribunal de Justiça, por sua vez, a intenção era derrubar despacho de 26 de novembro do desembargador Fausto De Sanctis, relator da 11ª Turma do TRF 3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região), que negou outro pedido de liberdade, então impetrado contra ordem da 1ª Vara Federal de Dourados responsável por indeferir pleito pela revogação da prisão preventiva decretada nos autos da ação penal nº 5002425-62.2019.4.03.6002.

Em outra frente, a defesa de Vidigal ainda espera decisão favorável no STJ com outro habeas corpus, que foi protocolizado pela advogada Jennifer Batista Faria no dia 30 de dezembro e está concluso para decisão ao ministro João Otávio de Noronha.

Nesse caso, também consta como impetrado o TRF 3, onde a defensora apontou a “descoberta da prática de depoimentos falsos, perpetrados por testemunhas que disseram sentir-se ameaçadas pelo paciente, cujos conteúdos foram expressamente citados na decretação da preventiva, culminando na oferta de novo pedido de revogação da preventiva, identicamente negado pelo juízo”.

Conforme a petição, as testemunhas “teriam deliberadamente uniformizado suas versões dos fatos para incriminarem o paciente e alegarem que ele os ameaçava, conforme divulgado na imprensa douradense e ratificado por ‘print’ de conversa via whatsapp”.

Para a advogada, “a circunstância assacada à decretação da custódia cautelar pauta-se em fato extemporâneo à segregação, ocorrido há mais de dois anos, precisamente a alienação da empresa envolta na prática dos possíveis ilícitos”, e “simples ilações não são de molde a tolher a liberdade do cidadão, tratando-se, a prisão cautelar, de medida excepcionalíssima, tanto mais porque ausente condenação passada em julgado”.

Contudo, no dia 29 de dezembro a juíza federal Vanessa Vieira de Mello, plantonista, determinou que o pedido de liberdade seja direcionado à relatoria sorteada, “a quem, inclusive, melhor dirá acerca da própria admissão da presente medida, que, como visto, reprisa pleito de reconsideração já deduzido nos autos do primeiro ‘habeas corpus’ dinamizado”.

Alvo da segunda fase da Operação Purificação, denominada Nessum Dorma Adsumu, Renato Vidigal foi denunciado à Justiça Federal em Dourados pelo Ministério Público Federal e pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul junto com outras quatro pessoas acusadas de desviar recursos públicos destinados à aquisição de alimentação hospitalar para pacientes internados e acompanhantes entre os anos de 2017 e 2018. A defesa nega as acusações.

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