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Crime ocorreu na casa onde casal morava - Foto: Reprodução/94 FM de Dourados

O Ministério Público Estadual (MPE) ofereceu nesta quinta-feira (6) denúncia por homicídio qualificado contra o pai do menino Rodrigo Moura Santos, 1 ano, morto no dia 16 de agosto após ser agredido pela madrasta, de 21.

Até então, no inquérito concluído pela Polícia Civil, o suspeito de 24 anos tinha sido indiciado por maus tratos e negligência. Sua companheira já foi acusada pelo crime com a mesma qualificação pela Promotoria.

De acordo com o MPE, o pai foi conivente com o fato e por isso poderia se enquadrar como co-autor. Antes, a Justiça jpa negara o pedido dele de responder o processo em liberdade.

Segundo o promotor Élcio D'Angelo, da 17ª Promotoria, responsável pelo caso, as agressões contra o bebê se tornaram frequentes desde que a mãe de Rodrigo permitiu que ele ficasse alguns dias da semana com a criança.

"Seu corpo mostrava vários sinais de agressões, conforme demonstrado no laudo de exame de corpo de delito", aponta a acusação. "Mesmo conhecedor dessas agressões, especialmente pelas lesões que eram explícitas no corpo de Rodrigo, o pai Joel deixava as crianças aos cuidados da companheira Jéssica, enquanto cumpria suas atividades laborais, assumindo, de forma consciente, a ocorrência de um evento ainda mais gravoso em relação à criança", completou.

O CASO

O caso virou de polícia após socorristas de uma ambulância chamada pela madastra constatarem no dia do fato que Rodrigo Moura Santos, já morto, tinha hematomas nas costas, cabeça e pescoço, característicos de espancamento. Legistas apontaram o rompimento do fígado como causa da morte.

Segundo a polícia, o casal alegou que os hematomas foram provocados na tentativa de reanimar a criança, que desmaiaria por conta das fortes dores hepáticas que sentia. O laudo negou condição pré-existente no fígado. Inicialmente, os acusados alegaram que a criança teria se engasgado.

A mãe da criança também foi à 2º DP local, onde o caso foi registrado, e disse que a filha estava com o pai haviam nove dias. Ela tem medidas protetivas contra o ex-marido e a mulher dele, justamente por já ter sido agredida, mas não soube informar se a criança sofria violência.

No fim de agosto, a madrasta acusada confessou ter pisado duas vezes com força no bebê, uma delas na cabeça. O ataque de fúria teria sido motivado pelo chorro constante da vítima, o que motivou as agressões fatais.

Em sua fala, ela ainda disse que primeiro apertou o pescoço do bebê com força para fazer com que ele parasse de chorar. Como não conseguiu, jogou-o ao chão  e deu a primeira pisada, no corpo. Depois pisou de novo, na cabeça.

 

Correio do Esatdo

Foto - Divulgação

A PRF (Polícia Rodoviária Federal) apreendeu 302 quilos de maconha na noite do último sábado, dia 1º de setembro, na rodovia BR-463, próximo à cidade de Ponta Porã, na região de fronteira com o Paraguai. A droga estava sendo transportada em um veículo que sofreu um acidente durante a tentativa de fuga. O passageiro do veículo foi preso, mas o motorista conseguiu fugiu.

A apreensão ocorreu durante uma fiscalização de rotina na rodovia. O motorista do carro onde estava o entorpecente não respeitou a ordem de parada e fugiu. O veículo foi perseguido e pouco quilômetros depois do posto da PRF, o motorista perdeu o controle da direção e saiu da pista, ficando preso em um barranco. Ele conseguiu fugir, entrando em uma vegetação ás margens da rodovia, já o passageiro foi preso.

Dentro do carro foram encontrados vários tabletes de maconha, que, pesados totalizaram 302 quilos. O passageiro revelou que a dupla tinha pegado o carro já “preparado” em Ponta Porã e que depois seriam repassadas informações sobre o destino, mas que seriam em uma cidade no Mato Grosso, e que receberiam a quantia de R$ 7 mil pelo transporte.

O homem preso, junto com a droga e o veículo foram encaminhados para a Delegacia da Polícia Federal em Ponta Porã, para as providências que o caso requer.

 

Dourados News

Samu foi acionado para atender o outro ferido. - Foto Divulgação

O sargento da Polícia Militar João Rodrigues da Silva, 49, acabou baleado de raspão na cabeça na noite de ontem (24) após reagir a assalto em lanchonete localizada na Rua Rangel Torres, região da Vila Mari em Dourados. 

João estaria na companhia de Fagner Góes Libório, 29, quando dois homens chegaram a pé com capacete e dirigiram-se diretamente ao PM. 

Eles teriam anunciado o assalto e em seguida disseram, “Não reage João, a gente só quer o dinheiro do seguro”. Apesar disso, o sargento reagiu e os criminosos dispararam contra ele e Fagner. 

João acabou ferido com dois tiros de raspão na cabeça enquanto Fagner foi atingido com um tiro no braço esquerdo. Do sargento a dupla levou celular enquanto de Fagner tomaram celular, carteira com documentos e uma quantia em dinheiro não especificada pela vítima.

Os criminosos fugiram e populares que estavam no local levaram o policial para o Hospital Cassems enquanto o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionado para atender o outro ferido. Fagner acabou levado ao Hospital da Vida. 

A Polícia investiga o caso e busca identificar os criminosos.

 

 

Dourados News

Foto - Dourados News

Carro onde estavam dois jovens acabou destruído por chamas após o motorista, de 21 anos, colidir contra um poste de energia. Com ele estava uma menor de 17 anos. 

O fato aconteceu em frente ao Parque Rego d’Água, na Vila Erondina, às 2h desta quinta-feira (23).

Segundo informações repassadas pelo Corpo de Bombeiros, a guarnição ficou responsável em controlar as chamas no Honda Civic e o Samu (Serviço de Atendimento Médico de Urgência) em verificar o estado das vítimas. 

O rapaz teria recusado atendimento médico e apresentava, segundo o Corpo de Bombeiros, sinais de embriaguez. 

A jovem foi encaminhada ao Hospital da Vida sem ferimentos graves. Os dois tiveram apenas lesões causadas pelo impacto do acidente. 

 

Dourados News

Foto - Osvaldo Duarte

Traficante capotou caminhonete Mitsubishi Triton enquanto fugiu de policiais do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) neste sábado, em Dourados. A carga ficou espalhada por uma estrada vicinal e o suspeito, identificado como Anderson Oliveira Pereira, de 33 anos, foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e preso. 

Conforme apurado, durante patrulhamento pela rodovia BR-463, que dá acesso à fronteira com o Paraguai, os policiais tentaram abordar o veículo ocupado por Anderson, mas ele não obedeceu e fugiu, acessando o trevo do aeroporto, na direção da Universidade Federal de Dourados (UFGD).

Em alta velocidade, perdeu o controle na estrada de terra e capotou. Enquanto era atendido, não se lembrou para onde levaria a droga, mas disse ser morador em Ponta Porã e que receberia R$ 5 mil pelo serviço. Ele teve escoriações e suspeita de fratura na costela. O veículo e a droga foram apreendidos pelo DOF.

 

Correio do Estado

Inquérito da morte de criança foi concluído pela 2ª Delegacia de Polícia Civil de Dourados. - Foto Divulgação

A 2ª Delegacia de Polícia Civil de Dourados divulgou na tarde dessa quinta-feira (23) uma nota oficial em relação a conclusão do inquérito que apurou a morte do menino Rodrigo Moura de 1 ano e meio, ocorrida no dia 16 de agosto.

Após confessar as agressões, a madrasta foi indiciada hoje por maus tratos e homicídio qualificado. Já o pai da criança responderá pelo crime de maus tratos, porque, segundo a polícia, laudos constataram que a criança ja vinha sofrendo agressões nos dias anteriores a morte.

A justiça já tinha decretado a prisão preventiva de Jéssica Leite, 21 anos, e Joel Santos, 24 anos, após laudo do IML (Instituto Médico Legal) constatar que o menino sofreu espancamento e o casal entrar em contradição sobre as informações, ao serem ouvidos pelo delegado Marcelo Batistela.

De acordo com informações policiais repassadas ao Dourados Agora em primeiro interrogatório, Jessica deixou de apresentar qualquer explicação para o ocorrido. Por outro lado, Joel alegou não estar em casa no momento da morte da criança, mas deixou de apresentar explicação pelas lesões antigas no bebê.

No entanto, exames periciais apontavam múltiplos hematomas de varias colorações diferentes, indicando terem sido provocadas em épocas distintas.

Ao ser ouvida novamente no dia 22, quarta-feira, Jessica confessou as agressões. Alegou que estava passando por um momento desgastante na relação com o marido e estava muito estressada por ter que cuidar de duas crianças das quais ela não era mãe.

A mulher relatou que o menino estava chorando com prisão de ventre e ressecamento, ela começou a apertar a barriga dele com a mão, depois pisou na barriga do menino e também nas costas.

Ainda de acordo com a nota da Polícia Civil, distribuída à imprensa, ela matou por motivo fútil e de uma forma que impossibilitou a defesa da vítima.

 

Dourados Agora

Jéssica confessou ter pisoteado o menino de apenas um ano e meio que morreu (Foto: Reprodução/Facebook)

Jéssica Leite Ribeiro, de 21 anos, madrasta do menino de um ano e seis meses que morreu com sinais de espancamento no dia 16 de agosto em Dourados, confessou ter agredido a vítima. Presa desde o dia da morte, ela foi ouvida formalmente na noite de quarta-feira (22) e disse ter pisoteado o enteado por estar com raiva, mas sem intenção de matar. Além disso, isentou seu marido, Joel Rodrigo Avalo Santos, de 25 anos, pai da criança, de qualquer participação no crime. 

 

Jessica decidiu falar ontem, após uma semana isolada numa cela da Delegacia de Polícia Civil. Chorando, relatou que estava numa situação de muito estresse, por ser nova, com duas crianças que não são filhos dela, e em meio a brigas com o marido, Joel. 

 

Segundo ela, o menino estava chorando, com prisão de ventre, ressecamento, então começou a apertar a barriga dele com a mão e depois pisou na barriga da criança, com força. Disse que não queria matar, mas acabou se excedendo no momento de raiva. Sobre a fratura da costela que provocou perfuração do fígado da vítima, detalhou que a criança estava se virando e ela continuou pisando. 

 

Sobre seu marido, Joel, afirmou que ele não fez nada e está preso injustamente. Acrescentou nunca tê-lo visto batendo ou maltratando as crianças, de quem é pai. Ambos foram presos no dia da morte e autuados em flagrante por maus tratos. Na tarde seguinte, levados para audiência de custódia no Fórum de Dourados, tiveram suas prisões convertidas para preventiva, sem prazo para acabar.

 

 

94 FM Dourados

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