Dourados-MS,

Na manhã desta quinta-feira (9/1), policiais civis, por meio do SIG (Serviço de Investigações Gerais), fecharam mais um ponto de comércio de drogas em Dourados. 

Desta vez, o local de venda desmantelado funcionava no bairro Jardim Ouro Verde. Esta é a terceira “boca de fumo” fechada em menos de uma semana na cidade, realizado através do serviço de investigações da polícia. 

A apreensão de entorpecentes e prisão de duas pessoas aconteceu após monitoramento da residência. A abordagem foi realizada no  momento em que o acusado vendia uma pedra de crack a um usuário de drogas pelo valor de R$ 40, caracterizando assim a prisão em flagrante. 

Os policiais fizeram uma vistoria dentro da residência e encontraram 57 porções de maconha, mais de 360 gramas de crack, papelotes de cocaína, além de objetos que teriam sido adquiridos por meio de trocas envolvendo porções de entorpecentes.

O casal responsável pela casa foi preso e os dois terão que responder pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico. 

De acordo com informações da Assessoria de Comunicação da Polícia Civil, os cercos contra os pontos de vendas de drogas são importantes, já que este tipo de crime “impulsiona a execução de vários outros”.  

O comerciante Marcos Antônio Marques Leite, 53 anos, mais conhecido como Marcão, morador na Rua Desidério Felipe de Oliveira, no Jardim Flórida II, foi assassinado na noite desta terça-feira, dia 07 de janeiro, com quatro tiros efetuados por dois homens que estavam em uma motocicleta.

Segundo informações da Polícia Militar, que esteve no local, Marcão estava em frente ao bar de sua propriedade, quando os criminosos fizeram os disparos que atingiram a vítima duas vezes no peito, uma no pescoço e uma no abdômen.

Marcão foi socorrido por militares do Corpo de Bombeiros, com apoio do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), mas morreu a caminho do Hospital da Vida.  

A Polícia Militar de Dourados recuperou na manhã de ontem (5) o veículo Fiat Uno Azul que havia sido furtado neste sábado (4).

De acordo com relato da vítima de 20 anos de idade, o carro estava estacionado na tarde de ontem na rua Clóvis Cersósimo de Souza, região do bairro Vila Rosa. 

Ele estava dormindo, quando, por volta das 18 horas, escutou o barulho de funcionamento do veículo. Ao olhar pela sacada da casa, a vítima viu que um desconhecido saía com o seu carro tomando rumo ignorado. 

Os disparos de arma de fogo ocorreram na madrugada de hoje (1), em um salão de beleza, localizado na Rua Cuiabá, em Dourados. De acordo com testemunha, os disparos foram efetuados por dois homens em uma moto Titan. Foram mais de 4 tiros que quebraram a vidraça do salão.

De acordo com o boletim de ocorrência, a mãe da proprietária do local relatou que a filha está constantemente recebendo ameaças do ex-namorado, que foi preso e desde então fica ameaçando ela com mensagens de dentro do presídio.

Ainda de acordo com relatos da mãe da vítima, após os disparos o ex mandou mensagens no celular da filha dela afirmando que foi o mandante dos disparos, mas em apagou rapidamente, não sendo possível printar as mesmas. A Polícia Civil investiga o caso.

Preso preventivamente desde o dia 6 de novembro, quando a Polícia Federal deflagrou operação contra supostas fraudes licitatórias no município, o ex-secretário de Saúde de Dourados, médico Renato Oliveira Garcez Vidigal, tenta a liberdade com pedidos de habeas corpus no STJ (Superior Tribunal de Justiça) e no STF (Supremo Tribunal Federal).

Na mais alta Corte do país, o pedido de revogação da prisão impetrado pelo advogado João Arnar Ribeiro em 22 de dezembro teve despacho no dia 26 daquele mesmo mês.

No entanto, houve apenas a indicação de que “o caso não se enquadra na hipótese de atuação excepcional da Presidência (RISTF, art. 13, VIII)”, trecho do regimento interno que aponta a prerrogativa para decidir questões urgentes nos períodos de recesso ou de férias, razão pela qual os autos foram encaminhados ao gabinete do relator, ministro Marco Aurélio, para análise oportuna.

Nesse recurso a defesa tenta reverter decisão do ministro Nefi Cordeiro, relator da Sexta Turma do STJ que negou habeas corpus em 17 de dezembro.

No Superior Tribunal de Justiça, por sua vez, a intenção era derrubar despacho de 26 de novembro do desembargador Fausto De Sanctis, relator da 11ª Turma do TRF 3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região), que negou outro pedido de liberdade, então impetrado contra ordem da 1ª Vara Federal de Dourados responsável por indeferir pleito pela revogação da prisão preventiva decretada nos autos da ação penal nº 5002425-62.2019.4.03.6002.

Em outra frente, a defesa de Vidigal ainda espera decisão favorável no STJ com outro habeas corpus, que foi protocolizado pela advogada Jennifer Batista Faria no dia 30 de dezembro e está concluso para decisão ao ministro João Otávio de Noronha.

Nesse caso, também consta como impetrado o TRF 3, onde a defensora apontou a “descoberta da prática de depoimentos falsos, perpetrados por testemunhas que disseram sentir-se ameaçadas pelo paciente, cujos conteúdos foram expressamente citados na decretação da preventiva, culminando na oferta de novo pedido de revogação da preventiva, identicamente negado pelo juízo”.

Conforme a petição, as testemunhas “teriam deliberadamente uniformizado suas versões dos fatos para incriminarem o paciente e alegarem que ele os ameaçava, conforme divulgado na imprensa douradense e ratificado por ‘print’ de conversa via whatsapp”.

Para a advogada, “a circunstância assacada à decretação da custódia cautelar pauta-se em fato extemporâneo à segregação, ocorrido há mais de dois anos, precisamente a alienação da empresa envolta na prática dos possíveis ilícitos”, e “simples ilações não são de molde a tolher a liberdade do cidadão, tratando-se, a prisão cautelar, de medida excepcionalíssima, tanto mais porque ausente condenação passada em julgado”.

Contudo, no dia 29 de dezembro a juíza federal Vanessa Vieira de Mello, plantonista, determinou que o pedido de liberdade seja direcionado à relatoria sorteada, “a quem, inclusive, melhor dirá acerca da própria admissão da presente medida, que, como visto, reprisa pleito de reconsideração já deduzido nos autos do primeiro ‘habeas corpus’ dinamizado”.

Alvo da segunda fase da Operação Purificação, denominada Nessum Dorma Adsumu, Renato Vidigal foi denunciado à Justiça Federal em Dourados pelo Ministério Público Federal e pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul junto com outras quatro pessoas acusadas de desviar recursos públicos destinados à aquisição de alimentação hospitalar para pacientes internados e acompanhantes entre os anos de 2017 e 2018. A defesa nega as acusações.

Comerciante de 68 anos foi espancado a pauladas e acabou internado em estado grave após impedir que uma senhora, também de 68 anos, vizinha no estabelecimento dele, fosse assaltada. O fato aconteceu no final da tarde de ontem (2) no Centro de Dourados.

Segundo apurado pela reportagem, por volta das 17h35 a mulher teria percebido a movimentação de um desconhecido no telhado da casa. Ela passou a gritar por socorro.

O vizinho teria ouvido a gritaria e ido até o local, momento que constatou a presença do criminoso tentando entrar na casa. Ele teria então pegado o telefone e ligado para a polícia.

Vendo a atitude de ajuda à vítima, o ladrão desceu rapidamente do telhado e em posse de um pedaço de madeira, passou a desferir golpes que provocaram lesões graves no comerciante, principalmente na cabeça. 

O criminoso fugiu e o idoso precisou ser socorrido às pressas pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) até o Hospital da Vida, onde segue internado em estado grave.

A PM chegou até o local do crime, mas após diligências na região não conseguiu localizar o criminoso. O caso segue em investigação.

Um taxista foi vítima de assalto na noite de segunda-feira (30) em Dourados. Dois homens e uma mulher, todos de uma mesma família (mãe, filho e sobrinho), solicitaram dele uma corrida e anunciaram o assalto.

Armados com uma faca, o trio anunciou o assalto. Antes de levarem o veículo Cobalt espancaram a vítima. O homem foi encontrado por motoristas de aplicativos, modalidade com a qual ele também trabalha. Ele estava muito assustado e com vários sinais de faca nas costas.

O veículo foi recuperado pela Polícia Militar de Itaporã e o trio foi preso naquele município durante a fuga. O carro teve o motor fundido e precisou ser rebocado para o pátio da PM.

Os criminosos foram trazidos para Dourados e recebidos com grande revolta por taxistas, motoristas de aplicativos e populares que ao saberem da prisão em Itaporã ficaram em frente à Delegacia de Dourados aguardando a chegada do trio.

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