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Foto - Osvaldo Duarte

O artesão Valmir Souza Gomes, 61 anos, vulgo João de Barro, morador no Campo Dourado, bairro de Dourados, foi encontrado morto há pouco, em um banheiro da casa dele, localizada na Alameda das Pérolas. 

De acordo com informações da Polícia Civil, que está no local, existem muitos sinas de sangue por toda a casa e o corpo do artesão esta em um banheiro nos fundos da residência, mas até o momento não é possível determinar quais os motivos do crime.

Peritos também se deslocaram até a cena do crime para fazer os levantamentos necessários, para determinar as causas da morte.

Valmir Gomes possuia uma banca de vendas de artesanato, instalada às margens da rodovia BR-463, na região do BNH 4º Plano.

 

Dourados News

Foto - Vinícios Araujo

A empresa Marmiquente Comércio de Bebidas e Alimentos Ltda. ficou inativa entre os anos de 2013 e 2017, quando foi acionada para assumir o contrato com a Fundação de Saúde de Dourados (Funsaud). 

O objeto do contrato era o fornecimento de marmitas para pacientes e funcionários da UPA (Unidade de Pronto Atendimento) e Hospital da Vida. Segundo o delegado Denis Colaris, responsável pela Operação Purificação, deflagrada nesta manhã (12), o contrato efetivava um repasse de R$ 1,8 milhão por ano.

A empresa prestou os serviços em 2017 e 2018. A Polícia Federal acredita que tenha ocorrido um direcionamento para a conquista do certame. 

O detalhe que chamou atenção dos investigadores foi o fato da empresa ter sido reativada apenas para a disputa pelo contrato, no qual foi a única inscrita. 

“Qualquer cidadão mediano não vai achar normal que uma empresa que não tem funcionários e nem equipamentos ganhe uma licitação de R$ 1,8 milhão e ainda alugar o imóvel após ganhar a licitação”, afirmou o delegado.

As investigações estão em fase inicial, conforme afirmou Colaris, e a expectativa é de que novos fatos surjam para esclarecimentos das evidências encontradas. 

OPERAÇÃO

A Operação Purificação, deflagrada nas primeiras horas da manhã de hoje (12), investiga um suposto esquema de corrupção em licitação para a aquisição de refeições a pacientes e funcionários de hospitais do município. 

Os crimes investigados são de estelionato qualificado (art. 171, parágrafo 3º), uso de documento falso (art. 304) e associação criminosa (art. 288), todos do Código Penal, além de fraude à licitação (art. 90 da Lei 8.666/90). 

PURIFICAÇÃO 

O nome da operação refere-se a depurar, expurgar, sanear, os processos licitatórios no âmbito da prefeitura de Dourados com verba federal.

 

Dourados News

Foto - Divulgação

O juiz Luiz Alberto de Moura Filho, da 1ª Vara Criminal de Dourados decretou a a prisão preventiva do vereador Cirilo Ramão (MDB). Com isso, o vereador afastado deve voltar para a cadeia nas próximas horas. 

O magistrado acatou o pedido do Ministério Público Estadual que alegou que o vereador esteve na Câmara de Dourados no período noturno, ato irregular, já que o mesmo estava impedido de sair de casa após às 18h, no ato do alvará de soltura.

Ele havia sido preso no contexto da Operação Cifra Negra, resultado de investigações por parte da 16ª Promotoria de Justiça, envolvendo suposto esquema de corrupção que acontece há pelo menos oito anos na Câmara do município. 

O vereador afastado estava em liberdade provisória e teve a prisão imediata decretada.  

 

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Idenor Machado (PSDB)

O vereador Idenor Machado (PSDB) que estava preso desde o dia 30 de janeiro, no 1° Distrito Policial de Dourados, foi transferido na tarde de segunda (04), para a PED (Penitenciária Estadual de Dourados). Idenor está preso por ordem do TJ/MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), que derrubou uma liminar do desembargador Paschoal Carmello Leandro, que havia concedido liberdade ao parlamentar no dia 17 de dezembro.

Idenor, que por três vezes foi presidente da Câmara de Vereadores de Dourados, é acusado de participação em um esquema de corrupção na Casa de Leis. No final do ano passado o Ministério Público Estadual levou ele, Pedro Pepa (DEM), Cirilo Ramão (MDB), o ex-vereador Dirceu Longhi (PT), os empresários Denis da Maia, Jaison Coutinho, Karina Alves de Almeida e Franciele Aparecida Vasul e o ex-servidor da Câmara Alexandro de Oliveira de Souza. Todos conseguiram habeas corpus ainda antes da virada de ano.

Agora, com a determinação do TJMS, apenas Idenor Machado segue preso. 

 

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Foto - Osvaldo Duarte

Na madrugada deste domingo (10) Dourados foi palco para duas mortes violentas. Uma aconteceu no Parque das Nações I, onde um homem foi encontrado com uma faca cravada nas costas. No outro registro, um rapaz foi achado caído com sinais de atropelamento no Jardim Ouro Verde.

Segundo a polícia, no primeiro caso, um morador do bairro Parque das Nações I saía de casa para caminhar no início da manhã quando ao abrir o portão encontrou Anderson Salustiano da Silva, de 28 anos, caído em frente a residência. 

A vítima estava ensanguentada e com uma faca cravada nas costas. A lâmina estava inteira no corpo do rapaz. O Corpo de Bombeiros foi acionado e no local constataram que ele estaria morto. A perícia ainda identificou outros dois ferimentos na lateral do tórax.

Ainda não há informações sobre suspeitos e nem motivação para o assassinato. Anderson faria aniversário amanhã.

OUTRO CASO

Já na região do Jardim Ouro Verde, na Rua Monte Alegre entre a Rangel Torres e Delfino Garrido, Lucas Assis da Silva Gonçalves, de 21 anos, foi encontrado caído sem vida e com sinais de atropelamento. 

De acordo com informações apuradas pela polícia, ele teria tido uma discussão com a irmã e havia saído de casa. A suspeita é de que ao sair para a rua, Lucas tenha caído e um carro o atropelado.

O fato ocorreu bem em frente a residência da vítima. O corpo foi encontrado em meio a uma grande poça de sangue. 

Ambos os casos foi registrados na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) de Dourados e serão investigados pela polícia. 

 

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Foto - Osvaldo Duarte

A Polícia Militar prendeu na noite de ontem (5) Renan Almeida Soares, 19, após o rapaz ter sido flagrado armazenando droga dentro de casa. Ele confessou que fazia a venda de cigarros de maconha por R$ 5. 

As ações aconteceram no cruzamento da Rua Antônio Luiz Marra com a Rua Wilson Gabiatti, região do Canaã III. 

Inicialmente a abordagem havia sido direcionada a um rapaz de 20 anos, que foi visto jogando objeto no chão e pisando para cobrir com o pé. Ao abordar o suspeito, foi descoberto que seria um cigarro de maconha. 

Renan estava próximo do alvo da abordagem e acabou sendo vistoriado também. No celular dele os militares encontraram conversas sobre droga e fotos de armas. 

Os agentes se deslocaram então até a casa do pai de Renan para apurar armazenamento de entorpecente, mas lá não foi encontrado nada. Diferentemente da caso do rapaz, no Izidro Pedroso. Lá os militares acharam um tablete de maconha de 315 gramas. 

Ele confirmou que fazia o tráfico da droga e disse que o cigarro de maconha era vendido a R$ 5. Renan foi autuado em flagrante e preso em uma das celas do 1° Distrito Policial de Dourados.

 

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O ex-secretário de Fazenda de Dourados, João Fava Neto foi preso na terça (22), em Campo Grande. Ele estava foragido da Justiça, desde o último dia 18, quando o TJ/MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) que determinou, que ele voltasse para a prisão. Ele é acusado de comandar uma organização criminosa responsável pelo desvio de R$ 23 milhões do município.

Com a regogação da liminar concedida na véspera do Natal, foi restabelecida a prisão preventiva” do ex-secretário. Assim o TJ expediu mandado da ordem de prisão, que deveria ter sido cumprido na semana passada, mas a Polícia Civil não encontrou João Fava Neto em Dourados e nem em Campo Grande. Desde então ele era considerado foragido da justiça.

Após ser preso João Fava Neto foi encaminhado ainda na noite de terça-feira, para a 3ª Delegacia de Polícia da Capital, localizada no Bairro Carandá Bosque. 

Fava é apontado pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul como o mentor do esquema de fraude em licitações para contratar empresas terceirizadas em troca de propina. Ele é sogro do deputado estadual eleito Neno Razuk (PTB) e da mais alta confiança da família da atual prefeita de Dourados.

OPERAÇÃO PREGÃO

As investigações tiveram por objetivo esclarecer a atuação de uma suposta organização criminosa composta por agentes públicos, políticos e empresários, visando a prática de diversos crimes incluindo fraude em licitação, dispensa indevida de licitação, falsificação de documentos, advocacia administrativa, além do crime contra a ordem financeira e da incidência na conduta descrita no artigo 5º,- IV, da Lei Anticorrupção, notadamente em razão de fraudes em licitações e contratos públicos, praticados, em tese, durante a atual gestão municipal.

 

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