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Foto - Osvaldo Duarte

O MPE (Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul), desencadeou na manhã desta terça-feira (11) a segunda fase da Operação Pregão, que apura esquema de fraudes em licitações na prefeitura de Dourados. 

Dois mandados de prisão, contra o ex-contador da prefeitura Rosenildo França e a esposa dele e outros dois de busca e apreensão foram expedidos pelo juiz Luiz Alberto de Moura Filho, da 1ª Vara Criminal de Dourados. 

As ações ocorrem por intermédio do 16º promotor de Justiça Ricardo Rotunno, com o apoio do promotor Etéocles Brito Mendonça Dias Júnior, do Grupo Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado – Gaeco e do Setor de Investigações Gerais (SIG) da Polícia Civil.

O Dourados News apurou que os mandados são cumpridos na região do BNH IV Plano.

Na primeira fase da Operação Pregão, desencadeada no dia 31 de outubro, quatro pessoas acabaram presas, entre elas o ex-secretário de Fazenda de Dourados, João Fava Neto e a vereadora Denize Portollan, que na época das investigações atuava como secretária de Educação do Município.

Outros 16 mandados de busca e apreensão ocorreram na mesma data.

Operação Pregão

As investigações têm por objetivo esclarecer a atuação de uma suposta organização criminosa, composta por agentes públicos, políticos e empresários, visando a prática de diversos crimes, incluindo fraude em licitação, dispensa indevida de licitação, falsificação de documentos e advocacia administrativa, além do crime contra a ordem financeira e incidência na conduta da Lei Anticorrupção, sem prejuízo de outros, notadamente em razão de fraudes em licitações e contratos públicos, praticados, em tese, durante a atual gestão municipal.

O nome da operação “Pregão”, refere-se à modalidade de procedimento licitatório mais utilizada pelos investigados em sua atuação. 

 

 

Dourados News

Foto - Gizele Almeidas

Policiais civis do 2º Distrito Policial e a 16ª Promotoria de Justiça do Ministério Público Estadual deflagraram na tarde de quarta (5) em Dourados e Campo Grande, a Operação Cifra Negra. 

Ao todo, são 10 mandados de prisão e um de busca e apreensão nas duas cidades, expedidos pelo juiz da 1ª Vara Criminal, Luiz Alberto de Moura Filho.  

Os vereadores Idenor Machado (PSDB), Pedro Pepa (DEM) e Cirilo Ramão (MDB) foram presos. Idenor comandou a Câmara entre os anos de 2010 e 2016.

Além deles, o ex-vereador Dirceu Longhi (PT) e o ex-servidor Amilton Salina acabaram detidos na maior cidade do interior do Estado. 

De acordo com nota encaminhada à imprensa, a ação é originária de outras duas operações, a Telhado de Vidro e a Argonautas – deflagradas em 2013 em 2014 - e que investiga crimes de colarinho branco. 

Na Câmara de Dourados, as investigações apontam para corrupção ativa e passiva. 

Conforme o Ministério Público, em diversos processos licitatórios realizados nos anos anteriores dentro da Casa, empresas consideradas como ‘cartas marcadas’ se apresentavam e atuavam em conluio. 

Algumas delas, conforme o MPE, existiam apenas no papel para simular uma concorrência legal. “Sem a devida concorrência, os valores dos contratos oriundos destes processos se faziam exorbitantes”, diz trecho da nota. 

Propinas

Ainda de acordo com o Ministério Público Estadual, para garantir o esquema, essas empresas repassavam na época, valores aos vereadores a título de propina.

 

Dourados News

Foto - Osvaldo Duarte

Frieza e convicção quanto ao crime. Esses são fatores que podem ser observados no depoimento à polícia do adolescente de 16 anos apreendido pela morte de Wesley Gonçalves da Silva, 24, o “Lelo”. O menor confessou o crime e diz que agiu sozinho motivado por ciúme.

Quatro pessoas, sendo três menores e um maior de idade foram detidos pelo crime. 

O menor afirma que Wesley beijou a adolescente de 16 anos. O relato foi feito por ela à polícia civil. 

“O cara beijou minha mina e eu arrebentei na facada. É isso aí mesmo 'mano', tem nada a negar não. Foi tudo eu mesmo que fiz essa fita aí 'véi' e já era”, diz. 

O caso é tratado como latrocínio, pois o veículo da vítima, um Fiat Pálio, foi levado. Wesley foi morto com 25 facadas, conforme a polícia. 

Sobre o carro, o menor aponta que levou para o país vizinho na tentativa de negociação. 

“O carro eu levei lá pro Paraguai e os ‘cara’ deu o golpe e não pagaram nós”. 

Questionado sobre a morte de Wesley, o menor é enfático ao dizer “Eu peguei ele daquele jeito que nem bandido faz”, e complementa ao dizer que não se arrepende.

O adolescente tenta ainda “justificar” o crime com apontamento a idade da vítima e da jovem. 

"Cara de 23 anos, pegar uma mina de 16 anos, o que vocês me falam disso daí? Arrebentei mesmo!".

Wesley Gonçalves da Silva foi assassinado com golpes de faca. O corpo foi encontrado no dia 28, em uma mata, na rua Natal, em Dourados. 

Três pessoas foram detidas pela polícia civil nesta sexta-feira (30), em Ponta Porã, acusadas pelo crime, sendo o menor que confessou o assassinato, outro menor de 17 anos e Weslley Ramires Braga, 18. A adolescente foi detida em Dourados. 

Informações da polícia civil apontam que a adolescente de 16 anos, moradora no jardim Guanabara, mantinha caso com o rapaz também de 16 anos autor da morte de “Lelo”. 

A partir desse fato, o menor armou emboscada contra a vítima na companhia do outro menor, de 17 anos e Weslley Ramires Braga, 18, ambos moradores no Jardim Canaã I. 

De acordo com o delegado do SIG (Setor de Investigações Gerais), Rodolfo Daltro, o casal havia se desentendido no relacionamento e nesse período, a menina passou a procurar emprego, quando conheceu Wesley e se encontrou com ele no domingo (25/11).

Após passarem um tempo conversando, o rapaz e a jovem acabaram se beijando. 

Ainda conforme o delgado, no dia seguinte, o autor do crime chamou a namorada na tentativa de continuar o relacionamento amoroso e ao visitar página dela no Facebook, teria observado algumas mensagens deixadas pela vítima. 

Foi então que o menor passou a conversar com Wesley se passando pela jovem. 

Na terça, ainda usando o perfil dela, marcou encontro com ele na escola em que a jovem estudava e a mandou ir até o local. Por volta das 23h ele chegou no Fiat Pálio, estacionou e desceu ao avistá-la. 

O autor, na companhia do outro menor e de Weslley, cercaram a vítima e colocaram no carro, o levando para outro lugar, o qual não foi informado até o momento pela polícia. Lá, foram desferidos 25 golpes de faca que mataram o jovem. 

O corpo dele acabou desovado na madrugada de quarta-feira na rua Natal, próximo a Toca de Assis. Wesley foi reconhecido horas depois pela mãe e a namorada. 

Latrocínio

Após o assassinato, o trio deixou Dourados em direção a Ponta Porã, na fronteira com o Paraguai. 

No país vizinho, venderam o carro, mas acabaram não recebendo o dinheiro após o comprador descobrir que se tratava de produto de latrocínio. 

Já no início da tarde desta sexta-feira (30/11), eles foram encontrados em uma casa no Jardim Ivone, na cidade de Ponta Porã. A ação contou com apoio do SIG daquela cidade. 

 

Dourados News

 

Foto - Osvaldo Duarte

O corpo encontrado na manhã desta quarta-feira (28) na rua Natal, próximo a Toca de Assis, em Dourados, possuía aproximadamente 20 facadas. A polícia acredita que ele tenha sido morto na noite de ontem em outro local e desovado de carro naquela região. 

Conforme o apurado, os golpes atingiram várias partes da vítima, ainda não identificada. 

Há cortes nos braços do rapaz, apontando para uma possível tentativa de defesa durante o crime. 

O caso segue investigado pela Polícia Civil e não está descartada a possibilidade de mais uma ação de integrantes de facção criminosa no chamado ‘Tribunal do Crime’.  

 

Dourados News

Foto - Osvaldo Duarte

Incêndio destruiu um depósito usado para armazenar materiais recicláveis em Dourados. O caso ocorreu na noite de segunda-feira (3/12) e a proprietária do imóvel, mulher de 53 anos, acredita que o fogo tenha sido criminoso. 

O local já foi alvo da polícia em abril, quando 2 toneladas de maconha foram apreendidas no interior do prédio, localizado na rua Dom João VI, entre a Major Capilé e avenida Weimar Gonçalves Torres. Na época, 10 pessoas acabaram presas. 

De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima disse que estava em casa, no Jardim Ouro Verde, e um homem de 42 anos chegou para cobrar dívida de R$ 152. Como ela não abriu o portão, o suspeito pulou o muro e ateou fogo em vários objetos que ali estavam. 

Em seguida, ele continuou com as ameaças. Após a dona da casa acionar a polícia, ele fugiu.

Momentos depois, a proprietária do imóvel recebeu telefonema avisando sobre o incêndio no prédio.

Acionado, o Corpo de Bombeiros conseguiu conter o fogo, porém, todo o material que ali estava foi queimado e pelo menos duas máquinas de prensa também foram perdidas. 

Ainda não há informações sobre o que motivou o fogo, porém, a suspeita é de que possa ter sido cometida de forma criminosa. 

O CASO

No dia 24 de abril, uma ação conjunta entre policiais militares e federais terminou com a prisão em flagrante de 10 pessoas. 

O flagrante aconteceu no Jardim Guanabara durante a madrugada, quando durante abordagem dos policiais, cães farejadores detectaram a droga num caminhão da empresa, revelando esquema de tráfico através do transporte de recicláveis. 

Durante as ações da polícia, descobriu-se que a droga era embalada em meio aos recicláveis. No galpão, localizado no mesmo imóvel alvo de incêndio, funcionário afirmou que parte da carga de recicláveis já vinha embalada de outra cidade e que não tinha conhecimento do entorpecente.

 

Dourados News

Foto - PM

Um jovem de 18 anos, morador na Vila Mary em Dourados, foi preso na manhã dessa quinta-feira (29), logo após ser flagrado de posse de munições e ainda por cultivar um pé de maconha.

O caso ocorreu por volta da 10h quando os policiais da Rádio Patrulha do 3º BPM faziam rondas pela rua Cândido de Carvalho no Parque das Nações 1 e acabaram avistando em uma residência uma planta semelhante a maconha.

Ao parar para conferir a planta, o jovem identificado como Erick saiu da residência e relatou que a planta seria de sua propriedade e que cultivava maconha para consumo próprio.

Diante do relato os policiais acabaram fazendo um revista na casa encontrando quatro munições calibre 22 e uma munição calibre 38, que também seriam do acusado.

O caso foi registrado como posse ilegal de munição e porte de drogas no 2º DP.

 

Dourados Agora

Foto: Polícia Civil/Divulgação

A Polícia Militar prendeu em Glória de Dourados (MS), o principal suspeito de matar Maiana Barbosa e a filha de 1 mês de idade nesta segunda-feira (26).

De acordo com o delegado da Polícia Civil da cidade, Cristiano André Heim, Marcos Fioravanti Neto, de 22 anos, estava foragido e foi preso na final da tarde, após roubar uma idosa de 70 anos. Ele teria cometido outro roubo, horas antes, em Vicentina (MS).

Marcos é o principal suspeito pelo assassinato de Maiana Barbosa, de 20 anos, e da própria filha, Dandara, de 1 mês. Os corpos de mãe e filha foram encontrados no início da manhã desta segunda-feira (26). A delegada da mulher em Dourados, Paula Oruê, disse que a Polícia Civil não tem dúvidas de que Marcos seja o assassino de Maiana e da bebê. 

Marcos Fioravanti Neto, suspeito de matar Maiana e a filha, foi preso em flagrante horas depois cometendo furto em cidade vizinha — Foto: Polícia Civil/Divulgação
Marcos Fioravanti Neto, suspeito de matar Maiana e a filha, foi preso em flagrante horas depois cometendo furto em cidade vizinha — Foto: Polícia Civil/Divulgação

A delegada disse ainda que, como a representação contra ele já foi feita por furto, a Justiça deve se manifestar ainda nesta segunda-feira (26).

Marcos morava com a mãe, o padrasto e uma irmã. Foi a mãe dele que encontrou os corpos de Maiana e Dandara. Em depoimento, acompanhada por 2 advogados, a mãe de Marcos alegou que ele "sofria de problemas mentais".

A polícia aguarda o laudo da perícia sobre a causa da morte de Maiana e a da filha. Ambas tinham perfurações no pescoço. 

O caso 

A estudante Maiana Barbosa Oliveira de 20 anos, foi morta com uma facada no pescoço, segundo a polícia. O corpo dela e da filha de apenas 1 mês, foram encontrados com perfurações, na tarde dessa segunda-feira, no quarto da casa em que elas moravam em Dourados, a 230 km de Campo Grande. A faca do crime foi encontrada no local. 

Maiana Barbosa e filha de 1 mês foram mortas e a suspeita do crime é do companheiro que está foragido. — Foto: Divulgação/Redes Sociais
Maiana Barbosa e filha de 1 mês foram mortas e a suspeita do crime é do companheiro que está foragido. — Foto: Divulgação/Redes Sociais

Maiana cursava História na Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), que suspendeu as aulas no curso nesta segunda-feira (26), em "Repúdio ao feminicídio".

 

G1MS

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