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Polícia investiga se irmã teria arquitetado assassinato do próprio irmão

Foto - Adilson Domingos

Dourados
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Eveline Garcia Murgi, 35, é investigada como “arquiteta” do assassinato do próprio irmão Luciano Garcia Murgi, 42. Além dela, a polícia autuou pelo crime o esposo dela Valdinei da Silva Arruda, 36, e Alessandro Dantas Chaves, autor confesso das facadas que resultaram na morte de Luciano. 

Luciano foi morto no jardim Pantanal, periferia de Dourados. Conforme mostrado pelo Dourados News, Alessandro Dantas Chaves conhecido como “mosquito” disse aos policiais que tinha sido procurado por uma irmã de Luciano para ir até a casa da família buscar um filho dela que teria ficado no local, após serem expulsos pela vítima, mas ao chegar no local, o mesmo já não estava lá. Neste momento, conforme ele informou à polícia, Luciano tentou agredi-lo e houve luta corporal, o que fez com que pegasse a faca e golpeasse a vítima que morreu em seguida. 

A irmã citada por “mosquito” é Eveline. Aos policiais ela confirma a versão de que teria pedido para “mosquito” ir até ao local para buscar o filho dela, diante do fato de que Luciano havia expulsado todos da casa e o garoto tinha ficado para trás e ligado para ela falando que a vítima fazia ameaças a ele. 

Ela teria pedido para que Valdinei acompanhasse “mosquito”. O relato do trio autuado é que a discussão se iniciou e que Luciano iniciou agressão física e acabou golpeado por “mosquito”, sendo que Valdinei, o esposo da Eveline teria tentado separar.

No entanto, a Polícia Civil investiga o fato de que Eveline já vinha “arquitetando” a morte do irmão, inclusive teria feito contato anteriormente com outras pessoas para contratar o assassinato. 

A motivação seria problemas de dependência química de Luciano. Relatos do trio autuado de que ele “dava trabalho”, “brigava com todos quando bebia” foram constantes. A vítima tinha passagens pela polícia. 

O caso é investigado pelo 1° Distrito Policial de Dourados. 

 

Dourados News