Dourados-MS,
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O comando do 3º Batalhão de Polícia Militar de Dourados divulgou na manhã dessa segunda-feira (7) os resultados das ações planejadas e desencadeadas durante o final de semana (04 a 07 de outubro) na região leste da cidade de Dourados.

Foram registrados 49 atendimentos sendo que desses, 36 foram de cunho preventivo e comunitário, com mais de 200 abordagens a pessoas e 90 vistorias a veículos, resultando na recuperação de dois veículos furtados na última semana em Dourados (2 motonetas Honda C-100 Biz), além do cumprimento de dois mandados de prisão.

Foram registrados ainda ocorrências de violência doméstica(4), acidentes de trânsito(3), direção perigosa(1) e furto(1), totalizando a prisão de 13 pessoas.

O atendimento emergencial 190 funcionou normalmente com atendimento de 210 ligações por dia.

Para o comandante do 3º BPM, Tenente Coronel PM Carlos Silva, os resultados das ações desempenhadas durante o final de semana foi satisfatória e atingiu as metas estabelecidas.

"Empenhamos nossa força operacional prioritariamente para o atendimento emergencial 190 e para o patrulhamento preventivo em nossa área de atribuição, com resultados satisfatórios principalmente no que tange a ação preventiva." Concluiu o comandante.

Três pessoas foram autuadas no início da noite de domingo (6/10) durante participação em uma festa regada a álcool e drogas em área de lazer na rua Corredor 18, no bairro Bonanza. 

No local, menores foram encontrados e relataram ter consumido bebida. Além do fato, pasta base de cocaína, maconha e armas também acabaram apreendidas em posse de participantes. 

De acordo com a ocorrência, por volta das 18h equipe da GMD (Guarda Municipal de Dourados) chegou ao imóvel após receber denúncia de perturbação de sossego. 

Lá, deteve uma mulher de 18 anos, responsável pelo evento e outras duas pessoas, por posse de arma de fogo e munições. Todos terminaram encaminhados à Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário). 

A organizadora responderá por fornecimento de bebida alcoólica a menores e teve fiança arbitrada em R$ 600. 

Já com Vinicius Mendes Moreira, 21, os guardas apreenderam um revólver calibre 38 com três munições. Ele recebeu voz de prisão e foi autuado em flagrante pela posse de arma, com fiança arbitrada de R$ 4.990.

Além do rapaz, Lara Beatriz Gomes Silvestre, 19, também possuía arma do mesmo calibre municiada. A ela, a polícia não arbitrou fiança, já que o objeto possuía sinais de adulteração. 

Ainda conforme a guarda, no local foram apreendidos além das armas, uma porção de pasta base de cocaína, dois cigarros de maconha, 14 litros de vodka, um de whisky, energéticos, cervejas e R$ 178 arrecadado no evento. 

Foi instaurado na manhã desta segunda-feira (23) o inquérito policial que vai investigar suspeita de estupro do menino de um ano de idade que morreu na noite de sábado no Hospital da Cassems (Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul) em Dourados.

A investigação será conduzida pelo delegado Francis Flávio Tadano Araújo Freire, da 2ª Delegacia de Polícia Civil, responsável pela área onde a criança morreu após se engasgar em casa. Durante exame, o médico constatou fissura anal no bebê e acionou a polícia.

Os pais da criança, todas as outras pessoas que tinham contato com o menino e os profissionais de saúde que fizeram o atendimento serão intimados para prestar depoimento. A polícia também aguarda os laudos sobre a causa da morte e a suspeita de estupro.

A reportagem apurou que o ferimento já estava na fase de cicatrização e o abuso não teve relação com a morte da criança. Em desespero com a morte do filho, os pais foram informados ainda no hospital sobre a suspeita de estupro e que a polícia seria avisada. Uma equipe foi ao hospital ainda na noite de sábado, para registrar a ocorrência.

O TJ-MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) negou seguimento a recurso especial interposto pelo MPE-MS (Ministério Público Estadual) para levar de volta à cadeia o policial militar Dijavan Batista dos Santos, de 37 anos. Em liberdade, ele é réu por homicídio, acusado pelo assassinato do bioquímico Julio Cesar Cerveira Filho, de 43 anos, morto com um tiro disparado dentro do cinema do shopping de Dourados no dia 8 de julho.

Em decisão proferida na terça-feira (10), o desembargador Carlos Eduardo Contar, vice-presidente da Corte estadual, pontuou que “em relação aos artigos tidos por violados, o presente recurso não merece prosperar, pois rever o entendimento adotado por este Tribunal, com base nas provas e documentos juntados aos autos, implicaria, necessariamente, o reexame do conjunto fático-probatório, o que é vedado no âmbito de recurso especial, por óbice contido na Súmula 7, do Superior Tribunal de Justiça”.

AGRESSIVIDADE

Conforme já revelado pelo Dourados News, no final de agosto o procurador Luis Alberto Safraider, da 19ª Procuradoria de Justiça Criminal, requereu que o habeas corpus concedido em 6 de agosto pela 2ª Câmara Criminal do TJ-MS fosse cassado diante da necessidade de nova prisão “para conveniência da instrução criminal porque o cargo de policial militar ocupado por aquele indica a probabilidade de tumultuar a correta produção probatória, ainda mais considerando a agressividade demonstrada nos fatos apurados”.

Ele justificou seu pedido a partir das ponderações feitas pelo juiz de 1º grau quando decretou a prisão preventiva do policial, considerando a “gravidade concreta da conduta perpetrada pelo recorrido, uma vez que o homicídio foi perpetrado dentro de uma sala de cinema lotada de pessoas, no período vespertino e durante as férias escolares, quando haviam várias crianças e adolescentes no recinto”.

“Além disso, o magistrado sustentou o perigo comum resultante do disparo de arma de fogo naquele local e a motivação desproporcional para tirar a vida do ofendido, resultante de briga por assentos de poltronas do cinema. Finalmente, o julgador considerou o fato de o paciente ser policial militar como circunstância indicativa da maior gravidade da conduta, tendo em vista que é esperado dos agentes policiais preparo psicológico para lidar com situações de conflito no cotidiano”, acrescentou o procurador.

TIRO ACIDENTAL

Contudo, em petição formulada dia 9 de setembro, a defesa de Dijavan afirmou que o militar “vem cumprindo estritamente a todas as medidas cautelares impostas, laborando atualmente no setor interno e administrativo do Comando do 4º Pelotão da 1ª Cia de Polícia Militar Ambiental de Dourados/MS, inclusive devidamente efetuada a entrega do colete balístico, armamento e munições ao Batalhão de Polícia Militar Ambiental”.

Os advogados do réu apontaram ainda ser “incontestável que o tiro” disparado contra a vítima “foi acidental e o recorrente foi completamente colaborativo quando dos fatos, apresentando-se de forma espontânea, entregando a arma objeto, e ainda de todas as maneiras efetuando manobras na boa intenção de salvar a vida da vítima”.

“Vale sopesar que tampouco inexistem informações acerca de eventual atrapalho ou empecilho na regular produção de provas no âmbito da instrução processual e/ou notícias de intranquilidade ou preocupação da sociedade Douradense com a liberdade provisória concedida ao recorrido”, ressaltam os defensores.

HOMICÍDIO QUALIFICADO

Oferecida pelo promotor de Justiça Luiz Eduardo Sant'Anna Pinheiro em 26 de julho, a denúncia contra o policial militar Dijavan Batista dos Santos é por homicídio qualificado por recurso que dificultou a defesa da vítima e posse ilegal de arma de fogo, já que a pistola usada no crime não tinha registro. Ela foi aceita pelo juiz Eguiliel Ricardo da Silva no dia 29 daquele mesmo mês.

A versão prestada pelo militar em depoimento à Polícia Civil, de que o crime foi motivado por desentendimento envolvendo uma poltrona da sala 1 do cinema e de que prestou socorro à vítima após baleá-la, foi confirmada na denúncia. O MPE menciona que o policial tentou reanimar o bioquímico até a chegada do socorro médico, situação presenciada por seus dois filhos, de 9 e de 14 anos, e pela filha da vítima, uma adolescente de 16 anos que foi amparada por seguranças do local e levada para fora da sala.

Uma criança de um ano e oito meses morreu na noite de terça-feira (1/10) em Dourados. Ao longo do dia ela começou a apresentar quadro febril e dificuldade de respiração e acabou não resistindo. 

Conforme o boletim de ocorrência, na segunda-feira (30/9), Stheven Benites Rodrigues, estava com diarreia e vômito e foi levado ao posto de saúde da Aldeia Bororó, na Reserva Indígena. 

Lá, recebeu medicação e retornou para a casa. No dia seguinte mais uma vez o menino apresentou febre, porém, como a mãe não possuía combustível na motocicleta, permaneceu em casa. 

Por volta das 20h, a mulher de 18 anos percebeu piora na saúde do filho e entrou em contato com a Funasa (Fundação Nacional de Saúde). 

Ainda conforme o boletim de ocorrência, um servidor tentou chegar à casa da família, porém, ficou preso no bloqueio realizado pela comunidade indígena na MS-156, em protesto contra a falta de transporte escolar a universitários. 

Momentos depois, a criança morreu. O caso foi denunciado na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) e será investigado. 

(Dourados News)

Dois adolescentes foram encaminhados para a delegacia em Dourados devido porte ilegal de arma de fogo.

Segundo informações, equipe da Guarda Municipal realizava rondas preventivas por volta das 2h desta segunda-feira (23) no Bairro Jockey Clube, quando próximo a uma escola viram um grupo de pessoas em uma mercearia e perceberam quando o adolescente entregou algo para outra menor de forma suspeita.

Ela, na tentativa de disfarçar, saiu rapidamente do local.

Os agentes perceberam a movimentação e abordaram a menina, encontrando com ela a pistola de fabricação caseira, tipo garrucha calibre 22.

Ela e o rapaz, que seria o dono da arma, foram encaminhados à Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) para os procedimentos legais.

Eles foram ouvidos e liberados em seguida. 

Bruno de Oliveira Silva, 19, preso por roubo e receptação no sábado (7), vai responder também por furtos a dois comércios e uma residência cometidos na semana passada.   

Segundo informações da polícia, o rapaz teria invadido uma mecânica, uma panificadora e a casa. 

Da mecânica Bruno levou uma bicicleta, encontrada com ele na manhã de sábado, quando mentiu dizendo que o veículo seria de propriedade dele e um caminhão. Da panificadora o criminoso tomou vários produtos alimentícios.

Após a prisão do rapaz, efetivada pela Polícia Militar, o SIG (Setor de Investigações Gerais) da Polícia Civil passou a descobrir conexões dele com os crimes cometidos na madrugada de quarta-feira (4). 

Agora ele responderá também pelos furto, além das acusações de roubo e receptação.

(Dourados News)

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