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Caminhonete havia sido levada por assaltantes de Dourados no último dia 19 - Foto: Porã News

Dourados

Agentes da comissária policial de Cerro Coraí, da Policia Nacional do Paraguai, em Pedro Juan Caballero, recuperaram neste sábado (21) uma caminhonete preta Toyota Hilux, de propriedade do vereador Idenor Machado (PSDB), da cidade de Dourados, que havia sido tomada em assalto no último dia 19. A ação foi realizada durante investigação de combate a roubos de veículos na cidade paraguaia.  

A operação culminou com a prisão do brasileiro Rene Pimentel (21) e das paraguaias Monica Colman Rivas (26), Elisa Aparecida Villagra Pimentel (18) e do adolescente L.F.O. (17). 

De acordo com informações do site Porã News, o trio foi encaminhado à comissária policial da colônia de Cerro Coraí e o caso comunicado à promotora de Justiça Sandra Dias, que ordenou a prisão dos envolvidos e a apreensão das evidências.

Investigações
A operação teve início após moradores alertarem a polícia sobre a existência de indivíduos transitando de forma suspeita pela região da fração Portal do bairro Cerro Coraí a bordo de uma motocicleta estrangeira e armados. Os policiais imediatamente iniciaram buscas pelos suspeitos, que poderiam ser os responsáveis pelos assaltos na região de fronteira. Ao perceber a presença policial, a dupla ainda tentou fugir, entrando em uma residência, mas acabou sendo abordada. 

Em poder de um dos ocoupantes da moto, foi encontrado e apreendido um revólver calibre 38. Durante vistoria na residência, os policiais localizaram a caminhonete, juntamente com as quatro motocicletas e diversos objetos que poderiam ser produtos de roubos e furtos na região de fronteira.

Durante a ação que levou à prisão dos suspeitos, também foram recuperadas quatro motocicletas da marca Yamaha, uma delas do modelo Yamaha XTZ 125, cor azul e branca, sem placa, uma moto estrangeira da marca Star CG 125cc, cor preta sem placas, uma moto Yamaha XR 600cc, cor branca com preta, placa SAR 503 Paraguai e uma moto Honda CB 300R, cor branca, sem placa e um revolver do calibre 38, além de um Notebook, um aparelho de televisão, dois aparelhos de celulares, capacete de motoqueiro e munições.

 

Correio do Estado

Foto - Osvaldo Duarte

Dourados

A maconha apreendida na manhã de sábado (21/7) na avenida Presidente Vargas, em Dourados, deve chegar a 2 toneladas, conforme estimativa inicial. A droga estava escondida em fundo falso de uma carreta Mercedes Benz, conduzida pelo douradense Anderson Trevisan Pires, 38, morador no Jardim Canaã III. 

O flagrante ocorreu por volta de 6h30. Policiais rodoviários federais realizaram a abordagem no trevo de acesso à Perimetral Norte. 

De acordo com relato do suspeito, o veículo foi carregado com o entorpecente em Amambai e seria levado até Guarulhos (SP). Pelo transporte ele afirmou que receberia R$ 15 mil. 

A polícia desconfiava que cocaína ou armas pudessem estar no fundo falso da carreta, porém, até o momento nenhum vestígio encontrado desses ilícitos. 

A ocorrência acabou encaminhada até o posto da PRF (Polícia Rodoviária Federal) de Dourados para pesagem da maconha. O Corpo de Bombeiros chegou a ser acionado e auxiliou no corte da superfície metálica que escondia a droga. 

 

Foto - Osvaldo Duarte

Dourados

Grupo de aproximadamente 30 indígenas invadiram a Fazenda Celeste, em Dourados, na noite de sexta-feira (20/7) e fizeram refém o caseiro do local. Conforme relato do homem à polícia, ele ficou ‘preso’ na propriedade entre 22h de ontem e 4h deste sábado. 

De acordo com o boletim de ocorrência registrado pela vítima, os invasores entraram na fazenda em posse de arma de fogo, arco, flecha e lanças. 

Durante o período em que ficou com o grupo informou ter sido torturado. Na delegacia, ele apresentou ferimentos pelo corpo e na cabeça.

Antes de ser liberado, os indígenas ainda roubaram do caseiro a carteira, aparelho de telefone celular e R$ 400.

Ao deixar a propriedade rural, ainda conforme o registro policial, o homem dirigiu até uma mercearia e foi levado até a casa de familiares, antes de denunciar o fato. A ocorrência foi registrada como lesão corporal, ameaça e violação de domicílio. 

A área segue ocupada. No passado, o local passou por outra invasão. 

A Fazenda Celeste fica na região próxima a avenida Guaicurus, via que dá acesso as universidades, aeroporto, Exército, distritos e vários bairros de Dourados. 

 

Dourados News

 

 

'Gordo': preso em 2004 por receptação e uso de documentação falsa - Foto: Divulgação/Batalhão de Choque/PM-MS

Campo Grande

Técnico em inseminação artifical em animais, morador de Rondonópolis (MT) e articulador da tentativa de roubo da aeronave em fazenda de Aquidauana na manhã de quarta-feira (18). Esse é o perfil de José Carlos Netto Cabreira, 51 anos, conhecido entre a bandidagem como 'Gordo' e preso pelo Batalhão de Choque (tropa de elite da PM) em um hostel no bairro Universitário, região sul de Campo Grande, no momento em que fingia ser um pecuarista interessado na compra do objeto pelo qual copntratou comparsas para roubar.

É o terceiro integrante da quadrilha rachada na quarta. Horas antes de sua prisão, Rosival Fernandes da Cruz, 42, e José Donizeti da Silva, 52, comparsas de Cabreira, morreram ao trocarem tiros com policiais do Choque na fazenda em Aquidauana.

Conforme revelado anteriormente, o setor de inteligência da PM recebeu denúncia de que haveria o roubo de uma aeronave. Haviam três na fazenda. Os policiais ficaram à espera dos suspeitos e, assim que chegaram, houve resistência à voz de prisão. Depois de baleados, Cruz e Silva foram levados a um pronto-socorro da região, mas não resistiram aos ferimentos. Ambos já haviam sido presos anteriormente por crimes como estelionato e furto. Em 2016, a Polícia Civil os deteve por envolvimento com traficantes do Pará.

Aviões em hangar na fazenda de Aquidauana: desejo dos bandidos (Foto: Divulgação/Batalhão de Choque)

Nesse cenário, não é difícil fazer a ligação com 'Gordo'. Conhecido pela atuação criminosa no estado vizinho, onde mora desde os anos 1990, apesar de ter nascido em Dourados, já fora preso em Mato Grosso do Sul em 2004. Foi flagrado pela Polícia Militar Rodoviária em Sidrolândia com objetos roubados. Apresentou documento falso. E no ano seguinte ganhou o direito de responder o processo em liberdade por alegar ter residência fixa e emprego conceituado.

A formação, aliás, é a principal arma de 'Gordo' para se aproximar das vítimas. Pelas inseminações, obtém informações privilegiadas sobre bens e posses de fazendeiros. Foi assim que descobriu os três aviões em Aquidauna. E a possibilidade do dono vender um deles. Então pensou no plano para ter sua própria aeronave à disposição para buscar cocaína na Bolívia e levar para os amigos dos comparsas na Região Norte do Brasil.

De acordo com a PM, 'Gordo' confessou que contratara os dois suspeitos mortos para o crime, sem mencionar valores pagos, apenas que comprou armas para eles. Não confirma, contudo, uma quarta participação, justamente a de um propvável piloto.

Mas a megalomania do plano tinhas falhas, que se mostraram evidentes. De acordo com o Choque, o dono das aeronaves desconfiou do discurso de 'Gordo' ao telefone se passando por potencial comprador e ameaçou avisar um amigo seu policial civil. Pudera, primeiro usou o nome de 'Zé Paulo' e depois chegou a oferecer R$ 500 mil.

Vendo que a potencial vítima não caiu na história inventada, 'Gordo' avisou por telefone os comparsas, que decidiram por conta prórpia seguir com o planejado.

Com documentos e celulares do trio apreendidos, as investigações seguirão para descobrir se há mais ramificações da quadrilha no Estado. O principal objetivo é identificar pilotos possivelmente contratados para tirar o avião da fazenda e que podem ter fugido ao perceberem a presença da polícia.

Outro ponto a ser apurado é se 'Gordo' tem algum tipo de participação em outro roubo recente de aeronave ocorrido em Mato Grosso do Sul, mais precisamente em Coxim, em outubro do ano passado.


Cruz e Silva: presos em 2016 por envolvimento com quadrilha de traficantes do estado do Pará (Foto: Álvaro Rezende)

 

 

Correio do Estado

Local está fechado para limpeza geral; expediente deve voltar a partir de amanhã (10) - Foto: Valdenir Rezende/Correio do Estado

Campo Grande

Criminosos invadiram fácil da Avenida Gury Marques e levaram cofre do correspondente Banco do Brasil. De acordo com o coordenador do prédio Rafael Saueia, 22 anos, os funcionários chegaram hoje pela manhã e encontraram divisórias, portas e vassouras quebradas e o cofre não estava no local.

Ainda de acordo com o coordenador, não havia muito dinheiro no cofre. "Todo final de expediente, o dinheiro é levado e fica apenas troco, na sexta-feira, o pessoal de transporte de valores levaram quase todo o dinheiro", disse.

A Polícia e a perícia compareceram no local para verificar os fatos e um boletim de ocorrência foi registrado.

Sem expediente

O Fácil da Avenida Gury Marques que atende serviços do governo entre outros, ficará fechado durante a tarde desta segunda-feira. O expediente volta a partir de amanhã (10) com horário normal. Enquanto a reportagem estava no local, várias pessoas procuraram atendimento mas encontrou os portões trancados.

 

Correio do Estado

Bombeiros resgatam corpo em poço na zona rural - Foto: Fábio Oruê/Correio do Estado

Campo Grande

O corpo de um homem aparentando ter entre 30 e 40 anos foi encontrado com indícios de ter tido a bolsa escrotal arrancada dentro de um poço em sítio no Bom Jardim, bairro da zona rural da região sul de Campo Grande, no início da tarde desta quinta-feira (5). O local fica a cerca de 2,7 quilômetros da MS-040, uma das vias auxiliadoras que ligam a Capital ao estado de São Paulo. 

Junto do corpo, que estava de ponta cabeça, sem camisa e com as calças abaixadas, os Bombeiros encontraram um carregador de celular, cinco pen drives e uma quantia de dinheiro não revelado. O material foi apreendido e será periciado.

Um morador da região, de 52 anos, foi o responsável pelo achado do cadáver. Ele contou que por volta das 9h fazia a limpeza da estrada de entrada da sua chácara quando sentiu um forte cheiro ruim e viu a presença de urubus. Por isso decidiu pular na propriedade alheia. "Quando cheguei ao poço, ele estava tampado com tambores. Tirei eles, vi um tênis e decidi chamar a Polícia Militar", disse.

A perícia determinou inicialmente que a hipótese é de que o corpo estava no local há cerca de dez dias. Mas a presença de água no poço, que tem cerca de quatro metros de profundida e 1,5 metro de diâmetro, pode afetar as condições. Por isso exames serão feitos para se ter a certeza do tempo e, principalmente, a causa da morte. O homem não tinha ferimentos aparentes. Apenas duas tatuagens, uma em cada braço, que podem auxiliar a identificação: um tribal e o nome masculino.

O caso será registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) da Vila Piratininga e a hipótese primordial da polícia é a de assassinato. A investigação ficará a cargo do 4º Delegacia de Polícia Civil, responsável pela área do crime.

 

Correio do Estado

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