Dourados-MS,
 Camara municipal

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Saúde

Começa a valer nesta segunda-feira (10) a suspensão de venda de 26 planos de saúde de 11 operadoras, determinada na semana passada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A medida é resultado do Programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento, realizado a cada três meses pela agência.

Os 75,5 mil usuários desses planos continuarão a ter assistência regular, mas as operadoras ficam impedidas de vender para outros interessados até que comprovem a melhoria no atendimento. Entre abril e junho, ANS recebeu 17.171 reclamações em seus canais de atendimento. No período, 93,2% das queixas foram resolvidas pela mediação feita pela ANS .

Paralelamente à suspensão, a ANS autorizou a reativação de 20 planos de 11 operadoras, que ficam liberados para comercialização a partir desta segunda.

As operadoras com planos suspensos, por um período mínimo de três meses, são: Salutar, SIM, Unimed Angra dos Reis, Federação das Unimed Norte- Nordeste, Ami, Pame, Samoc, Gamec, Ameno, Saúde Casseb e Coopus.

Vaje aqui as listas dos planos suspensos e reativados, e a classificação das operadoras. 

Plano de saúde (Foto: internet)
Plano de saúde (Foto: internet) 
Veja a lista de planos com comercialização suspensa:

 

Salutar Saúde Seguradora S/A 

  • Salutar Clássico Adesão Enfermaria Sem Co-Part ou Franquia
  • Executivo
  • Salutar Clássico Empresarial Enf Sem Co-Part ou Franquia
  • Especial Adesão sem Coparticipação sem Franquia
  • Executivo Adesão sem Coparticipação sem Franquia 
 

Saúde Sim LTDA 

  • Sim Exato Ade RI ESC
  • Sim Certo Ade R1 ESC

 

Unimed Angra dos Reis Cooperativa de Trabalho Medico 

  • Uniplan coletivo enf

 

Unimed Norte/Nordeste-Federação Interfederativa das Sociedades Cooperativas de Trabalho Médico 

  • Coletivo por adesão plus
  • Coletivo por adesão enfermaria
  • Coletivo por adesão apart
  • Coletivo por adesão
  • Coletivo por adesão básico - unne
  • Coletivo Empresarial - Referência

 

AMI - Assistência Médica Infantil Ltda 

  • Master I - Enfermaria
  • Ouro I - Enfermaria

 

PAME - Associação de Assistência Plena em Saúde 

  • Rubi 210 DF
  • Rubi 310
  • SAFIRA 207

 

SAMOC S.A. - Sociedade Assistencial Médica e Odonto Cirúrgica 

  • Ambulatorial Hospitalar S/Obstetrícia Individual - RJ

 

GAMEC - Grupo De Assistência Medica Empresarial do Ceará Ltda 

  • Plano Standard VIP

 

Ameno Assistência Médica S/S Ltda. 

  • Plano Regional Global

 

Saude Casseb Assistencia Medica Ltda 

  • Saúde Casseb Praia de Jauá Enfer sem Coparticipação
  • Súde Casseb Praia de Ondina Apart sem Coparticipação

 

Coopus Planos de Saúde Ltda 

  • 130.1.3 IF
  • 476619169

 

G1

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Saúde

O Ministério da Saúde prorrogou até 14 de setembro a Campanha Nacional de Vacinação contra Pólio e Sarampo. Pelos dados preliminares, a média de vacinação está em 88%. Em apenas sete estados a meta de vacinar pelo menos 95% do público-alvo foi atingida.

Estados e municípios que não atingiram a meta devem manter a campanha por mais 15 dias. Devem ser vacinadas contra a poliomielite o sarampo crianças de 1 ano a 4 anos e 11 meses.

Até o momento, mais de 1,3 milhão de crianças não recebeu o reforço dessas vacinas. A recomendação é que estados e municípios façam busca ativa para garantir que o público-alvo da campanha seja vacinado.

Dados

Os estados que atingiram a meta de vacinação são Amapá, Santa Catarina, Pernambuco, Rondônia, Espírito Santo, Sergipe e Maranhão.

O Rio de Janeiro continua com o menor índice de vacinação, seguido por Roraima, Pará, Piauí, Distrito Federal, Acre, Bahia, Rio Grande do Sul, São Paulo, Alagoas, Rio Grande do Norte e Amazonas.

Em todo o país, foram aplicadas mais de 19,7 milhões de doses das vacinas (cerca de 9,8 milhões de cada). 

A bancária Rossana Costa diz que segue a moda antiga e defende a vacinação

Saúde

De mãos dadas com a mãe, Maria Fernanda, de 3 anos, chegou apreensiva ao posto de saúde da Asa Norte, região central de Brasília. Os pais tentaram tranquilizar a menina, mas não teve jeito. Maria Fernanda tomou a gotinha contra a poliomielite sem problema, mas chorou na hora da injeção contra o sarampo. O irmão Miguel, de 1 ano e 3 meses, entrou na sala de vacinação logo depois e também tomou as duas doses.

“Durante a semana, a gente trabalha. É mais prático no sábado. Vi que, agora, estava vazio e aproveitei logo. Ouvi falar sobre os surtos de sarampo no país. Fico com muito medo. Dou vacina nos meus meninos sempre. Mas o Miguel, como não tinha idade ainda, corria risco por causa dos outros, de outras crianças que não haviam tomado”, disse a mãe dos meninos, a bancária Manuelle Pereira, de 38 anos.

Maria Fernanda e Miguel fazem parte dos mais de 9,5 milhões de crianças com idade entre 1 ano e menos de 5 anos em todo o país que já receberam as doses contra o sarampo e a poliomielite. De acordo com o Ministério da Saúde, o número representa 85% do público-alvo. A meta do governo federal é vacinar 95% das crianças, conforme recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

A pasta informou que, até o momento, seis estados atingiram cobertura vacinal de pelo menos 95%: Espírito Santo, Santa Catarina, Pernambuco, Rondônia, Amapá e Sergipe. Cerca de 1,6 milhões de crianças com idade entre 1 e menos de 5 anos em todo o país, entretanto, ainda não foram imunizadas contra ambas as doenças.

Apesar da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e o Sarampo ter sido encerrada sexta (31), a orientação do ministério era que estados e municípios que ainda não atingiram a meta abrissem os postos de saúde sabado (1º). A pasta alertou que a organização da mobilização no fim de semana é de responsabilidade de cada município e que, portanto, é necessário verificar com as secretarias municipais quais postos estarão abertos.

Acompanhado da mãe, Ian, de 4 anos, chegou com pinta de valente ao posto de saúde da Asa Sul, também na região central de Brasília. O menino comparecia pela segunda vez à unidade de saúde, já que, sexta (31), por conta da grande procura e do espaço apertado para vacinação, não conseguiu ser imunizado. Depois de um rápido cadastro, tomou a gotinha contra a pólio e a injeção contra o sarampo.

“Viemos ontem, mas estava muito cheio. Chegamos aqui e já não tinha mais senha. Por isso, voltamos hoje. Essa última oportunidade foi boa para a gente. Eu sempre vacino o Ian. Cumpro tudo que está previsto. Esses surtos de sarampo assustam demais a gente. Principalmente quando se tem criança em escola onde alguns pais acreditam em fake news [notícias falsas] sobre vacina”, destacou a mãe do menino, a estudante Anniara Costa, de 30 anos.

 

As vacinas são muito importantes, previnem o sarampo e pólio e evitam que as doenças se espallhem, disse a bancária Rossana Machado, de 36 anos, que levou a filha Maria Carolina, de 3 anos, a um posto na Asa norte, . As pessoas estão deixando de tomar vacina. No grupo de mães da escola do meu filho, muitas mães defendem a não vacinação. Eu sou da moda antiga."

Casos de sarampo

Até o dia 28 de agosto, foram confirmados 1.553 casos de sarampo no Brasil, enquanto 6.975 permanecem em investigação. O país enfrenta dois surtos da doença: no Amazonas, que já computa 1.211 casos confirmados e 6.905 em investigação, e em Roraima, onde há 300 casos confirmados e 70 em investigação.

Casos isolados e relacionados à importação foram identificados nos seguintes estados: São Paulo (2); Rio de Janeiro (18); Rio Grande do Sul (16); Rondônia (2); Pernambuco (2); e Pará (2).

Foram confirmadas ainda sete mortes por sarampo, sendo quatro em Roraima (três em estrangeiros e uma em brasileiro) e três no Amazonas (todos brasileiros, sendo dois óbitos em Manaus e um no município de Autazes).

 

 

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Saúde

Dados atualizados pelo Ministério da Saúde apontam que o Brasil registra 822 casos confirmados de sarampo, sendo 519 no Amazonas e 272 em Roraima. Ambos os estados têm ainda 3.831 casos em investigação. Casos considerados isolados foram confirmados em São Paulo (1), no Rio de Janeiro (14), no Rio Grande do Sul (13), em Rondônia (1) e no Pará (2).

De acordo com o ministério, os dois surtos identificados no Norte e os demais casos no Sul e Sudeste estão relacionados à importação, já que foi comprovado que o vírus que circula no Brasil é o mesmo da Venezuela. “Cabe esclarecer que as medidas de bloqueio de vacinação, mesmo em casos suspeitos, estão sendo realizadas em todos os estados”, destacou o Ministério da Saúde, por meio de nota.

Eliminação

Em 2016, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) o certificado de eliminação da circulação do vírus do sarampo e, atualmente, segundo o governo, empreende esforços para interromper a transmissão dos surtos. Para ser considerada transmissão sustentada da doença, um mesmo surto deve se manter por mais de 12 meses.

Entre 2013 e 2015, o Brasil registrou surtos decorrentes de pacientes vindos de outros países, quando foram registrados 1.310 casos de sarampo – a maioria, em Pernambuco e no Ceará.

Esquema vacinal

A dose contra o sarampo é ofertada gratuitamente por meio da vacina tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba) e da tetra viral (sarampo, rubéola, caxumba e varicela). Ambas fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação e estão disponíveis ao longo de todo o ano nos postos de saúdes.

Neste momento, o ministério está intensificando a vacinação entre crianças, público mais suscetível à doença. A indicação é que elas recebam uma dose da tríplice viral aos 12 meses e uma da tetra viral aos 15 meses. Crianças entre 5 e 9 anos que não foram vacinadas anteriormente devem receber duas doses da tríplice viral, com intervalo de 30 dias entre elas.

Adultos não vacinados devem receber a vacina prioritariamente em locais onde há surto da doença, como Roraima e Manaus. Pessoas que já completaram o esquema vacinal não precisam se vacinar novamente.

Campanha

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e o Sarampo será de 6 a 31 de agosto, com o chamado Dia D de Mobilização Nacional agendado para 18 de agosto. Todas as crianças com idade entre 1 ano e menores de 5 anos devem ser levadas aos postos de saúde – mesmo que já tenham sido imunizadas anteriormente.

Américas

A região das Américas foi a primeira em todo o mundo a ser declarada, em 2016, como livre do sarampo. A doença pode causar graves problemas de saúde, como pneumonia, cegueira, inflamação do cérebro e até mesmo a morte. A Opas alertou que, até que o vírus seja erradicado em todo o mundo, há sempre o risco de um país ou continente registrar casos importados.

 

 

Agencia Brasil

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Saúde

Os primeiros sinais de queda nas coberturas vacinais em todo o país começaram a aparecer ainda em 2016. De lá para cá, doenças já erradicadas voltaram a ser motivo de preocupação entre autoridades sanitárias e profissionais de saúde. Amazonas, Roraima, Rio Grande do Sul, Rondônia e Rio de Janeiro são alguns dos estados que já confirmaram casos de sarampo este ano. Em 2016, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) o certificado de eliminação da circulação do vírus.

Dados do Ministério da Saúde mostram que a aplicação de todas as vacinas do calendário adulto está abaixo da meta no Brasil – incluindo a dose que protege contra o sarampo. Entre as crianças, a situação não é muito diferente – em 2017, apenas a BCG, que protege contra a tuberculose e é aplicada ainda na maternidade, atingia a meta de 90% de imunização. Em 312 municípios, menos de 50% das crianças foram vacinadas contra a poliomielite. Apesar de erradicada no país desde 1990, a doença ainda é endêmica em três países – Nigéria, Afeganistão e Paquistão.

Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe, que será realizada entre os dias 23 de abril a 1º de junho em todo país, no Centro de Saúde Pinheiros, região oeste.
Sociedade Brasileira de Imunizações defende uma taxa de imunização de 95% do público-alvo (Arquivo/Agência Brasil)

O grupo de doenças pode voltar a circular no Brasil caso a cobertura vacinal, sobretudo entre crianças, não aumente. O alerta é da Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim), que defende uma taxa de imunização de 95% do público-alvo. O próprio Ministério da Saúde, por meio de comunicado, destacou que as baixas coberturas vacinais identificadas em todo o país acendem o que chamou de "luz vermelha".

Confira as principais doenças que ensaiam um retorno ao Brasil caso as taxas de vacinação não sejam ampliadas.

Sarampo

O sarampo é uma doença infecciosa aguda, de natureza viral, grave, transmissível e extremamente contagiosa. Complicações infecciosas contribuem para a gravidade do quadro, particularmente em crianças desnutridas e menores de um 1 ano de idade.

Os sintomas incluem febre alta acima de 38,5°C; erupções na pele; tosse; coriza; conjuntivite; e manchas brancas que aparecem na mucosa bucal, conhecidas como sinais de Koplik e que antecedem de um a dois dias antes do aparecimento da erupção cutânea.

A transmissão do sarampo acontece de quatro a seis dias antes e até quatro dias após o aparecimento do exantema (erupção cutânea). O período de maior transmissibilidade ocorre dois dias antes e dois dias após o início da erupção cutânea.

Poliomielite

Causada por um vírus que vive no intestino, o poliovírus, a poliomielite geralmente atinge crianças com menos de 4 anos de idade, mas também pode contaminar adultos.

A maior parte das infecções apresenta poucos sintomas e há semelhanças com as infecções respiratórias como febre e dor de garganta, além das gastrointestinais, náusea, vômito e prisão de ventre.

Cerca de 1% dos infectados pelo vírus pode desenvolver a forma paralítica da doença, que pode causar sequelas permanentes, insuficiência respiratória e, em alguns casos, levar à morte.

Rubéola

A rubéola é uma doença aguda, de alta contagiosidade, transmitida pelo vírus do gênero Rubivirus. A doença também é conhecida como sarampo alemão.

No campo das doenças infectocontagiosas, a importância epidemiológica da rubéola está associada à síndrome da rubéola congênita, que atinge o feto ou o recém-nascido cujas mães se infectaram durante a gestação. A infecção na gravidez acarreta inúmeras complicações para a mãe, como aborto e natimorto (feto expulso morto) e para os recém-nascidos, como surdez, malformações cardíacas e lesões oculares.

Os sintomas da rubéola incluem febre baixa e inchaço dos nódulos linfáticos, acompanhados de exantema. A transmissão acontece de pessoa para pessoa, por meio das secreções expelidas pelo doente ao tossir, respirar, falar ou respirar.

Difteria

Doença transmissível aguda causada por bacilo que frequentemente se aloja nas amígdalas, na faringe, na laringe, no nariz e, ocasionalmente, em outras mucosas e na pele. A presença de placas branco-acinzentadas, aderentes, que se instalam nas amígdalas e invadem estruturas vizinhas é a manifestação clínica típica da difteria.

A transmissão acontece ao falar, tossir, espirrar ou por lesões na pele. Portanto, pelo contato direto com a pessoa doente. O período de incubação da difteria é, em geral, de um a seis dias, podendo ser mais longo. Já o período de transmissibilidade dura, em média, até duas semanas após o início dos sintomas.

 

Agencia Brasil

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Saúde

O governo federal anunciou hoje (5) um plano para eliminação da hepatite C no Brasil até 2030. Este tipo é o mais letal entre as diferentes modalidades da doença, resultando em 75% das mortes por complicações relacionadas ao vírus. Entre as medidas, estão a ampliação da oferta de diagnósticos, a disponibilização de mais tratamentos no Sistema Único de Saúde e a sensibilização da sociedade sobre a importância de fazer o teste rápido.

Segundo o Ministério da Saúde, desde 1999, mais de 1 milhão de pessoas tiveram contato com o vírus, que ainda circula em 657 mil delas. Os casos notificados são 331 mil, já confirmados por autoridades de saúde. Em 2017, foram registrados 24,4 mil casos da doença, número levemente menor do que em 2016, quando foram registrados 28,4 mil casos.

A hepatite C é considerada uma “doença silenciosa” pelo fato do vírus contraído poder se manifestar ou ocasionar doenças anos depois. Ela é transmitida por sangue contaminado (em transfusões, por exemplo), ao fazer sexo sem proteção ou pelo compartilhamento de objetos cortantes. O público mais vulnerável são os adultos acima de 40 anos. Quem contrai o vírus pode ter cirrose, câncer e morrer em decorrência dessas enfermidades.

Metas

Desde 2015, quando foi introduzido o tratamento chamado DAA, foram realizados 76,5 mil tratamentos. As estimativas do Ministério da Saúde mostram que, se considerados tratamentos anteriores, o número de pessoas imunizadas alcançou mais de 100 mil.

“Um primeiro passo é fazer uma busca ativa para chegar às pessoas que tiveram casos notificados, mas não foram tratadas”, afirmou a diretora do Departamento e Prevenção e Controle das Infecções Sexualmente Transmissíveis, HIV/AIDS e das Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Adele Benzaken, na cerimônia de lançamento do plano.

Para isso, a intenção é ofertar anualmente 50 mil terapias entre 2019 e 2024. A partir daí, o objetivo é oferecer 32 mil tratamentos anuais até 2030. A expectativa do MS é reduzir a mortalidade em razão de doenças associadas à hepatite C em 65% até 2030.

Outras metas são ampliar o número de pessoas testadas e simplificar o diagnóstico. Neste ano, o objetivo é assegurar o exame para 9,5 milhões de pessoas. Em 2020, o ministério quer chegar a 15,3 milhões de pessoas testadas e em 2030, a 30 milhões. Para os diagnósticos, a estimativa é realizar 40 mil procedimentos deste tipo por ano entre 2019 e 2030.

De acordo com o Ministério, a testagem frequente vai mirar pessoas vivendo com o vírus do HIV, populações privadas de liberdade (como presos), transsexuais, homens homossexuais, trabalhadores do sexo, usuários de drogas e pacientes de diálise.

A recomendação é que o teste seja feito pelo menos uma vez na vida também por pacientes de diabetes, que passaram por transfusão antes de 1992, que fizeram tatuagem ou botaram piercing em locais não regulamentados, com antecedente de uso constante de drogas ou que tenham tido contato com parceiros sexuais portadores de Hepatite C.

Hepatite B

No caso da Hepatite B, o governo também anunciou mudanças. Esta modalidade teve 13,4 mil casos registrados em 2017 e é responsável por 21,8% das mortes por doenças decorrentes do vírus. O Ministério da Saúde anunciou a intenção de mudar o tratamento realizado em três etapas de 0, 1 e 6 meses para 0, 7 e 21 dias, com um reforço posterior.

 

 

Agencia Brasil