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A produção de cereais, leguminosas e oleaginosas em 2019 deve chegar a 228,8 milhões de toneladas, 1% superior a 2018 (mais 2,3 milhões de toneladas).

Essa é a estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A previsão é 0,8% inferior à divulgada em janeiro (menos 1,9 milhão de toneladas).

A estimativa da área a ser colhida chegou a 61,9 milhões de hectares, com aumento de 1,7% frente a 2018 e queda de 0,3% em relação ao levantamento de janeiro (menos 187,7 mil hectares).

O arroz, o milho e a soja representaram 93,3% da estimativa da produção e responderam por 87,3% da área a ser colhida.

Em relação a 2018, houve aumento de 3,3% na área do milho, 1,7% na área da soja e queda de 9,4% na área de arroz.

Na produção, ocorreram quedas de 3,8% para a soja, de 10,9% para o arroz e aumento de 9,8% para o milho.

A estimativa da produção de algodão foi de 5,6 milhões de toneladas, aumento de 3,7% em relação ao janeiro, recorde da série histórica do IBGE.

A estimativa da produção de arroz (em casca) caiu 6,2% em relação ao mês anterior, correspondendo a uma redução de 696 mil toneladas.

Houve quedas de 2,1% na área plantada, de 3,0% na área a ser colhida e de 3,3% no rendimento médio. A produção deve alcançar 10,5 milhões de toneladas.

A produção estimada para o feijão em grão, considerando-se as três safras do produto, foi de 2,9 milhões de toneladas, com aumento de 0,3% em relação a janeiro.

Em relação à safra de 2018, a produção total deverá ser 1,2% menor.

Expectativa é uma produção de 9 milhões de toneladas de milho - Foto: Valdenir Rezende / Arquivo

Rural

Lançado oficialmente no dia 31 de janeiro, o plantio do milho de 2ª safra em Mato Grosso do Sul já começou e 8,4% do total, 1,9 milhão de hectares já foi semeado. A estimativa de produção para o atual ciclo é de 9 milhões de toneladas e o setor produtivo está otimista com a comercialização, em razão da elevada demanda observada no mercado internacional. 

A avaliação do presidente da Federação de Agricultura e Pecuária de MS (Sistema Famasul), Mauricio Saito se justifica em razão dos dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), relativos ao mês de janeiro.

As vendas internacionais de milho no Brasil somaram 3,8 milhões de toneladas, volume que já supera em 42,4% as negociações do ano anterior que alcançaram 3 milhões de toneladas. "Antecipamos em 15 dias, o plantio e se o clima for favorável teremos oportunidade de realizar bons negócios em termos de exportações", pontua.

ANÁLISE TÉCNICA

Conforme divulgado pela unidade técnica da federação, o preço da saca de milho em Mato Grosso do Sul, registrou média de R$ 28,58 em janeiro, o que representa uma valorização de 26% no período. 

“Apesar da retração na moeda americana no início deste ano, de 5,4%, os preços no mercado interno acumularam valorização, devido aos aumentos do cereal no mercado internacional e ao bom desempenho da demanda externa”, ressalta a analista técnica Famasul, Bruna Mendes. 

A receita das vendas internacionais do grão atingiu US$ 668 milhões de dólares, com alta de 27,1% frente 2018 (US$ 468,9 milhões), significando que a tonelada valorizou 12% este ano, com a média de US$ 174. Mato Grosso do Sul comercializou até o dia 28 de janeiro 82,10% da safra 2018. Em relação à safra passada, a comercialização atual está mais avançada em sete pontos percentuais.

SOBRE SOJA

 A Associação de Produtores de Soja (Aprosoja/MS) previu durante a fase de plantio, uma produção de 10 milhões de toneladas, porém com as intempéries climáticas em diversos municípios a estimativa foi reduzida para 8,947 milhões da oleaginosa, volume 6,6% menor que a última safra.

De acordo com o Departamento Técnico da Famasul, o preço médio da saca de soja em encerrou janeiro em R$ 65,47/sc, 4,27% superior ao registrado em igual período de 2018, onde a saca foi cotada em média a R$ 62,79.

Segundo levantamento realizado pela Granos Corretora, até 28 de janeiro o Estado já havia comercializado 38,33% da safra 2018/19. A safra 2018/2019 já registra comercialização superior em sete pontos percentuais o volume comercializado da safra anterior em igual período.

 Ascom Famasul

O Secretário Jaime Verruck, titular da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro) representou o governador Reinaldo Azambuja no evento de lançamento oficial da colheita de soja e plantio de milho, safra 2018/2019, de Mato Grosso do Sul. O evento organizado pela Associação dos Produtores de Soja de MS (Aprosoja/MS) , com apoio da Federação da Agricultura do Estado (Famasul) e do Governo do Estado, aconteceu na Fazenda Luana, do agricultor, Bruno Maggioni, localizada em Campo Grande.

O Presidente da Famasul, Mauricio Saito, falou dos cenários extremos da temporada. “Em relação à soja, podemos dizer que o clima foi fator relevante para o desenvolvimento da cultura no Estado, com relatos de produtividade inferior a 25 sacas por hectare”, afirmou, destacando ainda:

“A situação exige que o agricultor aplique suas habilidades em planejamento para conduzir a atividade mesmo diante dos possíveis impactos”.

Em relação à safra de milho, o presidente da Federação acrescentou: “Para a 2ª safra, se a condição climática for favorável, a perspectiva é positiva com relação à demanda do mercado externo, que projeta uma melhor precificação”.

Saito reforçou também que “é o momento de fazer gestão para garantir bons resultados na evolução do ciclo das duas culturas e também de sensibilizar o Governo Federal sobre a importância para o setor da permanência das linhas de créditos, garantia de recursos e manutenção dos juros para financiamentos”.

O presidente da Aprosoja/MS, Juliano Schmaedecke, apresentou os dados referentes à colheita e plantio. “As regiões Sul e Centro enfrentaram, em média, de 10 a 25 dias sem chuvas, mas há registros de propriedades sem precipitações por 45 dias. Neste ciclo passamos a ter 5,18% a mais de área para o cultivo de soja, expansão que aconteceu sobre áreas antes dedicadas à pastagem e produção de cana”, ressalta.

Projeção

A Aprosoja/MS, previu durante a fase de plantio uma produção de 10 milhões de toneladas, porém com as intempéries climáticas em diversos municípios, principalmente aqueles da região Sul do Estado, a estimativa foi reduzida para 8,947 milhões da oleaginosa, volume 6,6% menor que a última safra.

Para o milho a projeção é de 1,9 milhão de hectares destinados ao cultivo do cereal, sendo que deste total, 8,4% já encontram-se semeados. A temporada deve alcançar 9 milhões de toneladas, 14,85% a mais que no ciclo anterior.

 Comercialização

Aproximadamente 40% da safra foi negociada antecipadamente. Em janeiro de 2018, o preço registrado para a saca de soja era de R$ 62,94, para o mesmo período deste ano, o valor é de R$ 66,06, acréscimo de quase 5%.

Participaram do evento o diretor-tesoureiro do Sistema Famasul, Marcelo Bertoni; o diretor-secretário, Frederico Stella; a 2ª secretária, Thais Carbonaro Faleiros; o vice-presidente da Aprosoja/MS, André Dobashi; o chefe geral interino da Embrapa Gado de Corte, Roney Mamede; o chefe-geral da Embrapa Agropecuária Oeste, Guilherme Asmus.

Além da diretora-técnica do Sistema Famasul, Mariana Urt, do ex-presidente da Aprosoja/MS, Almir Dalpasquale e do Superintendente da Semagro, Rogério Beretta.

Objetivo da ação é reduzir a quantidade de esporos da ferrugem

Rural

Vazio sanitário da soja, quando fica proibido o cultivo o grão, termina hoje (15), em todo o Mato Grosso do Sul. O objetivo da ação é reduzir a quantidade de esporos da ferrugem durante a entressafra diminuindo a possibilidade de incidência da doença.

Além de não plantar, os produtores devem eliminar todas as plantas voluntárias, conhecidas como guaxas ou tigueras, nas propriedades, seja por meio de processos mecânicos ou químicos, e antes de plantar ele deve ficar atento ao prazo de cadastramento das áreas onde será feito o cultivo da soja.

Até o momento foram lavrados 35 autos de infração, sendo 20 por falta de cadastro e 15 por deixar de destruir plantas voluntárias de soja. As equipes fiscalizaram 931 mil hectares e 3.124 produtores rurais, mas os números devem aumentar nos próximos dias, visto que ainda há Fiscais Estaduais Agropecuários em campo.

O cadastro é obrigatório e os dados recebidos são mantidos no banco de informações da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) servindo de base para identificar o total de área plantada, prevenir os agricultores vizinhos quando houver foco da ferrugem por meio de alerta sanitário, além de facilitar as atividades da equipe da Iagro.

A medida preventiva é uma estratégia de manejo para reduzir o inóculo nos primeiros plantios, diminuindo a possibilidade de incidência de ferrugem asiática no período vegetativo e, consequentemente, reduzindo o número de aplicações de fungicidas e o custo de produção. O período de 90 dias foi estabelecido considerando que o tempo máximo de sobrevivência dos esporos no ar, que é de 55 dias. 

O descumprimento das normas nesse período, de acordo com a Lei, pode implicar em autuação da Iagro e multa de até mil UFERMS, que é a Unidade Fiscal Estadual de Referência de Mato Grosso do Sul. A unidade teve seu valor estabelecido para o mês de junho em R$ 24,66.

Foto - Divulgação

Rural

Há 26 dias está em vigor o período de vazio sanitário da soja, quando fica proibido o cultivo da leguminosa em Mato Grosso do Sul. O objetivo é reduzir a quantidade de esporos da ferrugem durante a entressafra diminuindo a possibilidade de incidência da doença.

Além de não plantar o grão, os produtores devem eliminar todas as plantas voluntárias – conhecidas como guaxas ou tigueras – nas propriedades, seja por meio de processos mecânicos ou químicos, e antes de plantar ele deve ficar atento ao prazo de cadastramento das áreas onde será feito o cultivo da soja.

Esse cadastro é obrigatório e os dados recebidos são mantidos no banco de informações da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) servindo de base para identificar o total de área plantada, prevenir os agricultores vizinhos quando houver foco da ferrugem por meio de alerta sanitário, além de facilitar as atividades da equipe da Iagro.

A medida preventiva é uma estratégia de manejo para reduzir o inóculo nos primeiros plantios, diminuindo a possibilidade de incidência de ferrugem asiática no período vegetativo e, consequentemente, reduzindo o número de aplicações de fungicidas e o custo de produção. O período de 90 dias foi estabelecido considerando que o tempo máximo de sobrevivência dos esporos no ar, que é de 55 dias. Dessa forma, o término do vazio sanitário em MS será 15 de setembro.

O descumprimento das normas nesse período, de acordo com a Lei, pode implicar em autuação da Iagro e multa de até mil UFERMS, que é a Unidade Fiscal Estadual de Referência de Mato Grosso do Sul. A unidade teve seu valor estabelecido para o mês de junho em R$ 24,66.

Para sanar quaisquer dúvidas e prestar maiores esclarecimentos a Agência coloca à disposição do produtor o telefone 0800 647 2788.

Histórico

Em 2006, a medida foi instituída em Mato Grosso, Goiás e Tocantins. Em 2007, foi publicada pelo Ministério da Agricultura a Instrução Normativa Número 2, instituindo o Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja (PNCFS), no qual, entre outras diretrizes, ficou estabelecido que os estados deveriam ter um calendário de semeadura de soja, com um período de, pelo menos, 60 dias sem a presença de plantas cultivadas ou voluntárias.

Atualmente, além de Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal, outros 10 estados adotam o vazio sanitário como medida de controle da ferrugem asiática da soja, são eles: Rondônia, Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, São Paulo e Tocantins.

 

 

Noticias MS

Foto - Divulgação

Rural

Produção do milho safrinha em Mato Grosso do Sul terá queda de 29,7%, recuando de 9,6 milhões para 6,7 milhões de toneladas, de acordo com o 9º Levantamento de Safra divulgado ontem pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Também foi projetada redução de produtividade para o cereal no Estado, saindo de 5.460 quilos por hectare para 4.000 quilos por hectare, uma diferença de 26,7% a menos em relação à safra anterior. O recuo na área plantada do safrinha está estimado em 4%, passando de 1,7 milhão de hectares para 1,6 milhão de hectares.

No entanto, os preços elevados para a saca do milho em MS, puxados pelo dólar valorizado e pela exportação, devem minimizar um pouco o prejuízo dos produtores.

De acordo com análise da Conab, a redução da área plantada no Estado em relação à safra passada teve como causas o atraso no plantio e os preços desfavoráveis durante o planejamento do cultivo. Com o atraso no plantio da cultura da soja em decorrência da falta de chuvas em outubro, houve um deslocamento na janela de plantio da leguminosa. Isso, atrelado ao excesso de chuvas na colheita da soja, condicionou o deslocamento da janela de plantio do milho segunda safra.

 

 

Correio do Estado