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Objetivo da ação é reduzir a quantidade de esporos da ferrugem

Rural

Vazio sanitário da soja, quando fica proibido o cultivo o grão, termina hoje (15), em todo o Mato Grosso do Sul. O objetivo da ação é reduzir a quantidade de esporos da ferrugem durante a entressafra diminuindo a possibilidade de incidência da doença.

Além de não plantar, os produtores devem eliminar todas as plantas voluntárias, conhecidas como guaxas ou tigueras, nas propriedades, seja por meio de processos mecânicos ou químicos, e antes de plantar ele deve ficar atento ao prazo de cadastramento das áreas onde será feito o cultivo da soja.

Até o momento foram lavrados 35 autos de infração, sendo 20 por falta de cadastro e 15 por deixar de destruir plantas voluntárias de soja. As equipes fiscalizaram 931 mil hectares e 3.124 produtores rurais, mas os números devem aumentar nos próximos dias, visto que ainda há Fiscais Estaduais Agropecuários em campo.

O cadastro é obrigatório e os dados recebidos são mantidos no banco de informações da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) servindo de base para identificar o total de área plantada, prevenir os agricultores vizinhos quando houver foco da ferrugem por meio de alerta sanitário, além de facilitar as atividades da equipe da Iagro.

A medida preventiva é uma estratégia de manejo para reduzir o inóculo nos primeiros plantios, diminuindo a possibilidade de incidência de ferrugem asiática no período vegetativo e, consequentemente, reduzindo o número de aplicações de fungicidas e o custo de produção. O período de 90 dias foi estabelecido considerando que o tempo máximo de sobrevivência dos esporos no ar, que é de 55 dias. 

O descumprimento das normas nesse período, de acordo com a Lei, pode implicar em autuação da Iagro e multa de até mil UFERMS, que é a Unidade Fiscal Estadual de Referência de Mato Grosso do Sul. A unidade teve seu valor estabelecido para o mês de junho em R$ 24,66.

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Rural

Há 26 dias está em vigor o período de vazio sanitário da soja, quando fica proibido o cultivo da leguminosa em Mato Grosso do Sul. O objetivo é reduzir a quantidade de esporos da ferrugem durante a entressafra diminuindo a possibilidade de incidência da doença.

Além de não plantar o grão, os produtores devem eliminar todas as plantas voluntárias – conhecidas como guaxas ou tigueras – nas propriedades, seja por meio de processos mecânicos ou químicos, e antes de plantar ele deve ficar atento ao prazo de cadastramento das áreas onde será feito o cultivo da soja.

Esse cadastro é obrigatório e os dados recebidos são mantidos no banco de informações da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) servindo de base para identificar o total de área plantada, prevenir os agricultores vizinhos quando houver foco da ferrugem por meio de alerta sanitário, além de facilitar as atividades da equipe da Iagro.

A medida preventiva é uma estratégia de manejo para reduzir o inóculo nos primeiros plantios, diminuindo a possibilidade de incidência de ferrugem asiática no período vegetativo e, consequentemente, reduzindo o número de aplicações de fungicidas e o custo de produção. O período de 90 dias foi estabelecido considerando que o tempo máximo de sobrevivência dos esporos no ar, que é de 55 dias. Dessa forma, o término do vazio sanitário em MS será 15 de setembro.

O descumprimento das normas nesse período, de acordo com a Lei, pode implicar em autuação da Iagro e multa de até mil UFERMS, que é a Unidade Fiscal Estadual de Referência de Mato Grosso do Sul. A unidade teve seu valor estabelecido para o mês de junho em R$ 24,66.

Para sanar quaisquer dúvidas e prestar maiores esclarecimentos a Agência coloca à disposição do produtor o telefone 0800 647 2788.

Histórico

Em 2006, a medida foi instituída em Mato Grosso, Goiás e Tocantins. Em 2007, foi publicada pelo Ministério da Agricultura a Instrução Normativa Número 2, instituindo o Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja (PNCFS), no qual, entre outras diretrizes, ficou estabelecido que os estados deveriam ter um calendário de semeadura de soja, com um período de, pelo menos, 60 dias sem a presença de plantas cultivadas ou voluntárias.

Atualmente, além de Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal, outros 10 estados adotam o vazio sanitário como medida de controle da ferrugem asiática da soja, são eles: Rondônia, Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, São Paulo e Tocantins.

 

 

Noticias MS

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Produção do milho safrinha em Mato Grosso do Sul terá queda de 29,7%, recuando de 9,6 milhões para 6,7 milhões de toneladas, de acordo com o 9º Levantamento de Safra divulgado ontem pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Também foi projetada redução de produtividade para o cereal no Estado, saindo de 5.460 quilos por hectare para 4.000 quilos por hectare, uma diferença de 26,7% a menos em relação à safra anterior. O recuo na área plantada do safrinha está estimado em 4%, passando de 1,7 milhão de hectares para 1,6 milhão de hectares.

No entanto, os preços elevados para a saca do milho em MS, puxados pelo dólar valorizado e pela exportação, devem minimizar um pouco o prejuízo dos produtores.

De acordo com análise da Conab, a redução da área plantada no Estado em relação à safra passada teve como causas o atraso no plantio e os preços desfavoráveis durante o planejamento do cultivo. Com o atraso no plantio da cultura da soja em decorrência da falta de chuvas em outubro, houve um deslocamento na janela de plantio da leguminosa. Isso, atrelado ao excesso de chuvas na colheita da soja, condicionou o deslocamento da janela de plantio do milho segunda safra.

 

 

Correio do Estado

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As exportações de Mato Grosso do Sul somaram US$ 385,7 milhões em maio, aumento de 6,9% em relação a abril, quando as vendas totalizaram US$ 360,7 milhões. Os dados foram divulgados ontem (5) pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

Entre os produtos com melhor performance está a soja, que rendeu US$289 milhões, seguida do papel e celulose, com US$172 milhões. A carne bovina congelada somou US$22 milhões, e a de aves congelada US$21 milhões.

Já quanto às importações, em maio foram US$ 187,3 milhões em insumos importados pelo Estado, queda de 34% em relação à abril (US$ 287,6 milhões).

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Rural

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, disse hoje (30), que o prejuízo no setor da pecuária com a paralisação dos caminhoneiros alcança mais de R$ 3 bilhões. Segundo ele, o número é da Associação Brasileira de Proteína Animal.

“Isso é um crescente porque já haviam sido abatidos ou descartados 64 milhões de aves, entre pintinhos de um dia e ovos que já estavam para eclodir e com a mortandade que está acontecendo nas granjas, já que falta alimentos [para os animais]”, disse o ministro, após participar de uma mesa no Fórum de Investimentos Brasil 2018, na capital paulista. “Eles [representantes de associações do setor] me relataram que os suínos e as aves estão sendo alimentados de forma aquém de suas necessidades”, falou.

Segundo Maggi, os prejuízos, “com certeza”, serão ainda maiores no setor. “Não tenho dúvida de que os prejuízos nesse setor serão na casa dos bilhões e bem para cima”, disse.

Ontem (29), o ministro havia dito que será necessário que o governo ajude os produtores que tiveram muitas perdas com a paralisação dos caminhoneiros. Hoje, ele disse ter conversado com diretores do Banco do Brasil e que serão criados mecanismos para “que esse setor não entre em colapso”. Isso envolverá, segundo ele, não somente os produtores, mas provavelmente também as processadoras e as cooperativas.

“O Banco do Brasil já disse que, todos aqueles que têm dificuldades nesses setores, que têm investimentos em custeio, eles serão prorrogados para a última parcela que ele tem. Por exemplo, se ele tem um financiamento de investimento que vence em 2026 e ele tem um problema este ano, ele pode solicitar agora e pagará essa parcela, com os mesmos juros contratados, em 2027. E o custeio também será feito assim”, falou.

Segundo ele, o governo não pretende e não tem condições de colocar “dinheiro novo nesse processo” de ajuda ao setor. “O que temos que fazer é olhar para dentro do nosso Plano Safra e vários programas e buscar substituir um programa para socorrer outro que é mais emergencial. Temos que dar um jeito de fazer isso”.

PIB

O ministro comentou hoje também sobre o resultado do Produto Interno Bruto (PIB), que teve alta de 0,4% no primeiro trimestre de 2018, na comparação com o último trimestre de 2017. Para o ministro, o resultado foi puxado “como sempre” pelo setor agropecuário.

“No primeiro trimestre é onde pega a nossa colheita de verão. A maior parte da safra brasileira de grãos é colhida neste trimestre. A soja teve uma recuperação de preços por dois motivos: pela defasagem do real perante o dólar e também pela Argentina, onde houve uma queda substancial”, falou ele.

“Mas eu não creio que vamos repetir essa performance no trimestre seguinte porque vai pegar, exatamente, essa barrigada que estamos tendo aqui com essa paralisação dos caminhoneiros”.

Marca

Maggi falou também que o ministério irá lançar, em junho a marca Melhor do Agro. “Essa é uma marca onde as pessoas vão colocar os olhos e vão reconhecer como sendo um produto brasileiro. Vários países têm isso e estamos seguindo nessa questão do agro”. Segundo ele, cada produto brasileiro terá um código, um QRCode, onde será possível, inclusive, ter conhecimento sobre toda a cadeia do produto.

Prejuízos com a estiagem foram significativos em algumas lavouras de safrinha em MS

Rural

Apesar da forte onda de frio registrada em Mato Grosso do Sul, que levou os termômetros a registrarem temperaturas de 4ºC nesta segunda-feira, segundo dados do Guia Clima, da Embrapa Agropecuária Oeste, regiões produtoras do milho safrinha resistiram às baixas temperaturas e não houve relatos de perdas na lavoura em função de geadas. 

Ainda com a produção bastante impactada em decorrência da estiagem, amenizada somente na semana passada, com a ocorrência de chuvas em alguns municípios, os produtores apostam agora na valorização do grão no mercado. 

“Perdemos 50% da nossa produção com a estiagem. Se não gear, teremos muito lucro, porque o preço do milho está muito bom e vem valorizando, já passou dos R$ 30 a saca”, destacou Lúcio Damalia, presidente do Sindicato Rural de Dourados. 

 

 

Correio do Estado