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Acompanhado de cinco ministros, o presidente da Argentina, Mauricio Macri, chega hoje a Brasília (Arquivo/Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Mundo

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, e uma comitiva de cinco ministros devem chegar hoje (15) ao Brasil. Macri se reúne pela primeira vez com o presidente Jair Bolsonaro, desde que ele tomou posse em 1º de janeiro.  O encontro está agendado para amanhã (16).

A reunião deve incluir uma pauta que se estende de temas bilaterais e Mercosul (bloco que reúne Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, uma vez que Venezuela está temporariamente suspensa) às preocupações regionais com a Venezuela e Nicarágua.

Brasília - O presidente da Argentina, Mauricio Macri, é recebido pelo presidente do Senado, Eunício Oliveira (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Acompanhado de cinco ministros, o presidente da Argentina, Mauricio Macri, chega hoje a Brasília    (Arquivo/Marcelo Camargo/Agência Brasil)

A delegação oficial da Argentina reúne cinco ministros Nicolás Dujovne (Fazenda), Patricia Bullrich (Segurança), Dante Sica (Produção), Oscar Aguad (Defesa) e Jorge Faurie (Relações Exteriores).

De acordo com a Casa Rosada, a Presidência da República da Argentina, Macri e comitiva saem de Puerto Madryn (Chubut) hoje à tarde em direção a Brasília, sem escala na capital Buenos Aires.

Após o resultado das eleições, Macri foi um dos primeiros líderes estrangeiros a parabenizar Bolsonaro pela vitória nas urnas. Na ocasião, o presidente brasileiro agradeceu e retribuiu mencionando a parceria entre Argentina e Brasil.

 

Agencia Brasil

Após o tsnunami que atingiu a costa da Indonésia, os hospitais e necrotérios das áreas atingidas estão superlotados. Os agentes públicos estão às voltas com as dificuldades para identificação das vítimas. Pelo último balanço, 430 morreram, 1.495 estão feridas e 159 desaparecidas, além de 21.991 desalojadas. As buscas continuam porque há áreas isoladas que aguardam a chegada das equipes de resgate.

As dificuldades de atendimento às vítimas se concentram nas regiões de Banten, Berkah e Pandeglang. Os corpos de muitas vítimas estão nestes locais. A província de Banten mantém a unidade de identificação de vítimas de desastres da polícia (DVI).

O chefe da polícia da província de Banten, Tomsi Tohir, que visitou o hospital, disse que a equipe de polícia da DVI recuperou 238 corpos na província, entre os quais 21 ainda não foram identificados pela unidade.

O processo de identificação é realizado por meio de etapas de análise do DNA dos corpos, além de análise de fotos e assinatura das vítimas que se encaixam nos documentos da polícia.

A Agência de Meteorologia, Climatologia e Geofísica da Indonésia (BMKG) emitiu hoje (27) um alerta de que um tsunami permanece iminente, tanto de atividades vulcânicas quanto de um possível colapso da parede do vulcão, que se torna frágil devido a freqüentes erupções.

Na região onde está o vulcão Anak Krakaoau chove intensamente, ameaçando provocar um segundo tsunami.

A Agência Nacional de Mitigação de Desastres da Indonésia (BNPB) faz o acompahamento das áreas de risco.

 

 

Agencia Brasil

O ministro da defesa venezuelano, Vladimir Padrino (segundo à esquerda) dá boas-vindas às aeronaves russas — Foto: AFP

Mundo

A força aérea russa aterrissou nesta semana na Venezuela.

Quatro aeronaves – incluindo dois bombardeiros Tupolev 160 (Tu-160), com capacidade para transportar armas nucleares – pousaram na segunda-feira no Aeroporto Internacional de Maiquetía Simón Bolívar, nos arredores de Caracas – em uma demonstração de apoio da Rússia ao governo do presidente Nicolás Maduro.

O ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino, participou de um evento de boas-vindas às aeronaves e afirmou que elas fazem parte de exercícios de cooperação militar entre os dois países. 

"Estamos nos preparando para defender a Venezuela até o último momento caso seja necessário." 

"Vamos fazer isso com nossos amigos porque temos amigos no mundo que defendem relações respeitosas e de equilíbrio", completou.

No domingo, Maduro afirmou que havia uma tentativa "coordenada diretamente pela Casa Branca de perturbar a vida democrática na Venezuela e tentar dar um golpe de Estado contra o governo constitucional, democrático e livre do país" em andamento.

Padrino explicou que os aviões russos são "logísticos e bombardeiros" e acrescentou que ninguém deve se preocupar com a presença das aeronaves no país. 

"Somos construtores da paz, não da guerra", declarou. 

O embaixador da Rússia na Venezuela, Vladimir Zaemskiy, disse, por sua vez, que uma das áreas de cooperação entre os dois países é militar-técnica - e, segundo ele, "se desenvolveu de forma muito frutífera nos últimos anos". 

Aliança Maduro-Putin 
Nicolás Maduro e Vladimir Putin se cumprimentam em reunião em Moscou — Foto: Maxim Shemetov/Reuters
Nicolás Maduro e Vladimir Putin se cumprimentam em reunião em Moscou — Foto: Maxim Shemetov/Reuters 

Um exercício militar conjunto foi anunciado poucos dias depois do encontro de Maduro com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, em Moscou. A reunião resultou na assinatura de contratos da ordem de US$ 6 bilhões em investimentos russos nas áreas de mineração e petróleo na Venezuela.

Os dois países são aliados próximos de longa data. E o governo de Maduro, pressionado pelas sanções impostas pelos Estados Unidos e pela União Europeia contra o que consideram violações de direitos humanos na Venezuela, quer reforçar esses laços – incluída, aí, a frente militar.

O embaixador da Rússia lembrou que a cooperação na área de defesa começou em 2005, quando Hugo Chávez era presidente.

Mas o plano de ambos os governos agora é aprofundar essa relação.

O ministro Padrino contou que Caracas aguarda a chegada de uma delegação russa com a qual devem discutir formas de fortalecer o arsenal das Forças Armadas venezuelanas – embora a difícil situação dos cofres públicos do país sul-americano, que vive a maior recessão de sua história, seja um obstáculo para a aquisição de armamentos mais sofisticados.

Em meio à grave crise econômica, política e social que a Venezuela atravessa, especialistas ouvidos pela BBC News Mundo, serviço em espanhol da BBC, acreditam que a presença militar russa pode ter o objetivo de "desencorajar" terceiros a realizar "algum tipo de intervenção militar" no país.

Mas, além de beneficiar a Venezuela, essa aliança também é considerada vital para o governo Putin, de acordo com os analistas.

A anexação russa da Crimeia em 2014 foi duramente condenada por países ocidentais, gerando uma onda de sanções econômicas contra o país que continuam sendo renovadas.

A partir daquele momento, as relações entre a Rússia e os EUA e a União Europeia se deterioraram drasticamente. E é nesse contexto que a Venezuela ganha uma importância especial. 

"(Moscou) está procurando países que ainda querem se relacionar com eles, e isso inclui a Venezuela", destaca Steven Pifer, ex-embaixador dos EUA na Ucrânia e pesquisador do centro de análises Brookings Institution. 

"O que o Kremlin quer é passar a imagem de uma Rússia que não está isolada, quando na verdade está." 

Ajudar econômica e militarmente a Venezuela - um dos poucos países que apoiaram a ação russa na Crimeia – serve para sustentar que "a Rússia tem conexões ao redor do mundo".

O editor do serviço russo da BBC, Famil Ismailov, concorda e destaca outra vantagem para Putin ao apoiar Caracas: a imagem que pode vender dentro do país.

"É muito importante mostrar ao público interno que, apesar das sanções, a Rússia cumpre seu papel de superpotência e tem países amigos. Vale a pena pagar por isso", explica Ismailov, fazendo referência a Putin. 

Uma 'provocação' aos EUA 

O envio das aeronaves para a Venezuela também serviria como um recado aos EUA, de acordo com especialistas.

O governo russo criticou em diversas ocasiões a "interferência" dos EUA na Ucrânia e o envio de tropas americanas para o Mar Negro e o Báltico, como parte das operações da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

E mandar os bombardeiros para a Venezuela pode ser uma resposta, uma maneira de "colocar o dedo na ferida" dos EUA.

"Parte da razão (para o envio dos bombardeiros) é treinar pilotos russos em voos de longa distância, outra parte é destinada simplesmente a irritar os Estados Unidos", afirma o ex-embaixador na Ucrânia.

As autoridades americanas fizeram, por sua vez, críticas duras ao envio dos aviões.

"A Rússia envia bombardeiros para a Venezuela e nós, um navio-hospital", afirmou o coronel Robert Manning, porta-voz do Departamento de Defesa dos EUA. 

  • Venezuela chama de 'cínica' reação dos EUA 

Em entrevista coletiva no Pentágono, Manning se referiu ao USNS Comfort, que partiu em meados de outubro rumo à América Central e à América do Sul com a missão de oferecer ajuda humanitária aos refugiados venezuelanos. 

"O mais importante é que estamos ao lado do povo da Venezuela em um momento de necessidade", acrescentou. 

O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, afirmou que se trata de "dois governos corruptos esbanjando recursos públicos".

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O governo russo classificou a declaração como "completamente inapropriada" e "pouco diplomática".

Mas a Rússia não é a única a enviar jatos militares para outros países. Os EUA também mandaram aviões para seus aliados, incluindo a Ucrânia, cujas relações com Moscou permanecem tensas após a anexação da Crimeia. 

Tu-160 
Os bombardeiros Tupolev 160 são conhecidos como 'cisnes brancos' na Rússia — Foto: AFP
Os bombardeiros Tupolev 160 são conhecidos como 'cisnes brancos' na Rússia — Foto: AFP 

Confira abaixo as principais características dos bombardeiros Tupolev 160:

Conhecidos como Cisnes Brancos na Rússia, são aviões do tipo "swing-wing (de geometria variável)", com velocidade máxima duas vezes maior que a do som. A frota foi lançada em 1981, e modernizada em 2000. O alcance de voo é de cerca de 12 mil quilômetros e os aviões têm capacidade para transportar armamentos nucleares.

 

Por BBC

Foto - Divulgação

Mundo

Estudo da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado hoje (7), mostra o aumento contínuo das mortes no trânsito. Pelos dados do relatório, mais de 1,35 milhão de pessoas perdem a vida todos os anos em decorrência de acidentes de trânsito. Os dados mais alarmantes estão na África. Para especialistas, os governos reduziram os esforços na busca por solução para o problema.

O Relatório da Situação Global da OMS sobre segurança no trânsito de 2018 destaca que as lesões causadas pelo trânsito são hoje a principal causa de morte de crianças e jovens entre 5 e 29 anos. O documento inclui informações sobre o aumento no número total de mortes e diz que as taxas de mortalidade da população mundial se estabilizaram nos últimos anos.

Bloqueios nas rodovias: governo diz que vai aumentar a presença de forças policiais
Grande parte das mortes no trânsito ocorre em estradas bem movimentadas      (Valter Campanato/Arquivo Agência Brasil

"Essas mortes são um preço inaceitável a pagar pela mobilidade", disse o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus. “Este relatório é um apelo aos governos e parceiros para que tomem medidas muito maiores para executar essas medidas”, acrescentou.

Os relatórios de status global da OMS sobre segurança no trânsito são divulgados a cada dois ou três anos e servem como ferramenta de monitoramento para a Década de Ação para Segurança Viária 2011-2020.

Mortes

Pelo relatório, o risco no trânsito é três vezes maior nos países de baixa renda do que nos países de alta renda. As taxas são mais elevadas em países da África e as mais baixas na Europa.  Três regiões do mundo relataram um declínio nas taxas de mortalidade no trânsito: Américas, Europa e Pacífico Ocidental.

Os pedestres e ciclistas são responsáveis por 26% de todas as mortes no trânsito, enquanto os motociclistas e passageiros por 28%.

De acordo com o relatório, apenas 40 países, representando 1 bilhão de pessoas, implementaram pelo menos 7 ou todos os 8 padrões de segurança de veículos das Nações Unidas.

Investimentos

Para o fundador e diretor da Bloomberg Philanthropies e embaixador global da OMS, Michael R Bloomberg, é preciso investir mais na educação do trânsito, na prevenção e atenção à segurança nas estradas e pistas.

Segundo ele, é necessário adotar “políticas fortes” e fiscalização, repensar as estradas para que se tornem inteligentes e adotar campanhas de conscientização.

"A segurança no trânsito é uma questão que não recebe nem perto da atenção que merece. [E] é realmente uma das nossas grandes oportunidades para salvar vidas em todo o mundo", ressaltou.

Avanços

De acordo com o estudo, apesar do alerta, houve progressos, pois a legislação de forma geral foi aperfeiçoada, visando a redução de riscos, o excesso de velocidade e vetos à ingestão de bebida alcoólica antes da direção. Também há menção à obrigatoriedade quanto ao uso de cintos de segurança e capacetes.

Há, ainda, a citação da preocupação com os cuidados com as crianças, da adoção de infraestrutura mais segura, como calçadas e pistas exclusivas para ciclistas e motociclistas, melhores padrões de veículos, como os que exigem controle eletrônico de estabilidade e frenagem avançada e aprimoramento dos cuidados depois de uma colisão.

O relatório diz, ainda, que essas medidas contribuíram para a redução das mortes no trânsito em 48 países de renda média e alta. Porém, informa que não há dados sobre redução no total de mortes referindo-se aos países de baixa renda.

 

Agencia Brasil

Depois que o prédio foi considerado seguro, policiais da cidade de Nova York saíram do Time Warner Center em Nova York — Foto: Craig Ruttle / AP Photo

Mundo

O complexo da Time Warner em Nova York, nos Estados Unidos, foi esvaziado pela polícia na noite desta quinta-feira (madrugada de sexta no Brasil) após uma ameaça de bomba.

Uma pessoa que não se identificou disse, por telefone, que cinco bombas tinham sido colocadas no prédio, onde fica a sede do canal de notícias CNN.

O alarme de incêndio tocou na redação pouco antes das 22h30 e a programação ao vivo foi interrompida.

O esquadrão antibombas foi mobilizado. A polícia bloqueou a região de Columbus Circle, na rua 58, entre as avenidas 8 e 9. O tráfego de veículos e pedestres foi interrompido.

Por causa do incidente, a CNN passou a exibir programas gravados e, uma hora mais tarde, passou a transmitir por Skype.

"As pessoas estão perguntando por que estão me vendo no Skype, por que temos tantas dificuldades técnicas. É porque nos retiraram do ar por causa de uma ameaça de bomba na CNN", afirmou o apresentador Don Lemon.

Uma hora após a varredura no edifício, a polícia informou que não encontrou nenhum artefato explosivo.

O incidente aconteceu menos de dois meses depois que a CNN foi alvo da onda de pacotes suspeitos enviados para opositores do presidente dos EUA, Donald Trump. O pacote que chegou à emissora era endereçado ao ex-diretor da CIA John Brennan.

Cesar Sayoc, morador da Flórida, foi preso por suspeita de ter enviado os dispositivos, que não chegaram a explodir. Ele recebeu 30 acusações e pode ser condenado à prisão perpétua. 

Depois que o prédio foi considerado seguro, policiais da cidade de Nova York saíram do Time Warner Center em Nova York — Foto: Craig Ruttle / AP Photo
Depois que o prédio foi considerado seguro, policiais da cidade de Nova York saíram do Time Warner Center em Nova York — Foto: Craig Ruttle / AP Photo
 
G1

Foto - Divulgação

Mundo

O submarino argentino ARA San Juan, desaparecido há um ano nas águas do Oceano Atlântico, com 44 tripulantes a bordo, foi localizado, informaram neste sábado (17) o Ministério da Defesa e a Marinha da Argentina.

A embarcação está em uma região de cânions (espécie de rios submarinos), a 800 metros de profundidade, e a 600 km da cidade de Comodoro Rivadavia, onde se tinha montado o centro de operações durante a busca.

O local é o mesmo onde há um ano foi identificada uma "anomalia hidroacústica" semelhante a uma explosão. Segundo o jornal Clarín, as primeiras informações oficiais são de que o submarino está "achatado na proa e bastante intacto". 

Submarino argentino é localizado — Foto: Infografia: Juliana Souza/G1
Submarino argentino é localizado — Foto: Infografia: Juliana Souza/G1

A empresa norte-americana Ocean Infinity, contratada pelo governo argentino, encontrou o submarino por meio de observação feita com um veículo submarino operado remotamente. A equipe ainda rastreia e investiga a área com um veículo operado por controle remoto. A companhia deve receber US$ 7,5 milhões pelo trabalho.

"O Ministério da Defesa e a Armada da Argentina informam que no dia de hoje, tendo sido investigado o ponto de interesse número 24 informado pela Ocean Infinity, mediante observação realizada com um ROV [veículo de observação remota] a 800 metros de profunidade, houve identificação positiva do Ara Jan Juan", escreveu a Marina Argentina no Twitter na madrugada deste sábado (17). 

Ainda não há informações sobre como será feito o resgate da embarcação. 

Imagem divulgada pela Marinha da Argentina do que pode ser o submarino Ara San Juan — Foto: Marinha da Argentina/DivulgaçãoImagem divulgada pela Marinha da Argentina do que pode ser o submarino Ara San Juan — Foto: Marinha da Argentina/Divulgação
Imagem divulgada pela Marinha da Argentina do que pode ser o submarino Ara San Juan — Foto: Marinha da Argentina/Divulgação 
Desaparecimento há 1 ano 

O ARA San Juan desapareceu em 15 de novembro de 2017, quando voltava do porto de Ushuaia, onde realizou exercícios militares, para a base naval de Mar del Plata.

Horas antes, o comandante havia alertado de uma falha provocada pela entrada de água por um duto de ventilação que vazou no compartimento das baterias elétricas e produziu um princípio de incêndio.

Embora a Marinha argentina tenha garantido em várias ocasiões que essa falha foi "corrigida" e que o San Juan continuou navegando para Mar del Plata, o certo é que seu rastro foi perdido e nunca chegou ao porto dessa cidade, onde deveria ter atracado em 19 de novembro. 

 
Como é o submarino — Foto: Infografia: Juliana Souza/G1
Como é o submarino — Foto: Infografia: Juliana Souza/G1

No meio de uma grande incerteza, várias agências internacionais relataram uma explosão horas depois do desaparecimento do submarino, perto donde se perdeu a sua pista.

Naquele momento, começou uma intensa operação de busca, que contou com a ajuda de vários países. Nos primeiros meses de busca, os trabalhos haviam se limitado a 430 km do litoral, em torno de uma área onde havia sido detectada uma explosão horas depois da última comunicação do submarino.

Os parentes dos desaparecidos criticam duramente a gestão do governo tanto no que diz respeito ao desaparecimento como à posterior operação da Ocean Infinity, conhecida por participar da infrutífera busca pelo avião da Malaysia Airlines, desaparecido em 2014.

 
Na Base Naval Argentina, familiares de tripulantes do submarino ARA San Juan recebem a notícia de que embarcação foi encontrada — Foto: REUTERS/Marina Devo
Na Base Naval Argentina, familiares de tripulantes do submarino ARA San Juan recebem a notícia de que embarcação foi encontrada — Foto: REUTERS/Marina Devo 
Na Base Naval Argentina, familiares de tripulantes do submarino ARA San Juan recebem a notícia de que embarcação foi encontrada — Foto: REUTERS/Marina Devo
Na Base Naval Argentina, familiares de tripulantes do submarino ARA San Juan recebem a notícia de que embarcação foi encontrada — Foto: REUTERS/Marina Devo
 
Na Base Naval Argentina, familiares de tripulantes do submarino ARA San Juan recebem a notícia de que embarcação foi encontrada — Foto: REUTERS/Marina Devo
Na Base Naval Argentina, familiares de tripulantes do submarino ARA San Juan recebem a notícia de que embarcação foi encontrada — Foto: REUTERS/Marina Devo

 

G1