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Equipes de resgate buscam destroços do voo JT-610 da Lion Air que caiu no mar na costa norte da ilha de Java, na Indonésia — Foto: AFP Photo

Mundo

A agência de busca e resgate da Indonésia não acredita que haja sobreviventes após a queda do avião da Lion Air no mar ao norte da ilha de Java. A aeronave, com 189 pessoas a bordo, perdeu contato 13 minutos depois da decolagem do Aeroporto de Jacarta, na manhã desta segunda-feira (29), 6:20 horário local).

"Precisamos encontrar os principais destroços. Eu prevejo que não haja sobreviventes, com base em partes do corpo encontradas até agora", disse Bambang Suryo, diretor operacional da agência, segundo a Reuters.

O avião da companhia é um Boeing 737 Max 8, um modelo relativamente recente. De acordo com o site FlightRadar24, a aeronave foi entregue à Lion Air em agosto deste ano.

O voo, de prefixo JT-610, faria a rota Jacarta - Pangkal Pinang, que duraria pouco mais de uma hora. Segundo o funcionário da companhia aérea Nur Andi, citado pela BBC, ele decolou às 6h20 e o último contato aconteceu às 6h33 (13 minutos depois). 

Integrante da equipe de resgate aponta para o local onde o voo JT- 610 da Lion Air caiu no mar — Foto: Resmi Malau / AFP
Integrante da equipe de resgate aponta para o local onde o voo JT- 610 da Lion Air caiu no mar — Foto: Resmi Malau / AFP

A última posição da aeronave foi registrada a 15 km ao norte da costa da Indonésia, de acordo com uma referência do Google Maps e também coordenadas relatadas pelo Flightradar24.

Os dados preliminares de rastreamento de vôo do Flightradar24 mostram que a aeronave subiu para cerca de 5.000 pés (1.524 m), chegou a perder altitude, mas a recuperou, antes de finalmente cair no mar. 

O acidente é o primeiro que envolve o Boeing 737 MAX, uma versão atualizada e mais eficiente da aeronave. Os primeiros jatos Boeing 737 MAX entraram em serviço em 2017. A subsidiária malaia da Lion Air, Malindo Air, recebeu a primeira entrega global.

 

G1

Sinagoga da congregação Árvore da Vida - Pittsburgh (Pensilvânia, Estados Unidos),

Mundo

Um tiroteio na sinagoga da congregação Árvore da Vida deixou vítimas, em Pittsburgh (Pensilvânia, Estados Unidos), por volta das 10h (horário local, 11h de Brasília). Pelo Twitter, o Departamento de Segurança Pública de Pittsburgh alertou que havia um franco-atirador na região da sinagoga e as pessoas deveriam evitar a área.

"Até agora podemos confirmar várias baixas", disse um porta-voz não identificado da operação policial que está acontecendo neste momento, ao falar com a emissora CNN. A CBS News menciona pelo menos oito mortos.

Sábado é dia de shabat para os judeus, portanto a sinagoga estava lotada.

No Twitter, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que acompanha a tragédia na Pensilvânia. "Assistindo aos eventos em Pittsburgh, Pensilvânia. A lei sendo aplicada. As pessoas na área de Squirrel Hill devem permanecer protegidas", disse. "Deus abençoe todos."

Nova York

A polícia de Nova York (Estados Unidos) enviou oficiais para fazer a segurança de centros judaicos e sinagogas, depois do tiroteio ocorrido neste sábado (27) em uma sinagoga em Pittsburgh, na Pensilvânia, que deixou vários mortos.

Policiais de diversas unidades farão a segurança das sinagogas e também haverá patrulhas em veículos nos arredores das mesmas.

A polícia disse que não há ameaças em Nova York após o incidente em Pittsburgh, mas decidiu tomar medidas de precaução, após as múltiplas vítimas do tiroteio.

As forças de segurança nova-iorquinas também pediram à população, por meio de seu perfil no Twitter, que se mantenha alerta e entre em contato com as autoridades caso presencie alguma atividade suspeita.

As autoridades confirmaram a detenção do agressor, mas ainda não informaram o número preciso de vítimas.

 

Agencia Brasil

Foto divulgada pelos bombeiros de Roma mostra escala rolante de estação de metrô danificada após pane — Foto: Vigili del Fuoco /Handout/via Reuters

Mundo

Uma pane em uma escada rolante de uma estação de metrô de Roma deixou feridos nesta terça-feira (23). Os serviços de emergência foram ao local e a estação foi fechada. Os bombeiros divulgaram a foto acima após o incidente.

Segundo a imprensa italiana, 18 pessoas ficaram feridas, entre elas uma está em estado grave e teve a perna amputada. A maioria das vítimas é de russos, torcedores do time de Moscou CSKA, que joga contra a Roma na Liga dos Campeões.

 

G1

Liberação da maconha no Canadá - Reuters/Chris Wattie/Direitos Reservados

Mundo

O Canadá legalizou a partir de hoje (17) o uso recreativo da maconha. Pela lei, os canadenses podem comprar e cultivar. A discussão se estende no país há dois anos e integrou a plataforma de campanha eleitoral do primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, em 2015.

Maconha, Canadá, Liberação Canada October 17, 2018. REUTERS/Chris Wattie
Liberação da maconha no Canadá - Reuters/Chris Wattie/Direitos Reservados

Desde 2001, o uso da maconha era autorizado para fins medicinais. O Senado do Canadá aprovou a legalização do uso recreativo da maconha em junho.

Pelas normas, os canadenses precisam ter 18 anos para comprar maconha. Porém, há  províncias que elevaram a exigência da idade para 21 anos, como Quebec. Não é autorizado fumar em locais públicos.

É permitido o porte de até 30 gramas por pessoa e o cultivo de quatro plantas em casa. Em algumas províncias, há limites para o lucro, como Newfoundland, que fixou em 8% o total.

O Canadá se tornou o segundo país do mundo a legalizar o uso da maconha para fins recreativos, depois do Uruguai, que adotou a medida em 2013.

 

Agencia Brasil

Embarcação inclinada na entrada do cais de Yonabaru, na ilha de Okinawa — Foto: Takuto Kaneko / Kyodo News / via AP

Mundo

O tufão Trami, com ventos que alcançaram 216 km/h, deixou 45 feridos no Japão, segundo balanço oficial neste domingo (30).

O temporal deixou 38 feridos leves na ilha de Okinawa, a primeira área afetada pela tormenta. Outros sete se feriram - também levemente - em Kagoshima, no sul da ilha de Kyushu, informaram autoridades.

Em Okinawa, mais de 200 mil imóveis ficaram sem energia.

Trami afetou transportes de passageiros. Cerca de 1.000 voos foram cancelados após o fechamento do aeroporto de Kansai, perto de Osaka. A circulação de trens de alta velocidade foi suspensa no oeste do país. 

Homem caminha sob forte chuva e ventos provocados pela passagem do tufão Trami por Naha, na ilha de Okinawa, neste sábado (29)  — Foto: Kyodo / via REUTERS
Homem caminha sob forte chuva e ventos provocados pela passagem do tufão Trami por Naha, na ilha de Okinawa, neste sábado (29) — Foto: Kyodo / via REUTERS
 
Homem retira galhos de árvore que caiu durante passagem do tufão Trami em Naha, na ilha de Okinawa, neste sábado (29)  — Foto: Kyodo via Reuters
Homem retira galhos de árvore que caiu durante passagem do tufão Trami em Naha, na ilha de Okinawa, neste sábado (29) — Foto: Kyodo via Reuters

 

G1

Terremoto e tsunami deixaram mesquita em Palu em ruínas — Foto: Rifki/ AP

Mundo

O número de mortos deixados pela série de terremotos e pelo tsunami que atingiram a ilha indonésia de Sulawesi subiu para 384 em balanço divulgado pelas autoridades neste sábado (29). O número de vítimas pode subir.

O porta-voz da Agência Nacional de Gestão de Desastres (BNPB, sigla em indonésio), Sutopo Purwo Nugroho, afirmou ainda que dados provisórios indicam que 540 pessoas ficaram feridas e 29 estão desaparecidas.  

"O governo local declarará o estado de emergência", disse o porta-voz, em Jacarta. Ele frisou também que o mais urgente agora também é restabelecer os serviços de energia elétrica e telecomunicação na área.

"Quando a ameaça surgiu, as pessoas ainda estavam fazendo suas atividades na praia e não correram imediatamente, e se tornaram vítimas. Muitos corpos foram encontrados na costa, devido ao tsunami", relatou o porta-voz. Para escapar das ondas, algumas pessoas subiram em árvores de seis metros.

 
Pessoas tentam circular em rua cheia de escombros na ilha de Sulawesi — Foto: Muhammad Rifki / AFP
Pessoas tentam circular em rua cheia de escombros na ilha de Sulawesi — Foto: Muhammad Rifki / AFP 
Tremores 

Na sexta-feira (28), uma série de terremotos abalou a ilha indonésia de Sulawesi. Um deles, de magnitude 7,5, levou à formação de um tsunami com ondas até 2 metros.

A BNPB confirmou a formação do tsunami depois que vários vídeos foram divulgados nas redes sociais.

 
Mulher chora enquanto pessoas olham para os danos após terremoto e tsunami atingiram Palu, na ilha de Sulawesi — Foto: Muhammad Rifki / AFP
Mulher chora enquanto pessoas olham para os danos após terremoto e tsunami atingiram Palu, na ilha de Sulawesi — Foto: Muhammad Rifki / AFP

Milhares de casas desmoronaram, além de hospitais, hotéis e comércios. Houve corte de energia. A cidade costeira de Palu foi a mais afetada, seguida de Donggala.

Técnicos de telecomunicações e transporte aéreo chegaram neste sábado ao aeroporto nacional de Palu, que permanece fechado para voos comerciais.

A principal cidade que dá acesso a Palu está bloqueada por um deslizamento de terra.

 
Mapa mostra área tingida por terremotos e tsunami na Indonésia — Foto: Infografia: Karina Almeida
Mapa mostra área tingida por terremotos e tsunami na Indonésia — Foto: Infografia: Karina Almeida
  
Terremoto e tsunami deixaram mesquita em Palu em ruínas — Foto: Rifki/ AP
Terremoto e tsunami deixaram mesquita em Palu em ruínas — Foto: Rifki/ AP 
Resgates 

Fortes tremores secundários continuam a ser sentidos na ilha. Os resgates continuam, mas estão prejudicados pelo corte de energia.

Aviões militares decolaram de Jacarta neste sábado levando alimentos e medicamentos para a região de Palu.

 
Homem observa danos causados pelo terremoto e tsunami em Palu, Sulawesi, na Indonésia — Foto: Rifki / AP Photo
Homem observa danos causados pelo terremoto e tsunami em Palu, Sulawesi, na Indonésia — Foto: Rifki / AP Photo 
Tragédia em Lombok 

Uma série de terremotos em julho e agosto matou quase 500 pessoas e deixou cerca de 1,5 mil feridos na ilha turística de Lombok, a centenas de quilômetros a sudoeste de Sulawesi. Milhares de habitantes ficaram desalojados. 

Shopping parcialmente destruído em Palu — Foto: Antara Foto / BNBP / via Reuters
Shopping parcialmente destruído em Palu — Foto: Antara Foto / BNBP / via Reuters 
Anel de Fogo do Pacífico 

A Indonésia está em uma das regiões mais propensas a tremores e atividade vulcânica do mundo: o Círculo de Fogo do Pacífico. Cerca de 7 mil tremores atingem essa área por ano, em sua maioria de magnitude moderada.

A região, de cerca de 40 mil km de extensão, tem formato de ferradura e circunda a bacia do Pacífico, abrangendo toda a costa do continente americano, além de Japão, Filipinas, Indonésia, Nova Zelândia e ilhas do Pacífico Sul.

Em 2004, um tremor de magnitude 9,1, perto da costa noroeste da ilha de Sumatra, gerou um tsunami que matou 230 mil pessoas em 14 países no Oceano Índico. 

Indonésios procuram a segurança de um parque com medo de réplicas do terremoto de magnitude 7,5 que atingiu o país — Foto: Antara Foto / Rolex Malaha / via Reuters
Indonésios procuram a segurança de um parque com medo de réplicas do terremoto de magnitude 7,5 que atingiu o país — Foto: Antara Foto / Rolex Malaha / via Reuters 
Destruição em Palu, região central de Sulawesi — Foto: AP Photo
Destruição em Palu, região central de Sulawesi — Foto: AP Photo

 

G1