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Serviço de Inteligência da Sejusp investiga bomba que entrou em presídio da Capital

Serviço de Inteligência da Sejusp investiga bomba que entrou em presídio da Capital
07/01/2018 -

O episódio da bomba encontrada no Instituto Penal de Campo Grande (IPCG), no último dia 2 de janeiro, continua sob investigação e ainda não há respostas conclusivas. Entretanto, o secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp-MS), Antônio Carlos Videira, afirmou que o serviço de inteligência existente nas penitenciárias adotou estratégias para evitar ocorrências semelhantes.

"O caso foi pontual, porém, todas as medidas foram tomadas para que possamos esclarecer. Inclusive, a Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário abriu um procedimento interno para identificar como o artefato entrou no instituto penal", observou o titular da Sejusp.

O IPCG está localizado no bairro Jardim Noroeste e assim como o presídio de Trânsito, funciona ao lado da Penitenciária Jair Ferreira de Carvalho, conhecido como 'Presídio de Segurança Máxima', em Campo Grande. Na ocasião, a equipe que encontrou o artefato acionou o Batalhão de Operações Especiais (Bope), da Polícia Militar, que detonou o objeto, análogo a bomba caseira.

AÇÕES PREVENTIVAS

A população carcerária de Mato Grosso do Sul registra 11.900 detentos em regime fechado, segundo informações da secretaria de segurança estadual. Entretanto, o resultado de uma auditoria divulgada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) defende que o excesso populacional nos presídios brasileiros favorece a atuação de facções criminosas e rebeliões acontecidas, a exemplo do Rio Grande do Norte e Goiás.

Diante do cenário nacional e a ocorrência registrada no IPCG, no início da semana, foi questionado com o secretário quais medidas serão adotadas pela pasta no sentido de prevenir eventos semelhante aos que aconteceram nos dois estados, no mês de dezembro.

"A Sejusp tem atuado de forma preventiva, desenvolvendo ações integradas entre as áreas de inteligência das instituições que compõem a estrutura da Segurança Pública, com objetivo de evitar qualquer tipo de conflito", alegou Videira.

Correio do Estado