Dourados-MS,
 Camara municipal

A advogada Monica Reis, 30 anos, morreu na noite de quinta-feira (19) 15 minutos depois de dar entrada na Santa Casa de Naviraí, vitimada pelo vírus H3N2, da gripe Influenza. 

A informação foi prestada pelo Gerente Municipal de Saúde da Prefeitura de Naviraí, Edvan Thiago Barros Barbosa, que recebeu a confirmação que ela foi vítima do H3N2 em exame feito no LACEN (Laboratório Central de Saúde Pública de Mato Grosso do Sul).

Conforme o fisioterapeuta Edvan Barbosa, a advogada compareceu na Santa Casa nos dias 16, 18 e 19 sempre apresentando sintomas de gripe e amigdalite. 

Na noite desta quinta-feira, Mônica novamente voltou à Santa Casa com os mesmos sintomas e quinze minutos depois de dar entrada para atendimento sofreu uma parada cardiorrespiratória e morreu.

“O próximo da Vigilância Epidemiológica de Naviraí é emitir um relatório para o Governo do Estado que será repassado ao Ministério da Saúde com base na investigação feita em prontuário da paciente prestando todas necessárias sobreo caso. Depois disso o Estado deverá emitir uma Nota Técnica para reforçar os cuidados sobre o contágio da doença em Naviraí”, disse o Gerente.

O Gerente de Saúde afirmou que a chefe do setor de Vigilância Epidemiológica Municipal, Daniela Queiróz, no terceiro, do dia 19, atendimento realizou os exames laboratoriais que comprovaram que a advogada havia contraído o vírus H3N2. Os exames foram confirmados pelo LACEN.

Mônica atuava em um escritório de advocacia tendo como sócio o advogado e vereador Luís Alberto Ávila Silva Júnior, o Júnior do PT.

 

 

Correio do Estado

A proposta que permite a construção de uma ponte rodoviária sobre o rio Paraguai, ligando Porto Murtinho a Carmelo Peralta foi aprovada no senado federal. A estrutura faz parte do chamado corredor Bioceânico e será custeada em partes iguais pelos governos dos dois países.

O projeto internacional foi firmado em junho de 2016 e aprovado inicialmente pela Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul, por tratar-se de proposição de interesse do bloco regional.

Tanto que cada país ficará responsável pelas respectivas obras complementares, os acessos à ponte e postos de fronteira, além das desapropriações necessárias à implantação das construções em seus respectivos territórios. 

O relator do projeto na Comisão de Relações Exteriores (CRE) foi o senador Pedro Chaves (PRB-MS), que defendeu o empreendimento, reforçando ser uma reivindicação antiga dos setores produtivos ligados ao agronegócio. 

"O Corredor Bioceânico vai reduzir em oito mil quilômetros a rota na exportação de produtores de Mato Grosso do Sul e de outros estados do Centro-Oeste para a Ásia, quando comparado com o escoamento realizado pelos portos do Sudeste e do Sul do Brasil. O ganho de tempo no transporte das exportações, cerca de seis dias a menos, implica ganho de competitividade", explicou

O senador Waldemir Moka (PMDB-MS) acrescentou que a construção da ponte integrará o país com o oceano Pacífico, por meio de um corredor rodoviário que liga a fronteira sudeste do Estado com os portos ao norte do Chile. 

"É um sonho antigo e acredito que agora estamos chegando à fase final. E a bancada federal, faço questão de relatar, priorizará uma emenda de bancada para a metade do custo desta ponte já que a outra metade caberá ao Paraguai. Essa sem dúvida é uma grande vitória", comemorou.

Há ainda a previsão de que os procedimentos licitatórios da ponte estarão consubstanciados em editais binacionais de bases e condições, devendo as obras ser executadas exclusivamente por empresas estabelecidas no Brasil e/ou no Paraguai, cuja participação respeitará as respectivas legislações nacionais.

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